Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac

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Eu não te amo.
Senti tua falta por tanto tempo,
mas não te amo.
Chorei, sofri, bebi,
berrei teu nome no vazio.
Eu… provavelmente não te amo.
Procurei outras bocas, outros corpos,
mas nenhuma tinha tua voz, teu cheiro —
nenhuma era você.
Sim… eu te amo.
Não — não amo.
Amei a versão que inventei de ti,
essa que me cabia,
essa que não doía tanto.
E no fim, praguejando,
implorei que voltasse.
Que voltasse ao teu lugar,
a bagunçar meus sentimentos,
a me desfazer por dentro.
Eu realmente não te amo.
Descobri em mim a solidão:
sozinho, não sofro —
mas também não tenho você.
E às vezes choro
pela lembrança rouca da tua voz.
Eu não amo você.
Não quero amar.
Mas amo a falta
que você me faz.

Medo


Querido medo,
Você que me deu tanta coragem para ir.
Medo que não me deixou descansar,
Desanimar e, às vezes, desabafar.
O medo que me fez calar,
E, às vezes, escutar.
Querido e fiel medo,
Que fez seu papel mais do que bem,
Pois dependo de você para agir.
Mas estou aqui, pronto para fugir,
Mas tenho medo de não conseguir.

NÃO SE QUEIXE DO MUNDO

O mundo não é mau. Os seres humanos é que ainda não aprenderam plenamente a ser bons.

Mas até da lama mais escura nasce a pureza dos lírios. Daquilo que nos parece mau, imperfeito ou impuro, também pode surgir uma luz sublime.

Observe: a luz não se suja, mesmo quando se reflete sobre as águas de um pântano.

Assim também devem ser os nossos pensamentos. Procure cultivar o bem dentro de si, mesmo quando estiver cercado por aquilo que contraria seus valores. Não permita que a maldade alheia transforme seu coração, nem que a escuridão dos outros apague a claridade da sua alma.

Afinal, a verdadeira pureza não está em viver longe de tudo o que é impuro, mas em atravessar as sombras sem permitir que elas habitem dentro de nós.

Seja como a luz: ilumine até os lugares mais sombrios, sem jamais perder a essência que faz de você luz.

A inveja mata. Pena que não justifica.
Mata a alma, mata capacidade de conquistar.
Se todos pararem pra pensar vão ver que não vale apena cobiçar.

''...FILHA E seu beijo veio ate mim e beijou a minha face..
Brisa suave q o tempo não levará jamais...''.Eu te Amo.

Às vezes, se a pessoa não vai te ajudar, feche a boca, você não precisa falar para ela o que está acontecendo.
E diz que o silêncio a quem mais te atrapalha ou não vai te ajudar em nada é a melhor solução, pois procurando a pessoa certa é o caminho ao invés de sofrer.
O inimigo é o contrário do amigo, então tome cuidado com quem conta as coisas.

Tem uns que se classificam para umas coisas e outros que para aquela mesma coisa não, é normal, o que não é normal é ser covarde por isso, pensem nisso que o dia de todos vocês irá melhorar e muito pra quem precisa, dependendo da situação.
Tem uns que se dizem incapazes de coisas difíceis, mas é só aprendê-las que a vida anda e você aprende tudo.

A política é como o João Doria diz: se critica , critica e critica, não sairá resultado nenhum e além do mais:
você não terá mais apoio, então faça a coisa andar e não critique outras coisas de ruim que outros fizeram, faça só críticas ou elogios sobre você.

Um dia, eu descobri que não tinha sido escolhida.

Olhei para a minha vida e percebi que quase sempre era eu quem ia atrás. Eu ligava, procurava, insistia, aceitava menos do que merecia e ainda encontrava motivos para ficar.

E você sabe por quê?

O que faz uma mulher permanecer em um lugar que a machuca, implorando por um amor que deveria ser espontâneo?

Às vezes, não é porque ela ama demais. É porque aprendeu que, para ser amada, precisa se esforçar, agradar e provar o seu valor.

E, sem perceber, ela passa a chamar de amor aquilo que, muitas vezes, é medo de ser abandonada.

Até que um dia ela entende: não precisa convencer ninguém a escolhê-la.

Precisa descobrir por que continua se abandonando para não ser abandonada por outra pessoa.

Bruna Wotkosky

Você está a fim, mas não dá o braço a torcer, deixa o orgulho e o medo falar mais alto e depois vai perguntar a Deus porquê não aparece um Cara Legal!?




🙏🏼

Quem é você?


Perguntas-me quem sou, e eu, que já não sei responder sem antes duvidar da pergunta, te ofereço o que tenho, uma consciência errante do âmago energético de Esú.


Errar, aqui, não é desvio, é método, é caminho. Sou falho em minha maravilhosa concepção de ser próximo ao perfeito, e é nessa distância que habito, pois o perfeito, se existisse, não precisaria de mim. Defendo a vida e a liberdade não por virtude, mas por
necessidade, quem já sentiu o peso do cárcere reconhece no outro o mesmo fardo. Não lhe digo, sobre jaulas ou grades, mas também...Nosso insondável Avatar! Meu coração é entusiasta de sempre renascer, não por otimismo, mas porque a existência, como o fênix, só se prova no fogo. Eu exerço um ofício antigo,, sou o médico da minha alma. Não aquele que cura, mas o que acompanha, pois a alma, como diria o filósofo, só se deixa tocar por quem não promete salvação.


