Poemas me Ame no Silencio
No silêncio da madrugada fria,
Onde os sonhos flutuam ao léu,
Minha alma vaga, leve e vazia,
Buscando um brilho no céu.
As estrelas, como faróis distantes,
Sussurram segredos do além,
E eu, em passos hesitantes,
Procuro o que o coração não tem.
Há um rio que corre em mim,
Feito de lembranças e saudade,
E em suas águas, sem fim,
Nadam peixes de felicidade.
Mas as margens são incertas,
Cercadas por névoas de incerteza,
E o que outrora eram promessas
Hoje são ecos de tristeza.
Ainda assim, sigo a corrente,
Esperando que a maré mude,
Pois o amor é persistente,
E a esperança, quem a ilude?
No horizonte, um novo dia,
Traz a promessa de um amanhã,
E no peito, a melodia
De um coração que se quer sã.
Assim, na dança dos versos,
Encontro a força para seguir,
Pois nos caminhos do universo,
A poesia me faz sentir.
No silêncio das noites escuras,
Teu nome ecoa em meu pensar,
Como uma brisa suave que sussurra,
Promessas que não posso ignorar.
És o mistério que me envolve,
A doce tentação do desconhecido,
Em cada gesto teu, o coração dissolve,
Num mar de emoções, perdido.
Teu olhar, um segredo revelado,
Desperta em mim desejos profundos,
E sem medo, me lanço ao teu lado,
Disposto a desbravar novos mundos.
Se for para amar, eu me rendo,
Aos encantos que só você tem,
Em ti, encontro tudo que entendo,
E o que jamais soube que também.
Na ausência da verdade, o silêncio pesa,
Palavras ditas sem brilho, sem cor,
A falta de transparência é uma reza,
Que afasta, aos poucos, todo o calor.
Os olhos que antes se encontravam,
Agora evitam o reflexo, o olhar,
Pois o que era claro, se escondeu,
E o que era certo, se perdeu no ar.
A falta de transparência é neblina,
Que encobre o caminho a trilhar,
Transforma o afeto em dúvida fina,
E deixa o coração a questionar.
É um véu que sufoca a alma,
Uma sombra que teima em ficar,
E o que poderia ser paz e calma,
Se torna um labirinto a desvendar.
Mas a verdade, mesmo ausente,
Ainda tem força para brilhar,
E na falta de transparência aparente,
A luz um dia voltará a triunfar.
“Motivos”
O meu silêncio é o meu refúgio, as palavras meu acalanto escrevo para vê o mundo.
Escrevo para vê seu sorriso, escrevo para me sentir livre. Escrevo para me sentir vivo.
Escrevo para ser descoberto, escrevo com toda minha sinceridade, escrevo por esse sentimento que por você vivo, e que por muitos motivos, o sol nasce, a lua toma conta da escuridão da noite.
E nasce mais um motivo para eu viver nesse mundo de palavras vivas nesse charme de folhas vazias.
E que por você, vivem.
Quando foi a última vez?
Quando foi a última vez que escutou o silêncio,
Ou o barulho de tudo, em seu violento desalinho?
As gotas da chuva, em cadência, no chão em relento,
E você, na pressa, perdeu-se do caminho.
Quando foi a última vez que encarou o mar,
Sem pensar, apenas vendo a imensidão engolir o céu?
Onda após onda, o mundo a sussurrar,
E você, vazio, preso ao próprio réu.
Quando foi a última vez que olhou as estrelas no manto,
Sentiu o frio cortante da verdade infinita?
A Lua, em seu brilho, despiu seu encanto,
E você, esquecido, sob a noite maldita.
E a última vez que de uma árvore colheu,
Saboreando o fruto, sentindo sua seiva correr?
Ou passou sem notar, sem saber o que perdeu,
Correndo da vida, deixando-a escorrer?
Quando foi a última vez que realmente viveu,
Sentiu o pulsar, o ardor em cada veia?
Ou será que, sem perceber, já morreu,
Na correria insana, sem lutar por uma ideia?
Feche os olhos, deixe o desconforto invadir,
Permita que o silêncio, com fúria, te abrace.
Quando foi a última vez que parou de fugir?
Ou será que nunca... Vai deixar que a vida o ultrapasse?
Sou apenas eu e o silêncio.
O sol já se foi, mais um dia se findou.
E eu continuo ocultando esse sentimento.
Fico me perguntando se você percebe as palavras que não são pronunciadas.
