Poemas me Ame no Silencio
Escuta-me em silêncio...
E Saberás quem sou...
Pela minha altivez e imponência...
Pela minha grandeza sonora, e pelo meu barulho embatendo-me nas pedras (rochas)quebrando-me...
Deslumbrar-te-as ver-me elevar bem alto, para depois recuar e ganhar impulso renovando-me, reconstruindo meu formato ondulado e recomeçando minha ritmica...
Sou uma mágica fantástica de se ver, enquanto se sente o meu cheiro a maresia e escuta-se uma autêntica sinfonia poética do meu cantar que è capaz de acalmar qualquer coracao...
- Quando te encontrares longe e não me alcancares(Mar), não te intresteças pois poderas levar uma concha ao ouvido que estarei la para te cantar...
Estou certo que a minha beleza(Mar)è digna de encantas e paixoes ...
Se aqui sentares e me contemplares (Mar)prometo-te que o teu viver ficará nesta pedra, porque perder-te-as para sempre aos meus encantos ...
- Quando te ausentares em algum momento, não perguntarei se voltas, porque sei que a tua resposta será sempre a mesma: Só aceito voltar para um lugar em que o único barulho seja o do Mar...
Nunca te esqueças que o ritual de salgar os pés adoça a alma...
Reencontro
No silêncio da noite te vejo
Posso te tocar e sentir teu corpo
Um momento sublime de desejo
Um segredo bem guardado no tempo
Um eterno amor que está escrito
Na alma que te procura, sempre
Não sei se é verdade ou mito
Que um outro amor nunca supre
No vazio da noite te encontro
E minha alma revigora
Nas recordações de autrora
De uma paixão desenfreada
Que parou no tempo
Para alentar meu pensamento
@zeni.poeta
Quando a vontade de Deus e a sua bênção estão sendo geradas, em nossas vidas; há um silêncio que nos leva ao desespero.
E é nesta hora que você tem a certeza que é Ele o dono de tudo e todas as coisas.
Ricardo Baeta.
Catedral dos Alhures.
Tine nos alhures um sino de papel.
Corpos vãos, vão para uma missa silenciosa,
De um padre etéreo...
Um bispo morto também não está lá.
Ladainhas inauditas são ouvidas...
Rangidos distantes assombram o momento litúrgico:
“quem é injusto, seja injusto ainda....”
“quem é justo, seja justificado ainda...”
São como protestos febris de dor e desespero.
Distribui-se uma hóstia que não há,
Bebe-se o vinho da vinha sem videira.
Todos os ninguéns caminham taciturnos,
Saindo da missa...
Por um portal aberto para o vazio.
Ainda que, do lado de fora,
Lindas crianças mutiladas que não nasceram,
Correm e brincam,
Entoando em voz alta e surda,
Uma ciranda inusitada.
Bomba H, Bomba H.
POR QUE
Por que, em vez do silêncio, não me arraste?
Por que foste tu alvo, a emoção enamorada?
Por que sempre, na lembrança, és tu citada
E em cada verso o teu doce cheiro deixaste?
Por que no olhar aquele olhar com desgaste
Do desejo? por que, ó minha singular amada
Poeto, e suspira uma sensação tão desolada
De uma solidão, ó tomento, amargoso traste
Foste, e no perder não sabia o que perdia
Hoje chora no peito está resistente certeza
Que não teve intuição no que o amor dizia
Agora, vazio e poética sóbria, uma tristeza
Imaginado em que parte estás de cada dia
E, tenho a saudade numa nostálgica dureza
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Araguari, MG - 29/07/2021, 19’06”
Julgar
Ouvir em silêncio, se colocar no lugar do outro, Compreender;
Ouvir em silêncio, aplicar seus ideais, julgar;
É difícil, para nós, sabermos oque é certo, e o que é errado;
É difícil, como pessoa, se colocar no lugar do outro e continuar acreditando ser bom;
Ser bom é o que importa?;
Falar é difícil;
Falar é fácil;
Não falar é difícil.
Escrita e Meditação
Silencio os pensamentos, inspiro ideias e expiro palavras que acalmam esse coração.
Ah, esse silêncio gritando em meus ouvidos, clamando pra eu me mexer...
E esse corpo dormente, doente, carente, querendo te ver...
Ah, tempo, negocia comigo, vai!?
Sabedoria.
O silêncio
Não conheço outra sabedoria melhor que o Silêncio.
Calar-se deixando ser levado pelo Espírito de Deus, é a melhor opção.
Até desafiaria alguém se quiser debater comigo sobre o tema,(SILÊNCIO).
Eu,
Continuarei de boca fechada.
Sou um eterno aprendiz.
Sou muito pequenino para debater com pugilistas que se dizem ser os melhores.
Sou muito pequenino para debater com os que dizem ser perfeitos.
Sou muito pequenino para debater com os que dizem ser bacharéis e na verdade são,
Apenas linhas de carretéis que ao desenrolarem se embolam e não sabem sair do emaranhado.
