Poemas quando eu me Amei de Verdade

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Só hoje compreendo que inventei
o afeto que você não tinha!
E que, na verdade, aquele era o amor
que apenas eu sentia!
Nada lamento ! Pois apenas amei...
E amar, mesmo que doa,
sempre será de grande valia.
Cika Parolin

Inserida por CikaParolin

Apenas uma opinião:
Crianças precisam que lhes deem "voz",
é verdade... mas, voz e carinho na medida exata...
Sob o risco de criarmos pequenos déspotas
que não serão capazes de enfrentar os "nãos" da vida.
Cika Parolin

Inserida por CikaParolin

Vitorioso não é quem conquista apenas bens materiais!
É verdade... eles tornam as coisas mais fáceis
mas, isso é muito pouco para se classificar como vitória.
Vitorioso é aquele que mesmo quando tudo conspira contra,
quando todas as portas se fecham, quando absolutamente
nada vem sem muita luta... mesmo assim, consegue remover,
uma a uma, todas as pedras da estrada...e, quando
chega lá, não esquece dos poucos que lhe estenderam a mão.
Cika Parolin

Inserida por CikaParolin

Não se preocupe tanto
com as maldades que dizem a seu respeito.
A verdade tem muito poder
e sempre acaba dando um jeito de vir à tona.
Cika Parolin 13 de novembro de 2015

Inserida por CikaParolin

Ria muito, na verdade,
gargalhe a valer...
O riso renova as energias,
deixa a fisionomia mais bonita,
atrai coisas boas e
varre do coração
qualquer mal querer....
Cika Parolin

Inserida por CikaParolin

Quem de nós nunca se enganou?
Como saber que quem te jurou "amizade eterna"
na verdade conspirou pelas tuas costas?
Ante tal constatação, afasta-te, não te entristeças
e nem deixes de acreditar na amizade certa...
Ela existe e tu a mereces.
Cika Parolin

Inserida por CikaParolin

Para ser amigo de verdade
é preciso que o afeto se ancore
antes de tudo, na lealdade...
Não é possível conceber
que alguém se diga nosso amigo
e nos surpreenda com atitudes
pouco leais.
Cika Parolin

Inserida por CikaParolin

O QUE EU FAÇO DE MIM

Eu me visto de mim mesma
E uso as máscaras da minha própria imaginação,
Porque sou exclusivamente responsável
Pela minha felicidade e por minhas desilusões.
Não posso, pois, despir-me do óbvio,
Que é estar dentro de mim todos os dias.
Ninguém responde pelo que eu sou,
Além daquela que eu criei para mim:
Eu mesma!

Nara Minervino

Inserida por NaraMinervino

Porque eu sou do tamanho do que vejo E não do tamanho da minha altura.

(Do Livro do Desassossego - Bernardo Soares – Fonte: Domínio Público)

Inserida por portalraizes

VOCÊ E EU

Podem me chamar e me pedir e me rogar
E podem mesmo falar mal
Ficar de mal que não faz mal
Podem preparar milhões de festas ao luar
Que eu não vou ir, melhor nem pedir
Eu não vou ir, não quero ir
E também podem me intrigar
Até sorrir, até chorar
E podem mesmo imaginar o que melhor lhes parecer
Podem espalhar que eu estou cansado de viver
E que é uma pena para quem me conheceu
Eu sou mais você e eu

Inserida por Pequenosol

Publicado a 18/10/2014

Graz - Österreich, 18.10. 2014

EU Nasci para Jogar Capoeira
Autor: Ronan Marcelino de Souza (Marrom)
Música: Eu Nasci para jogar Capoeira

Eu Nasci pra jogar, nasci pra Jogar
Eu Nasci pra jogar Capoeira.

Coro: Eu Nasci pra jogar, nasci pra Jogar
Eu Nasci pra jogar Capoeira.

Sorriso no rosto, molejo no corpo
Batuque , Dendê
Berimbau ta chamando
Chamando você

Coro: Eu Nasci pra jogar, nasci pra Jogar
Eu Nasci pra jogar Capoeira.

Morena na roda
Muleque esquiva
Cuidado no Jogo
Regional e de Bimba

Coro: Eu Nasci pra jogar, nasci pra Jogar
Eu Nasci pra jogar Capoeira.

