Poemas sobre Voluntariado

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"Reflexão:
“Nem toda intenção de ajudar é sincera;
às vezes é só uma forma de se sentir necessário.
Quem não entende a própria motivação
acaba transformando atitudes em estratégia.
Fazer o certo é importante, mas saber por que faz, é o que evita viver preso à validação dos outros.”
@Suédnaa_Santos

..sou chata, idiota, bipolar, séria, alegre, triste, depressiva, ciumenta, briguenta, voluntariosa, iluminada, deslumbrante, radiante, maravilhosa..

-Tudo para quando me apetece!

☆Haredita Angel

Me ajude nas minhas fraquezas
Não sei como devo pedir
Espírito Santo, vem interceder por mim
Todas as coisas cooperam pra o bem
Daqueles que amam a Ti
Espírito Santo, vem orar por mim Eyshila

❝... Enquanto houver esperança,
uma mão estendida para ajudar,
enquanto houver amizades, enquanto
acreditarmos no amor, enquanto espalharmos
flores estará sempre um anjo enviado por
Deus para nos acolher ajudar e amparar....❞

Vou corrigir "no mercado" o que eu mesmo criei, eu intervenho para solucionar, te ajudar.


Eu crio o problema e induzo o uso da muleta para total ajudar. (10x sem juros e progressão do I.R, bolsas auxílios permanentes).


Você não precisava da muleta antes, mas a partir do meu jogo precisará e eu estarei aqui para te ajudar.

A estratégia é simples: "Dar" para ganhar adeptos. ("Bolsas" ajudas)


Com isso as pessoas perderão dignidade e chances de crescimento, entregando o ouro (sua vida) sua prosperidade por MIGALHAS.


Eles sabem alienar são altamente estrategistas.


Devemos ter a consciência de que tudo podemos mas nem tudo nos convém.

Meu Pai:
Senhor Jesus,
já me ajudaste muito…
já me ensinaste coisas espetaculares…
já me concedeste dádivas incríveis…
já alcancei graças intensas com a tua ajuda…
já me perdoaste milhares de vezes…
já me fizeste sorrir por centenas de dias…

Hoje te peço:
faz-me lembrar, sempre, de te agradecer.

Verbos & Verbos

É nobilíssimo trabalhar;
É esperançoso ajudar;
É simétrico contar;
É argumentativo conquistar;
É eloquente discursar;
É apaixonante desejar;
É lúdico brincar;
É ilegal sabotar;
É harmonioso consolar;
É utópico sonhar;
É grandioso triunfar;
É agonizante esperar;
É burlesco plagiar;
É vantajoso ganhar;
É sublime amar.

Existem ajudas que custam caro demais para a nossa paz.
Prefiro o peso do meu silêncio ao preço de um favor jogado na cara.


Quem não pode estender a mão, também não precisa conhecer o tamanho da minha luta.

O amigo sussurrou: Posso te ajudar.
O inimigo sorriu: Eu já ajudei.
Um deles mentiu,
não importa qual.
Eu já sabia.
Sempre saberei.

⁠Não perca tempo difamando, julgando ou criticando alguém.
Faça diferente.
Ajude alguém, elogie alguém, levante alguém, socorre alguém, faça pouco ou muito, mas faça o que for necessário para ajudar alguém.

POR QUE É FÁCIL E POR QUE É DIFÍCIL?




uma ajuda da música




Uma música decorada é fácil quando a conhecemos bem. É difícil quando ainda não a decoramos. Uma música improvisada é fácil quando a tocamos sem consciência. Uma música improvisada é difícil quando temos de seguir uma forma.
O que é a improvisação e a música decorada? Uma é a música viva, a outra é a música morta. Quando algo está fixo é fácil de conhecer, quando há movimento há maior dificuldade. Quando não conhecemos alguma coisa é fácil de acrescentá-la, quando a conhecemos, temos dificuldade de delimitá-la, porque já a definimos. Portanto, a vida é fácil quando não somos robôs, mas quando somos loucos.

Você pode até não perceber
A alegria que vibra em você
Ajuda os tristes a viver

Sem a ajuda do braço mais forte — parte da sociedade e do próprio Estado —, o crime jamais se sustentaria.


Ele não sobrevive apenas da astúcia dos que o praticam, mas da conveniência dos que fingem não vê-lo e da conivência dos que o retroalimentam.


Grande parte da própria sociedade que o demoniza também é criminosa, só comete crimes diferentes.


É no silêncio das instituições, na corrupção disfarçada de burocracia e na indiferença coletiva que o crime encontra solo fértil para florescer.


Enquanto a força que deveria combatê-lo continuar a servi-lo — por medo, interesse ou omissão —, a injustiça deixará de ser exceção para se tornar estrutura.


E nesse cenário, o verdadeiro perigo não está apenas nos que transgridem a lei, mas nos que a manipulam em nome dela.

⁠Para ajudar a manter o aluguel das nossas cabeças em dia, só consumimos conteúdos sugeridos pelos inquilinos.


E para arrotar seletividade, demonizamos todas as mídias e tudo que eles demonizam.