Pois até agora o que sei, é que a sabedoria está na mente,
Não na boca....
O inimigo que causa raiva,ódio e outros sentimentos ruins,
Pra mim, ele só é um derrotado perante o Deus que está vivo e ele nunca dormiu.
Mais se alguém insiste em alimenta-lo dentro de si,
O que podemos fazer é,
Orar...
Apenas orar....
Sem mais.....
Autor : Ricardo Melo
O Poeta que Voa
PELO CAMINHO
Eu queria ver no silêncio do escuro
O amor puro, o mais que você quer
Que te agrada, em tudo que quiser
Este o prazimento que eu procuro
Te querer, quero! no olhar seguro
De doce paixão. Poesia a lhe dizer
Ser, estar, para enamorado te ter
Assim, que penso em nós, te juro!
Às vezes eu deixo de pensar em ti
E por aí o pensamento vai sozinho
Pensando se ainda está por aqui...
Neste segundo, você é só carinho
Só satisfação, uma sensação rubi
E, então, levo você pelo caminho!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
04, agosto, 2021, 15’47” – Araguari, MG
Dias nublados
Sem chuva
Apenas cinza
Escuridão dentro
E fora de casa
Silêncio nas ruas
Nem sempre precisamos
Da chuva.
Mas necessitamos de dias nublados dentro e fora da alma
O Astronauta...
Vejo a Terra nesta vastidão
De muitos brilhos e pouca luz
O silencio deste vácuo se faz ato
Que pouco de qualquer coisa traduz
Repenso em mim longe de casa
O homem que por vezes foi ao espaço
Nunca de dentro de si desvendou
Dos seus buracos todos seus pedaços
Não me Esqueço -
Entre facas, entre espadas e punhais
corto este silêncio com o gume dos sentidos
e não me esqueço dos meus olhos diluídos
em terramotos, tempestades e vendavais.
Não me esqueço desse inferno que vivi
das angustias, dia-a-dia, que me deram
não me esqueço da mocidade que perdi
chorando por tudo o que um dia me fizeram.
Não me esqueço das palavras como espadas
não me esqueço de como em mim foram punhais
não me esqueço de senti-las como facas
na minh'Alma que não tocam nunca mais.
Quando Eu Nasci -
Quando eu nasci
houve silêncio!
E o silêncio fez do campo
terra brava...
Houve calma e quietude.
E o Céu era de pedra.
Os regatos carmesim.
Os rios eram desejos.
Os mares eram finitos
e o eterno era miragem.
Quando eu nasci
voaram andorinhas.
Agitaram-se agonias.
Levantaram-se Poetas.
De poemas se vestiram.
De alegrias se fizeram,
mas tristes,
desejavam não viver.
Quando eu nasci
gritaram solidões.
Procuravam um olhar
onde pudessem descansar.
E sete punhos, sete dores,
sete espadas trespassaram
corações...
Mas eu nasci!!!
Entre poetas e pintores.
Alegrias e cansaços.
E minha mãe, ai minha mãe,
que me adormeceu
no silêncio dos seus braços!
Quem bom lembrar...
Volvido tanto tempo
que alegria recordar!
Diante de tantas decepção,ás vezes só há uma resposta possível: o silêncio,ou seja,não dizer nada, já é a maior resposta de indignação e não de indiferença,mas de perplexidade das incoerências, de palavras ditas de atitudes que não condiz com o que é pregado é, pregado,já que faltou empatia,atitudes de apoio diante de tantos acontecimentos, cruéis, frios.
Di Diana Rios✓
Tudo estranho
A noite suspirou
O silêncio sufocou
O sol perdeu
A poesia pirou
O dia parou
A ventania pariu
Sem rima, rimou
A tarde floriu
A flor dançou
A estrada encolheu
A borboleta fugiu
E ninguém percebeu
São Longuinho
São Longuinho
Se o mundo aparecer
Eu dou três pulinhos
Poema #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 20/11/2022 às 19:00 hrs
Manter créditos de autoria original Andrea Domingues
Momento em Pausa
Meditar o silêncio
Movimentar a pausar
Envolver notável tempo
Em moderação permite aliviar uns percalços
Solidez alcançada dos detalhes chamado pausa.
De Noite -
Para lá do ponto sem retorno,
no último espasmo de silencio,
- quem podemos encontrar?!
Enleado em teias e lamentos
há solidão de afectos
que trepa sentimentos
como hera em pedra fria!
E há rosas entre silvas,
há perfumes pelo ar!
A luz do dia, a luz da vida
esbate o corpo, banha o mar!
Cai a tarde, vem a morte
chega a noite e tudo mói
fecha-se-me a Alma ...
... eis quando a solidão mais dói!
Coruja no Deserto
Conflito ocasional
Resquícios de um dia jogado
Aos ventos do silêncio
No horizonte
Decide envolver
Silenciar, sutileza da alma
Resisti tenebroso horrores.
