Poemas Sobre Céu
Diante dos teus olhos que
são onde convergem o céu
e monumentos do tempo,
Mesmo que ventos contrários
soprem nas nossas faces,
Convicta ando insistindo
para que o nosso mundo
íntimo não tenha destino
igual ao da Linha Durand.
Pisoteei caleidoscópios,
rasguei todos calendários
e quebrei muitos relógios,
Por recusar viver a vida
toda a mercê do acordo
entre o cavaleiro e o emir,
Está para nascer quem irá
ditar os meus valores a seguir.
Por saber que a história
não começou a partir daí,
As minhas próprias regras
fui eu quem escrevi,
E uma delas é que impérios
sempre as próprias covas
por si mesmos cavarão.
Confio na predição forjada
por lágrimas, sangue e fogo,
e na sublime ambição
que converge na sua direção
levando o teu amor no coração
com a certeza da tua retribuição.
No Hemisfério Celestial Sul,
o céu da minha Pátria amada
a Aurora Austral alcançou --
e em Santa Catarina tocou,
deixando Alfredo Wagner
toda hipnotizada...,
e a mim como mulher
plena, confiante e preparada.
Sim, o meu coração por
um instante apaziguou,
com presença empolgou,
e sigo encantada...,
não pensando mais nada
que me tire dessa cena
que deixou-me extasiada.
Não faço previsão quando
a Aurora Austral voltará
por aqui a iluminar,
Só sei que antes disso
quero estar com você
do lado para gente se mimar,
e do jeito merecido nos amar
de tal forma que não queira
mais para o mundo lá fora voltar,
e outros amores vir a conquistar.
A noite se expande
com o seu véu negro
da seda pelo céu
do Hemisfério Sul,
A Sucupira retribui
com a sua primícia
grata e fascinante,
Entre nós se escreve
o nosso romance
feito de Versos Intimistas
nas entrelinhas
da silenciosa narrativa
da troca sedutora de olhares,
Certo está que um leva
o outro por todos os lugares.
...
Madrugada poética
de Sucupira em flor,
Com Versos Intimistas
escrevo em ti um poema
irresistível de amor,
E assim somos o quê
existe de mais sedutor.
Não consigo mais olhar
com os mesmos olhos ingênuos
o céu da nossa América Austral,
Não dá para não imaginar
o Deus da Guerra e da consequência
dançando sobre algum
de nós sem tremer inteira,
Seja sob o Sol ou sob a Lua
está difícil de tirar o olhar
do céu sem embalar
o pior no coração e na cabeça,
Não dá nunca mais
para continuar sendo a mesma:
É sobre vulnerabilidade o poema.
Nascidos fomos, sob um céu de cinza e bruma,
Com a exata medida para a dor sem fim.
Duas metades buscando a mesma espuma,
Um laço trágico tecido em linho carmim.
Desde o primeiro olhar, a alma reconheceu
O espelho partido, a sua parte ausente.
Mas o destino, em escárnio, interveio,
Deixando a chama acesa, mas fria e renitente.
És meu avesso, a chave que a dor contém,
A prova viva de um amor que não se finda,
Mas entre nós, a sombra, o que convém,
O grito mudo de uma estrada que se cinda.
Melancolia em cada suspiro teu que ouço,
Tristeza funda em cada passo meu que dou.
Somos a tragédia do mais puro poço,
Onde a água clara nunca se encontrou.
Ah, esta união de almas, dramática e amarga,
Que nos condena ao longe, ao eterno anseio.
Uma febre que arde e que a vida embarga,
Um abraço negado, morrendo em meio ao meio.
E assim seguimos, dois espectros em conflito,
Ligados pela dor, não pelo doce intento.
Um poema de pranto que jamais foi dito,
O eco que restou de um amor sem sustento.
O teu bonito olhar feito de astros
que no meu céu parecem dançar
a Dança dos Engenhos de Farinha
da nossa Santa e Bela Catarina,
O quê estamos a imaginar vai
além do que a multidão imagina.
O culto e o desejo pela beleza
como fogo que não se apaga
nos mantém vivos e renovados,
e uma nova aventura acende,
Não é de hoje que encantados
há tradição em nós mutuamente.
Há festas em nós imparavelmente...
Pedacinho do céu na terra
é o Jatobá magnífico
quando floresce no caminho
tal qual a noite de luzeiros
se enfeita para o mundo.
Para quem vir a ser lido
pelo olhar de festa vestido
para o coração sob as suas
mansas mãos ser rendido.
Enquanto o Sol e a Lua
da devoção amorosa
se erguem sobre aquilo
que une, funde e cria
uma ordem secreta.
Para fazer do mundo novo
ausente de preocupação,
blindados pelo amor,
e plantando árvores nativas ao redor.
Como quem beija o céu
a Escumilha oriental
revela as suas flores
como quem beija o amado,
Igual à ela os dias
com poesia o tenho beijado.
A sua existência distante
no coração tenho embalado,
O desejo pelo romance
e o inevitável têm capturado
o quê era outrora impensado.
Ainda que de tudo talvez
esteja em algum lugar distraído,
e não tenha me reconhecido:
O tempo tem o próprio laço.
Como o Condor-dos-andes,
cruzar o céu austral
do meu para o seu coração,
Fazer que o meu
nome nos teus lábios
se valore como a oração
ancestral reconhecida,
E se transforme na canção,
que desperte a paz,
sem tardar nas auroras.
