Poemas sobre Luar
****LAGRIMAS DE AMOR*********
DE ONDE ESTOU! E MESMO ASSIM A INCERTEZA DE UM SOLO , SOLIDO, ANDANDO EM NUVENS QUE SE DESFAZEM COM O VENTO, COISAS E SENTIMENTOS QUE COMO AS NUVENS SE DESFAZEM COM O TEMPO LEVADOS PELO VENTO E NÃO RETORNAM MAIS, DE ONDE ESTOU, DANÇANDO COM A CHUVA NA FELICIDADE DE CADA GOTA, DE LAGRIMA DE AMOR, NO SABOR DO SAL DA ONDA QUE MOLHA OS PÉS. NO CALOR DO CORPO QUE MESMO MOLHADO, É QUENTE DE AMAR. DE ONDE ESTOU ANDANDO NAS NUVENS CAMINHANDO AO LUAR! SEI QUE É PRECISO VOLTAR!***
Quando a morte me alcançar, acredite que estarei sempre com você. Porque serei o vento que lhe beija todas as manhãs quando o sol se levantar; E a noite, a brisa que caminha junto a luz prateada do luar...
Às vezes eu sou assim: inteira! Lua cheia! Outras vezes, assim como a lua sou minguante, metade da metade, em minha fase de lua inteira.
Se me perguntarem o que é paz, talvez eu não saiba explicar. Mas, desconfio que seja um lago, com água tépida e serena, banhado pela sombra prata, de uma enorme lua cheia, com contornos orvalhados de um jasmineiro em flor.
Já pensou que algumas coisas nunca mudam? Você apenas passa a compreendê-las de outro modo enquanto se tornam imutáveis na sua mente, mas mudam constantemente os seus sentimentos e nos sentidos que lhe trazem, é como olhar para a calmaria da noite e a euforia causada ao encarar o luar, é um olhar para si próprio como também enxergar aquilo que o rodeia e como você muda com o passar do tempo.
E na volta pra casa a lua me acompanhava, . . e me encantava, . . e como quem fica embriagado, encantado, enfeitiçado, . .eu me pus a lhe admirar . . . Oh lua encantada, mesmo eu não te vendo agora sei que estás ainda a brilhar, guarda meu sono, meus sonhos, e me traga sempre esperanças de eu novamente noutro dia te encontrar.
No arrebatamento do abraço a alma se estende em prata, como a lua enlaçando o mar no apogeu do plenilúnio.
Não posso compreender o amor que sinto por você, pois é maior que meu peito pode suportar.
É mais forte que a rocha, maior que o infinito e mais profundo que o mar; mas reluzente que as estrelas, e mais lindo que o luar.
Pelo simples ato de escrever, me apaixonei pelo ser poeta, forasteiro nesse mundo, desbravador de palavras e acordes, seguindo a vida através do poema cantado...
Numa noite como a de hoje, sem luz, eu e meu violão companheiro de todas as horas, sentados sob o luar, cantamos, como nunca para o mundo ouvir, e cada nota um sentimento, um pensamento, assim fluiu a música do momento, como um som de alento ao meu coração já machucado pelo ato de viver, de ser humano e ter que sofrer como todos que a esse mundo vem... Mas nesse momento de tudo esqueço, pelo menos acho que tal coisa mereço, o poder esquecer e pelo menos agora ser, a música, o sentimento, a lua, nada mais que ser, o momento...
Amar é querer te encontrar, a toda hora e em todo lugar, amar é querer ver c/ vc o por-do-sol, e dormir à luz do luar
Mesmo na noite, dependendo da lua, é possível ver o formato das nuvens, num momento tem figuras que remetem a coisas boas outras nem tanto. O interessante, que como se fosse um remar contante o vento apaga toda e qualquer forma e por momentos, as vezes só vemos a luz. O que será que a lua pensa do lado de lá, quando por um momento também ela só me vê?... Diferente dela o brilho de meu olhar depende do bem e do mal do mundo, num momento com brilho incandescente, noutro brasa sem vento, mas de tudo, uma grande diferente entre nós, pois é nobre lua, que de qualquer lugar, no mato ou na rua, essa luz não é sua, tampouco minha, mas ela inspira tanto vc quanto eu. Eu, que do lado de cá, também tenho que aprender que o bem e mal não me pertencem, e singelamente escolher lhe mostrar um brilho cada vez maior nós olhos cada vez que te ver, porque só assim saberei que cada dia foi um dia a mais, até que no dia seguinte nos encontremos novamente para os brilho trocar.
Não quero uma pessoa para me deixar intranquila. Quero alguém para tranquilizar os meus dias de solidão. Não quero a falta de liberdade, quero você para ser livre comigo e irmos por aí.. num dia de sol ou numa noite de luar... caminhar... viajar... sentir o calor do mar ou o frio da serra... enfim... só quero ser feliz com você.
Estou esperando todos os dias que se dissipe a névoa gelada da noite para mais uma vez escorrer entre meus dedos os raios prateados da lua.
Embora a Lua reflita pouquíssima luz, é nela que nos deleitamos em observação. Isso diz sobre o nosso gosto pela falsa sensação de perfeição que o distante e inacessível nos apresenta.
É ela! É ela! O cheiro de cravo, A cor de canela, Eu vim de longe... Vim ver Gabriela. Como é doce! Como é bela! Ao vê-la cismar Sobre o clarão do luar Encostada à janela Deixando o tempo passar... Suspira Gabriela, Um riso ligeiro... Quanta ânsia de amar! O cheiro de cravo, A cor de canela... Os pés descalços No chão a pisar... Também quero tocar Este mesmo chão Que pisa Gabriela. Tão doce e bela! É ela! É ela! Que faz meu coração balançar. Corpo formoso, Jeito dengoso, A alma De asas abertas Sempre querendo voar... O cheiro de cravo, A cor de canela... Tão leve, impulsiva e alegre A cantar... É ela! Tão doce e bela! Generosa e pura Não para de sonhar... O cheiro de cravo, A cor de canela, Vim de longe, Vim ver Gabriela ! Sempre tão doce e bela!... Só quero te namorar! Eu também posso sonhar...
Eram duas espontaneidades que brincavam no tempo. Toda e qualquer expressão eram peripécias de areia e mar; eu renascia sol e luar.
