Poemas que Falam de Armas

Cerca de 1098 poemas que Falam de Armas

⁠Segurança com armas de fogo é uma disciplina rigorosa, é um estado de espírito permanente que se estende dentro e fora da linha de tiro, 24h por dia, 365 dias por ano, sem exceção.

Inserida por vilmar_volek

⁠"Um sorriso radiante é uma das armas mais poderosas que um ser pode ter. Ele conquista corações, quebra barreiras e transmite felicidade contagiante."

Inserida por macjhogo

⁠Quando num diálogo encontram-se armas pelo caminho, municie suas ações com bons argumentos

Inserida por RandersonFigueiredo

A paz acontece quando cultivamos flores e não armas, ⁠afinal de contas, pétalas de rosas sempre estarão presentes no resplendor da glória da vida e na delicada passagem na hora de ir embora

Inserida por RandersonFigueiredo

⁠No final de tudo, todas as trincheiras, bombas, armas e vidas perdidas, de uma guerra perfeitamente evitável, tornar-se-ão amuletos banais de uma paz frágil e insustentável

Inserida por RandersonFigueiredo

⁠A língua é uma das armas mais poderosas que carregamos. Com ela podemos curar, mas também podemos ferir. Podemos glorificar a Deus ou alimentar as obras do inimigo. Tiago, inspirado pelo Espírito Santo, nos alerta: não é digno de filhos de Deus que da mesma boca saiam palavras de bênção e maldição.

Inserida por MiriamLeal

As armas nunca fizeram povos fortes e livres. O quê faz um povo realmente forte e livre são os laços de amor.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Se quiséssemos caçar corruptos, jamais empunharíamos armas produzidas e carregadas com “jeitinho” brasileiro.

Inserida por ATeodoro72

⁠Adolescentes são assassinos da felicidade e suas armas do crime, o silêncio ensurdecedor e os comentários maldosos.

Inserida por RubensViannaFilho

“Não nasci para lutar e nem para se defender, nasci para viver.”
Não nascemos com armas e nem com escudos, mas podemos criar a guerra ou a paz.

Inserida por DAmico

⁠Se as armas não oferecem proteção, qual é a razão das autoridades insistirem em portá-las?

Inserida por kamorra

⁠Cuidado com quem você chama de amigo. Seus segredos podem se tornar suas maiores armas.

Inserida por kamorra

Estendo meu amor e solidariedade a todos os familiares e amigos das vítimas do massacre na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano (SP).
Esse triste episódio deixa claro que nossa sociedade não precisa se armar, mas amar!

Se alguém carrega uma bíblia na mão não pode carregar nenhuma espécie de símbolo de ódio na outra. Ou melhor, pode sim! Tais pessoas tem a bíblia, mas não a verdade que só opera pelo amor.

⁠O crime uma vez instaurado, somente o uso da força policial para fazer frente.

⁠"Achar que ter uma arma de fogo vai diminuir o crime ou até acabar com a criminalidade, é o mesmo que achar que ter uma raquete elétrica vai diminuir as muriçocas ou até acabar com a Chicungunha."

Se o sistema educacional está falido, se o sistema de segurança pública também é falido, se todos os outros sistemas estão falidos, e se os nossos representantes políticos são absolutamente incapazes de solucioná‐los; então armemo-nos e lutemos, mas lutemos sobretudo.

Sou do tempo que se exibir ou fazer gesto de arma com as mãos era atitude de criminoso.
Hoje parece ser de pessoa do bem.

"O avião foi feito para levar a paz e a esperança,não para matar os seus irmãos",diziam,bem como é dito sobre as armas.

Inserida por hilda_maria

Meu pai possuía um 38 o qual todo dia ficava alisando com carinho atrás do balcão da mercearia, feito a um animalzinho de estimação, lubrificando com óleo de maquinas. Uma vez matou um cachorro que estava latindo no quintal, disse minha mãe, se sentindo incomodado. Outra vez saiu correndo atrás de um cliente, essa eu próprio vi, apontando o revolver, tremulo, se o cara não corresse feito um raio, e dobrasse rapidamente a rua... Sei não. Acho que não ia atirar, mas... Noutra antes de dormir vi ele atirando logo abaixo da calçada do vizinho em frente. Perguntei: - Pai, o que é isso? - Ele disse: - Bala fria! Não sabia que raio de balas frias eram essas, se tiradas da geladeira ou não, e porque se estavam imprestáveis, como parecia, ele não jogava no lixo, simplesmente. Outra vez ia entrado na mercearia, a noite, na hora que fechou e vi um cidadão que trabalhava com ele e que havia demitido logo cedo, aproveitar, e antes que ele fechasse as portas invadir estabelecimento e sentado em cima dos sacos de farinha ameaçar ele e meu tio com um revolver apontado, se ressentindo de humilhação sofrida. Eu vendo aquilo, estupidamente, me aproximei de bracinhos levantados me sentindo feitos nos filmes americanos de faroeste que assistia na TV.

Inserida por Fg7r85