Poemas de Lamento
Também quero ser,
nem que seja por um momento,
mesmo que o resultado
seja o lamento de existir.
Sonhar, trilhar e insistir,
pois, mais vale uma vida
onde a liberdade de expressão é intensa
do que passar toda a existência,
sem ter voz, sem ideais, sem altruísmo,
subjugando ou negando, a própria essência.
Vou te levar no vento
Nas asas do pensar
Vou te ter no pensamento
No sorriso, no lamento...
Vou te carregar nos sonhos
Te acalentar
Vou te querer bem perto
Te fazer sonhar
Vou sorrir com teu sorriso
Cantar com teu olhar
Vou te dá o paraíso
Flores para encantar
Vou ninar tuas madrugadas
Vou teus dias embelezar
Vou ser cores
Verde mato, azul mar
Paixão, vermelho
Vou rimar.
Amar, amar, amar...
Eu não vivo, aguento...
Eu não choro, lamento...
Eu tenho tanto a dizer, mas prefiro esconder ...
guardar tudo pra mim.
A fé o firme fundamento
Em meio ao fracasso o levanta
O consolo quando há lamento
Ao vencido dá forças e agiganta
Quando tudo parece o fim há recomeço
Abre portas quando não se vê saída
Sempre há como continuar após o tropeço
Há motivos para lutar enquanto há vida
Fé a motivação que nos leva além
Nunca se é tarde para recomeçar
É invisivel mais sempre nos convém
Seu agir sempre nos faz triunfar.
Só no silencio,
Ouço meu coração sofrer.
Só no silencio,
A chuva leva o meu lamento a você.
Só no silencio,
No meio de minha angustia sinto Jeová me ajudando.
Só no silencio,
O vento vem me consolar.
Só no silencio,
A lua cheia namora o imenso mar.
Só no silencio,
Admiro o entardecer na esperança de te vê voltando.
Só no silencio,
Nós dois somos iguais.
Só no silencio,
Lembro-me muito mais.
Só no silencio,
Choro, sofro no meu quarto e no escuro vou te amando.
Só no silencio.
Música
Noite perdida,
não te lamento:
embarco a vida
no pensamento,
busco a alvorada
do sonho isento,
puro e sem nada,
- rosa encarnada,
intacta, ao vento.
Noite perdida,
noite encontrada,
morta, vivida,
e ressuscitada...
(Asa da lua
quase parada,
mostra-me a sua
sombra escondida,
que continua
a minha vida
num chão profundo!
- raiz prendida
a um outro mundo.)
Rosa encarnada
do sonho isento,
muda alvorada
que o pensamento
deixa confiada
ao tempo lento...
Minha partida,
minha chegada,
é tudo vento...
Ai da alvorada!
Noite perdida,
noite encontrada...
SOZINHO NA NOITE.
Estou sozinho nesta noite de vasta escuridão,
Não existe medo,dor e nem lamento
A noite é minha companheira;
Ela vê minhas lágrima e minha tristeza;
Ela me abraça,me consola e entende a razão de estar ali;
Ela me ensina que nem sempre tenho quem eu quero junto de mim;
Ela me expande entender a situação;
De tantos outros que vivem este dilema;
Assim vou vivendo;
Logo adormeço;
Tendo a lua e as estrelas;
Por companheiras.
Mas mesmo assim;
Elas me entendem;
Entende meu sorriso,minhas lágrimas.
Nunca exigiu nada de mim;
Apenas me protege!
Ó Noite,ó bela noite!
Como é bom estar em sua companhia;
Contigo relembro memórias boas do passado;
E as dolorosas sou consolado por ti,
e as prazerosas compartilho.
Noite sem luz ,luz sem noite,
Surge nos instantes precisos.
Quando estiver triste chorarás
O teu coração,e quando chorar-te
Ouvirás o teu próprio lamento.
As palavras saídas da tua boca
Contem ponto e virgula,mas se
Você colocar cada ponto e cada
Virgula no seu lugar,a tristeza irá
embora, e o teu coração voltará
a sorrir. Sendo assim,a tua alegria
Virá como um alento, devolvendo-lhe
a felicidade.
que me encontro,
que me faço, refaço
e nunca satisfaço
e procuro em tato,
diz-me tu, que lamento
incompleto em meu passo
em meu ato descompensado
Mudo tudo! despedaço
ressurjo e ao reencontro tácito
escrevo este poema falho
da minha mudança ata
do meu pensar não mais nostálgico
que não cumpre mais regras estéticas,
que não mais contempla a natureza em detrimento de uma ação efetiva que mude os rumos do mundo
sem a rima dessa métrica,
e nem poema, poema do ato,
humano falho ato.
