Poemas que Falam de Verdade
As tuas verdades e mentiras
Habitam juntas as corredeiras de tuas águas...
Levas tormentas e calmarias aonde passas...
Tens o dom de destruir a pureza,
Na medida que encantas...
Cativas amores e rancores...
Carregas todos em teus redemoinhos...
E vicias...
Como uma bebida quente
Que enebria, mas jamais sacia...
Despertas um desejo de sofrer que faz bem
Até que que se esvai,
Deixando só um rastro molhado de dor e lágrimas...
Verdades são confundidas com mentiras
não posso ser um simples fato de ilusão
uma angustia que aumenta
ao simples fato de não te ter
palavras são ditas e jogadas pelo ar
momentos marcados por sonhos
mais nada é tão real
posso acreditar em coisas que você diz
diz .. diz..
entram na minha mente
encontrando um caminho até o meu coração
e me tendo a cada instante
o tempo é um simples distino
que nos fazem ver uma razão,
levanto cada esperança.
Onze verdades sobre a vida.
Você sempre irá se apaixonar por alguém no colegial, ou ensino fundamental.
Algum amigo sempre te magoará, sendo melhor amigo ou não.
Sua mãe sempre vai te ameaçar tirar algo de você, se fizer besteira.
Terá sempre a mesma vontade de mudar de cidade, quando algo de ruim acontecer.
Seu primeiro beijo, você nunca esquece, seja ele horrível ou muito bom.
Sempre terá inimigos, seja pouco ou seja muitos.
A vida nunca vai ser como nos filmes, não mesmo.
Sempre fará uma loucura na adolescência, que vai te condenar por muito tempo.
Chegando na adolescência, você sentirá saudade da sua infância.
Chegando na fase adulta, você sentirá saudade da sua adolescência.
Chegando em sua velhice, sentirá saudade de toda sua vida…
Existem verdades que, apesar de serem óbvias e inegáveis, parecem que são díficeis de serem aceitas por algumas pessoas.
Também existem verdades que causam um impacto muito grande grande, colossal, eu diria, e transforma a vida de algumas pessoas.
Uma das verdades que reúne essas duas características é esta: Jesus te ama!
Em busca de verdades
Nunca pedi um mundo em que não poderia viver,
O meu desejo era simples e puro,
O meu desejo era você, a sua companhia, sua verdade.
Já cheguei a desejar ser outra pessoa para estar ao seu lado,
Desejei tanto não te querer, desejei fechar os olhos e não enxergar você,
Desejei em vão, até hoje sinto a sua presença aqui, perto de mim, bem perto de mim...
Não consigo entender, tantas mentiras por quê?
Falta de coragem, de amor, vontade, talvez,
Faltou emoção, decisão, precisava de mais, muito mais de você para mim e por que não pensar menos e agir com a emoção?
Hoje sei que seguiu o seu caminho,
Só não tenho certeza se é a sua verdade,
Pelo menos é a certeza que sempre teve, mas nunca teve coragem para dizer.
E é isso, apenas isso que eu sempre quis além de estar ao seu lado.
Cansei de interpretar o seu olhar, queria ir além dos seus olhos, o sentido que me faltava era ouvir o não para buscar o sim em outro lugar, lamentável egoísmo...
Por muitas vezes tentei desvendar seus mistérios, compreender suas falhas, achar normal seus delírios, mas sem nunca saber se ia ficar ou fugir.
Segui em busca das minhas verdades, mas comecei sem ao menos você saber ou notar,
Não era assim que eu queria, mas é assim que deve ser,
Para a minha vida, minha história, encontrar o seu amor foi um indescritível prazer.
BOCA
A boca presume mentiras
Dos dentes que falam verdades.
Há um céu de bom descanso
Estrelas que ardem de brilho.
A boca se espanta com o beijo,
E beija as bordas do mundo
É ela que se faz distante e fecha-se
Numa soberba contração, dormindo.
Fico com a boca por uns dias, calada,
E fecho-me em meu coração
Clausura aberta,
Esperando que tua boca incerta,
Finque no fundo da minha.
O que regurgitas.
Amor, amor, amor,
Não queiras quem já andou perto,
De uma boca, do seu ventre quente,
Dizer não, porque coça o desejo
De um mergulho lá das estrelas,
E dividir bem no meio a terra,
Matar suas feras,
Pelos seus dentes.
Queda, boca ao meu destino
Aprofundo-te no silêncio,
Apenas, passando perto.
Meias verdades
A imagem convexa de um espelho torto.
As dores nascidas do outro lado.
O fundo de uma alma vazia.
O sofrimento solitário.
Aquilo que todos vêem,
Querendo acreditar que seja realidade.
A felicidade exposta como uma bela jóia em uma vitrine.
Um cálice de mentiras tão bem contadas que se acham donas da verdade.
O mundo em que vivemos.
O pesar de um sorriso.
Sentimentos criados por nossa própria carência.
Onde você está agora?
Onde você vive agora?
O que se tornastes agora?
Todos nós somos quem queremos ser.
Todos nós amamos quem queremos amar.
Todos nós vivemos o tempo ao nosso tempo.
Esse vazio não é de ninguém,
A dor não é exclusividade de ninguém,
Não seja egoísta então,
Divida isso com alguém.
Eu sempre amarei quem.
As dores ajudaram a criar.
A face distorcida de um espelho tão fundo.
Que nem no fundo de uma alma possa ver.
Que alguém sempre precisara de alguém.
Como sempre precisou.