Porque, para receber o aluguel da própria cabeça rigorosamente em dia, é preciso aceitarmos, sem constrangimento algum, a curadoria alheia do que vemos, lemos e ouvimos.


Consumir apenas o que nos é sugerido — não por confiança, mas por conveniência.


Assim, o pensamento não precisa se arriscar, a dúvida não incomoda e o esforço de confrontar ideias é cuidadosamente evitado.


Nesse arranjo confortável, o viés de confirmação vira feno diário: tudo que chega afirma e reafirma, e nada nos desafia.


A consciência, então, deixa de ser morada e passa a ser imóvel alugado, decorado conforme o gosto do inquilino.


O silêncio ensurdecedor da criticidade é celebrado como paz, e a repetição das mesmas narrativas é confundida com coerência.


O preço desse contrato raramente aparece na fatura mensal.


Ele se revela, pouco a pouco, na incapacidade de pensar fora do script, no medo do contraditório e na estranha aversão a qualquer verdade que exija revisão de crenças.


Afinal, quem terceiriza o que consome, cedo ou tarde, terceiriza também o que pensa — e ainda chama isso, ingênua ou descaradamente, de opinião própria.


Mas a pergunta que ainda não aprendeu a se calar é: o que será de nós quando o contrato de aluguel das nossas cabeças acabar e o inquilino levar toda a mobília embora?

⁠⁠Reconhecer que precisamos de ajuda pode ser o pontapé que o problema precisa!


Precisar de ajuda não é um atestado de fraqueza; é, quase sempre, o primeiro gesto honesto de coragem.


Há problemas que não pedem força, pedem escuta.


Não exigem resistência, exigem cuidado.


E é justamente nesse ponto — quando o orgulho cansa e o silêncio pesa — que admitir a própria necessidade se torna o pontapé inicial para a mudança.


Durante muito tempo aprendemos a empurrar dores para debaixo do tapete da rotina, como se ignorá-las fosse sinônimo de maturidade.


Mas a saúde mental não aceita adiamentos indefinidos.


O que não é dito vira peso, o que não é cuidado vira ferida, e o que não é tratado acaba gritando de formas que já não controlamos.


O Janeiro Branco nos convida a limpar os excessos acumulados na alma, a revisar pensamentos, emoções e limites.


É um lembrete de que pedir ajuda não diminui ninguém — ao contrário, amplia as chances de seguir inteiro.


Cuidar da saúde mental é um compromisso diário, não um luxo reservado aos que “não aguentam mais”, mas um direito de quem deseja viver com mais lucidez, leveza e dignidade.


Reconhecer que precisamos de ajuda pode, sim, ser o pontapé que o problema precisa.


Porque todo processo de cura começa quando paramos de lutar sozinhos, e aceitamos caminhar acompanhados.

⁠Com tanto assalto com arma de brinquedo e tanta manipulação com a ajuda da IA, a linha entre a ficção e a realidade fica cada vez mais tênue.


Talvez o problema nunca tenha sido apenas a existência da mentira, mas a nossa crescente disposição em aceitá-la — sobretudo quando ela nos convém.


A arma de brinquedo só funciona porque alguém acredita que ela é real — e o mesmo vale para discursos, imagens e narrativas cuidadosamente montadas.


No fim, não é o objeto que engana, é a percepção que se deixa enganar.


Vivemos um tempo em que a aparência ganhou um poder quase absoluto.


Um vídeo convincente pode pesar mais que um fato, uma frase bem editada pode silenciar uma verdade complexa, e uma mentira repetida com confiança pode se vestir de realidade inquestionável sem grande esforço.


A tecnologia não inventou isso, mas acelerou tudo.


Tornou mais fácil fabricar versões, ajustar contextos e distribuir ilusões em escala industrial.


Mas há algo ainda mais inquietante nisso tudo: não estamos apenas sendo enganados — estamos, muitas vezes, escolhendo versões da realidade como quem escolhe um produto na prateleira.


Preferimos o que confirma, o que conforta, o que simplifica.


E assim, pouco a pouco, vamos terceirizando o nosso senso crítico, alugando nossa capacidade de discernir em troca de conveniência emocional.


A linha entre a ficção e a realidade não está se tornando tênue apenas por causa das ferramentas que temos, mas pela forma como decidimos utilizá-las — e, principalmente, pela forma como decidimos não questioná-las.


Porque no momento em que deixamos de duvidar, de investigar, de refletir, qualquer encenação bem feita passa a ter força de verdade.


No fim, talvez a pergunta mais honesta não seja “o que é real?”, mas “o quanto ainda estamos dispostos a procurar pelo real, mesmo quando ele nos desagrada?”.

"E quando você chora, ele ajuda a te manter viva?
Quem jogou seu coração fora desta vez?
Continue com as doces batidas do seu coração
Era uma mentira em linha reta, eu acreditava."

Inserida por Fuxx

—Mas eu não queria chorar moço.
—Você precisa saber que chorar ajuda a lavar a alma menina.
(NS)

Inserida por nicolesantos

É muita pedra para poucos escultores

só para ajudar:

Estou a falar dos erros ortográficos

Inserida por hermoislove