Poemas quando eu me Amei de Verdade
Nossas duas semanas juntos são meu filme favorito que reprisa em minha mente dia após dia, para que as memórias não sumam.
Minha cara dama a tanto escrevo lhe digo que meus probres versos a quem muito dedico-me e a você uma linda dama com cabelos encaralodos sorissos contagiantes e brilhantes olhar sedutor e apaixonante estou enfim lhe agradecendo por ser minha grande inspiração minha amiga que tanto me impressiona eu abro meu coraçao a ti pois tenho uma enorme gratidão pois eu repito eu repito porque meu coração manda em minha noção tenho tanta paixão e consideração por voce que os segundos perto de ti ficam cade vez melhores denovo lhe agradeço por me dar tanta inspiração e todos meus poemas e pura dedicação para voce minha bela dama estridente com o coração ardente.
Eu pedi mais um dia, pedi outra chance, pra fazer tudo do começo, melhor que antes, por isso agradeço o dia de hoje e faço tudo que estiver ao meu alcance. Carrego nas costas o peso do mundo, nessas horas a fé vale mais que o tamanho, vale mais do que a força, é maior do que o medo, porque no fundo VOCÊ É DO TAMANHO DOS SEUS SONHOS.
Aqui nessa cidade faz tanto barulho, e eu sei que há tantos outros problemas nesse mundo pra eu pedir um minuto só pra mim, só quero agradecer, eu sei… sou só mais um na multidão, mas se eu pedir com o coração não será em vão minha oração, deixo nas suas mãos, anjos de plantão me respondam… Onde estão? Onde estão os anjos de plantão? Sei como é difícil atender todos os pedidos e que a minha prece é mais uma na multidão, será que Deus pode me ouvir? Só quero agradecer tudo que um dia eu já consegui... Agradecer também faz parte da oração!
Tenho passado por alguns daqueles dias em que você reflete sobre cada ação... O rumo que nossa vida toma depende apenas de nos mesmos. Eu escolhi me conhecer, eu escolhi ser eu mesmo, escolhi não ter medo, escolhi muito e errei varias vezes, mas acertei em ter tentado em cada um desses dias, ser feliz.
A lembrança veio à tona, a lembrança do presente do futuro não vivido. O futuro foi postergado mais uma vez. A lembrança veio através da incontinência emocional, do incontrolável desejo ora preso. Não consigo dizer quais sensações emergiram juntas com essa lembrança. No momento, apenas sinto. Permito-me sentir essa indecifrável emoção que não sei qual é. Na lágrima fina e tenra, jorra consigo àquilo que não pude digerir, mas que preciso expelir, seja de qual forma for. Lacrimejar está sendo uma boa alternativa, eu até escreveria, mas por palavras seria insuficiente para pôr tudo que está engasgado e preso aqui no esconderijo onde ninguém pode alcançar. O que me fascina é que somente eu consigo alcançar o universo que sou. Na caminhada me perco em meio às tantas sensações que perpassam o meu ser. Sigo caminhando e, junto, a minha incontinência emocional me acompanha. Batemos continência para as vivências que ocasionaram tais lembranças, são elas que nos dão o norte para uma vida melhor nessa breve passagem por aqui. Cada lágrima, uma sensação; cada sensação, um turbilhão de lembranças; e cada lembrança, um sentimento indescritível.
Cá estou eu em mais uma tentativa frustrada de mim. Cá estou eu tentando mais uma vez. Cá estou eu levantando-me mais uma vez. Cresci. Ninguém me falou que eu poderia cair. Ninguém me falou que eu poderia me levantar. Ninguém me falou que os tropeços que a vida me deu, me tornaria mais forte. Cá estou eu aprendendo com isso tudo. Se cá estou eu... onde eu estava quando me procurei? Eu estava lá? Se cá estou eu, carrego comigo quem sempre esteve comigo. Carrego consigo o eu que posso oferecer. Bem dizer... fortalecer. Prevalecer. Enaltecer.
