Poemas Sombrios
No acaso da humanidade, quando as sombras do fim se alongam, descobrimos que a humildade, a fé e o amor mútuo não são apenas virtudes, mas moedas preciosas da nossa salvação, luzes que atravessam a escuridão dos tempos.
Em um universo de sombras e enigmas, o mistério tece a trama que desafia a razão e seduz a curiosidade humana.
Cauteloso ele se esgueira nas sombras da hipocrisia, com medo que a luz da verdade revele a sua face fria.
Bem-aventurada a mulher que ao invés de refletir a beleza do octeto de sombras, reflete antes, o caráter de Cristo em seu rosto.
“Traumas são como sombras do passado, mas a mudança de ambiente é a luz que revela novos caminhos para a cura e o crescimento pessoal.”
Escolhi ser feliz; nas sombras da jaqueira do Mucuri, numa bela vista de outrora, uma vista ampla do Alto do Iracema, nas sombras do Ibituruna ou numa fonte grande de emoções.
"Eu existo nas sombras, mais o sol não me queima quando estou em sua presença.
Eu existo onde eu preciso existir"
Eliminar preocupações, dúvidas e sentimentos negativos é como dissipar as sombras do coração, revelando a beleza espiritual intrínseca em todas as coisas.
Basta um fio de luz para remover sombras. Entretanto, todas as sombras não conseguem eliminar um fio de luz.
"Cada palavra de lashon hará lança sombras onde poderia haver luz, impedindo o brilho da verdade e da bondade."
"Assim como um espelho reflete a imagem, lashon hará reflete o coração, revelando sombras ou a luz que nele habita."
"Enquanto o povo permanece na "caverna" alucinados pelas sombras da imbecilidade coletiva, na vida real a caravana de mercenários prossegue a barganhar o presente e o futuro da nação com larápios do Poder"
Andamos por aí, luz dentro das sombras ocultamos nossa presença até sabermos quem é de confiança, somos roqueiros…
A poesia do escritor nos transmite uma realidade mais das lágrimas e das sombras. Quem pode ler Castro Alves ou Carlos Drummond e não sentiu uma certa tristeza?
Ainda bem que existem aqueles que conseguem fazer rir, mas o humor não é da poesia, é a rebeldia da alma que se recusa a apenas sofrer.
Outono é quando a Natureza poetifica as suas próprias cores e devagar desnuda as sombras dos arvoredos.
