Poemas sobre Livros

Cerca de 3524 poemas sobre Livros

“Somos como livros: não se julga sem antes ler. Esperamos que alguém nos encontre, nos abra, e descubra o que guardamos por dentro.”

“Somos livros à espera de mãos certas: não se julga a capa, é preciso abrir e ler o que o silêncio guarda.”

Sou ainda autora e criadora de projetos educativos, livros e materiais que aproximam ciência, cidadania e proteção social , porque educar é plantar futuro.

⁠Os corpos humanos, livros de sangue, cujas páginas são reescritas indefinidamente em capítulos que fragmentam suas existências...

Que máquinas, livros ou anotações jamais esqueçam de minhas memórias, pois, o homem não é capaz de lembrar de si mesmo.

Todos os livros contam histórias distintas. De algumas você pode gostar, de outras nem tanto, mas há uma certeza irrefutável - todos alcançarão seu fim.

Nos livros eu viajei, não só para outros mundos, mas também no meu mundo interior.

Amo os livros porque, enquanto o mundo faz barulho, eles me ensinam a pensar em Silêncio.

Nunca leram os 66 livros da Bíblia, nunca amanheceram de joelhos no chão do monte, nunca jejuaram até a fraqueza, nunca se dedicaram à obra. Em resumo, não sou ateu; sou um ser humano extremamente indignado com Deus! Se vocês não conseguem entender, acho que os ateus aqui são vocês.

Uma casa com livros no lugar de eletrônicos resolveria 90% dos problemas de muitas famílias. Limite de tela é para inglês ver. Pais adoecidos não têm poder de cura.

Os livros são o melhor abrigo contra a ignorância, portais que nos conduzem a mundos inexplorados, fontes inesgotáveis de conhecimento que iluminam nossa mente e expandem nossas fronteiras intelectuais.

"⁠A relevância de um autor não encontra-se na quantidade de livros que ele escreve, mas no impacto que eles trazem".

⁠Os livros que escrevi trazem o meu nome mas tenho dificuldade em encontrar os seus autores. Só aquele que estou a escrever é feito por mim, os restantes parece-me sempre terem sido outros homens que os compuseram.

António Lobo Antunes
Quinto livro de crónicas. Alfragide: Publicações Dom Quixote, 2013.

Nota: Trecho da crônica Deste profundo abismo, senhor.

...Mais

“O século XXI provou que tecnologia e livros são grandes remédios, mas a ignorância permanece uma doença sem cura.”

A mudança real não nasce nos livros. Ela nasce na carne, no convívio, no confronto silencioso consigo mesmo.

⁠Conectar a leitura com as tecnologias digitais é dinamizar o mundo dos livros.

Pessoas são como livros, só que algumas tem as páginas fora da ordem, talvez pelo "cross over" dos cromossomas, talvez isso explica a desordem inata no comportamento de alguns.

Eu nunca deixo de ler um livro — apenas já conheço os capítulos. (Isso não é sobre livros.)

Os livros são antídotos para a ignorância, mas nem sempre o são para a estupidez.

Todos nós já escrevemos diversos livros: somos escritores de nossas próprias vidas.⁠