Poemas sobre Dias
Três dias de um
retorno Alegre
Matando saudades
Assumindo novas
Responsabilidades
Vendo pessoinhas
No céu anuviado
Seguindo dias meus
Dias fechados
Mas aqui tem muita cor
Sou um arco íris
Em minhas histórias
Já fui de manifestante
A sereia
E nem por um instante
Deixei de ser
E ia, seguia
Longe de alguma poesia
Mas o poeta maluco me achou
Seria eu um pedacinho da sua ilusão
Ou seria ele o doido, doído Donny
Que queria jogar uma carta na garrafa na praia de presidente
Esse louco é tão carente
Que se quer fazer presente
Até quando não cabe
Já tenho tudo que preciso
E até disso ele sabe
O que quer de mim?
Se contentaria com tão pouco assim?
Sei que é admiração
Mas aqui é carne, osso e coração
Nada demais
Mesmo assim ele insiste
Em querer me ver
Não sei o que existe
De tão legal no ser
Foi bom viver
E já passou
Mas seu carinho não acabou
Vou esperar
Se um dia der vou marcar
E esse dia ainda vai chegar
Há dias que julgo serem perdidos, outros preenchidos com montes altos, que subo e deixo, nas minhas espectativas de me ludibriar, no próximo recanto que espreita pelo fio de uma deixa, ou pela distração da estrela que guia e me conduz para o lançamento do novo acontecimento.
Viver sobre um pensamento,leva a um acontecimento, a causa perdura pelo chamamento induzido por aquilo que o cérebro emana.
Flui uma série de acontecimentos de tumulto, turbilhão, e muita confusão.
Dizem que é o pior de todos tempos, a razão dos conflitos e pandemia global, é pela recepção de cada um, filtrar e absorver, o que há de bom é o melhor, para os seres racionais em que habita os sentimentos e expressões emocionais sentidas e vividas, transmitidas pela dança do corpo, e pela representação do nosso comportamento e afecto, constante o grupo de pares e meio.
Para visualizar sua vontade incontrolável do desejo de fazer e de querer é preciso nascer de dentro do cerne do eu que se interliga, por uma cepa de vinha e dá fruto.
Para nascer é necessário semear.
Um bem haja a possibilidade de agilizar a ação na repetição do acto.
Pelo que creio num sentido crescente e não ascendente, porque assim eu quero pensar.
Pode tudo ruir e desabar, só quando eu chegar a Porto de abrigo vou dizer que vou descansar para vencer e alcançar, o que tenho para poder tomar
Um cálice que me vai vivificar.
Fundo por hoje ainda não cheguei lá... Vou chegando aos poucos mesmo no mal estar bem é de merito.
Caminhos percorridos por calçadas de Lisboa, bons dias as pessoas, a enchente começa a partir das 10 ao Sábado, abrem -se as portas dos estabelecimentos, um pequeno almoço convidativo e apelativo na rua Augusta, sobe-se pelo Chiado espreita-se a Gardênia, Bertrand, vê-se o Natal espreitar no decurso das ruas, as luzes instaladas apagadas a espera de cintilar.
Os vendedores ambulantes apregoam a arte, a leitura.
O Museu homenagea a José Saramago a Lisboa, recordações intemporais guardadas nos corações dos demais com felicidade e amor incondicional.
Passar no Museu Nacional de Arte Contemporânea banquetear de exposição de abstracionismo de vários artistas, as pinturas num contexto com planos monocromáticos, com blocos, linhas gestuais bidimensionais e tridimensionais, com fundo e geometria. Outra exposição denominada Nature, onde provém a essência da precessão de uma existência a pedras mais duras, diamantes representados na sua real intenção divina onde as cores do arco íris transparecem o rebento do ser e do existir pela força de expressiva de espaços e pontos.
Numa outra parte a arquitetura se desdobra e multiplica como a lapidação de um diamante. Em várias secções.
Finda aqui a minha observação neste dilema de busca, pesquisa e de vida.
Por: Emanuel Bruno Mota Veiga Andrade
Luta de todo dia. Luta do dia todo.
...
Todos os dias me vejo diante de um impasse:
- Esforço mental infinito que muda de forma, não se sustenta.
