Poemas quando eu me Amei de Verdade
A doce descoberta do amor
Na primavera a flor e o beija-flor
Assim se conectam duas vidas
Apaixonando-se com um objetivo
E gerando o primeiro amor
Assim é o começo do juvenil vigor
Da cabeça enlouquecida
Da falta de um sentido
Dos planos de vida com mais sensível fervor
Ah, o doce primeiro amor
Não é difícil ficar intrigado
Com a insensatez juvenil
Ver num adolescente um coração incrivelmente perturbado
Fazem de uma simples boa impressão
Ardor e emoção
Vida e sentimento
Da vida uma possível degradação
Acreditemos no juvenil coração
Olhá-los com muita leveza
Ajudando por dar-lhe muito ouvido
Cuidar deles com muita destreza
A leitura me faz pensar, o que leva um homem a desdenhar algo que deseja tanto.
Seria medo de assumir o que sente,
Seria porque ela não é rica o suficiente. As vezes os padrões de vida interferem muito.
Ou seria a família a se intrometer... muitas vezes existem segredos que nos levam a esconder sentimentos. E isso é o suficiente para separar duas almas por uma vida inteira.
Vamos engolindo aos poucos
cada dose desse vinho.
Tinto, fino e caro
Bobeira a nossa achar
que o valor e a fineza
fara de algo um melhor.
Até mesmo nas flores
existem espinhos, quem dirá
de nós ou do vinho.
Vestir-se bem não diz quem és
não mostra sua face
apenas esconde
quem és de verdade.
Um vinho caro, não diz
riqueza, mas sim que se pode
na esquina achar uma
garrafa e encher como queira
e na falta de cultura
se deliciar acreditando
ser verdadeira.
Algumas palavras não me abandonam
Ficam presas em minha alma.
Se foram escritas, se foram ditas
Não há uma importância qualquer.
Elas se prendem em meu ser.
Não ouse dizer falsas palavras
Pois elas ficaram gravadas.
Serão marcas em minha alma.
Não ouse julgar meu sentimentos
São deles o meu sustento
A minha dignidade e a força que me rege.
Não sou mais adolescente, a criança em mim, pensa.
Eu queria odiar, com mesma força que amo.
Mas não cabe em mim tal proeza
Sou fraca em reconhecer mentiras
Dou meus votos de graça, confio, acredito
É só entro em enrascadas
Minha alma sofre, e meus dias se vão.
Se te faz feliz, não sei, jamais saberei responder.
Pois nada que é pisado pode se fazer de uma glória.
Pois hoje estou no chão, mas amanhã posso estar marcada na sua memória.
Não como o tapete, mas como o que está acima dele
FLUTUANDO.
Tudo certo...
Se Amor e Afeto Equação
Se Carinho for Beijo é Soma
Amor e Desejo Uni Potência
Se nos Olhos Coriscos
Aquiescência...
Há canção toca e silencia...
Civilização...
Se falamos juntos
Há fúria e confusão
Lembre-se!
Palavras voam ao vento...
- Se eu falo, você ouve com o coração,
- Você fala e sou eu quem presta atenção...
Me conjuguei em você no tempo pretérito imperfeito
Tudo ficou oculto, agora o sujeito está determinado á dar continuidade
Assim pede um novo tempo verbal...
Foi se embora a magia do conto
Levou o sorriso sem explicação
O rosto ficou exposto ao tempo
E o resto no silêncio do vento.
Junto ao corpo os ossos gastos
Meus passos mais estreitos
No bolso um poema rasgado
Um coração espanca o peito
Os olhos não medem o largo
O ócio não espanta o cansaço...
O amor é como as águas d'um rio
Uma avalanche de sentidos
É como um alazão no cio
pelo vento galopando perdido
É desafio pra quem sente e manifesta
É provimento pra matar ou alimentar quem o poeta.
Tanto sentimento me liga a você
O laço do teu abraço unindo nós
Fiz ninho no teu peito por querer
Meu perpétuo amor desamarrado
Como dois passarinhos libertados...
Com o passar dos anos aprendemos que nada é para sempre, com os momentos bons temos alegria, com os momentos ruins a experiência e cada momento precisa de vivido intensamente.
