Poemas sobre Voluntariado
Eu acho muito bonito
E também muito decente
Ver alguém ajudar outro
Desinteressadamente.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
07/09/2025
Meu coração está voluntarioso contigo.
A terra está pronta só esperando você plantar seu amor aqui
Certeza que você vai colher 100 por um.
Tanta gente tem tudo e ajudam ninguém, a gente tem nada e está sempre ajudando alguém.
Nem sempre a ajuda seria dinheiro, onde não tê-lo precisaria de ajudas.
A Lei do Sonambulismo
Chamam-lhe sonambulismo: o sono é pesado e voluntário da sociedade. Não é a ignorância dos factos, mas a vontade férrea de não os ver. É o pacto não assinado: ‘Deixai-me o meu sono, e eu deixar-vos-ei o vosso poder’. Enquanto houver mais medo de acordar do que de ser governado, o ciclo alimenta-se a si mesmo. O embriagado de poder e o adormecido pela preguiça são cúmplices numa dança milenar: um precisa do outro para existir.
As pessoas olham para mim e pensam:
"Como ela é esperta e bonita."
Ajuda a mãe e é uma excelente filha,
é um poço de simpatia infinita.
E, quando perguntam como eu estou,
eu digo: "Bem."
Mas, na verdade, estou destruída,
pois a verdade eles não sabem.
Há tanto tempo sinto falta de mim.
Será que sei onde foi parar essa parte?
Acho que a deixei para trás,
junto das minhas obras de arte.
A única pessoa que sabe como estou
é minha melhor amiga.
Ela diz: "Marca uma psicóloga logo."
Eu sei que ela não quer me perder,
então finjo que estou bem de novo.
Me ajude nas minhas fraquezas
Não sei como devo pedir
Espírito Santo, vem interceder por mim
Todas as coisas cooperam pra o bem
Daqueles que amam a Ti
Espírito Santo, vem orar por mim Eyshila
O que você faria se seu amigo passasse por uma crise?
O ajudaria?
Daria o suporte que ele e a família precisam? Ou simplesmente esqueceria tudo que passou, deixaria pra lá e ignorasse, se esse pedido partisse dele?
Ele te fala:
_Me deixa! To bem e não preciso de nada, quando eu precisar eu aviso!
Você:
Ouvindo isso, você deixaria pra lá?
Isso é amizade?
O verdadeiro pobre não é oque não tem nada,mais aquele que tem pouco mais não ajudam ninguém.
Alem disso viram e votam em partidos que é a favor do crime,a favor da guerra,é a favor de paises comunistas,países que o racismo é moda,que a tortura é moda.
Diferente de um país que si diz ser contra todo tipo de racismo, preconceito e genofobia.
Esse é o pobre de verdade.
Ser rico não é só ter dinheiro, é defender a paz,a felicidade de todos,e querer mudar o mundo para melhor.
E não atrasar a evolução que o brasil precisa.
Eu sou o governo e estou aqui para ajudar. Essa é a frase mais assustadora que você pode ouvir.
RonaldReagan.
Vamos
Vamos assumir nosso compromisso sem tocar no passado;
Vamos nos ajudar, reconhecendo os resultados que conquistamos em cima de nossos erros;
Vamos realizar todos os nossos sonhos que ficaram engavetados;
Vamos defender o nosso amor participando ativamente um da vida do outro;
Vamos escolher os melhores caminhos para o nosso amor ganhar significado;
Vamos cantar nos nossos cafés da manhã de tanta alegria homenageando o alvorecer de mais um dia juntos;
Vamos descobrir e aproveitar de tudo que a nossa união puder nos oferecer;
Vamos ser felizes!
O Encontro no Alvo.
Existe uma beleza silenciosa quando o "obrigado por me ajudar" se encontra com o "obrigado por me permitir ser útil". É um momento raro, onde a hierarquia desaparece. Não existe quem está acima ou quem está abaixo; existem apenas dois seres humanos se reconhecendo.
