Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac

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Quando sai de casa para trabalhar
Minha mãe disse que agora era a hora de não mas ela mas sim a vida me ensinar

Em fim cresci ,aprendi chorei, errei cai
Mas evolui
Aprendi oque é amar, Errar é Humano mas humano ainda é acertar
Aprendi a ter postura
Nos momentos que a Vida mais tortura
Aprendi a Perdoar até então se não existe perdão não posso dizer que aprendi a Amar
Aprendi a Ouvir, Falar na Hora certa
Aprendi a Dar o melhor de mim, Ficar parado pensando na vida sem fazer nada
Não é papel de quem quer progredir
Vivo assim
Vivendo e aprendendo sei que minha caminhada Deus esta vendo
Confio e espero pois o meu futuro sei que Deus esta escrevendo

Aprendi a dar valor ao tempo
A Família aos Amigos aqueles que
sempre estiveram por perto
Até mesmo quando eu pensei que ninguém estava me vendo
Mal sabia eu que de oração e proteçao eu estava coberto! E hoje pela graça do pai estou Liberto!!

Inserida por gabriel_lirio

Onde está a certeza?
Não tenho certeza...
Onde está a verdade?
A verdade, não sei...
Onde está a mentira?
Na mente...
Onde está a liberdade?
No inconformismo da procura.

Inserida por zatonio

O tempo não dá tempo
Quanto mais tempo você espera
O tempo vai passando

O tempo é esperto
Te deixa confuso
E de cabelo branco

O tempo que passa
O tempo que vem
O tempo que espero

Espero que o tempo
Me dê mais um tempo
Pra eu me organizar
O restante do tempo

Inserida por Tairan

Eu não resisto ao seu olhar de mistério, meu desejo grita, se liga, eu levo a sério!
O nosso universo, esse nosso elo, nossa dimensão, nosso mundo paralelo!

Inserida por alkamuzy

Não se paga por sonhar!
E não se põe preço na liberdade!
Onda positiva!
Procure a paz e busque a felicidade!

Inserida por alkamuzy

Covardia

Não existe lisura na abstenção
Simbolismo jamais será princípio da omissão
Aquele que se exime da culpa é tão leviano quanto o alienado convicto,
Porém arrogante por não se permitir errar

Inserida por derick_sander

PRIMEIRO HEXÁSTICO


De João Batista do Lago


na república dos canalhas
Homero não se faria ser
não sentiria qualquer prazer
mudo graçaria pela hélade
feito poema sem virtude
carente da felicidade

Inserida por joao_batista_do_lago

QUINTO EXÁSTICO


não revela à toa o teu segredo
guarda-o no baú da tua razão
melhor não saberem dos medos
assim não te imporão degredos
falsos demônios anjos são
todos parados nos umbrais

Inserida por joao_batista_do_lago

OITAVO HEXÁSTICO


poetas líquidos não enformam
voláteis são vãs plantações
semeadas em campos estéreis
espigas de milhos sem grãos
debulhadas não dar para o pão
não mata a fome de inférteis

Inserida por joao_batista_do_lago

DÉCIMO TERCEIRO HEXÁSTICO


não bastais com incompetência
até quando há de sangrar
a miserável paciência
manada rum’ao precipício
metadestino imanente
glória do rei concupiscente

Inserida por joao_batista_do_lago

DÉCIMO QUINTO HEXÁSTICO


canalhas de plantão venceram!?
‒ virtude e ética não se fazem dos seus atos ‒
dignidade só restará
quando só consciência plena
no horizonte fixar a pena
de toda liberdade eterna

Inserida por joao_batista_do_lago

A PORTA

Não importa se a porta muitas vezes se fecha,
Se ninguém consegue ouvir o teu grito,
Se o não é um irmão que não te deixa,
Se às vezes você não decifra o que está escrito!

Não te detenha olhando pra porta fechada,
Nem queira saber o que foi que te excluiu,
Olhar com raiva e pesar por uma oportunidade não alcançada,
Não vai te permitir enxergar a outra porta que se abriu!

E quando a porta ligeiramente se abrir,
Não tenha receio de entrar por ela,
E se a chance não te agradar e a porta não te permitir sair,
Não tenha medo de pular a janela!

Não indagues à oportunidade que está na tua frente,
Porque a chave da porta também enferruja,
Tão somente abra a porta para que entre,
Feche-a e não deixe que ela fuja!

Roduvaldo Brito em 08.04.2019

QUANDO A GENTE AMA

Quando a gente ama,
Não adianta querer fingir,
O coração não se engana,
Fica apertado querendo explodir!

Qualquer segundo longe,
Não esconde a falta que faz,
A saudade é tão grande,
Que ficar sem você é demais!