Acordo noite dentro
Com ela a meu lado
Na quietude da noite
O silêncio está calado
Não! Não o vou romper
Melhor permanecer assim
Às vezes as palavras
Podem ditar o fim.
vejo-a serena em seu sono
quem sabe, sonhe comigo
vou deixar que durma
acorda-la seria castigo.
A verdadeira essência surge no silêncio da noite. Antes do sono o coração acende... Sonhos, desejos, medos,
o que realmente somos, amamos.
No silêncio aprende-se
O improvável não altera a lógica
Finalmente não somos nada
Insatisfeitos
Invejosos
Sem disponibilidade
Erramos mas não se engole o erro
Na busca por tudo
Encontra-se o nada
A essência se perdeu
Enlutaveis
Não conheço a min mesmo
Busco no outro a perfeição
Fujo de min
Fujo do meu tesouro Eu mesmo
E me entristeço por que não me encontrei
Pobre de min
O tempo não volta
Mais ainda há tempo
Acorda!
O Fim começa com o silêncio.
O silêncio é a resposta mais exata que existe, um ato de sabedoria quando não se quer ferir alguém, vc é orgulhoso, então, para que a gente não acabe com o que resta de respeito e amizade, melhor encerrarmos de uma vez por todas esse ciclo que estamos protelando. E mesmo sendo muito difícil, melhor mesmo nos despedirmos dessa nossa versão, a que que criamos pra fugir dos nossos problemas. Desculpa qualquer marca ruim que eu possa ter deixado em vc, vc entrou nessa, sem precisar, por uma diversão sei lá e as coisas foram tomando dimensão, vc quis permanecer em uma situação que pra vc tbm é difícil, os riscos etc. foi incrível tudo, não me arrependo de nada que fiz por vc e por nós, foi verdadeiro e intenso. Só não vamos mais esperar os possíveis dias pra gente se vê, contar as horas ou planejar uma fuga, não nascemos pra isso, tivemos a oportunidade de crescermos juntos, cada um com o seu melhor e seu pior, foi uma troca inesquecível. Quero que sejas feliz com as coisas que vc vem planejando e construindo, espero que a gente consiga manter uma amizade saudável. Te quero bem! Amar é tbm deixar ir, pra quem sabe lá na frente ou em outra vida esse amor possa existir de fato, mesmo as coisas que parecem impossível de acontecer pode acontecer, olha aí a história do amor entre a lua e o sol, e o eclipse mostrando que nada é impossível. Sei que existe um fio invisível que une nossas almas, pq quando estamos juntos é como se não houvesse amanhã e esse sentimento vou levar comigo. Ontem queria tanto te ligar, mas em meio a tantos desencontros... tenho que aprender a te esquecer.
To triste pq pra gente não vejo alternativa😞 ou interesse seu.
Seja feliz com suas escolhas, realize seus sonhos, vc tem tudo pra alcançar seus objetivos, quem sabe a gente se vê por aí.
Aprendi a ouvir o silêncio, a amplitude do seu saber.
Aprendi que significar o outro é se limitar a ouvir e aprender.
O que ouço na maioria das vezes não é o que outro tenta me dizer, e uma simples compreensão de sentir pode desencadear uma relação duradoura e cheia de verdades não regradas, mas sim realmente ditas e sentidas.
Vivemos em mundo ditador, mas vamos aprendendo com um o tempo que esbrajar não muda um contexto ruim, mas que são nossas atitudes que nós diferem das crenças limitantes que nos foram impostas no decorrer da vida.
Aprenda a ouvir!
Ouça a si mesmo e se coloque no lugar do outro.
O seu silêncio vale ouro!
Não julgue o que não conhece, nem menospre o sentir de outra pessoa apenas por seu achismo do certo e errado.
Na vida os valores são recebidos de maneira diferentes, e o certo e errado podem se divergir de pessoas para pessoas.
Não seja você a atirar a primeira a primeira pedra.
Que sua luz seja um balçamo que agrega o positivo na vida vida de outros, que o agregar seja uma constância tanto para você, quanto para àqueles aos quais fazem parte do seu mundo.
