Poemas sobre a Morte

Cerca de 19465 poemas sobre a Morte

⁠"Vivemos em um universo dimensional repleto de vários paralelos.
Aonde a morte limita o dual macrocosmo, mas seque no colateral,
ou seja; não é só uma vida,
infinitas vidas".

Inserida por robertogbichara

bandido bom é bandido mudo
um bendito forte
que furta a rima
e engana a morte

Inserida por kikoarquer

⁠A morte é o momento que nos separamos do tempo que Deus nos concedeu na terra..."
Hoje é dia de lembrarmos aqueles que na terra tiveram seu tempo, mas foram chamados à eternidade deixando em nós uma saudade infinita.

Inserida por EnesCarvalho

⁠Caminho Universal

Estou nesse caminho
O caminho Universal
Na luta da matéria
Contra a morte e miséria
Para me libertar do mal

Se libertar da maldade
Desse mundo da ilusão
A chave da lealdade
Está na igualdade
Em amar de coração

O Mestre ensinou com carinho
Mas não fizeram assim
Fizeram foi ao contrário
Um erro extraordinário
Deturpando o Caminho

Está chegando o momento
Está chegando o dia
Chegada a hora
Desse mundo irmos embora
Nem que seja em pensamento!

Inserida por SamuelRanner

⁠Se ao menos a morte tivesse revistas...

Ela morria tantas vezes
em tiroteios à porta de casa
que já não sabia morrer para sempre
assim
de uma vez só.
Se ao menos se marcasse um dia
para a morte, uma hora certa
como no dentista
que apesar de tudo
nos faz esperar
onde apesar de tudo
não sabemos quando será a nossa vez.
Se ao menos a morte tivesse revistas
e gente na sala de espera
não estaríamos tão sós
tão vivos nessa ideia final
nesse desconforto.
Poríamos o nome na lista
quando estivéssemos prontos
sabendo que seria fácil desmarcar
marcar para outro dia
ou simplesmente
não comparecer.
Depois, ficaríamos com a dor,
com o terror
de passar sequer naquela rua
como ela à porta de casa.
Ela que morria tantas vezes
porque morria de medo de morrer.

Inserida por dhiegobalves

O dia da minha morte.

Era para ter sido um dia como outro qualquer... Mas se não fosse aquela angústia que eu sentia, que me atormentou e me fez chorar, hoje eu estaria morto por aí...
Senti o peso do caminhar em vão e de viver os dias inglórios.
Se não fosse aquele medo de continuar morto, talvez teria pedido um pouco mais de misericórdia a Deus e que me desse pelo menos a chance de pedir perdão a quem eu amei.
Aquele dia eu desisti de continuar escrevendo e de me sentir inútil por nunca ter aprendido a viver de verdade e por nunca ter feito alguém sorrir verdadeiramente com o coração.
Agora o que não me falta é tempo para lembrar que tudo o que eu deixei está como antes e que, quem eu amei, hoje ficou melhor, porque a minha existência se vestia apenas de tristeza...
E se não fosse aquela angústia que eu sentia, que me atormentou e me fez chorar, hoje eu estaria morto por aí...

Inserida por Kleberabdul

⁠EVOLUÇÃO

Se vissemos a indesejada das gentes (a morte) como uma evolução do ciclo de vida, certamente que nos custaria menos.

Inserida por SCJailane

⁠A GOTA D’ÁGUA

Fonte da vida e morte de tão vida
Cuja terra agradece, não em demasia
Alenta tudo que é, e o que não é

Emerge do nada e inicia a sua corrida
Por vezes estagnada em alguma bacia
Alimenta o vazio com desmedida fé

Usualmente predisposta a ser bebida
Não importa, se em jarra meio cheia ou meio vazia
Fria ou quente, doa-se até para o melhor café

Mal regida, torna-se mágoa
Surdindo por meio de bágoa
A gota d’água, é pé ou tromba d’água

Tersa ou turva
Basto para aqueles, porque é alívio
Basta para estes, porque é dilúvio

Pingo que gera pinga
Em excesso inebria
D’outra forma sobria

Baga d’água
Salgada é canja,
Doce é ideal para suco
Salubre, perfeita para ablução

Pinga d’água
Hábil a matar a fome e sede
Em sede de sequidão

Seja lá porque cargas d’água
Mas a fonte da vida
É a gota d’água



Um dos bens mais preciosos e dádiva divina.
Vamos consumir a água de modo racional!