Com o passar dos anos aprendemos que precisamos nos tratar com carinho, precisamos nos amar para que nos momentos em que não houver alguém ao nosso lado saibamos desfrutar da nossa companhia, pois nem sempre estaremos rodeadas de pessoas mas sempre estaremos conosco.
Se cuide, se ame, se curta, viva, faça por você e para você porque todos vão embora por algum motivo mas você estará sempre com você.
PESSOAS
Há pessoas que ao dizer apenas uma palavra
acende a ilusão e os rosais;
que ao apenas sorrir entre os olhos
nos convida a viajar por outras zonas,
nos faz percorrer toda a magia.
Há pessoas que ao apenas dar a mão
rompe a solidão, põe a mesa,
serve o cozido, coloca as grinaldas;
que ao apenas empunhar uma guitarra
faz uma sinfonia aconchegante.
Há pessoas que com apenas abrir a boca
chega até todos os limites da alma,
alimenta uma flor, inventa sonhos,
faz cantar o vinho nas jarras
e se queda depois como se nada fosse.
E um se vai enamorado com a vida
desterrando uma morte solitária
pois sabe que a volta da esquina
há pessoas que são assim, tão necessária.
Um dia não serei mais
Mas antes de partir
Com as palavras tocarei
As melodias da Alma
Coisas que embelezam o mundo
Coisas que só o Silêncio profere
Estou me quebrando lentamente até que eu veja a escuridão surgindo em meus olhos.
uma escuridão que consome;
Apenas sinto dor,
Daquilo que se esperava amor.
Antes de você abrir os olhos, o mundo se fechou. Algumas palavras até sumiram, os poemas mais tristes parecem ter evaporado na escuridão: aquela tela negra, sem moldura, exposta na galeria infinita e inalcançável: o céu. As estrelas precisaram se apagar e ficaram imóveis, estáticas, como se admirassem algo mais brilhante do que elas: você sonhando, por exemplo. As últimas folhas se desprenderam delicadamente dos últimos galhos das últimas árvores coloridas: o outono acabou de acabar: nenhuma outra estação quis aflorar. Nem a primavera, que combinava tão bem com a poesia da sua fala tão delicada. Nem o verão, que aquecia tão bem suas mãos tão frias. Nem o inverno, que congelava cada eu te amo pronunciado pelos seus lábios finos no tempo, na neve, em nós. E os olhos que apareciam no final dos meus sonhos mais confusos, eram seus. Tenho certeza. Não absoluta. Mas tenho certeza. Eles formavam duas luas cheias, circulares: símbolo da eternidade. Sim, a eternidade nasce e morre todos os dias em você. Ela precisa da sua doçura, quase maternal, para acontecer para sempre. Eram duas luas negras: talvez de planetas que nem existem mais, ou que nunca existiram, e que qualquer poeta criaria, ou recriaria, só para vê-los decorando a imensidão do céu ou condecorando a pequenez do mundo diante da grandeza dos seus olhos. E lá de dentro, posso enfim observar a beleza da vida: da morte: as dores nunca sentidas: os sentimentos mais dolorosos. E ainda assim, eles riem. Sim. Sem dentes, sem lábios, sem motivos. Eles riem. E quando sua gargalhada escapa da traqueia, o canto dos seus olhos dobra e forma pequenas rugas: pequenos caminhos: atalhos. Como se seu sorriso quisesse escapar da cadeia das suas pálpebras, que preservam encantos que você não mostrará a ninguém. É segredo. É mistério. É seu. É silêncio.
Nunca consegui fazer coincidir aquilo que eu supunha ser a verdade com aquilo que me ajudava a viver.
Pretendo quebrar a barreira do som
Alcançar alguém em meus obstáculos
Amar como dizem as músicas de amor
Sonhar e ver que é realidade.
Anseio pela eternidade, ao lado de alguém
que queira o mesmo que eu
Saber que você, futuro alguém que não conheço ainda,
Vai estar lá, para acolher este coração partido
Que ainda insiste em caminhar
Buscando sempre por você.
Não desista de mim, vou precisar do apoio
Vou precisar de você junto em minhas batalhas
Os desafios serão difíceis,
E é com você que quero enfrentar os dias sombrios
Sei que é você, que vai clarear meus dias
E eu busco, em uma grande frequência
Você que vai acolher-me em seus braços.
