Poemas sobre a Escrita

Cerca de 2230 poemas sobre a Escrita

⁠Construa pontes e não muros,
na sua vida,
em seus relacionamentos.
Os muros protegem, e isolam.
Os muros alimentam nossa zona de conforto,
alimentam nossas fraquezas e medos,
não nos dando a chance de crescer e evoluir.
Pontes são ligações.
Interligam pessoas. Lugares.
Ligações são conexões.
Conexão é força.
Construa pontes e não muros.

Inserida por judutradl

⁠"Gratidão 💝
pela noite
de descanso"🙏
*
Quando a noite chega
e me pega
a pensar em ti,
e sinto teus versos
como pássaros
do paraíso,
voando a minha volta.
*
Tua escrita
é bela e perfeita,
me alimenta,
sim
e cria em mim
sentimentos
de afetos,
alegria,
empatia,
e enquanto leio
eu sor-rio
e transbordo em prazer,
só de saber
que veio
de ti, das tuas mãos,
orientadas por tua mente
tão brilhante!...✍️💎🙏
***

____Francisca Lucas___

Inserida por ostra

⁠O floricultor triste

Floricultor era ele
Plantava flores para curar suas dores
Dores que derrubam qualquer um
Triste como arranjos que estavam ali
Sonha a ter uma vida livre e feliz
Senso ele mesmo
Já se perdeu no personagem que nunca quis ser
Mesmo assim sua busca é pertinente
Pertinente como sua aparência
Cansada de tudo mas nunca desistiu
Sua missão? Não sei
Só sei que eu o acredito
De qualquer jeito, sua vida será feliz um dia
Queria tua boca e abraço quente para mim
Mas não o posso ter
Já estou morto
Morto como rosas mortas
Ele cuidará de mim mesmo nessa situação?
Jardim perdido
Perdido em sua mente
Uma prisão que o foi buscar
Sente o ódio amargo em sua boca, a tristeza tirava suas forças
Apenas a boca daquele garoto poderia me salvar
Suas palavras adocicadas me fazem ser mais quente
Quente como o inferno
O salvarei dessa doença
Chamada pessoas
Pessoas que não te dão o mínimo
Protegerei de mim, para que não caia comigo no abate da sociedade
Somente sei a dor do destino
Floricultor que precisa ser cuidado como suas flores
Flores que se sentem mal como ele
Por sua dor se tornar frieza
Flores, flores mortas como a mim
Assim deixo ele com o que mais queria
Dei a minha liberdade de sobra para o mesmo
Como presente de morte do seu admirador.

Inserida por matteo_kim

⁠Escrever
É permitir
Me desfazer
E me reconstruir
É romper com as linhas
E refletir
Ideias tão minhas
Deixando fluir
Todo o sentir
Que em mim existir


Princesa Diamante

Inserida por stella_marques

⁠Escrever é me entregar
É reviver
É deixar ecoar
É o florescer
É semear
É fortalecer
É regar
O ser


Princesa Diamante

Inserida por stella_marques

⁠⁠Quem sou eu?
Sou poesia,
Legitimando o sentir
Expressa com ousadia
Em versos a fluir
Com um toque de fantasia
Para com palavras colorir
Toda essa monocromia
Que além de nos reprimir
Nos asfixia

Sou poesia que se cria
Só de existir
Sou rimas em sincronia
Sou apenas esse emitir
Do meu eu particular
Sou esse sentir
Esse amar,
Esse sorrir,
Esse transbordar,
Me permitindo transmitir
E rimar
O meu eu
Que aqui se descreveu


Princesa Diamante

Inserida por stella_marques

⁠Querido futuro namorado,
Não sei por onde você tem andado
Mas saiba que há muito, espero te encontrar
Te procurando em cada esquina e em cada olhar

Mas você ainda deve estar um pouco perdido
E é por isso que vim a te fazer um pedido
Não quero que você seja perfeito
Pois quero amá-lo do seu jeito

Mas, preciso te avisar
Que antes de você chegar…
Muitos sapos decepcionaram esse coração
Matando minha esperança, me deixando sem chão
Então, não se assuste se eu demorar a acreditar
Que alguém realmente é capaz de me amar
Sabe, perdi a fé no amor
E que o mundo realmente pode ter cor
E também aprendi que não devo confiar
A não ser que você venha a me provar
Que merece a minha confiança…
Sabe, não há nada pior que perder a esperança…
Mas espero que com a sua chegada
Eu posso finalmente descobrir como é ser amada

Um grande beijo…
Da garota que você…
Ainda não deve conhecer…

Princesa Diamante

Inserida por stella_marques

⁠Prédios cinza,
Árvores sem cor,
Pessoas ranzinzas
Que não conhecem o amor

Princesa Diamante

Inserida por stella_marques

⁠⁠Nada feito

Lá se foi um verso inteiro
e eu não disse coisa alguma
Esse aqui já é o terceiro
e a rima mal se arruma

desperdiço meu tinteiro
escrevendo, assim, ligeiro
antes que a palavra suma

Inserida por mnora

⁠Assombro

O nó seco na garganta
O meu passo meio manco
Nada disso me espanta
É preciso ser bem franco

O Terror que me encanta
vem da alma sacrossanta
dessas páginas em branco

Inserida por mnora

⁠Nu (flagra)

Quem pegou o meu soneto
e jogou metade fora?
Encontrei só um quarteto
Ai, meu livro! e agora?

Quando abri o meu terceto
Eu flagrei meu poemeto
Com redondilhas de fora

Inserida por mnora

⁠Escalando As Montanhas

A inércia dura e fria
da granítica muralha
que se ergue sobre a via
da humana e vã batalha

Guarda, em si, como quem cria
em seu ventre a fantasia
de um sol que não se espalha...

Inserida por mnora

⁠Passo

Sinto aperto no meu peito
Sigo andando meio manco
Sigo, canso e me deito
Sinto, tenho que ser franco

Num poema tão sem jeito
Eu percebo só ter feito
outra página em branco

Inserida por mnora

⁠Fogueira

Se pensar é meu pecado,
a caneta - qual cilício -
me flagela e vou, calado,
escrevendo meu suplício

pelo qual eu sou julgado,
torturado e condenado.
Eis aí meu Santo Ofício!

Inserida por mnora

⁠VERSOS E AMARGURA
.
Se de mim retirassem os enganos
Em mim apenas acertos restariam
Seria um poeta de versos levianos
Que como bolas de sabão se esvaziam
Prefiro ser alguém cujas conjecturas
Correm o risco de trazer amarguras
Do que ser um ser vivo sem opinião
Prefiro que me calem com mordaças
Do que ao me ouvirem achem graça
Por repetir os gracejos da multidão.
.
Prefiro ser chamado de subversivo
Do que receber afagos dos opressores
Porque tais afagos só são oferecidos
Aos fracos em troca de favores
Com os quais traem a sua dignidade
E ganham uma falsa felicidade
Como troféu para a covardia
Prefiro ter a honra da clausura
Nos frios porões da ditadura
Do que a desonra na democracia.
.
Se de mim retirarem os versos
Ainda me restarão os pensamentos
Que voarão na amplitude do Universo
Montados nas costas do vento
E baterão à porta de Deus
Que atendendo ao apelo meu
Mandará uma forte tempestade
Formada por poesias agudas
Que caindo regarão as mudas
Que aflorarão como liberdade.

Inserida por EDUARDOPBARRETO

Obrigado Deus...


⁠Deus, obrigado por me permitir escrever e contar sobre os meus dias, sobre as minhas experiências, os meus pensamentos conscientes e sobre os meus sonhos que consigo resgatar,

Deus, agradeço também por de alguma forma deixar a minha escrita ser aceita pelas pessoas mundo a fora, e que nem as areias, nem os oceanos, impeçam a minha arte de chegar aonde tiver que chegar.

Inserida por ricardo_souza_5

⁠Nos momentos certeiros
as palavras eclodem
e deslizam pelo papel,
de forma rápida e espontânea.

Transformo pensamentos
em escrita e externalizo
o que está aprisionado
no meu ser!

Inserida por girle_nunes

⁠Tenho tantas coisas
guardadas em mim!
Às vezes sufoco
e, de repente,
olho para os lados
e acho um ponto de fuga:
A ESCRITA.

Inserida por girle_nunes

⁠Muitas pessoas se questionam: E eu sei escrever uma crônica? Isso é tão difícil!
Nem sei sobre o que falar, não tenho inspiração.
Ah, sei!
Vamos lá!
Você já fez alguma mensagem para seu namorado se desculpando por algo, mostrando-se arrependido? Já fez alguma mensagem de aniversário bem emocionante para sua mãe, com uma linda reflexão?
Já viu aquela cena na rua que te deixou indignado? Que injustiça!
Já observou alguém se despedindo da pessoa amada?
Já observou suas lutas diárias, sua força de vontade, seus medos ou, até mesmo, em algum momento, sua vontade de desistir?! Ou melhor, a nossa!
Já observou que essa vontade passa, as tempestades cessam e depois vem a bonança?
E que muitos dos nossos "eu não sei fazer isso"; "Isso é difícil" acontece pela falta de uma antítese. Ouse trocar o não pelo sim, o difícil pelo fácil. Ou ainda, fazer valer a metáfora "abra a porta do seu coração e mantenha-se firme a ela, Se os ventos chegarem, resista! Isso fará a diferença e verá que sua perseverança te levará longe".
E olha que coisa perigosa. Acabo de fazer a crônica, só para mostrar que cronicar é como vivenciar fatos do cotidiano, colocando-os no papel, fazendo rir ou chorar, com o poder do linguajar.

Poetismo

Fria, cálida, soturna e pálida, letras que destravam, palavras que afagam. A poesia fere, sara, mata e outrora, clara.
As cousas muito mais que vivas, ainda se descrevem, no entardecer da fala. Doce, surrado, elas vem como beijos, e neles se desfazem.
Na poesia, não necessita o verbo, o gesto, nada, só nos resta a poesia que reside em nós, e da gente, o poeta fala, esbraveja, cala, mas nunca, nunca se acaba.

Inserida por PauloHenriqueBatista