Poemas sobre a Morte

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Cuidado ao maltratar um ente querido, ele pode estar se despedindo de você antes da morte.

"Eu desaprovo o que você diz, mas defenderei até a morte seu direito de dizê-lo", era a sua atitude agora.

Evelyn Beatrice Hall
The Friends of Voltaire. Londres: Smith, 1906

Nota: Trecho da biografia que a autora escreveu sobre Voltaire, referindo-se à atitude deste, fazendo uma paráfrase de um trecho de "Essay on Tolerance" de Voltaire.

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A morte tem dessas coisas: desperta o sentimental que há em nós. Diante de um túmulo vemos apenas o bom, ou o que queremos ver.

Independentemente do que tenhamos feito como preparação para a morte, ela nos encontra despreparados.

A morte, ninguém pode experimentá-la em si mesma (pois experimentar é da alçada da vida), só é possível percebê-la nos outros.

Enquanto eu tiver um desejo, terei uma razão para viver. A satisfação é a morte.

George Bernard Shaw
Overruled (1916)

Aqueles que abandonaram a esperança e não querem mais lutar só os resta esperar a morte.

O fim de um relacionamento dói como a morte de uma pessoa que na verdade, ainda está viva.

Minha avó disse que a morte não existe. Ela acreditava que só morremos quando os outros nos esquecem.

Ainda que o pecado não reine, ele continua a habitar em nós e a morte é ainda poderosa.

A morte é um breve instante de dor. Nada mais que isso. Então é impossível cumprir a minha vingança com uma coisa tão pequena como a morte.

Todos nós estamos numa fila invisível da morte onde ninguém sabe sua senha. O melhor dia de sua vida é hoje!

A morte não chega com a velhice
Ela chega no momento em que você deixa de sorrir!!!

De repente tinha-se tornado questão de vida ou morte conseguir aquilo. De vida ou morte era exagero, mas de sanidade ou loucura, não.

A morte deve ser fácil já que a vida é tão difícil.
(Dead gotta be easy cause life´s hard)

Por que qualquer coisa me assustaria agora? Eu devia poder olhar a morte de frente e rir.

Não há vida sem morte, como não há morte sem vida, mas há também uma “morte em vida”. E a “morte em vida” é exatamente a vida proibida de ser vida.

A morte é como o umbigo: o quanto nela existe é a sua cicatriz, a lembrança de uma anterior existência.

A tarde é a velhice do dia. Cada dia é uma pequena vida, e cada pôr do Sol uma pequena morte.

O amor não correspondido é muito mais do que o sofrer dá alma em silêncio. É a morte lenta e dolorosa dos sonhos e planos, ver o partir, e reparar no vazio que o amor nos deixou.