Muitas vezes, a gente foca apenas no ato de dar, achando que o mérito está só em quem estende a mão. Mas a verdade é que o alvo só é atingido quando a gratidão flui nos dois sentidos. Quem serve com o coração sente que recebeu um presente ao ser útil. E quem é servido, ao ser grato, devolve um propósito para quem o ajudou.
É um ajuste perfeito de contas onde ninguém fica devendo nada, porque ambos saem preenchidos. É a prova de que a nossa maior missão não é fazer coisas para os outros, mas fazer com os outros. Quando essa sincronia acontece, o mundo para por um segundo. Ali, naquele aperto de mão ou naquele olhar de alívio, a vida faz todo o sentido.
Contratam-se Apóstolos
Atividades:
Pregar o Evangelho genuíno; ensinar a Sã Doutrina; ajudar os necessitados; cuidar e proteger o rebanho; desistir das riquezas do mundo; suportar a fome, o perigo, a espada, as traições e perdoar a todos os seus inimigos.
Requisitos:
Ser testemunha ocular da morte e ressureição de Jesus Cristo (At 1.21-22; 1º Co 9.1) e ter sido ensinado diretamente por Jesus (1º Co 11.23-26; 1º Co 15.8; Gl 1.1-24).
Plano de carreira:
Receberão o suficiente para sobreviver sem ostentações e luxos, devendo repartir qualquer excesso com os mais pobres. Fazem parte do plano de carreira crucificação, ser serrado ao meio, prisões injustas em masmorras desumanas, perseguições, calunias, exílio em idade avançada para ilhas remotas, decapitações e ser queimado em fogueiras.
Recompensa:
Vida eterna com nosso Senhor Jesus Cristo!
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
..sou chata, idiota, bipolar, séria, alegre, triste, depressiva, ciumenta, briguenta, voluntariosa, iluminada, deslumbrante, radiante, maravilhosa..
-Tudo para quando me apetece!
☆Haredita Angel
Com tanto assalto com arma de brinquedo e tanta manipulação com a ajuda da IA, a linha entre a ficção e a realidade fica cada vez mais tênue.
Talvez o problema nunca tenha sido apenas a existência da mentira, mas a nossa crescente disposição em aceitá-la — sobretudo quando ela nos convém.
A arma de brinquedo só funciona porque alguém acredita que ela é real — e o mesmo vale para discursos, imagens e narrativas cuidadosamente montadas.
No fim, não é o objeto que engana, é a percepção que se deixa enganar.
Vivemos um tempo em que a aparência ganhou um poder quase absoluto.
Um vídeo convincente pode pesar mais que um fato, uma frase bem editada pode silenciar uma verdade complexa, e uma mentira repetida com confiança pode se vestir de realidade inquestionável sem grande esforço.
A tecnologia não inventou isso, mas acelerou tudo.
Tornou mais fácil fabricar versões, ajustar contextos e distribuir ilusões em escala industrial.
Mas há algo ainda mais inquietante nisso tudo: não estamos apenas sendo enganados — estamos, muitas vezes, escolhendo versões da realidade como quem escolhe um produto na prateleira.
Preferimos o que confirma, o que conforta, o que simplifica.
E assim, pouco a pouco, vamos terceirizando o nosso senso crítico, alugando nossa capacidade de discernir em troca de conveniência emocional.
A linha entre a ficção e a realidade não está se tornando tênue apenas por causa das ferramentas que temos, mas pela forma como decidimos utilizá-las — e, principalmente, pela forma como decidimos não questioná-las.
Porque no momento em que deixamos de duvidar, de investigar, de refletir, qualquer encenação bem feita passa a ter força de verdade.
No fim, talvez a pergunta mais honesta não seja “o que é real?”, mas “o quanto ainda estamos dispostos a procurar pelo real, mesmo quando ele nos desagrada?”.
“3 coisas que aprendi da pior forma:
Ajudar não garante gratidão.
Confiar não garante lealdade.
Ser verdadeiro não te livra da injustiça.