Inserida por SCJailane


Na vida nada é garantido.
A vida só dá garantia de morte.


꧁ ❤𓊈𒆜🆅🅰🅻𒆜𓊉❤꧂

Inserida por valdecir_val_neves

⁠A pior dor é a morte.
Ela é silenciosa, e ninguém sente até o dia que ela chega e devasta com tudo.
Ninguém está preparado para algo pior que ela, A SAUDADE.

YakuzaMoon_JWC Autism

Inserida por YakuzaMoon_JWC

Os demônios sempre retornam

Podem tardar. Podem antropomorfizar-se. Podem fingir morte. Contudo não esquecem de nós tão fácil.
Lutar contra o luto.

Inserida por erick17

Porque mesmo na morte a vida pulsa .
Pulsa na lembrança de quem fica ,na eternidade de quem vai
no ciclo de renascimento constante de nossas esperanças ..
Ela pulsa ,explode , renasce violentamente....
em uma prova de que ; se matarem um de nos, mais mil se levantam em uma só voz, para dizer que a vitória sempre sera da vida !

Mestra Emília

Inserida por Bia-Domingues

⁠Jesus nasceu, viveu e morreu por nós, mas a história não parou aí. Ele ressuscitou, venceu a morte e deixou claro: "Eu estou vivo!" Ele veio ao mundo para nos dar esperança e mostrar o caminho, mas desde aquele dia em que trocaram o Filho de Deus por um criminoso, o coração humano tem insistido em olhar para o lado errado.

Hoje, a gente vê a mesma troca acontecendo de novo. O Natal, que deveria ser sobre o nascimento de Jesus, virou só festa, presentes e distrações. Trocaram o verdadeiro significado por coisas passageiras, por figuras e histórias que não têm nada a ver com o propósito original.

É como se estivéssemos repetindo a mesma escolha da cruz: deixando de lado o Salvador por coisas que não preenchem o vazio. Mas ainda dá tempo de mudar. O Natal é sobre Jesus, sobre o amor que Ele nos deu. Bora colocar o foco no que realmente importa e lembrar que Ele nasceu, morreu e vive por nós até hoje.

Inserida por EvansAraujo1

⁠Lembranças após morte !


Lembranças após morte,
de que adianta ?
Se quando vivi,ao teu lado,
nunca fui lembrando.

Poemas e versos sempre escrevir,
vistos por muitos, mas nada me foi dito.
Nem uma palavra de incentivo, nenhum
vá enfrente meu irmão.

Isso só me trouxe tristeza e muita decepção,
pois eu vi que meus amigos, não me tinham consideração. Pois todopoeta anseia, por um aperto de mão.

Inserida por COMPOSITOR

⁠A morte !

A morte é único vilão,
de que ninguém consegue escapar.
Nós os vivos, temos que viver segundo a vontade de Deus.

Ele nos dar a vida, e a toma quando bem quiser.
Por isso não devemos questionar-lo,
quando chega a hora dos nossos
entiqueridos, tiveremque partir.

Eu sei de uma coisa, se eu posso
declarar para alguém que o amo,
terei que fazer isso, enquanto essa pessoa
pode me ouvir, porque depois que
decem a capa fria não poderá mas me ouvir.

Não adianta eu chorar, e nem gritos ficando dando, porque a pessoa do caixão, não está
mas me escutando.

Inserida por COMPOSITOR

Ou se nasce para a morte ou se morre para a vida!



A vida é o início do caminho que leva à morte, a dor é a conseqüência do que traz a lágrima, e o ranger de dentes é o mártir inconfundível nos olhos humanos.
Transverter o que não se pode sentir medir o que não se pode ver amarrar o que não se laça. Leva a morte o que da vida se fadiga e pouco se limita no enrijecer do coração. Nasce para a morte e morre para a vida.
Pasmaceira de tenebrosa abominação ao léu de um meio mundo de mortos inebriados por névoas.