Mensagem de Islene Souza
Obras
O dia obreiro. Silêncio se torna a música mais tocada. A cabeça levada ao aconchegante, escolhemos descansar os olhos por pernoitar, e desfrutar do bem que ocorre em nosso dia ou lamentar aquilo e aqueles que não desfrutam. Seguimos como um brilho além de toda escuridão ovacionada. Vejo aquilo tão belo e hipócrita — o nada rarefeito —, vagando pelo absoluto e chegando a lugares onde o fútil prevalece.
amplecti singula et vivere in totum
Entre o silêncio e a lembrança
Há um vazio que ainda respira
Não se trata de partida
Nem de chegada
É o eco de passos que já se foram
Mas que ainda ressoam
Bem baixo quase inaudível
Os dias seguem
Mas há momentos em que o ar pesa
Como se o tempo insistisse
Em carregar consigo fragmentos do que foi
Não é dor
Mas uma sombra leve
Que se estende ao final de cada tarde
O toque que não se repete
Mas que a pele ainda guarda
Um olhar que já não encontra
Mas que os olhos ainda procuram
Nos reflexos dos dias
Há uma paz que tenta nascer
Mas é abafada
Não é ausência
É uma presença sutil
Como folhas que caem sem alarde
Poesia para ler no silêncio...
(Nilo Ribeiro)
Poesia para um momento especial,
ela será melhor apreendida
no silêncio total,
somente tua voz poderá ser ouvida
no silêncio da madrugada,
no silêncio da alma,
momento da fé resignada,
momento de grande calma
uma poesia com proposta,
com direção definida,
coloque tuas mãos postas,
pense em toda tua vida
decore a próxima estrofe,
ela será o teu mantra,
ela te fará mais forte,
ela, todo o mal suplanta
"Meu Poderoso Senhor,
opere um milagre em mim,
tire do meu peito esta dor,
esta dor que não tem fim"
agora, com os olhos fechados,
deseje a luz da vida,
repita o que foi decorado,
cure a tua ferida
é um exercício poderoso,
repita-o com exaustão,
Deus é um Ser Majestoso,
Ele vai curar teu coração
acredite com toda certeza,
acredite no Criador,
Ele é a tua fortaleza,
Ele é paz, saúde e amor...
Amém...!!!
"Às vezes, o silêncio e a distância são os melhores caminhos para nos reencontrarmos e evoluirmos.
13/09/2024
Um sonho distante, em silêncio a brilhar, nos corações e na mente fazia morada sem parar. Laura, o desejo que o tempo guardou, até que em amor, a vida te chamou.
Era sonho, da dinda , do papai , da mamãe e dos irmãos, promessa, doce ilusão, hoje és realidade, puro coração.
Cada sorriso teu é um milagre a cada amanhecer, és a razão de todo o nosso viver.
De sonho a verdade, vieste pra ficar,Laura, estrela que o céu, a Terra quis presentear.
És o presente que a vida nos deu, minha afilhada, o sonho mais lindo que se realizou e cresceu.
Saudade
A saudade ecoa no silêncio
Do não dito
Do desejo em estar ao seu lado,querido!
A saudade implora
De forma dolorosa
Nos momentos que vivemos juntos
A saudade surge numa tarde fria
Numa fúria louca pela sua boca
No seu cheiro lisonjeiro
Que impetra minhas entranhas
Enquanto não a posso matá- la
Ela me devasta
Como uma forma nefasta
E de tanto amar você não me mata
Sentado em silêncio, o velho a pensar,
Com a mente cansada de tanto esperar,
No rosto marcado, um traço de dor,
Carrega no peito um profundo clamor.
As contas nas mãos, deslizam sem fim,
Cada nó, um segredo guardado em si,
O tempo que passa não traz mais razão,
A vida esculpida na pura solidão.
O olhar vazio, perdido em si mesmo,
Parece buscar algum outro enredo,
Mas o peso do mundo o faz inclinar,
A alma se curva, sem forças pra andar.
Talvez seja a espera por algo que vem,
Ou memórias antigas de alguém que se tem,
Na quietude da pose, o cansaço revela,
Uma história profunda que a vida desvela.
Cores vibrantes, contraste feroz,
Mostram o grito que não tem voz,
E o velho sentado, em meio ao torpor,
É o retrato da vida, em busca de amor.
Janeiro
O Silêncio que Fica
No silêncio das noites sem voz,
Onde o eco do riso se apaga,
Fico só, com a saudade feroz,
E o vazio que em meu peito naufraga.
Os amigos partiram no vento,
Como folhas caídas no chão,
E eu, prisioneiro do tempo,
Sigo preso à minha solidão.
O amor, que um dia brilhou,
Hoje é estrela distante, sem cor,
E aqui, onde tudo parou,
Resta apenas o peso da dor.
Mas entre sombras e ausências,
Talvez haja um novo amanhecer,
E nas margens da minha paciência,
Quem sabe, eu volte a renascer.
Pois a solitude é escolha cruel,
Mas no fundo há algo a ensinar:
Que mesmo no vácuo de um céu,
Ainda podemos voar.