Algumas pessoas retribuem a ajuda com ingratidão,
a confiança com traição
e a verdade com calúnia.”
Todo mundo quer ser forte;
poucos querem carregar o fardo.
O forte consegue ajudar a todos,
mas poucos pensam em ajudá-lo.
Reconhecer que precisamos de ajuda pode ser o pontapé que o problema precisa!
Precisar de ajuda não é um atestado de fraqueza; é, quase sempre, o primeiro gesto honesto de coragem.
Há problemas que não pedem força, pedem escuta.
Não exigem resistência, exigem cuidado.
E é justamente nesse ponto — quando o orgulho cansa e o silêncio pesa — que admitir a própria necessidade se torna o pontapé inicial para a mudança.
Durante muito tempo aprendemos a empurrar dores para debaixo do tapete da rotina, como se ignorá-las fosse sinônimo de maturidade.
Mas a saúde mental não aceita adiamentos indefinidos.
O que não é dito vira peso, o que não é cuidado vira ferida, e o que não é tratado acaba gritando de formas que já não controlamos.
O Janeiro Branco nos convida a limpar os excessos acumulados na alma, a revisar pensamentos, emoções e limites.
É um lembrete de que pedir ajuda não diminui ninguém — ao contrário, amplia as chances de seguir inteiro.
Cuidar da saúde mental é um compromisso diário, não um luxo reservado aos que “não aguentam mais”, mas um direito de quem deseja viver com mais lucidez, leveza e dignidade.
Reconhecer que precisamos de ajuda pode, sim, ser o pontapé que o problema precisa.
Porque todo processo de cura começa quando paramos de lutar sozinhos, e aceitamos caminhar acompanhados.
Para ajudar a manter o aluguel das nossas cabeças em dia, só consumimos conteúdos sugeridos pelos inquilinos.
E para arrotar seletividade, demonizamos todas as mídias e tudo que eles demonizam.
Porque, para receber o aluguel da própria cabeça rigorosamente em dia, é preciso aceitarmos, sem constrangimento algum, a curadoria alheia do que vemos, lemos e ouvimos.
Consumir apenas o que nos é sugerido — não por confiança, mas por conveniência.
Assim, o pensamento não precisa se arriscar, a dúvida não incomoda e o esforço de confrontar ideias é cuidadosamente evitado.
Nesse arranjo confortável, o viés de confirmação vira feno diário: tudo que chega afirma e reafirma, e nada nos desafia.
A consciência, então, deixa de ser morada e passa a ser imóvel alugado, decorado conforme o gosto do inquilino.
O silêncio ensurdecedor da criticidade é celebrado como paz, e a repetição das mesmas narrativas é confundida com coerência.
O preço desse contrato raramente aparece na fatura mensal.
Ele se revela, pouco a pouco, na incapacidade de pensar fora do script, no medo do contraditório e na estranha aversão a qualquer verdade que exija revisão de crenças.
Afinal, quem terceiriza o que consome, cedo ou tarde, terceiriza também o que pensa — e ainda chama isso, ingênua ou descaradamente, de opinião própria.
Mas a pergunta que ainda não aprendeu a se calar é: o que será de nós quando o contrato de aluguel das nossas cabeças acabar e o inquilino levar toda a mobília embora?
Sem a ajuda do braço mais forte — parte da sociedade e do próprio Estado —, o crime jamais se sustentaria.
Ele não sobrevive apenas da astúcia dos que o praticam, mas da conveniência dos que fingem não vê-lo e da conivência dos que o retroalimentam.
Grande parte da própria sociedade que o demoniza também é criminosa, só comete crimes diferentes.
É no silêncio das instituições, na corrupção disfarçada de burocracia e na indiferença coletiva que o crime encontra solo fértil para florescer.
Enquanto a força que deveria combatê-lo continuar a servi-lo — por medo, interesse ou omissão —, a injustiça deixará de ser exceção para se tornar estrutura.
E nesse cenário, o verdadeiro perigo não está apenas nos que transgridem a lei, mas nos que a manipulam em nome dela.
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