Inserida por Erwelley

Talvez a morte seja um passarinho invisível
que repudia a dor; então desata a matéria da alma
e a leva consigo num voo sem sentido reverso.⁠

Inserida por RaquelOrdones

A despeito da morte


Após passar por dois eventos morte em 40 dias na mesma família, assistindo o sofrimento dos familiares e amigos, sofrendo junto com eles essas tristes perdas, como também por ter sentido de perto, porém salva por um quase, obrigo-me a refletir sobre este tema:
Há realmente uma dualidade subjetiva no conceito morte?
Para os que partem, a libertação, a salvação, o descanso eterno.
Para os que ficam, o martírio da perda de um ser amado, querido e desejado.
A despeito da morte, a vida, o respirar, o fôlego, o viver, o andar, recusando-se a parar, o movimento continuo, o ressignificar!
Há quem diga que a morte também é transformação, um renascimento, um encerraramento de um ciclo, um fim, porém um recomeço, uma metamorfose.Como se fosse necessário morrer, matando a dor, para renascer e florescer sem culpa.
"E se também há mares, a morte digo, pois do universo inteiro, só quero a marte!"

Inserida por palmis_costa

DESCOBRIR A VIDA NA MORTE

Eu já faleci, há uns anitos...
Fizeram-me todas as encomendações
E recomendações conforme a fé familiar...
Segui, por fases, todos os trâmites legais
E funcionais, entre os quais:
Como era grande pecador,
Passei primeiro pelo crivo
Doloroso da peneira das penas do Inferno,
Que me chamuscava os sovacos da primavera ao inverno.

Passaram-me depois a outra repartição:
Esta, bem mais animadora,
Graças minhas a Nossa Senhora!
Eram os tempos do Purgatório,
Onde me fizeram purgar tudo e o acessório.
Mas, senhores, puseram-me tão magrinho!
Chegada a hora de melhor sorte,
Fizeram-me chegar de elevador ao piso seguinte,
Numa manhã luminosa e serena,
Ao Céu, aos Pés de Nosso Senhor da Boa Morte!
Olhou contristado para mim e falou:
Que purga! Que magrinho e tão tristinho!
Aí, eu fiz uma cara de anjinho e Ele continuou:
Rapaz! Vais ter direito a banho de sais e mais...
Vão dar-te calção de praia, óculos de sol e t-shirt.
Depois, vais mas é divertir-te!...
Respondi, com decisão:
Não, Meu Senhor!
Se estou no Céu, quero primeiro ver a minha mãe, meu pai, irmãzinha e tantos mais!
Não é que Nosso Senhor, começou a arrotar
E a deitar pelos olhos luzes fatais!?...
Sentei-me no chão e comecei a chorar, a chorar...cada vez mais!
Senti uma mão no ombro, tão leve e serena, como uma pena...
Era o Nosso Senhor a dizer: Vamos lá, rapaz, vamos à nossa vigília.
Não demora muito e verás a tua família. E eu sosseguei!...

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 09-05-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

TRÂNSITO NA PASSADEIRA DA MORTE

⁠Ensinaram-me a andar,
Atento e devagar,
Para não ser atropelado
Nem atropelar
Quem se cruze no fado
Comigo,
Mesmo em único sentido
Na vida.

Senhor, com tanta brida,
Nem se respeitam sinais
Nem prioridades,
Tantos mortais senhores de nada
Que querem fazer da estrada
A coutada dos seus ruins ideais!

Têm cara de demónio
O único prazer património
Que querem auferir na vida,
É matar gente já sofrida.

Ontem, pela manhãzinha,
O sol raiava pela fresquinha
E eu meti pés ao caminho
Para aspirar a vida de mansinho.

Alguém em potente máquina de matar
Quem na frente deles se atravessar,
Me ia levando inutilmente pelo ar,
Como já morto e inerte passarinho.

Salvou-me alguém lá dos céus,
Que mesmo sem ouvir os brados meus,
Deu-me a força de me atirar à valeta
Em voo rasante, como em tempos,
De tantos outros contratempos,
Eu, como uma leve borboleta,
Pousava e saltava sem parar
Sempre que me queriam matar.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 01-07-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro