Poemas sobre Nós Mesmos
Temos que ser mais para nós mesmos e não para os outros.
Só nós sabemos o que se passa dentro de nosso coração.
Ninguém sorrirá ou chorará por você, a não ser os seus olhos e sua boca.
Quantas vezes não sentimos raiva de nós mesmos por termos um coração tão bom com quem não merece, e nos arrependemos de nossa bondade, docilidade e generosidade para com aqueles que simplesmente não estão nem aí? Quantas vezes não sentimos que perdemos nosso tempo alimentando relações unilaterais, tentando ser gentis, atenciosos e amorosos com quem jamais se importou? Não se trata de endurecermos nosso coração, de deixarmos de lado a doçura e a delicadeza, mas sim de aprendermos a separar o joio do trigo. De começarmos a ser mais afetuosos com nós mesmos, e com isso aprendermos a distinguir o que deve ser valorizado do que tem a obrigação de ser ignorado.
Muitas vezes a gente se engana. Erra feio. Investe tempo e atenção em alguém “especial” na certeza de que em algum momento será retribuído. Fantasiamos desfechos dignos de contos de fadas e projetamos nossas ilusões em cima de pessoas tão diferentes de nós, romantizando atitudes e acreditando em inúmeras possibilidades irreais. Quando tudo corre conforme o planejado, ótimo. Porém, com alguma vivência e algumas “quedas do cavalo”, percebemos que a expectativa é prima-irmã da decepção. Mas ninguém está imune à desilusão; simplesmente porque amar, ainda que seja um risco, continua sendo o maior combustível da vida.
Nós dentro de nós mesmos
Te olho e te vejo com olhos de compaixão
como se fosse um menino com pura ilusão,
pois o caminho mais longo é o mais perto pra mim
e isso me faz te dizer que perdôo.
Sim, te perdôo por que sei que me amou,
porque todos merecem uma segunda chance,
mesmo tendo desprezado a primeira que é a mais nobre de todas.
Na primeira dei-te a minha confiança,
assim como todas tiveram mas como você se deixaram levar.
Deixaram levar pela estrada do engano e da mentira.
Na segunda dou-te o carinho da amizade mais pura,
agora existem limites ainda não esclarecidos
que logo serão definidos por você mesma.
A vida é como a sombra da morte e pensamos que é o contrário,
mas ela reflete o que a morte irá nos revelar,
pois o que somos não podemos mudar ainda que tentemos,
ainda que escondamos de nós mesmos
a nossa alma se revela com o tempo e nos mostra
quem somos de verdade para nós,
porque para os outros já não importará mais.
O principal requisito para que a vida de Deus cresça em nós é negando a nós mesmos. Esse é o ponto mais importante do evangelho do reino dos céus. Apesar de nos alegrarmos ao ver as bênçãos do Senhor na igreja, a verdadeira alegria só é alcançada quando negamos a nós mesmos em favor da vontade do Senhor.
Louvamos o Senhor pela igreja e pelas oportunidades que diariamente Ele nos permite para crescermos em vida!
Dong Yu Lan
O amor é o maior e principal item da vida cristã, por meio do qual podemos renunciar a nós mesmos em favor do Senhor e dos irmãos. Se o nosso viver e labor na obra do Senhor forem provenientes do amor, certamente haverá a expressão da vida de Deus, e a vontade do Senhor será feita. Precisamos da comunhão do Corpo de Cristo, do suprimento e ajuda mútua dos demais membros. Em Colossenses 3:13-14 Paulo mostra-nos que o amor é o vínculo da perfeição, é o que nos leva a manter a unidade, mesmo diante de qualquer diferença que exista entre nós (todos os crentes). Que o Senhor encha nosso coração com Seu incondicional amor a fim de cuidarmos uns dos outros. Da mesma maneira em 2 Pedro 1:5-8 vemos que o fruto final produzido pela fé é o amor. Se as coisas relacionadas nesses versículos existirem em nós e em nós aumentarem, farão com que não sejamos nem inativos nem infrutuosos no pleno conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo (v. 8). Como resultado de andar no caminho sobremodo excelente do amor, não tropeçaremos em tempo algum, e assim nos será amplamente suprida a entrada no reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (vs. 10b-11). Que sejamos abundantes no viver da igreja, servindo com um espírito fervoroso e amando ardentemente uns aos outros. Amém!
Dong Yu Lan-Alimento Diário
Não fazemos nada de mais em ser bons para os outros,
fazemos sim, um favor a nós mesmos.
Quanto mais bondade eu semear
mais e mais me tornarei uma pessoa melhor.
