Poemas sobre quem Realmente eu sou
Posso escrever palavras, frases motivacionais;
Posso escrever pequenas poesias;
Posso falar de dor, de amor, de vida, de morte;
Posso ser resiliente;
Posso ser intempestiva;
Posso ser competitiva ou ser apenas condescendente...
Na verdade, já não sei bem o que quero e o que posso, na verdade já não sei bem o que espero ou não, de mim, do outro;
Desta forma a convicção, a comunicação, a escrita, a conversa, o sorriso, a expressão, fica tolhida e sem rumo, nem tão pouco com vontade de o ter.
Façam assim, sejam sempre melhores em tudo do que eu.
Obrigada 👍🏼
“Lo confesso“ (soneto)
Os versos de amor que não lhe cantei
Aquele poema tão terno que não o fiz
Por achar que era sabido o que te dei
E que todo meu sentido lhe era servis
Passei pela saudade e de ti não serei
Vi que foi mesmice, pois teu olhar diz
Mas em cada verso no versar te porei
Registrando o quanto, então, te quis!
Mas agora é tarde, apenas sensação
Não mais sinto uma delirante paixão
Revelo-te sem quaisquer nostalgias
Leia-me com os olhos do sentimento
Pois, são confissões sem sofrimento
Que deixei abafadas noutrora poesias.
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
18 julho 2025, 20’09” – Araguari, MG
Deixa eu te amar com todas as forças do meu coração?
Te amar como você nunca foi amado antes.
Se você permitir, não vou soltar sua mão nunca, e estarei contigo em todos os momentos da sua vida.
Serei a tua força, tua coragem, teu apoio.
Deixa eu te amar como você nunca foi amado antes?
Talvez hoje eu morra
Talvez hoje eu morra — e o mundo siga,
sem notar o silêncio da minha partida.
O sol nascerá com a mesma coragem,
e o tempo seguirá sem pressa ou miragem.
Talvez hoje eu morra — e ninguém veja,
a lágrima oculta, a alma que almeja
um último abraço, uma palavra guardada,
um perdão não dito, uma dor calada.
Talvez hoje eu morra — e em minha ausência,
fiquem perguntas, vazios, ausência.
Fiquem poemas sem fim, versos sem dono,
um copo pela metade, um sonho sem sono.
Talvez hoje eu morra — e no fim de tudo,
encontre em Deus o silêncio mais mudo,
a resposta que em vida busquei, aflito,
nos becos do peito, no chão do infinito.
Talvez hoje eu morra — ou talvez não,
mas já deixo escrito, do fundo do chão:
se eu partir, que seja com paz no olhar,
pois viver também é saber descansar.
E se hoje eu morrer — só peço, enfim,
não chorem por mim, nem pelo meu fim.
Guardem apenas o que fui de verdade:
um sopro, um suspiro, um eco de saudade.
Patrono: Mateus Sebastião Kilola
Eu.
Eu danço com ela lentamente
Mas observo em seus olhos:
Ainda há medo em você?
Você gosta de arte,
Porém tem medo das opiniões e do futuro
Se esconde e se mostra demais
Se esconde, mas fala pra se esconder
Eu te vejo dormindo em meus braços
Quando você disse que se amava, me amava
Seus olhos brilharam
E eu vi tudo, seu brilho – e seu medo de brilhar
Mesmo brilhando...
Eu aprendi que Deus tem todo o poder.
Eu aprendi que Deus fala e responde.
Eu aprendi que Deus conforta.
Eu aprendi que Deus protege.
Eu aprendi que Deus intervém.
Mas fui viver a vida…
E não vivi nada do que aprendi.
Ou talvez não vi o que aprendi se cumprir na minha vida.
O Senhor está no meu coração —
não tenho outro lugar, senão a Ti.
Ainda creio que tudo podes.
O Senhor está no meu coração,
na minha razão,
na minha alma.
Te busco não pelo que podes fazer,
mas porque fui criado
para Te amar eternamente.
Confio na Tua palavra sagrada.
Ainda viverei
Tua palavra,
Teu conforto,
Teu fazer,
Tua proteção.
Amém.
Quando eu me for
A agonia da morte sufocando
As entrelinhas da vida que se esvai
O cacere infinito que gargalha
Sucumbindo-me
Da minha face pálida
Que nada mais podera fazer
Intragáveis versões ,detestáveis como abutres
Na carcaça podre apoderam -se
de mim.
Corvos miseráveis aproveitadores da minha fraqueza
Como aste venenosa enfraqueceu -me
Queimaram minhas asas ,com medalhões de ferro prederam me ao chão
Mau sabe eles que de me , quem flutua
São as versáteis escruciantes
Repugnantes palavras.....
Meras palavras
Já gritei ao vento, pedi atenção,
sonhei com o mundo ouvindo meu coração.
“Ah, se o mundo inteiro pudesse me escutar...”
Mas hoje, só quero a mim me escutar.
Não busco aplausos, nem multidão,
preciso é silêncio, encontro, perdão.
Me ouvir nas pausas, me entender sem pressa,
reconhecer minha alma, que ainda recomeça.
Antes queria ser vista, agora quero me ver,
antes buscava no outro, hoje volto a me ter.
Não é mais o mundo que preciso convencer...
É a mim que eu preciso pertencer.
Eu sei que você sabe que eu sei
E sabe que eu sei que você sabe que eu sei!
E nesse faz de conta
Você faz que não entende o que eu digo a você;
Eu finjo que entendo o que você quer dizer;
E no fundo a gente sabe e só finge não saber
Que a gente sabe tudo e diz tudo sem dizer!