- A irregularidade de meus bons hábitos.
- Figuras não resolvidas, dor, crenças e sonhos que me martirizam.
- Uma raiva contra o que me incomoda, que me consome
- Pressões e responsabilidades de uma vida que não consigo mais viver sem me cansar.
- Um desejo que quer a minha morte
- Minha tentativa de equilibrar o conciliável com o inconciliável
- Meu esforço por um grande sonho futuro. Minha esperança por uma vida melhor
- Uma fé sem sabor
- Minha tentativa de descansar e diminuir meu desgaste, mesmo com as engrenagens não parando de girar.
- Minha tentativa adoecida de me proteger
- Um amor que talvez aumentará minha responsabilidade. Uma dúvida que questiona como ficará minha sanidade.
- Um fraco consolo de que está tudo bem, que a vida é assim mesmo e que Deus me ajudará.
E as vezes, tudo isso junto e misturado.
Seria isso uma profunda Poesia de Trincheira, antes da tão sonhada vitória final? Quem sabe...
Quando chovia e era Natal
meu coração explodia...
Nos dias de chuva
a alegria era incontida.
E eu corria... e como corria.
A felicidade era tanta
que em mim não cabia.
E nas noites de Natal
mesmo quando não chovia,
eu era apenas uma criança
e era eu que chovia... e como chovia.
Hoje está um dia chuvoso e dias como este, às vezes, fazem-me imaginar que o céu quiçá esteja desabafando através da chuva que vai caindo, externando suas emoções, qualquer emoção que esteja atuando fortemente no seu íntimo, o que é indispensável para o alívio do seu coração e logo, o seu aspecto celeste estará limpo, pois terá trazido tamanha renovação.
Aparenta nesta minha via de pensamento querer acompanhar-me temporariamente com a inspiração dos desabafos que alimento alguns dos meus versos, expressando em palavras o que estou sentindo em determinados momentos de paz ou de conflito, sempre sincero de um jeito muito claro ou implícito, senão, não teriam o mínimo de significado e assim, não estariam verdadeiramente vivos.
Companhia agradável, muito tempestiva, duas formas distintas de desabafar, a poesia que ganha vida, o chover que faz renovar, somas de letras e gotas, uma genuína sensibilidade para colocar para fora a verdade que se guardada por muito tempo, sufoca, então, a vividade não é restaurada, o amor não transborda, a calmaria não se instaura, a grata euforia demora, uma compreensão necessária que tanto transforma.
L uz dos meus dias,
O lhar precioso,
R adiante alegria,
E ncanto gracioso,
N otável energia
A mor belo e corajoso.
Os dias de agosto não precisam fazer jus a expressão “Agosto, mês do desgosto” desde que sejam vividos em lugares maravilhosos por seus significados ao lado daqueles que amamos, que transformam um dia nublado em um momento luminoso, ofuscando algumas adversidades,
compensando qualquer aflição sentida,
uma forma de se perceber o amor e o zelo do Senhor durante todas as fases da vida, uma forte evidência de que vale a pena viver, que o tempo vivido não volta, mas permanece vivo e que as melhoras memórias são construídas em meio às tormentas.
Faz muita diferença pensar dessa maneira, permiti compreender que cada mês é valoroso, todos podem ser vistos e vivenciados como uma grande bênção, fruto do Deus Amoroso, a alegria que sobressai a tristeza, portanto, certamente, no fim das contas, fica a gosto.
Ele é como um raio de sol
nos seus dias nublados,
Ela tem uma presença
resplandecente
como um luar numa noite sombria,
dois universos entrelaçados,
distintos como a noite e o dia,
um elo bastante inusitado,
mas necessário pra uma mútua e intensa euforia.
Contigo, aprendo todos os dias,
cada momento ao teu lado,
tem sentido, há deslumbramento,
sinto uma alegria inexplicável
ao ponto de sentir medo
de falhar, de não estar por perto,
entretanto, o amor que tenho por ti,
enche-me de coragem para enfrentar
as adversidades que possam vir.