Quando a gente ama, a razão questiona,
É impossível querer se explicar,
A força de vontade infecciona,
Não existe remédio que consiga tratar.

Quando a gente ama, todo tempo é nada,
Qualquer minuto perto nunca é o bastante,
Não existe graça sem a pessoa amada,
O vazio do silêncio é sempre constante!

Quando a gente ama,
Não tem receio em se declarar,
Se o coração reclama...
Não há sentir, que se possa omitir, que se consiga evitar!

Rodivaldo Brito em 13.04.2019

NO POÇO SEM FUNDO

Porque continuas a errar,
O fundo do poço ainda é raso?
Não vê que não podes cavar,
Que não dá pra seguir nesse passo?

Não sabes que lá fora há gente amiga,
Jogando uma corda pra te alcançar?
Acorda e volta pra vida,
A tua ferida vai cicatrizar.

Porque te isolas nesse buraco,
Perdendo o contato com o mundo?
A solidão te fará mais fraco,
Te aprisionando nesse poço sem fundo!

Tu dizes que a vida não vale um segundo,
Que o poço é o fim de quem sempre foi réu.
Mas o fim é quando chegamos no fundo,
E não desejamos olhar para o céu!

Rodivaldo Brito em 09.04.2019

Não me arrependo!

Não me arrependo de viver aquele momento
Me arrepender é o ato de viver sem você
Assim como a outrora da vida
Me arrepender é estar sem saída

Me mostre porque me arrependi
Faça-me voltar a viver ali
Nos altos e baixos da vida
Irei me arrepender nos fracassos da linha

Sentimento perdido,amargo e sofrido
Arrepender é voltar atrás e morrer

Inserida por RaphaelDouglas

DO PARAPEITO VITAL

Não sou aquilo que vês...
A couraça que percebes
é o excesso de fragilidade,
que move ou tortura.
Dentro da concha cerrada,
a porta em ferrolhos,
permito frestas que me alimentam.
E o alimento caminha filtrado
no suporte do meu parapeito.
Nele contemplo
o complexo do ser
em solidão e unidade.
Contemplo a comunhão
da beleza e ironia,
da grandeza e mediocridade,
dos rumos e destinos vãos,
do irreversível óbvio pó
e o tão divinal inevitável está
em simplesmente ser.
Em entendimento e devolução
converto o que vejo
em palavras que registro.
Em minha suposta apatia,
passam as coisas, os homens,
os fatos, e deixam cargas e marcas
e a sensação, de ser tudo
simples e infinito.
Não há nada que me exclua
ou me distancie da engrenagem.
Sou partícula num todo
de massa, cinza, éter.
Mesmo deste parapeito inescrutável
(dirás?) e vital feito placenta,
habito um universo em que sou parte
e magicamente sou todo.

Inserida por vaniaclares

VACILO

Não invento mais
nem face, nem volta
nem futuro algum
Estou dentro da roda
viva
remoendo
temas surrados
repetindo
palavras legadas
revendo
gestos vários
vivos
entranhados
e perdidos
na minha própria
invenção de viver

Inserida por vaniaclares

Escolha sempre o silêncio.
Não faça das redes sociais, muro de lamentações.
Dispense a plateia, problemas não precisam de palco.

Inserida por flavia_grando

Fugiu

algo me ocorreu
e depois correu

lutei
busquei
realmente procurei
mas não encontrei

novamente tentei
me revirei
até que me atinei
o pensamento fugiu
simplesmente partiu

e nunca irá voltar
estará por aí a voar
não aceitou a caneta
não se deixou domar

Inserida por purapoesia

A Minha Alma I

A minha alma tenta se encaixar,
mas não reconhece o seu lugar.
A meu ver, não pretende ficar.

É que ela se fere ao flertar
com a vida
em uma conversa despretensiosa
ou assistindo a bela mulher que passa ansiosa
ou em qualquer despedida.

A minha alma não se acalma!

Minha alma é assim:
ela voa como um abutre
em círculos sobre mim,
olhos atentos espreitando a morte
e desejando a sorte
de ser livre, enfim.

O meu corpo não tem alma,
é minha alma que tem um corpo.
E, não fosse por ele,
estaria por aí, agora calma,
sentada em um galho torto
de uma grande árvore, sob um céu dormente.

Quem sabe?
Talvez tivesse se tornado outra lua
ou aberto uma rua
entre nós, entre todos. Em um segundo
ela teria achado um corpo que lhe cabe,
do tamanho do mundo.

É que minha alma não se acalma,
anseia o combate,
quer se lavar na lama
de Marte.

Minha alma é como um soneto
pulsante.

Intriga como um lugar incerto
e distante.

Instiga como o suave gemido
da amante.

Inserida por purapoesia