Poemas sobre quem Realmente eu sou
Esse vazio injusto, essa saudade que só dói, mas é essa necessidade de dizer um 'eu te amo' que me mata.
Eu queria que minha vida fosse igual a uma bela canção,pra que nunca mais acabasse nosso lindo refrão.
Eu achei que minha vida não seria mais a mesma quando acreditei ter perdido um grande amor, hoje sei que não perdi, pois quem eu achava que era pessoa certa pra mim não era, Deus me guiou até ti, um novo amor, meu verdadeiro amor, minha pequena, te amo.
“Eu ainda não sei seu nome, não sei sua idade. Também não sei seus gostos musicais, nem suas preferências. Não sei como você é, mas eu te sinto. Sinto de uma forma meio que assustadora. Penso em você e acabo achando que estou ficando louca. Louca por só te ver quando fecho os olhos. Fico o dia inteiro pensando que quando a noite chegar posso ter oportunidade de sonhar com você. Fico com raiva quando você não vem e fico feliz quando você vem. Feliz de um jeito que não tem como descrever.”
— E sim eu sou louca.
...Que eu não seja uma estrela, mas um planeta que abrigasse o pequeno príncipe onde todos os dias ele regue uma pequena flor... Que eu fosse apenas um satélite até que um dia se perca da NASA e se transforme em apenas um lixo espacial... Poderia ser eu a lua com suas fases...
Seria o que os olhos vissem ou não, mas seria algo longe daqui...
Em meio a outras pessoas me senti sozinha, por que talvez em breve instantes eu percebesse que em segundos não falávamos mais a mesma língua... Seres da mesma espécie, mas diferentes: Sentimentos, dores, frustrações, cores, água, vinho... Sabores, dessabores... Amores e desamores.
Estranha agonia... Minha agonia me deu medo... E ninguém mais ali percebeu...
Vivemos numa constante busca, pelo "sapato" que caiba/aqueça os nossos pés. Eu? Literalmente vivo buscando-o, pois calço 33...
Eu fugi das suas mesmices, procurando não deixar à mostra as minhas superfícies. Pois me sinto tão vazio quanto um rio sem o mar. Já nem sei se te sorrio se o teu cio quer ficar. Eu rugi minhas certezas, derramando dúvidas e gotas sobre a mesa. Eu tingi ao encostar em tua orelha enquanto a palavra emudeceu a poeira. E o silêncio conversa suas mal traçadas entrelinhas, assobiando sem se preocupar com a cafonice. Alguns acordes inconfessos de suas melhores linhas, dedilhando o inverso daquilo que ainda não existe.
Haviam passados e haviam futuros. E eu parado no mesmo lugar. Passados que nunca tinham passado e futuros que nunca iam chegar. Haviam erros e haviam certezas. Aquilo tudo a me calar. Erros que não haviam curado e certezas que nunca iam ficar.
Ah que bom seria se eu pudesse me conter quietinha dentro da gaveta. Que bom seria se pudesse conter esse meu coração exigente. Que bom seria se eu me mostrasse menos. Menos intensa. Mas esse meu lado “sintoma” é tão inerente a mim mesma, que não consigo deixá-lo. Mas, não paro de pensar na possibilidade de às vezes, quem sabe me guardar quietinha na gaveta. Ah, se eu pudesse...
- Eu sei que parece fraqueza, mas eu queria parar de esperar. Eu queria abrir aquela porta e encontrar a esperança de lugares melhores. De algo melhor. Não tenho paciência. Não sou boa nessa coisa de ficar, sentar e observar. Preciso agir. Preciso urgentemente sair do mesmo. Sair do lugar confortável. Eu sei que não tem como ficar aqui sem de certa forma esperar. O que eu puder fazer para mudar isso eu faço, mas uma parte de mim espera. Espera porque a vida á uma longa e árdua espera. O corpo sucumbe por vezes. O coração vibra na mesma sintonia. E eu estou por um fio. Sim. Estou por um fio do fim da espera. A espera de um ato, um simples ato que mude totalmente o rumo de minha vida.
Parafraseando Fernando Pessoa: Minha alma é como uma orquestra oculta. Somente eu ouço os tambores que rangem. Somente eu sei os instrumentos que tocam em harmonia. Somente eu, me conheço como sinfonia.
Nem tudo que eu ouço é voz, nem tudo que esqueço é fim. Nem tudo que eu vejo é nós, nem tudo que eu quero é sim. Nem tudo que acabou é foz, seu beijo não foi de festim. Seu verbo me foi um algoz, destruindo o então e o assim.
Porque quando eu fechava os olhos, no silêncio dos nossos momentos, no calar dos nossos olhares, nos pulsar dos nossos desejos, eu sentia o mais importante perto de mim: seu coração me dizendo que eu estava nele. E isso, não tem forma de corpo, beleza ou nada que se compare, que seja mais importante quanto o que não se vê, quanto o que só se sente. Dessa troca de sensações, sonhos e sentimentos.
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