Poemas quando eu me Amei de Verdade
Eu nunca vou mudar minha concepção pois, minha razão de viver deve-se pela essência de vida! nunca tente me mudar pois, a minha sabedoria não depende de passar pelo o mesmo que você!
E de tanto dizer "Deixe ir! Deixe ir! " às pessoas que eu mais amava, fui obrigada a vê-las despedindo-se de mim.
Toda noite em meus sonhos, eu te vejo, eu te sinto, assim eu percebo que você está perto de mim, apesar da distância e do espaço que nós divide, você me mostra que continua perto e onde quer que você esteja eu sei que o meu amor não vai acabar, mais uma vez você abriu as portas, e agora está aqui como sempre esteve em meu coração.
Quanto mais eu me afasto, mais sinto você em mim, as vezes eu me pergunto,é possível amar alguém tanto assim?
Ninguém nunca precisou pedir pra que eu fosse eu. Sempre fui quem sou, não sei se sempre fui quem era, mas sempre fui. E agora, o que me resta é ser eu mesma, sem dar espaço para projeções alheias, não deve caber nada em mim além da minha própria imensidão, imensidão essa que às vezes é menor que um grão de areia. Mas independente do tamanho, sempre me agrada ser eu, e a opinião alheia não coopera para o eu que sou!
Se me contradigo? - Ah, contradição não combina com alguém que não gosta de combinar!
Parece que não vai passar, mas passa. Eu já passei por isso, já senti isso. Eu achava que não viveria sem ela, e hoje vivo, meio incompleto, mas vivo.
Eu sou aquela equação química difícil de ser resolvida. Precisa de dedicação e paciência, mas muitos desistem. Uns desistem na primeira tentativa, já outros desistem sem antes ao menos tocar no lápis.
Amar é muito mais que dizer eu te amo, sair de mãos dadas por aí e dizer que está morrendo de saudades se passar 5 minutos longe do outro. Amar é compreender, é chorar e sorrir junto quando for preciso, é dar a vida sem se quer pensar que existe outra opção. Amar é raro, poucos tem a chance de saber o que realmente é o amor.
Eu levanto-me, eu erro, eu perdoo, eu minto, eu choro, eu rio, eu caio, eu aceito...Sou eu! Eu ser humano como outro qualquer!
Depois que eu morrer e for cremado podem jogar minhas cinzas dentro dos “zóio” dessas pessoas que duvidaram da minha capacidade.
Se eu não entendo, não é você que vai entender. Mas deixa pra lá. Uma hora essa sensação ruim passa e eu volto a ser normal. Mas agora eu só penso em me afundar na cama e passar uns bons meses sem sair dela.
Eu e meus cigarros franceses, minha xícara de café, meus livros empoeirados.Horas e horas tentando decifrar Rimbaud. Noites regadas a absinto e vinhos baratos.Ruas amenas davam lugar aos latidos dos cães na madrugada.Bebedeira após bebedeira, as ruas se tornavam nobres hotéis.Amores após amores, comprados nas tabernas e nos bordéis
da vida, assim nasceu a poesia.
Não existe essa de “você não faz o meu tipo”. Eu sei que você ama loiros, mas conhece um moreno lindo. Ama olhos azuis, mas quando olha para aqueles outros olhos pretos, fica boba. Você sonha em casar com um ruivo, mas vai aparecer um garoto com o cabelo azul que vai mexer com você. Você é caidinha por caras altos, mas existe aquele cara que te faz bem e é do mesmo tamanho que você. Você gosta de garotos românticos, mas você já se apaixonou muitas vezes por aquele garoto errado e galinha.
Por um amigo, eu dou a mão, o braço, o pé e a perna inteira se preciso for. Dou, dou sim, pois zelo por aquilo que prezo. Coloco minhas feridas e dores no bolso e vou, e já to indo, e já fui.
Tem dias que é assim, quero conversar, me divertir, interagir com os amigos. Mas às vezes, eu só preciso ficar sozinho e isolado. Sou meio bipolar e complicado de entender.
Eu caminho esquecendo-me em lembranças de Henry como seu rosto se parece em determinados momentos, sua boca travessa, o som exato de sua voz, às vezes áspera, o aperto firme de sua mão, como ele ficou no casaco verde usado de Hugo, seu riso no cinema. Ele não faz um movimento que não reverbere em meu corpo. Tem a mesma altura que eu. Nossas bocas ficam no mesmo nível. Ele esfrega as mãos quando está excitado, repete palavras, sacode a cabeça como um urso. Tem um olhar sério e casto quando trabalha. Numa multidão, sinto sua presença antes de vê-lo.
Imaginei por um momento um mundo sem Henry. E jurei que no dia que perder Henry, eu matarei minha vulnerabilidade, minha capacidade para o verdadeiro amor, meus sentimentos, com a devassidão mais frenética. Depois de Henry não quero mais amor.