Ninguém me entendeu. Não quiseram me ouvir, me decifrar. Eu só queria viver. Viver um momento. Um encontro do EU. Dos EUs que há em mim. Precisava de um momento para navegar em mim, para me reconectar as nuances por mim vividas outrora, a minha essência. No fundo, emudeceu. Petrificou. Solidificou. Tento resgatar. Trazer a tona. Lapidar a rocha que se formou. Esculpir aquilo que quero, que desejo. Para isso, preciso olhar pro horizonte, pro céu, pro espelho. Olhar para algo que não tem fim. Acho que no espelho encontrarei os caminhos, lá verei um reflexo de um dos EUs que há em mim. Vi tantas coisas... vi o sepulcro. Quantas coisas eu sepultei contra minha própria vontade... quantos EUs abandonados eu pude vê. Alguns choravam a minha procura. Alguns choravam aos prantos por motivos que não caberiam aqui em uma linha. Deparei-me diante de um cemitério, do meu sepulcro. Tenho que exumar os meus EUs. Aqueles que eu matei por outrem. Aqueles que eu suicidei por motivos bobos. Olho no espelho novamente... agora vejo os EUs que, antes choravam, estão a sorrir para mim com aquele semblante de esperança, de saber que puderam me encontrar novamente, que eles terão uma segunda chance para serem quem sempre quiseram ser. Paro. Penso. Olho para um EU que está em um canto refletindo. Encontro-o. Vou ao seu encontro. Convido-o para sair dessa bolha. A bolha que o aprisionou. As cadeias mentais que o deixaram estagnado, parado, sem vida, sem cor. Sorri. Sorrimos. Nos demos as mãos. Nos abraçamos. Choramos. Fizemos as pazes. Nos reconciliamos. Foi tão lindo... a lágrima rolou. Desceu em cascata ao encontro do rio. Borrifou em mim o desejo de viver esse EU. A quimera. De ser esse EU. O EU que fui um dia. Encontrei-me. EU.
Hoje, a vida me fez um convite. Sinceramente, não esperava! Me pegou de surpresa. Ainda estou tentando digerir os pensamentos que ecoaram em minha mente só em imaginar como será a realização daquilo que me convidaram a fazer. Fui convidado para ser jardineiro, adubar a terra que carrega consigo uma surpresa diferente em cada pétala que brota. Esse encontro aconteceu num belo jardim cheio de flores. Seria até redundância da minha parte em falar que esse jardim tem flores, porém, apesar de existir flores, cada uma carrega consigo outro jardim. E foi este jardim que fui convidado a conhecer que, por algum momento, ervas daninha tentaram destruir. Avistei várias flores, algumas em botão, outras irradiantes para o astro rei, algumas precisavam ser cuidadas, irrigadas, adubadas, colocadas para receber a luz do sol... Amei vê o florescer de cada uma: dos lírios às orquídeas, das rosas aos cravos, do girassol ao dente-de-leão. Elas estavam nas sombras da vida, mas quando as coloquei na luz da esperança, puderam exalar sua verdadeira beleza. Ao entardecer, me via entre as pétalas de cada flor e me deparo com as suas essências, seus pólens, as suas estruturas. Só então me dei conta que o convite inicial era para o cultivo do jardim que há em mim. Agora percebo o quão florido és e que posso cultivar e colher qualquer flor que eu desejar. Das flores que cultivo, transbordo de pétalas as veredas deste lindo e imenso jardim que faço morada. O encontro aconteceu num jardim, através de uma flor pude perceber. O encontro aconteceu em mim, através do meu eu pude florescer.
“(...) o que é pouco para uns pode ser muito para outros...Para mim é muito, para você é pouco, para ela é tudo, para ele é mais, para nós menos ... Brasil? ou... ? ! ; , ... . )”
O "eu" é uma construção, uma suposição, uma ficção funcional — mas isso não elimina a existência do sujeito.
eu não quero amar ninguém, mais também não quero odiar ninguém, não amo as pessoas mais não quero odia-las, não odeio mais não amo.
Não me julgue pelas minhas expressões, não me cale pelas minhas palavras, não tire conclusões sobre meu olhar, você não suportaria ser eu.
A pior coisa que pode fazer é deixar de ouvir o seu eu interior. Por mais que diga que não me arrependo de nada na vida, sempre irei me questionar porque não ouvi o que o meu "eu" dizia. Principalmente depois de vivenciar dor, desgaste, stress ... achando que estava agindo de maneira lógica!
Eu, sou o que sou, sou uma frase, uma palavra, um raio de sol, uma leve brisa, ou uma gota de orvalho… Sou o que sou, eu sigo o meu próprio caminho, eu sou aquele que erra, eu sou aquele que faz amor sem preconceito, eu…, sou o que sou…
Eu sou uma gota de orvalho, uma lágrima caída..., um sentimento perdido..., um pedaço de vida... da história, sou uma palavra ainda por inventar, eu ....
Sente-se e converse consigo mesmo. Pois ninguém te conhece melhor que você!
Pois só você pode se ajudar!
O controle social é mantido pela criminalização de atos e pensamentos não conformistas, Foucault em Vigiar e Punir já abordava tudo isso que me faz ser um eterno inconformado.
