Poesia

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Eu te amo.
Tu me amas.
Ele (o mundo), não importa.
Nós somos poesia.
Vós veneração do sagrado.
Eles...quem são eles?
Haredita Angel
17.04.26

" Não sei falar bonito, nem fazer poesia.
Não sei tocar violão, nem cantar aquela bela canção.
Não sei fazer drama, pois gosto de muita alegria,
Paro e penso, e logo preencho de amor meu coração
Vivo por ti, canto por ti, e me torno um poeta pra te alegrar.
Logo no primeiro olhar senti que era Deus a me presentear,
Tu fostes princesa, se tornates então na mais bela rainha,
Dona do meu ser, razão pra sorrir, inspiração da vida minha.
Enfim, tu és aquela que me completa e me faz sonhador,
És para mim Edvania simplesmente AMOR..."

𓂃 ོ𓂃
Saudades tuas, poesia.
Onde era para estar, encontro rimas
De negócio, política e religião.
Sei que está em tudo, fazendo versos,
Mas não vejo tal versão.
Saudades tuas, poesia.
Da tua, da minha e de outrem.
Onde a inspiração era música,
Canto do passarinho e o balançar do vento.
Saudades do antigo lugar,
Que hoje está ao relento
Sobre as ruínas do novo tempo.
𓅓

... sem os leitores
não existiria o senso literário — sequer
suas variantes, como a poesia — porquanto
deles nascem e prosperam todo o
estímulo, as criações e a
elementar utilidade da
palavra!

A grandeza do espírito humano, o encontraremos na música, na poesia, na filosofia, em uma obra de arte...
Jamais na política, não há grandeza no poder!

Carrego em mim a essência da vida,
força que nasce sem se explicar,
no cromossomo X, a poesia escondida
de quem aprende cedo a amar.
Helaine Machado

Bom dia.
Ontem te vi, e você estava tão linda.
E sim, você é e poesia pra mim.
E Se ninguém gosta de poesia, tô nem ai,
eu gosto.
Adoro seu sorriso.
E Quem dera um dia pudesse dizer sobre seu sorriso olhando nos seus olhos.

Ah, se vocês soubessem

da poesia que trago em meu peito

Eu poderia rimar com bandido

este peito...

E com poeta menino

o Universo!

Ah, se vocês soubessem

da poesia que este menino

carrega em seu peito!...

Então se explicaria

toda esta rebeldia

e este não aceitar

e este sonhar encantos...

Todos se comoveriam...

Finalmente desobscurecidos!

Saberiam o motivo de sua dor

e como seu coração é

de vendaval e fogo!

Perdoariam sim, tanta irreverência...

Tanta sapiência

e impaciência...

Que só poderia dar em dor!

Neste mundo onde o "certo"

é o "errado"

O "sagrado"

é o "profano"...

Ele sabe de histórias, meu Deus!

Tão antigas quanto o tempo!...

E tem fé na vida

e tem sorte, sim!

O saber sentir,

lhe é um privilégio

E o martírio santo de ser poeta

uma dádiva e uma nova chance!

Imaginem só!

Ninguém pode escutar

a sua voz

Ninguém ousa desatar

os seus nós

E seus rótulos todos

já estão vencidos!

Ecoando a minha alegria.
Espalhando poesia.
A minha, a sua, a nossa.
Entre versos e rimas.
Os ecos da cidade.
Pelo Brasil, aflora.
Quero tanto e não quero nada.
Das incertezas, nada é meu ou seu.
Tudo é nosso!
Nesse Brasil, lá fora.
Nos becos, estradas e vielas.
No subúrbio ou na zona sul.
Ouve-se os
Ecos da cidade.
De norte a sul...

Banalizaram até a poesia.
Tentando encontrar uma.
Aqui.
Não fiz nem a minha.
Compreendo que é pensando.
Então não vou ficar,eu
Aqui.
Julgando!

Olhos De Poesia


Há quem veja o mundo com os olhos da poesia
e aprenda a medir o tempo pela luz do amanhecer
e pelo jeito que o sol se curva ao partir,
deixando nas janelas o rastro de ouro que ficou.


O vento empurra nuvens como barcos de algodão,
a vida acontece nos intervalos que ignoramos,
o café esfriando, a xícara vazia,
o silêncio entre duas palavras ditas.


As coisas ordinárias são as mais extraordinárias,
só porque poucos se dão ao trabalho de notar.
Um minuto pode virar saudade doce,
uma tristeza pode marcar a alma como cicatriz palpável.


A maioria caminha por esse mundo como errante,
sem experimentar a poesia que a própria vida é,
sem perceber que tudo exige aprender a dualidade,
entender o fim, a morte, o ponto final,


e saber também que tudo pode reiniciar,
que mesmo no meio do caos mais denso
ainda há possibilidade de um final bom,
de um raio de sol atravessando a tempestade.


Quem enxerga assim vive de verdade.