Tenho certeza que depois que vieste,
graças a Deus, a minha vida foi transformada, tendo em vista que hoje sei o quanto que eu precisava e ainda preciso da tua existência
tanto que muitas vezes com o teu lindo sorriso afungetaste a tristeza que outrora já foi mais presente,
de fato, és uma bênção
que ajuda-me a ser resiliente.
Tu ainda não compreendes,
mas com o tempo, irás compreender
que para se demonstrar o que se sente, atitudes são indispensáveis,
só usar palavras não é suficiente,
não precisa ser algo grandioso,
desde que não falte amor e verdade,
assim, quero mostrar-te
e peço ao Senhor que continue me acompanhando também neste propósito com a sua benignidade.
DIAS DA VIDA
Cada dia da vida
Sempre um Crick. Em dezembro
Tudo é chique. Brinde.
Os janeiros que se passam
Juntam algumas fotos Vividas a cada copo.
Você veio colorir os meus dias
como raios de sol num tempo nublado, trouxe mais vida, mais alegria
e meu mundo, hoje,
tem mais significado.
R esplandecente presença,
A mor por nerdices,
Q ue agrada quando chega,
U m carisma nos dias difíceis,
E ngraçada e autêntica,
L uz que a define.
Como pode a Luz que bate em minha face trazer-me a escuridão? Esses me são dias tão estranhos...
Eis que está personificada em uma só pessoa todas as estacoes, mas em mim apenas o inverno...
Há distância em todas as formas.
Como podes oh Deus isso se dar?
Neste instante até o derradeiro peço como fez Sebastian Bach: Não voltai de mim a vossa face!
"Acredite em si mesmo, todos os dias. Cada passo dado é um caminho para o sucesso. Você é capaz!"
Espero que isso te inspire! 😊
A celebração do nascimento de Jesus Cristo renova nossa esperança e nos faz crer que dias melhores virão.
Neste Natal, desejo a todas as amigas e amigos meus sinceros votos de saúde e prosperidade.
Que os lares paraenses, abrigos e hospitais sejam abençoados com a presença de Deus. Que tenhamos prosperidade em nossas vidas.
Um Feliz Natal a todos.
Alguns dias parecem pesados
Em dias assim, de chumbo e calmaria tensa,
O mundo grita em cores que a alma não pensa.
O coração, outrora canção leve e solta,
Bate exausto, na engrenagem que nos volta.
O peso interno, fardo invisível e constante,
Não se revela em números, mas em instante
De respiração curta, em nó na garganta,
Em sombra alongada que a alegria espanta.
Esmaga lento, como a gota que fura a pedra,
Cada suspiro um passo em direção à treva.
A força se esvai, a vontade se dobra,
Sob o jugo silente que a alma absorve.
Mas lembre-se, em meio à pressão que aperta,
Que a noite mais densa precede a alvorada liberta.
Ainda há espaço para um respiro profundo,
Para encontrar em si um novo mundo.
Carrego comigo a esperança em dias melhores,
imersos em tranquilidade, paz e sabedoria.
Dias em que os homens entenderão que não há
um Deus diferente, que o amor é a maior religião.
Dias em que não será necessário falar uma só palavra, pois, tudo o que precisa ser dito será uma expressão do olhar.
Dias em que antes de julgar um irmão,
eu olharei para o espelho da minha alma.
Dias em que, enfim, após anos de erros e acertos,
entenderei que o mais importante é acreditar...
Que todos os dias é possível recomeçar...
E escrever uma nova história.
O Jardim Que Deixei
Ó caminho sem fim,
dias pálidos, sem cores.
Ficou para trás o jardim,
onde eu não conheci as flores.
Levo só sonhos calados,
nos passos, um peso antigo.
Ecoam meus próprios fados
sem voz, sem abrigo.
As flores chamavam meu nome,
mas temi suas doces canções.
Neguei o sol que consome
e guardei silêncio nas mãos.
Não soube que era vida o momento,
nem soube tocar seu calor.
Caminho agora em puro lamento,
por não saber apreciar sua cor.
Tantas coisas podiam ter acontecido...
Agora é só o pensamento
do que fui, ou do que poderia ter sido.
Nesses dias sem cores,
chega o suspiro que afasta as dores.
Fecho os olhos, e, enfim,
para trás ficou o jardim.
(26/06/2025)
