Poemas sobre o Mundo
Se vier comigo, você será livre pela primeira vez na sua vida. Imagine o que podemos fazer juntos. Podemos remodelar o mundo, deixá-lo exatamente como quisermos.
Em um mundo repleto de ilusões, aprendemos que não devemos confiar cegamente em tudo que nossos olhos veem. A aparência muitas vezes engana, dissimulando a verdade por trás de uma fachada brilhante. Da mesma forma, não podemos acreditar em tudo que nossos ouvidos escutam, pois as palavras nem sempre refletem intenções genuínas.
Talvez eu tenha lido revistas em quadrinhos demais quando criança. Nos quadrinhos, sempre parece que estão tentando salvar o mundo, que é preciso torna-lo um lugar melhor, porque o inverso não faz nenhum sentido.
Práticas sustentáveis, não são para poucos e sim para todos. Sendo assim, somos todos co-autores de um mundo melhor.
Todo digno cavaleiro rosa-cruz como bom pastor sabe que a maioria dos tesouros que persegue não serão encontrados isoladamente sem a acolhedora lua cheia, pois não são para hoje e muito menos para este mundo.
Tudo no mundo que permanece no maligno está em oposição a Cristo. Por isso, não podemos ficar perplexos, pois uma vida fundamentada na Graça de Jesus é uma provocação a homens, a principados e potestades.
Jesus esteve no mundo sem ser do mundo e sem jamais seguir o curso do mundo! Este é o desafio da igreja de Jesus: Estar fisicamente no mundo sem ser do mundo e nem seguir o curso do mundo!
"Quando as pessoas de bem resolverem ser mais ousadas que os canalhas, inevitavelmente elas mudarão o mundo."
"Gostaria que o mundo estivesse acabando amanhã para que hoje eu pudesse ir até você e lhe chamar para uma dança acompanhado de uma taça de vinho e então dançariamos e nos amaríamos à noite toda com os nossos corpos e coração conectados em uma só melodia, porque o mundo está acabando amanhã."
Deus pintou na tela o mundo com suas paisagens, aí veio o Homem e fez dessa tela um mundo com paisagens mortas..
Eu gostaria que,
O formato não fizesse diferença na Alma,
Mas,
Faz.
Aqui faz,
Ainda que mudanças aconteçam,
De dentro pra fora,
De fora pra dentro,
O que é mais importante pra você?
O copo?
Ou o interior dele?
Uma espécie de perda
Usamos a dois: estações do ano, livros e uma música.
As chaves, as taças de chá, o cesto do pão, lençóis de linho e uma
cama.
Um enxoval de palavras, de gestos, trazidos, utilizados,
gastos.
Cumprimos o regulamento de um prédio. Dissemos. Fizemos.
E estendemos sempre a mão.
Apaixonei-me por Invernos, por um septeto vienense e por
Verões.
Por mapas, por um ninho de montanha, uma praia e uma
cama.
Ritualizei datas, declarei promessas irrevogáveis,
idolatrei o indefinido e senti devoção perante um nada,
(– o jornal dobrado, a cinza fria, o papel com um aponta-
mento)
sem temores religiosos, pois a igreja era esta cama.
De olhar o mar nasceu a minha pintura inesgotável.
Da varanda podia saudar os povos, meus vizinhos.
Ao fogo da lareira, em segurança, o meu cabelo tinha a sua cor
mais intensa.
A campainha da porta era o alarme da minha alegria.
Não te perdi a ti,
perdi o mundo.
O mundo que parece tão grande,
as vezes, se torna uma pequena kitnet.
Tudo aparece, tudo se encontra, muitas vezes,
cai no nosso colo aquilo que menos esperávamos...
Acredito que o mundo é grande sim,
mas extremamente pequeno,
para pessoas que substituam a existência de
Deus ou desafiam a lei do retorno.
Conformismo?
De certo ponto é sim.
Mas também é a compreensão que o mundo foi injusto antes de eu nascer e ainda será injusto depois que eu morrer.
Portanto, por mais que eu lute para mudar esse quadro não posso deixar de aproveitar as coisas boas da vida.
Faço a minha parte, mais não deixo as angústias do mundo me corromperem criando um ser amargurado, rancoroso e revoltado com a vida e com todos.
Afinal de contas, se isso acontecer, eu vou mais atrapalhar do que ajudar o mundo!
Nesse sentido, o oposto também se aplica: Se soubermos o que é a felicidade.
Se buscarmos vive-lá
compartilha-lá
e espalha-lá
poderemos assim estender essa mesma felicidade a todos.
E é aí que eu começo a mudar o mundo.
Sim, essas noites de cinzas, as mesmas noites com rosas
as que havia passado, as que se passaram, e as que passou
as mesmas noites de medo, as noites de desejos
e as noites com fim
Quando me perpetuo, minha grandeza passa
passa meu orgulho, orgulho?
já dissera que eu mesmo não aceito
que eu mesmo não te peço e eu mesmo não assumo
disseram para mim, que eu mesmo me queixo
morto meu desejo, morto?
Quando a noite passa
mais noite que ela possa ser
mais noite que eu fui
O amanhecer, o amanhecer das flores
que elas mesmas não me desfruta
ser inanimado, algum que não sinto, sinto?
sinto a clareza, o belo, e sua beleza
mas não sinto seu coração, coração?
a um ser inanimado, que não é apaixonado
ameaçado a destruição
para que, disseram que elas não morriam
disse que não tinha coração
algum ruim?, que não vejo?,
oh pena destruição
Aquelas mesmas flores
as que não tinha ódio, nem rancor
para que isto? não fizera nada
o ódio, o rancor, que tem? quem tem?
as flores? ou você?
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