Poemas sobre Pássaros
"Estátuas, invariavelmente, viram Penico de Aves. Então, para os que desejam me homenagear, nada de Estátua, ohquei? Mas aceito viagem à Suíça, com tudo pago, claro!”
Texto Meu No.1038, Criado em 2021
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Duas aves passeavam no céu quando uma das Duas perguntou pra outra
VAMOS comer umas nuvens?
E a outra respondeu
Aquela de algodão doce é a minha...
"Andava pensando bastante nas
aves, e na vida que elas tem,
durante esse tempo, em que passei
trancado em um quarto escuro,
recebi uma visita estranha, até de
mais, a única luz que invadia o meu
quarto era a do sol, que entrava
pela janela, e foi por essa janela que
as minhas visitas entraram.
Eram pombos! Lindos pombos,
realmente como eu imaginava,
puros e ingênuos, que sua beleza,
me fez esquecer o medo de me
tornar um homem velho, cheio de
arrependimento, esperando para
morrer sozinho! Muitas coisas eu vi,
vivi e fiz, mais fui pouco feliz, até o
momento, em que a PAZ invadiu
meu quarto.
Paz, um bom termo para definir o
que aconteceu. E ao meu lado os
meus inusitados amigos, os
Pombos."
E então brincando no parque, as crianças avistaram essas aves a voar.
-elas querem ganhar o céu! - disse uma delas.
Então eles começaram a pintar aquilo que as aves pensam e tornar-se o local de seus rasantes
e travessuras aéreas.
E a partir desse instante, o céu e o parque se confundiram, assim como as crianças puderam
ganhar asas, e o céu deixou de ser o limite!
AVES
Um voo razante sobre as águas
Um pouso calmo sobre as flores
Um mergulho para um banho
Uma árvore para morar
Um ninho para os filhotes
Um canto para o mundo acalmar.
Amante do vento e também do cheiro da chuva;
Amante do outono e também de aves à partir o espaço.
Amante de folhas secas, de cavalos e sonhos alados.
...E ver o pôr do Sol;
Sentir cada raio que timidamente toca o rosto,
Ver as aves a planar no céu, todas em compasso;
O céu, não mais azul... apenas tons de laranja que o deixa majestoso;
Mas ainda existe um lugar vazio,
Falta um abraço,
Falta um olhar...
Sem você não adianta pássaros, nem raios de sol;
Não adiantam letras de uma canção de amor;
Pois cada pulsar do coração reflete a vontade de te ver.
E finalmente, quando você estiver aqui,
Nenhuma dessas coisas fará diferença,
pois ao teu lado todo pôr do Sol será mais uma página
de nossa história sem fim...
Pôr mais que navegueis nós
Mistérios do mar de minhas
Palavras rumo ao infinito.
Em versos avessos irás
Afoga-te em mar de palavras
Nas turvas linhas esta a chave.
"Majestosas aves de rapina
Como não se encantar com as aves de rapina!!!
Como não ceder aos fascínios da águia real, da águia dourada, com os encantos da águia americana de cabeça-branca brilhante, com a águia-careca, com a águia-americana ou pigargo-americano, com todas as espécies de águias e de aves de rapina!!!
A presença majestosa, imponente, ousada, demonstrando ser uma fortaleza, ser determinada em atingir os objetivos, ter uma coragem indescritível, não temendo os perigos e voando acima dos obstáculos com belíssimas danças, com um olhar que transcende à alma, demonstrando uma destreza, uma astúcia e uma expertise contagiantes, faz com que se tornem as mais belas das espécies.".
Último Porto
Este o país ideal que em sonhos douro;
Aqui o estro das aves me arrebata,
E em flores, cachos e festões, desata
A Natureza o virginal tesouro;
Aqui, perpétuo dia ardente e louro
Fulgura; e, na torrente e na cascata,
A água alardeia toda a sua prata,
E os laranjais e o sol todo o seu ouro...
Aqui, de rosas e de luz tecida,
Leve mortalha envolva estes destroços
Do extinto amor, que inda me pesam tanto;
E a terra, a mãe comum, no fim da vida,
Para a nudeza me cobrir dos ossos,
Rasgue alguns palmos do seu verde manto.
Aves tristes presas em gaiolas.
Árvores mortas sem raízes.
Felizes aqueles que têm asas
e nunca esquecem suas origens.
Se ao dizer adeus à vida
as aves todas do céu,
me dessem na despedida
o teu olhar derradeiro,
esse olhar que era só teu,
amor que foste o primeiro.
Aves
ter-te suspensa
do meu lume
na fogosa boca
o ardume
a explodir
tu
ardida e intacta
sonho e nuvem
voz exacta
um soltar
de aves
em pânico
na relva do olhar
Aviões e aves raras silenciam
Os vizinhos veem o mato no jardim
A família e os amigos não perturbam
Por você já não perguntam nem por mim
Tudo em pausa só por causa do eclipse
Da elipse que o tempo fez por nós
Um psiu na imensidão do universo
Para sermos sol e lua sós
casa abandonada
as janelas estavam assassinadas
assistiam a tudo
ao mar, às aves, à montanha
nunca mais fechadas
fecundadas de vento
arrebatadas de sol
batidas pelo firmamento
e as janelas nunca mais se fecharam
porque não havia ninguém mais lá dentro
porque os poros da casa se abriram
às verdejantes trepadeiras
que cobriram todo traço do passado
Acordei ouvindo o canto das aves
e ao sair sentir o cheiro das flores,
senti o sol aquecendo a terra.
Percebi que contemplar o belo é
sentir-se vivo, é sorrir e amar as
belezas naturais da terra e da vida
10/10/2018
Pensamentos são aves soltas no ar,
vagando livres em busca de pouso seguro.
Pensamentos se confundem, quando apenas analisamos atitudes sob nossa ótica visual.
Pensamentos possuem identidade própria quer concordemos ou não.
Não se aprisionam,
mas se revestem de manto protetor como forma de voar sem temores.
Pensamentos se conquistam,
se ganham, se aconchegam.
Tão bom saber que vivemos nas ondas mentais de quem queremos bem.
Pensamentos se convergem, se entrelaçam, envolvem.
Tão bom banhar-se na maré de ondas mentais de pessoas que nos envolvem,
tão revigorante quanto tonificante
tornam o dia e momentos mais alegres e felizes.
Pensar igual: agrada,
pensar diferente: completa,
elevar o pensamento é rezar por quem amamos e queremos bem.
Cuide, controle com amor e carinho seus pensares
que com certeza atrairá sempre bons olhares,
fluxos e benesses de vida e amor!
PAISAGEM SERTANEJA
Sonâmbulo,
o vento
se movia
entre
as plantas
do quintal.
As aves
dormiam
nos poleiros.
Das nuvens
escorriam
uns
resíduos
de inverno...
Livremente,
um
verso
prosperava,
simples
e terno.
O Observador de Aves
(Gleidson Melo)
Nos galhos da árvore há esperança de vida, em cores e penas, apenas luz e colorido. Enquanto a beleza matinal traz calmaria, uma melodia desperta e quebra o silêncio da trilha - encanta e canta em belos duetos e solos -, é vida que surge numa manhã de sol.
Nos caminhos da mata segue o homem:
ávido, curioso, atento!
Existe algo de novo a ser revelado, a aproximação transforma-se em êxtase, e lá se vai o observador:
nos galhos da árvore repousa uma bela ave.
Vem...
É bom escutar no silêncio da noite
Palavras azuis, aves silenciosas
Saindo da tua boca.
Quero adivinhar-te na osmose da água do mar.
Não receies...
Dá-me apenas a ponte para te encontrar.