Sentimentos não são verdades... São promessas de amor
E a única realidade é a minha dor
Mal podia imaginar o erro de estar com você
E na guerra de lençóis
As promessas voltam e você
Quando você vai olhar pra mim (quando é que você vai olhar)
Com olhar puro, verdadeiro e certeiro
Em momentos de solidão
Ouço a voz do coração
Batendo forte, pulsando cheio de dor Buscando o âmago do obscuro sentimento que me faz adoecer
Palavras usadas ao acaso tornam-se puras armadilhas com gosto de fel
Ah! Se os ditados só deixassem as verdades
Se águas passadas não movessem moinhos
Mas deságuam no presente futuro
Meu coração, um moinho de cordas
lançado aos moinhos de vento!
Vai longe meu pensamento!
Um origami de uma ave que nem sei o nome
Vai arfando enquanto cai o lenço.
O lençol sobre um corpo.
Por um momento
Eu pensei que o pensamento fosse o sonho
E o sono fosse à noite e o tempo.
São as marcas do passado
Que escalam as escadas do meu quarto,
Sem escadas, sem escalas, como um astro,
Que surgiu pela janela sonolenta.
Foi um vulto, mas meu corpo não esquece
Que sentiu o vento, o vulto e a prece.
Eu esqueci da prece.
A pressa toma conta da nossa vida.
Eu tomei conta disso um dia,
Mas de repente a conclusão desaparece,
Como uma promessa esquecida,
Um raciocínio que se perde...
O que serão das promessas não cumpridas?
Das palavras não ditas, não ouvidas?
Mas sentidas, em cada pedaço da alma
E das almas esquecidas ainda em vida?
Serão almas congeladas?
Há um pedaço do mundo, alto e fundo
Para onde tudo vai.
Vai um sopro que Deus manda,
vai o sonho que se esqueceu
o pensamento que se perdeu
nas voltas que o mundo dá.
As paredes do seu quarto,
O primeiro amor sentido,
Todo o medo resumido,
Todo sorriso amargo.
Um morcego apavorado
Mora ainda aí contigo.
Não se assombre se um dia
Lendo... encontrá-lo ao seu lado.
É um limbro... diga assim.
Mas não está acabado.
É o limbro que habita em ti.
É um embrulho, é um sopro,
É o futuro do passado,
É o moinho do moinho,
Esquecido há tanto tempo,
Inerente a ti e tudo.
O silêncio às vezes
É sábio mais também omite muitas verdades
Que falam...
Gritam...
E querem se libertar!
Mais ele recua...
Quando as palavras insensatas almejam ecoar...
Magoando o coração de alguém!
Mentiras e verdades
Eu caminho,
Em direção a uma luz ,
Bela e muito brilhante,
Mas o brilho é algo ilusório,
Não há verdade na mais bela luz.
Eu vejo a verdade em crianças,
Nos adultos, a mentira não é vista,
Existe em uma estrada, o meu desejo de viver,
Mas morrer é a minha maior verdade,
De certo modo, vivo uma mentira,
Pois vivo na ilusão de querer amar o irreal,
De amar olhos ardentes de desejos,
Olhos de verdadeiros desejos da mentira,
A luz que eu vejo, é minha consciência,
Na qual estarei vendo uma mentira verdadeira,
A amor de uma mulher por um animal pensante,
De um sonho real, em um pesadelo de mentiras,
A verdade que não existe, é o amor verdadeiro,
A mentira que existe, é o sofrimento da enganação,
Nem verdade, nem mentiras,
Eu vejo a luz brilhar mais fraca,
Em cada mente brilhante,
Eu existo, e a verdade não,
Eu penso, a mentira aparece,
Eu sinto, um amor verdadeiro,
Eu vejo, uma ilusão fantasiosa.
Somos um painel de verdades e contradições
Um painel de sonhos em múltiplos coletivos, pois faz parte da duvida o encontro com a verdade, é de deverás importancia os opostos pensantes e atuantes, assim se faz um processo criativo carregado de reações, mas o que importa sempre, será todas as opiniões para o contraditório, que é o caminho para a igualdade, onde se lapida a cidadania e constrói a democracia.
Somos o tempo e a conjuntura, mas precisamos antes de tudo, sermos gente que acredita na humanização do ser humano, para construir o amor entre todas as coisas, para todas as vidas e com todos os seres, pois está na poesia a força tamanha que formou o universo conspirando com amor.
meus heróis foram salvos
tentei te salvar mais não foi possível,
os dias amargos em verdades mortas,
por aonde caminhamos nunca mais,
devolva meus sonhos para teu amor.
O acaso também se atrasa...
As verdades se desnudam por acaso.
Quanta entrega desperdiçada;
tudo porque o acaso se atrasou.
Cika Parolin
10- Não Se Pode
Não se pode filosofar?
E pensar?
Poesia são verdades enfeitadas.
Então;
VAMOS ENFEITAR...!
Sem meios momentos ou palavras incompletas,
sem meias verdades, ou amor pela metade
O coração intenso se rende, é sincero
E se entrega por completo
Certas "verdades" não resistirão ao tempo e sorrateiras retornarão a seus casulos donde um dia, travestidas de borboletas, sairão esvoaçando suas lindas
e coloridas asas, jubilosas rumo ao jardim encantado da
credulidade.
Na simplicidade do meu ser;
Existem verdades de valor imensurável;
Que excedem o fato de apenas estar consciente.
Cruzada
Caminhos diferentes
Vidas desiguais
Cruzam-se dois rumos
Em verdades circunstanciais
Momentos de horror
Cruzadas de amor.