Sou, portanto, o que sou, errante por escolha, falho por condição, defensor por memória, entusiasta por teimosia, médico por compaixão. E se isso soa como contradição, é porque a verdade, quando dita sem véus, nunca cabe inteira numa só palavra.


E tu? Quem és tu, que me perguntas, senão também um errante que busca, no espelho do outro, a resposta que ainda não ousou dar a si mesmo?
Quem sou eu...?

Felicidades transformadas,
mas momentos vividos no passado.
Atitudes distorcidas,
na era não vivida.


Conjunção de pensares,
no interior das vaidades.
Itinerário de longa trilha,
no MBA de várias vidas.


Humanidade que se reconstrói,
na fidelidade de vossos heróis.
Papéis sobre a mesa,
onde perdesse a selva da existência.

Vida que se torna eloquente,
nas escolhas de vossos parentes.
Certezas não ditas,
onde a vida se torna perdida.
Caminhos não sentidos,
na espiritualidade de um espírito.


Moldam os pensares,
no livre-arbítrio dos pesares.
Mágoa profunda,
no tempo descrito das viúvas.
Tristezas irreparáveis,
nas emoções frustradas.


Momentos que seguem um enredo,
nas batidas de um peito.
Dizeres ao vento,
e encontram os espelhos.
Reflexos de um tempo,
onde o relógio segue um ciclo imperfeito.

Temporalidade de versos não ditados,
no desdobramento quântico de uma área.
Sons emitidos no espaço imaginário,
mas os sofistas revelam as mentalidades.

Natureza questionável,
onde os testes apresentam um conjunto de fatos.
Colheita de sementes alusivas,
mas os grãos não geram vidas.

Primeiro se busca os pesares,
para se encontrar as alegrias.
Esperanças que geram expectativas,
de futuras decepções não lidas.

Cavaleiros de uma Deusa, onde o universo moldou vossos corpos. Mas energias não compreendidas de um cosmo.

Emoções de uma região precarizada, e os sonhos se tornam risadas.
Espaços que se aproveitam das plantações,
onde os minerais demonstram vossas ações.

Secura no ambiente presenciado,
e o ar se torna um incômodo.
Sensações da perda de um equilíbrio,
onde não percebem os próprios sacrifícios.

"Nos mundos mais adiantados que o nosso, onde não se acham premidos por todas as nossas necessidades físicas e nossas enfermidades, os homens compreendem que são mais felizes do que nós?"

Questão 394 de O Livro dos Espíritos, obra de Allan Kardec.

"Escavações de uma época criacionista, onde os metais não tinham valores sentimentais. Despertar de um brilho envolvente, cuja as mudanças se tornaram ideais.

Vestígios de características pouco presenciadas,
nos mostrando um ambiente de farpas.
Caixotes carregados pelo tempo,
na ilusão de uma prosperidade ditada.

Porém sentimos o meio ambiente,
onde algo está diferente.
Suor que escorre pela face,
mas nos gerando instabilidades.

Repentinamente o solo treme,
fazendo a adrenalina fluir por todo corpo.
Preocupação na natureza,
que se rebela em instantes de verdadeira insegurança.

Mas não pensamos no período hominídeo,
e passamos a correr pelas trilhas.
Instinto de sobrevivência, mas a temperatura parece aumentar.

A sudorese se intensifica,
mas não vemos um riacho.
Surgem os pesares e o solo começa a rachar,
em meio as vibrações que parecem se intensificar.

"Fui na agricultura, e não encontrei uma dama. Pensei que estava sozinho, mas os quadrados demonstravam seus esforços.

Entretanto enxerguei alguns brotos,
e a felicidade se espalhava pelo ar.
De repente veio a chuva,
e um outro homem se molhava.

Nisso surge uma canção,
e os agricultores dançavam.
Mas acharam as vestimentas estranhas,
e passaram a circular.

És que ouvem um estrondo,
cujo o raio não foi planejado.
Dispersão daquele círculo,
e o desespero surge por todos os lados.

Mas um broto se queimou,
para tristeza daquele solo.
Porém surge uma luz,
e não reconhecemos aquele homem.

Um riso estonteante parece nos alegrar,
e de repente aquele broto,
passa a florir.
Vasto campo de damas, onde o anoitecer nos permite sorrir."

Visualizações através dos feitos moldados por mãos calejadas. Mas as escutas não seguem uma crença passada?
Frequência que se altera no ar inapropriado, revelando as pressões de uma natureza devastada.

Musicalidade que expressa o fluxo de vossas funcionalidades, demonstrando a lama das barreiras impostas pela mente.
Sintonização de energias naturais, mas os robôs apresentam os próprios ideais.

Partimos para o cinema, pensando nas literaturas não contempladas.
Mas percebemos diferenças contextuais, e os(as) professores(as) pedem os jornais.

Classe escolar que comenta sobre os filmes, cuja as críticas não satisfazem o próprio clima. Braile nas adaptações de uma vida, e as imagens não foram percebidas.

"Emoções reprimidas,
de um tempo não vivenciado.
Saudades na mente,
decifrando alguns relatos.

Vejo uma rosa,
e o jardim mostra uma falta.
Seguimos um texto,
onde os espinhos machucam.

Continuamos emotivos,
na esperança conclusiva.
Mas o tempo passa,
no desenrolar de um filme.
Arte expressada em uma tela,
nos revelando as cores da Aquarela."