Somos exatamente o que pensamentos sobre nós mesmos, cuidado com a maneira como se vê !
Poetisa
Islene Souza Leite
O medo de enfrentar os medos é o obstáculo
que nós mesmos colocamos em nosso caminho
E usamos como desculpa para a nossa falta de coragem.
Temos que ser o que somos,
aprumar nós mesmos
os nossos passos,
para mostrar que os loucos
são eles
Porque discutir, bater de frente, insistir
já não tá mais valendo a pena...
Tá cansando demais...
Vamos mostrar quem somos,
o que vestimos, contar os nossos sonhos
na paz de um pé de uvaia.
Viver a vida plenamente também é devolver
a nós mesmos a condição de quem é livre
para experimentar, acertar, errar...sem medos,
não esquecendo que somos responsáveis
por todos os atos que cometermos.
Cika Parolin
Para falar mal de alguém, devemos primeiramente aprender a falar mal de nós mesmos.
E se um dia conseguir, procure a melhorar, sem nunca falar mal dos outros.
As vezes acabamos em viver a vida dos outros e acabamos esquecendo da nossa.
Ame você, ame sua família, ame sua vida.
Isso refletirá na sua alma e esplenderá em quem te está em torno.
E tudo será Paz e alegria.
Uma parte da proteção vem dos céus, a outra vem de nós mesmos.
Escolher o caminho onde você quer pisar no dia-a-dia ajuda a manter sua vida na direção certa.
Pedir proteção e andar com raiva, ressentimento e mágoas no coração, é algo que não faz sentido.
"Sério"
Quando começamos a não gostar de ninguém,
certamente nos cansamos de nós mesmos.
"Nem tanto!"
Pra provar que gosta de alguém, não precisa
puxar o saco, afinal de contas isso dói!...
Somos
projetos de nós mesmos,
frutos de nossas ideias,
causa e consequência
daquilo que escolhemos!
10/12/2015
É chegada a hora de bebermos, lentamente, o vinho, com o melhor de nós mesmos e deixar fluir, do aprendizado de cada instante, as coisas que nos cercaram e nos cercam ainda, com toda a sabedoria, que a vida nos ensinou e, ainda, ensina...
Caminhar, junto com o tempo, aceitando tudo, que ele nos oferece, é ter muita sabedoria, é saber viver, intensamente, sorvendo, em pequenos goles, o vinho da vida...
Mesmo trôpegas, por termos bebido o vinho da delicadeza do inverno da vida, teremos a lucidez para aceitarmos a nova estação da vida, que já bate à nossa porta...
Abriremos a porta e deixaremos que o inverno da vida faça morada em nós. Já não teremos mais a ilusão de que a juventude voltará...
Acalme-se, espere, que há tempo para tudo... As estações da vida chegam e temos que aceitar...
Marilina em A Beleza da felicidade
Tudo o que existe é o agora, e agora também não existe.
Somos vizinhos de nós mesmos.
O olho que tudo vê é a visão do criador
na forma de sua única criatura.
Olha para o céu...
Aqui é uma passagem...
Não somos donos nem
de nós mesmos!
P.S Simplesmente, viva!
DESTINOS
NOSSO DESTINO NÓS MESMOS TRAÇAMOS
ENTÃO, NÃO FAÇAMOS DELE ALGO INATINGÍVEL
DANDO SORTE AO AZAR
AUTOCONQUISTA
"a verdadeira autoconquista é a conquista de nós mesmos, não por nós, mas pelo Espírito Santo. A conquista de si próprio é, na realidade, a entrega de si próprio.
Todavia, antes de podermos entregar-nos, é necessário tornarmo-nos nós mesmos. Pois ninguém pode entregar o que não possui.
Digamos com maior precisão - temos de ter bastante domínio sobre nós mesmos para renunciar à nossa vida nas mão de Cristo - de maneira que ele possa conquistar aquilo que, por nossos próprios esforços, não podemos alcançar.
Para conseguir o domínio de nós mesmos, temos que estar de posse de um certo grau de confiança, de esperança na vitória. E, para manter essa esperança viva, devemos, geralmente, ter saboreado a vitória. Temos de saber o que é a vitória e preferi-la à derrota."
Na liberdade da solidão, Thomas Merton (Editora Vozes), 7ª Ed. 2001, pág. 26
ma vida puramente mental pode ser causa de ruína, se nos leva a substituir a vida pelo pensamento e as ações pelas ideias"
Na liberdade da solidão, Thomas Merton (Editora Vozes),7ª Ed. 2001. pág. 26