O que ele comia, eu comia;
Onde ele dormia, eu dormi;
Por onde ele ia, eu ia e, então,
Tornei-me amigo do cão!
O QUE EU DEVO FAZER?
tudo que eu faço e pra orgulha o Senhores mais eu só o escuto criticas
tudo que eu faço e pra deixa o senhores feliz mais eu só ouço desgosto
tudo que eu faço pra eu ouvi parabéns mais eu só escuto xingamentos,
oque eu devo fazer? só ouço criticas, xingamentos, e desgosto...
oque eu devo fazer? para ouvi e vê estou orgulhosa, estou feliz por você, parabéns,
diferente de criticas, xingamento, e desgosto....
uma menina de 13 anos não guarda ódio, raiva, ou ranço e totalmente diferente ela sente raiva por não ser o suficiente pra eles, o coração dela dói com cada palavras que eles diz, cadê choro que ela dar, mais mesmo assim ela esta ali tentando o seu melhor, mesmo magoada mesmo quebrada, mesmo ela sentindo ódio dela mesmo, mais ela esta ali tentando agrada-los
EU (soneto)
Nasci em Araguari, das Minas Gerais
Daqueles imortais causos narrados
Guardados na imaginação, tão reais
Mineiro, dos sentimentos arretados
Da cidade sorriso e sonhos divinais
Dos portais do cerrado, encantados
Vivo carpindo a saudade, ademais
Cá tenho contos, tão afortunados
Nasci em Araguari, que me viu nascer
Que no aconchego teu, eu pude viver
Ó chão que amo e amar me ensinou
Atravessando o tempo, caminhando
Na ilusão de ser um poeta, passando,
Vou. Apenas um alguém que sonhou!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
24 junho, 2025, 18’24” – Araguari, MG
Somos pó,
quando não do nosso chão,
Somos do chão das esquinas.
Quando não das cinzas
Somos purpurina.
Somos das estrelas...
E vê-las,
nos tornamos pó de ouro,
(ainda que de tolo).
E tolos,
nos deixamos nos tomar com dolo,
Pelo pó da cafeína...
Eu e a transparente poesia…
Assim tento fazer, com que a tal seja;
por juntamente em ela tão mostrar;
tudo o que ambos tão temos para dar;
a todo o humano olhar, que a nós, pois, veja!
Pois nela em tais, dar, máscaras não usamos;
devido a não andarmos cá pra agradar!
mas somente contra o injusto, lutar;
porque ambos de INJUSTIÇAS não gostamos!!!
Oxalá, tudo o que pra aqui recito;
tenha só por poucos, mau interpretar;
dado a verdade ser tão de ambos lema…
Por em nós não haver, único poema;
onde possais a mentira encontrar;
dado a um de ambos: tão JUSTO dar, inscrito.
Quando eu puder...
Eu quero fazer
A alegria que está no coração
De cada ser humano renascer
Com todo coração.
Quando eu puder...
Eu quero pedir a todo mundo
Que anuncie a paz e o amor
Que está lá no fundo
De cada coração sofredor
Quando eu puder...
Quero dizer a toda humanidade
Que o sofrimento vai acabar
E que em nossa realidade
Tudo para melhor vai mudar.
Quando eu puder...
Realizar as fantasias
Da criança inocente
Que sonha todos os dias
Com um mundo diferente.
Quando eu puder...
Dar a todos os pássaros
Um lindo ninho
E dar a todas as pessoas
Meu amor e carinho.
Quando eu puder...
Quero sair pelo mundo
Para transformar Ódio em amor profundo
Quando eu puder...
Ao inocente prisioneiro
Devolver sua liberdade
E dar-lhe o mundo inteiro
Para encontrar sua felicidade
Quando eu puder...
Quero a todos mostrar
Que não é tão ruim a realidade
Que tudo que nós faz sofrer
Podemos transformar em felicidade.
hoje conversando com minha sogra que já aos seus 84 anos, tatiava com as mãos pra pegar uma mini colher na mesa e eis que eu lhe disse.
A certa idade com tantas impossibilitações, Morrer é quase um prêmio, um alívio aos mais novos.
E ela balançou a cabeça, e sorriu afirmando de contentamento.
Oque é viver? Oque é envelhecer.
Eu preciso de você
Como os seres precisam do ar para viver.
Como as estrelas precisam do céu para brilhar e
iluminar
Como os peixes precisam da água para seus
processos vitais desenvolver
Como as aves precisam da liberdade para voar
Como as arvores precisam das raízes para fixaram-se
ao chão
Como as bailarinas precisam do palco para dançar
Como canário precisa da floresta para cantar
Como os planetas precisam da imensidão do universo
para se localizar
Como os santos precisam de um altar
Como a artista precisa da concentração para seu
trabalho iniciar.
Como os rios precisam da chuva para ter sempre a
água.
Porque você é tudo que sonhei a felicidade que
procurei Preciso de você porque es meu primeiro
amor. Preciso de você porque não vou te esquecer.
Eu Quero
Eu quero ter você todo dia
Bem perto de mim
Para minha alegria
Nunca ter fim
Eu quero te amar
Por toda uma vida
Sempre poder dizer
Que tu es meu querido
Eu quero teu carinho
Também teu calor
Para me aquecer pelo caminho
Sombra.
Onde vou ela vai
O que eu faço ela faz
Às vezes maior, às vezes melhor,
às vezes menor e insignificante
Está sempre comigo, é minha
Sou eu.
Dificuldade alguma encontro em conviver com aqueles que se diferem de mim, as diversas amizades que tenho podem comprovar isto...
O meu problema maior sempre foi com aqueles que muito se distanciam daquilo do que dizem que são.
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