Grito na voz -
A noite chega de longe
e traz um grito na voz ...
Um lamento de onde?
Vem do Rio até à Foz!
E eu que vivo tão só
procuro um amor profundo
e oiço esse grito na voz
por entre as paredes do Mundo!
É um lamento constante
que me parece estar só
na noite, fria, distante ...
E quanto dói o coração,
quanto dói a nossa voz
quando se veste a solidão ...
De nada lamento,
O tempo do meu despertar.
Talvez a mente
Não tenha entendido
O porque do tempo perdido
E agora resolveu disparar.
Em pensamentos constantes,
Que voam ligeiro.
Será que fez alguma aposta,
Valendo dinheiro?
Ou mais a frente teria um pódio
E quer chegar em primeiro?
Eu não tenho a resposta.
Eu só quero curtir o trajeto.
Contemplar a paisagem,
Distribuir afetos,
Perdoar desafetos,
Concluir meus projetos.
Realizar os meus sonhos
Transformar abstrato
Em concreto.
Até o meu último instante
Quero manter em meu rosto
Esse sorriso cativante
Com a companhia
De uma gargalhada
Contagiante.
No vazio que a alma carrega, a dor é um lamento,
A existência sem rumo, um abismo sem alento,
Em melancolia profunda, o coração sofre, ao relento.
Lamento
Que momento
É esse que vivo
Sem ninguém
Permaneço sozinho
Deus está comigo
Meu único amigo
O meu lamento
É digno
Meu ♡ está ferido
Meu sonho perdido
Pobre filho rico
Voltou do longínquo
Pródigo e sem espírito
Jesus está comigo
Para sempre
Até o infinito.
Escuta aqui seu abusado, ta achando, ta jurando que eu cai nessa ladainha. Lamento informar mas voce nao esta lidando com uma garotinha.
Se me quiser, vai ter que ligar, implorar, insistir e persistir. Mas se voce cansar e desistir eu nao vou me importar, sabe porque ?
Minha vida em nada vai mudar mas a fila com certeza vai andar...
Todo lamento , infelicidade e desgraça. Tudo de sombrio, obscuro se arraigou no meu coração. Não porque quero,-
mas por não consiguir me desvincular, se enraizou, devido-
a esta dor que me dilacera...
Se nuvens chegaram trazendo dor
E o sol deixou de brilhar
Ninguém ouve o seu clamor
O lamento, do riso tomou o lugar
Suba ao monte e só saia de lá
Quando Deus falar que o sol vai brilhar.
Cante mesmo que o pranto
Sua voz tente calar
Pois as lagrimas a alegria vai germinar
Louve a Deus que tudo pode mudar
Louve e cante
Quando ninguém mais pode
Ele vai te ajudar.
Você
Você é a canção doce de um amanhecer desconhecido – é o lamento dos pássaros que cantam, sinalizando, em meu coração descompassado, o amor. Amo-te assim, neste silêncio contemplativo, quase impassível, um tanto cálido, como o chão quente de quem pisa e sente. Esse menino espevitado, de sobrenome Diligência, escala os troncos das veias do corpo e, tenaz, na cavidade do peito, desembuça presença, agita tudo por dentro, na incoerência que desfaz a razão: ora paz, ora torrente, dias que me deixa dormente, sem mente para naufragar em outros barcos soltos no mar. Ávida por chegar aos braços do nada, desmancho-me, ancorada, entre fios de água que formam contas de terço, difundem-se em fé, correm pelas bocas castas como ladainha de beatas e rogam, como quem pede a santos, ateando-me nos braços da esperança, que vai de encontro à serenidade do seu corpo. E, assim, por fim, reencontro-me na lucidez do seu gosto e no chão firme da sua alma.
A morte é o fim.
O fim é a morte.
E o que há entre a morte e o fim,
senão o lamento da falta de sorte.
Ninguém foi tão forte que venceu a morte
Nem Ele que diziam ser forte
Hoje escrevo por sorte,
Mas sei que terei morte.
As luzes vão se apagar
E nada terei a que temer
Hoje o que me dói de dilacerar
Nunca mais terei de sofrer
“No Véu da Meia-Noite”
Na torre sombria, o tempo se desfaz,
Relógios choram horas em lamentos voraz.
A lua sangra sobre o mármore frio,
Ecos de almas dançam no vazio.
Rosas negras brotam do chão esquecido,
Perfume de morte, encanto proibido.
Velas tremem com o sopro do além,
Sussurros antigos chamam por alguém.
Vestes de sombra, olhos de tormento,
Caminho entre ruínas e esquecimento.
O amor perdido jaz em sepultura,
Beijo de espectro, dor que perdura.
No véu da meia-noite, tudo é verdade:
A beleza se veste de mortalidade.