Abaixa e levanta
Escorrega e não cai
Jogo combinado
Está sem malandragem

Coro: Eu Nasci pra jogar, nasci pra Jogar
Eu Nasci pra jogar Capoeira.

Da volta no Mundo
Respira profundo
Se entra no jogo
Que Deus te abençe

Coro: Eu Nasci pra jogar, nasci pra Jogar
Eu Nasci pra jogar Capoeira.

Inserida por RonanArca

REENCONTRO

Quis escrever sobre mim. Não me achei.
Fui me procurar. Não me encontrei.
Eu estava perdida entre as minhas ilusões.
Entre os sonhos e devaneios deixei minhas sensações.
E, na ausência de quem fui, fui, de mim, um divã.
Meu afã.
Eu fui minha própria vilã.

Não!
Não foi possível ser eu!
Tão longe de mim eu estava,
Que aos poucos eu não me encontrava.
Alucinei. Gritei. Esbravejei.
Fiz baderna, algazarra.
Eu chorei.
Ganhei forças, reagi, resisti.
Voltei à tona.
A mim reencontrei.
E eu me amei.
E no amor entre mim e quem sou,
Descobri que só sabe de si
Quem verdadeiramente amou.

Nara Minervino

Inserida por NaraMinervino

Eu sempre serei eu, minha essência nunca se modificará, o que se modifica em constância é a minha parte que trabalha procurando sua cura diária, que trabalha na conexão com a minha parte mais pura, a conexão com o meu EU interior e meu EU superior;

A centelha que sou, sempre esteve intacta em sua pureza e luz na unificação com o cosmos, com a essência PAI e MÃE;

Nesta infinita jornada, adquiri energias que hoje precisam ser trabalhadas e transmutadas, meus corpos astrais precisam ser curados;

A busca é a da cura das energias que só meu subconsciente conhece, e por não ter a consciência de quais são, ingenuidade e ignorância minha dizer que elas não existem em meu SER;

Sou meu incosciente, meus registros não acessados, é alí onde tudo se encontra;

Sou o que já me foi permitido acessar, e isso é muito pouco diante da vastidão de todas as camadas;

Pouco posso dizer que sei sobre mim, sei apenas a pequena fatia fragmentada do que sou de fato, sou as consequências de todas as minhas ações acumuladas;

Pouco sei sobre mim, e isso às vezes me assusta, mas também me dá uma força inesplicável, que talvez só possa ser explicada através da conexão maior com a força suprema, pela unicidade que somos;

Sou a beleza da incógnita de apenas Ser!

EU SOU aquele que EU SOU ⁠

⁠"EU SOU"

Muitos vão tentar me compreender, mas pouquíssimos vão entender e buscar saber quem realmente sou.

A maioria só me imaginará, e me julgará, segundo a sua visão de mundo, segundo suas crenças.

Ninguém está disposto a ir a fundo em algo que desconhece.

E assim seguimos como Seres superficiais, e desconhecidos uns dos outros, brincando de fingir que conhecemos a nós mesmos, nos imaginando, enxergando apenas fragmentos.

EU SOU

⁠"Fortalezas"

Muro alto, inacessível, fortaleza que me cercava, me rodeava;
Cada experiência um tijolo, uma carreira que subia, uma barreira criei;
Inacessível, a vida vai seguindo e ao longo dela uma fortaleza vai nos surgindo;
Visão apurada é preciso, para enxergar além dos tijolos;
De tempos em tempos, eu atravessava a muralha, olhar silencioso, apurado, observador, me mostrava que nem tudo é sombra, existe luz atrás de cada muralha, e nem tudo são cinzas;
Mente inquieta, navegando pela Dualidade que me faz Ser existente, tentando me mostrar que saber se frágil, é aceitar a compreensão de que a fortaleza pode esconder mutas belezas;
Tijolo por tijolo, fui retirando, um a um, deixando meu Templo exposto, preocupada por vezes com o que iria encontrar e mostrar;
Saber se admirar, saber se contemplar tudo o que agora se mostrar, se expõe, se apresenta, sem o olhar desconfiado de que o desconhecido não deve ser explorado;
Dualidades, cinzas, sombras e luz, hoje sei que fazem presentes onde quer que eu vá, onde quer que eu vá caminham comigo, existencia presente, complementos do meu mundo;
Tijolos, vão se esvaindo, estou exposta novamente, preenchida de lucidez, aceitando que ser frágil é sim se esconder, e a minha maior fortaleza é abrir me ao mundo, deixando que ele compreenda que, luz e sombras também habitam o meu Ser.
Não há onde me esconder quando a fuga é de mim mesma;
Hoje meu trabalho principal é derrubar tudo, atenta apenas ao meu telhado que é de cristal, ciente de que nem todos saberão o enxergar com doçura e sutileza, e confiante de que só ficarão aqueles que se identificarem com a tempestade também;
Hoje sei quem sou, não me escondo mais de mim, e é o que me basta, a fortaleza hoje aqui presente, é existencial, acho que fiz um grande progresso!

