Poemas Melancólicos
De certa forma todos vamos morrer, sendo alguém bom ou não isso só vai mudar sua trajetória nunca seu destino, estamos condenados a tristeza e a morte.
O céu não está estrelado, e isso já muda minha noite, eu vejo as estrelas como almas, pois as que vemos já deixaram sua existência a muito tempo e o que vemos é somente seu brilho, e quando eu não às vejo parece que minha noite é vazia, me sinto na total solidão, sem uma inspiração, logo triste, situação parecida com o que sinto no meu dia-a-dia, mesmo andando na rua com dezenas de pessoas ao redor me sinto invisível, um fogo sem oxigênio.
Uma breve reflexão sobre o tempo.
Me parece que incontestavelmente; nós só nos damos conta dele quando o mesmo já se passou. Sobre o devido valor, também. Nas noites difíceis, a alma navega sobre obsoletas paixões, as noções inacabadas de momentos que já não são mais. Um turbilhão toma o lugar de uma aparente paz; e a convicção do ser que crê que é, sucedida por um efêmero caos, entra em contradição. Em tempos assim, deliberar sobre o que se foi é quase que angustiante por que fomos felizes. Hoje, se somos tão demasiadamente felizes, o que será do futuro? Melancolia pelo que foi, ou alegria pelo que é? Inevitavelmente os dois. Sim, a vida é um labirinto de incongruências e dualidades do qual vivos, nunca sairemos.
Fiel companheira, silenciosa conselheira. Flerte com a solidão, a inquietação e a angústia. Poesia, desencanto e dor de todo santo dia. Vida sem sentido e vazio existencial. Seu nome: Melancolia
Conversava com uma amiga, que disse: É, já não se fazem Homens como antigamente. Aquele homem que abria a porta do carro, que segurava o guarda chuvas, que colocava a mulher em primeiro lugar, se preocupando sempre com o bem estar da companheira. Que ouvia as mesmas musicas, que se declarava, elogiava (mesmo mentindo) Que ajudava na casa, etc.... Mas ai vemos que também já nao se faz mais: vinhos, musicas, mulheres, pessoas, amigos, juventude, caráter, comprometimento, união, consideração, como antigamente. Saudades, melancolia, e tristeza de constatar, que apesar de sermos antigos, já não vivemos mais como Antigamente. Tá tudo tão banal, tão futil, tão cada um olhando só pro seu umbigo, sem se preocupar com o Outro, que bom seria, poder voltar pra Antigamente.
às vezes me pego pensando que, se eu gostasse das pessoas certas, eu não precisaria passar noites em claro pensando melancolicamente em como as erradas me fazem sentir tudo de forma muito mais viva e intensa.
Trabalhe até onde poder, até quando não conseguir mais, pois só o trabalho liberta e o esforço honra. Seja frugal, imparcial e neutro.
O silêncio destrói até o exército mais forte. O sábio reflete sobre como chegar a vitória e não como destruir aquilo que à cerca.
Quando você vai vir? Mas vir de verdade. Da maneira como você fazia. Ainda me abraçaria? Me confortaria? Porque mesmo sabendo, eu fico. Eu deito, penso, choro e espero. Mas você não vem. Eu sabia que não viria. Mas acreditei porque era tudo que me restava de você. Esperança. Esperança de que você atravessasse aquela porta, dizendo que me amaria até já não poder mais. Que me beijaria até o ar faltar. Que colocaria sua mão sob a minha. Que faria carinho no meu cabelo. Que me chamaria de princesa. Sua princesa, era como você dizia. Eu te amaria. Mas você não me deixou te amar. Não sei se era medo, insegurança, ou se o problema era eu. Mas saiba que eu entendo. Eu entendo e não guardo magoa, só pedaços do que você me deixou. Mas não estou te culpando, longe disso. Você poderia não estar pronta pra me amar. E eu já superei. Mas por que ainda dói tanto pensar em você? Por que ainda sinto meu estomago formigar quando penso na sua voz? Por que ainda me lembro do seu sorriso, do som da sua risada? Queria que estivesse aqui. Você saberia me responder. Quando você vai vir? Mas vir como se quisesse vir, como se quisesse estar aqui de verdade? Eu sinto tanto por mim. Por vc. Por nós. Mas o meu sentir não é suficiente. Nunca foi. Em meus sonhos eu vejo você. E tenho que me contentar com isso.
Os pensamentos são como as nuvens que se formam no horizonte,
às vezes turvos, sobrecarregados e melancólicos, noutras, lúcidos, cristalinos e transparentes.
A lua me colocou para dormir nos braços da noite, ela me carregou até as últimas árvores, diante a grama meu corpo se derramava e o sol que acordava pela última vez iluminava minha pele com seu tom de amarelo alaranjado. Eu vivia no próprio paraíso, mas precisei busca-ló em outras vidas.
Sinto que estou sendo pisoteada, esmagada... Às vezes percebo que tento escapar, mas de tanto tentar vem o cansaço, e de não conseguir vem a desmotivação. Eu não sei para onde ir, porém a vontade de fugir é imensa. Sinto falta de alguma coisa ou alguém. Não sei ao certo de quem ou do que. Percebo que esta sensação de saudade/carência me causa melancolia, nostalgia a ponto de chorar sem saber o motivo.
Leve contigo as tuas fantasias...a tua boca amarga e fria que já não me beija mais. Leve contigo as tuas melancolias,as tuas alegrias E o que poderia ser o mais Belo amor. .. Leve contigo as nossas noites de orgia,os nossos sonhos,as nossas poesias E tudo o que lhe causa horror. Leve contigo as nossas lembranças,as nossas esperanças, nossos planos bobos de criança,a tua infinita dor. Leve o teu sorriso e tudo mais que for preciso...- Não quero o teu favor!
Um dia... Não mais que um dia tua mente insana e putrefata será consumida pela mais pura dor da melancolia. E então nesse dia tua alma se resumirá a nada. - Um dia... Não mais que um dia! Um dia... Não mais que um dia tua face pálida e doente será consumida pela tirania da morte fria e imponente. - Um dia... Não mais que um dia! Um dia... Não mais que um dia tua tua boca amarga e fria irá silenciar-se . E nesse dia sem haver mais alegria tu irás me procurar. - Um dia... Não mais que um dia!
Na medida em que vou me autodiagnosticando, vou percebendo o quão burro sou por não procurar ajuda.
" Sua fuga inconsciente é porque sente medo de saber coisas que podem lhe obrigar a posicionar -se de maneira diferente"
A vida é realmente maravilhosa. Viva-a bem, com uma pitada de prudência e sabedoria, porque um dia, quando menos esperardes, a morte vem em passos sutilmente leves e rápidos, te levar embora.
A dor não se opõe ao temor por sonhar demais não me encontrei levei as velhas canções á um sonho vazio não escondi o medo nesta terra sem cor e vazia como este peito que a vida já não flui em razão destas canções o frio ardente da chama a consumiu este coração que vive em dor