POESIA E TRISTEZA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Minha poesia não floresce nos jardins.
Minha poesia corta.
Não possui a delicadeza das rosas nem a mansidão dos campos adormecidos sob o crepúsculo.
Ela nasce onde a terra rachou.
Onde os ventos deixaram de cantar e passaram a lamentar.
É lágrima de sangue escorrendo pelas faces da memória.
É riacho seco em pleno deserto, conservando no leito estéril a lembrança longínqua das águas que um dia o atravessaram.
Escrevo com os fragmentos daquilo que não sobreviveu.
Com os escombros dos afetos sepultados.
Com as cinzas dos horizontes que incendiaram-se antes da chegada da aurora.
Minha poesia não pede abrigo.
Ela caminha descalça sobre os espinhos da existência.
Habita cemitérios interiores.
Conversa com fantasmas que a razão preferiria esquecer.
E contempla, sem desviar os olhos, as feridas que a maioria dos homens cobre com os véus da distração.
Há nela algo das árvores mortas que permanecem de pé durante décadas, desafiando os ventos e a decomposição.
Algo das catedrais abandonadas onde o silêncio adquiriu a solenidade de uma oração.
Algo dos abismos que não desejam ser preenchidos.
Porque certos vazios possuem uma dignidade própria.
Minha poesia não busca consolar.
Busca revelar.
Revelar que existem dores tão profundas que se transformam em paisagens.
Ausências tão vastas que se convertem em continentes.
E tristezas tão antigas que parecem ter sido esculpidas na própria arquitetura da alma.
Por isso escrevo.
Não para fugir da noite.
Mas para escutá-la.
Não para apagar as cicatrizes.
Mas para compreender a língua secreta que elas aprenderam a falar.
Minha poesia é uma fonte sem água, um céu sem alvorada e um coração que continua pulsando mesmo depois de ter sido atravessado pelo inverno.

Beleza que Reflete Serenidade e a Poesia que sai do seu Reflexo

Numa fotografia, vi atenciosamente uma beleza estática dentro de uma cena entusiasmante — a expressão de uma poesia sem palavras. A janela estava aberta e a serenidade se sentiu convidada e, como sempre, ela foi muito bem recebida e prontamente abraçada.

Olhos brilhavam em um belo semblante; os raios de sol tocavam com gentileza a pele. Uma arte veemente no interior sendo o reflexo de uma linda paisagem do lado de fora — soma de vários detalhes distintos, unidos de uma maneira harmônica — traços de calor e romantismo.

E agora, uso esses versos para dar voz a essa rica imagem que estava em silêncio, mas que tinha muito a dizer de acordo com o meu senso poético: significados; sentimentos e a vida existente além do registro admirável de um simples momento, expressivo, profundamente sereno.

Não há poesia...
na nebulosa da democracia,
As cordas da nebulosa, maravilhoso berço das estrelas...
Vivemos para sermos pequenas gostas...
Poeira do buraco negro demonstra dança da gravidade sendo sensatez de tantos mundos multiculturais...
O mundo precisa viver lúcido dentro da alienação política...
Pois homens sem consciência e escrúpulos fazem de tudo pelo poder.
Buscam a riqueza a custa dos outros...
Povo é o poder público mais dominado pelas correntes de deepfakes e fakes news...
Abrimos o aprimorando sentido a verdade é para poucos... poucos são escolhidos... mas as pessoas que vivem alienados estão condenados...

Meus livros são proibido em vários paises.
Minha poesia sem carrega metáforas.
Alienação intelectual morre minhas críticas.
Não aceito a repressão e impunidade...
Sofro racismo pela cor da pele e por ser o que sou...
Meu eu sofre com a hipocrisia e a intolerância religiosa e social..
Ser por ser o que sou...
Recebo a indicação de conteudo de IA somente para maiores de 21 anos...
Porque penso logo existo diante indignação... repressão da censura ainda existe... tudo que pensa guarde para si .. pois a fogueira te espera..
Tudo medido para não se comprometer...

A poesia morreu
O poeta nos deixou...
Mesmo inferno acordou...
A poesia morreu...
Ninguém sabe o que é o abismo literário?
O poema morreu a três dias Ninguém ressuscitou...
O momento se calou diante a trova Ninguém acordou...
Aonde esta o pensamento...?
Nossa imaginação se tornou parte da gente... e mesmo assim quem chorou?
Num mundo de palavras o mundo está cego e vendido...
Na semântica todos são apagados amor, no paradigma o estado de apologia somos a vertente... para aquele que ousam dizes que vida nunca foi uma opção...!




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Morre a poesia em teus lábios...
A morte das palavras,
... perdem o sentido,
As lágrimas escorrem veladas.
Num arco fulgaz de notório espírito...
Para o flagelo do caos interno seja parte do espírito...

Na sombras a poesia está morta.
Seria simplório a música encanto da minha vida...
Então são metáforas de um sentimento...
Exposição da carne nua crua comida pelo corvo...
O corvo é preso pelo delito de comer...
Nas sombras o assassino se vangloria...
Seus caminhos são expostos pela lucidez..
Ar sombrio engana de madrugada...
Espinhos da rosa morta são belas...
Num suposto telema apenas olhares num estante vazio.
O glamour do pos morte na mesma palidez observa que o brilho do luar.
Sois antro perdido de alegrias e tristeza pois declínio do silêncio é o algoz do silêncio.
Tal conciliação atroz sentimento o fruto do esquecimento.
Embora seja maravilhoso o renascer do amanhecer,
Como amantes cansados espera o entardecer do dia para acordar e contemplar as trevas do anoitecer.

A poesia calma e a alma permuta no profundo algoz.


Por Celso Roberto Nadilo
A voz no silêncio de nossa consciência mesma que grita bom dia acordei.

⁠A poesia é o vírus da liberdade num mundo programado para calar.
Quando o mundo cala, a poesia fala, e ninguém consegue silenciar.