Gratidão a vida,
Gratidão ao TODO,
Gratidão a verdade do nosso Ser

Seres microscópicos em meio a imensidão, nem por isso insignificantes e invisíveis perante ao "Todo". Agraciada a todo momento, mesmo nos maremotos ou na tranquilidade do meu Ser.
Gratidão a tudo que me vem, a tudo que é adequado segundo as minhas necessidades, mesmo na demora do meu enxergar.
O absoluto é mutável, que bom!
Assim minhas certezas de ontem, hoje não me são tão certas.
Isso me mantém fora da zona de conforto onde não chegaria a lugar algum, apenas a estagnação do meu Ser.

EU SOU aquilo que me permito SER!

Sou grata!⁠

⁠"O Véu"

Antes de qualquer coisa, você precisa saber quem você é, não este EU ilusório que você acredita ser;

Essa Persona que você criou para se mostrar para o mundo, este não é você;

Cheio de dogmas, de crenças, de limitações e julgamentos, de autosabotagem, este, "está" você;

Eu sei que neste mundo incostante você precisa esconder-se para sobreviver;

Mas quem foi que te disse que se esconder é viver?

Você sabe quem realmente é você?

Vamos, descubra, Centelha!
Descubra este véo, e pare de sobreviver!

A vida é um sonho, ACORDE!

Este não é você!

O problema é pensar em mim, desejando você, e pensar em você, desejando você novamente.

O problema é a solidão que não me assusta, mas a sua ausência que me apavora.

O problema é ficar sem você, e ficar sem a parte de mim que só guardo em você.

O problema é deixar de ser você para ser apenas eu, e não me (re)encontrar mais.

Inserida por NaraMinervino

⁠AS PALAVRAS E EU


Eu engulo as palavras como se fossem bolo.
Saboreio-as e as degusto lentamente.
Elas são doce em minha boca de criança
Tão pronta a imaginar e ver em tudo esperança.

As palavras não fazem pouco caso de mim.
Estão sempre atentas e prontas,
Colocam ideias em minha cabeça
Me sentem suas e em mim se proclamam.

As palavras são o meu alicerce e o meu consorte.
Sem elas sou um pássaro de asa quebrada
Sem poder voar logo após a madrugada.

As palavras são o meu norte, o meu chão e o meu forte.
Elas são a ponte de que preciso
Para sair de mim e encontrar o paraíso.


Nara Minervino

Inserida por NaraMinervino

O Eu de Mim,⁠

Quem me olha com os olhos,
A parecer serem os meus?
Hahaha, já sei,
Você é o eu de mim,
Que habita na minha essência,
Querendo me trazer a tristeza,
Você está enganada.
A tristeza já está indo embora,
Não sinto saudades dela,
Eu já estava cansada,
Da sua mania irritante,
De se intrometer em tudo,
De sujar tudo de cinza,
Pisando em silêncio,
Amassando a grama verde,
Com seus pés enormes.
Venha, pois eu já começo,
A vislumbrar a alegria,
Venha, aprender com a dor,
A respeitar a dor humana,
E, então, eu serei ,
O eu de MIM...

Poema de Marilina Baccarat de Almeida Leão,
Escritora brasileira.

Inserida por MarilinaBaccarat