Ao mesmo tempo ser
arma e a flor em disparo,
para que a guerra
não encontre abrigo
na nossa amada terra,
Tornar o peito abandeirado
do amor convicto,
para que não haja rendição
nas mãos de nenhum inimigo.
O tempo pode até mudar,
Mas teu abraço é meu lugar,
E quando o céu se abrir primeiro,
Vai ser teu nome que eu vou chamar... _ Frase da música Por Inteiro do dj gato amarelo
Entre eu e o céu,
Estava você e eu te escolhi.
Uma dádiva cruel,
Afinal, o que é o Paraíso sem Você ali ?
Meu Pai do Céu, eu nunca me esqueci.
(Cresci)
Teu amor velou por mim.
(Protegendo)
Que seja feito assim.
Conforme a tua vontade!
Juntos em oração.
Não nos deixeis sozinhos.
Nesse mundo de maldades.
Cuida das nossas crianças.
Livrai-nos de todo o mal.
Livrai-nos da omissão.
Onde houver trevas, que o amor prevaleça.
Começa mais um dia comum.
Terminem, como crianças.
Que elas cresçam na Fé .
Com a paz de Jesus Cristo.
Onde não houver saída.
Dei-lhes uma solução.
Faça-se voltar à infância.
(Á)
Esses pobres pagãos...
“Há dias em que o céu se fecha, tomado por nuvens carregadas.
Em silêncio, o vento as afasta e revela o sol que sempre esteve ali.
A tempestade é passageira; o sol, permanente.”
Quem carrega o Céu:
não deixa rastros de dor,
não normaliza abusos,
não justifica feridas em nome de Deus.
Deixa marcas de amor que edifica,
verdade que liberta,
e graça que transforma.
Continue guardando teu coração, para que cada passo teu seja testemunho do Reino, e não eco de trevas. miriamleal
DEVANEIO TRISTE
Nas lágrimas que borram o céu altivo
vejo a lua que chora triste e sombria
as estrelas já espremidas e sem brilho
na trágica sina dessa minha melancolia
No vão oco obscuro de minha incoerência
busco-te num coração flagelado e de luto
perambulando em busca de minha existência
sou uma peregrina enclausurada num reduto
Teu sorriso disperso na luz do luar eu vi…
sigo nesse destino que congela e paralisa
nesse meu arrebatamento transfigurado em ti
Saudade enegrecida que causa tanto tormento
Círculo vicioso que entorpece e me agoniza…
para mais uma vez não te ter nesse momento!
Sob o céu cinza e molhado da cidade,
Odores de almas abandonadas,
Mulheres tristes, como tardes encharcadas,
De uma cidade cheia de gente perdida,
E outras que nunca foram encontradas.
Um espaço que se move, dissimulado,
Ela veio, mas nada mudou,
A nave parada no vasto espaço,
A estrela quase se apaga, no fracasso.
Hoje mesmo, sob o céu de cinza,
Vi uma estrela, no contraste da sala Grande Otelo,
Parecia triste, como atriz em desgraça,
Era a faísca que acendeu meu olhar sem selo.
Olhos que amaram, mas não foram amados,
Tentaram se encaixar na máscara requerida,
Ela veio só com a alma revelada,
Esqueceu a fala, quis ser a própria vida.
Ela derramou uma lágrima, silenciosa,
Dor contida na língua de guerra,
No fronte, firme, em sua causa silenciosa,
Enfrentando a batalha verdadeira.
Sob o mesmo céu de chuva, molhado,
Ela era a gota que cai do céu,
Na terça-feira cinematográfica, em pranto,
A estrela ruiva, com voz, corpo, alma e fala.
O céu lá fora estava limpo, e a noite, silenciosa. Quando o sono finalmente veio, foi intenso, sonhou com uma sombra escura que se aproximava e chamava por seu nome. Era o mesmo sonho que tivera antes, ainda em Aereth, mas agora o cenário havia mudado: ele estava em Arkandor, entre ruínas antigas, quando a sombra o alcançava.
Elliot Pavel e o mundo escondido
Vejo o céu quando
teus olhos me encontram,
negro e brilhante como ônix à noite,
profundo demais pra medir,
seguro demais pra eu cair.
Teu silêncio fala comigo,
teu toque acalma o caos que trago,
e mesmo na escuridão mais densa
teu amor reluz
— raro, intacto.
És pedra e constelação,
força que guarda,
Luz que conduz.
Se o mundo apaga
as estrelas, em você…
eu ainda vejo o céu. ✨
Avisem a minha amada...
Avisem a minha amada
como quem contempla
o céu ao amanhecer,
pois nela mora a calma do mundo
e o caos bonito que escolhi amar.
Seu sorriso é abrigo
quando tudo pesa,
seu olhar, um convite para ficar.
Entre silêncios e promessas mudas,
meu coração aprende a chamar
seu nome.
Se ela soubesse quantas vezes
vive em meus pensamentos sem pedir licença, veria que meu amor
é casa aberta, onde sempre haverá
luz acesa.
Avisem, sim,
a minha amada, mas saibam:
é comigo que ela habita.
Porque amar é permanecer,
mesmo quando o mundo tenta nos separar.
E para as minhas noites:
A lua...o céu...as estrelas...os desejos...a prece...
o sono..os sonhos...o sussurrar da benção...os anjos...e Deus.*
Amém.
*__________FranXimenes (autora)
03*11*15
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