Poemas Linguagem
A Linguagem do Amor é universal e é Seu Sorriso,é seu olhar, que me trazem a felicidade de Saber que no mundo existem pessoas como você e que ainda vale a pena Amar
Minha filha não serve nem como figura de linguagem, meu pai tem caráter, enfim, fique de olho a vontade, por mim tu tanto faz como tanto fez. Ahm, só mais uma coisinha, tu pode ameaçar e gargantear a vontade, tu perdeu meu respeito, quando perdeu a linha.
Para que todos os colaboradores estejam cientes das diretrizes da empresa, falando a mesma linguagem, com foco na comunicação do que a empresa faz, dos diferenciais dos produtos/serviços perante o mercado, planejaremos a comunicação interna e treinamentos correspondentes.
Metáfora é uma figura de linguagem onde se usa uma palavra ou expressão num sentido incomum, designando um objeto ou qualidade dentro de uma relação de semelhança entre suas terminologias. Metáfora vem do latim, “meta significa algo” e “phora é sentido”, já do grego sua origem significa uma transposição, uma mudança e correlaciona os sentidos das palavras. O mais óbvio é que diariamente e corriqueiramente usamos as nossas metáforas para transmitir emoções, desejos para disfarçadamente expressar nossos sentimentos, fazemos uma analogia das questões vivenciadas a cada instante cotidianamente, extremamente importante na nossa condição de humanidade, submetendo os seus significados. É como estar dando murro em ponto de faca, eu não faço isso literalmente, mas aviso, aviso que está errado ou certo e poucos escutam. Difícil se fazer entender. Mas não quero e nem posso carregar o mundo nos meus ombros e deixo por fim as responsabilidades caírem a quem se segue o seu próprio destino. E milhões de vezes lhes digo amanheceu mais um dia!
Portugues deve ser a linguagem mais dificil do mundo, acho que nem o alfabeto arabe ou mandarim tenha tantos acentos desnecessarios.
Muitas vezes nós somos códigos cifrados, explicações que nada explicam, somos uma linguagem desconhecida num mundo egoísta e desumano.
A linguagem matemática é uma ferramenta extraordinariamente valiosa para a
compreensão do espaço – tempo em que um indivíduo convive.
A linguagem é a ferramenta básica da inteligência; e a personalidade é a inteligência aplicada às circunstâncias.
O uso de expressões vulgares só funciona quando faz contraste com a linguagem elevada e culta na qual se inserem como pausas humorísticas, Se, ao contrário, elas são a única linguagem de que você dispõe, perdem toda acepção satírica e se tornam, além de obscenas, deprimentes como uma ostentação pública da sua própria miséria.
Há uma diferença abissal entre imitar criativamente a linguagem do povão e falar nessa linguagem por incapacidade de manejar qualquer outra. Os santarrões que não percebem essa diferença, confundindo Louis-Ferdinand Céline com Costinha, fazem, ao contrário, imitação kitsch da linguagem culta, ostentando em público a sua ignorância presunçosa sem notar o que ela tem de radicalmente imoral.
"Também é só no Brasil que 'linguagem vulgar' significa 'palavrões'. Se a vulgaridade de um texto se medisse pelo número de palavrões que contém, os escritores mais vulgares do mundo seriam Rabelais, Jean Genet, Louis-Ferdinand Céline e Henry Miller, todos merecidamente reconhecidos como clássicos."
A primeira morte acontece na linguagem, nesse acto de arrancar os sujeitos do presente para os fixar no passado. Transformá-los em acções acabadas. Coisas que começaram e acabaram num tempo extinto. Aquilo que foi e não voltará a ser.
A linguagem humana, capaz de imensa precisão com milhares de palavras, ainda assim pode ser incrivelmente vaga.
Nós morremos. Esse pode ser o sentido da vida. Mas nós fazemos a linguagem. Essa pode ser a medida das nossas vidas.
O homem ampliou seus canais de expressão, da linguagem rudimentar para a linguagem cibernética. Todo esse processo serve para explicar que os sistemas políticos não nascem do nada, porque é preciso que haja um meio de preparação para sua fermentação ideológica, física e social.
A gente só vai falar a linguagem de um público ou pessoa especificamente se o entendermos e conhecermos profundamente o jeito como pensam e suas percepções.
"Todo sujeito que escreve só na linguagem da sua profissão, sem domínio suficiente da língua geral, não passa de um jumento mal treinado. Mas, no Brasil, esse é o protótipo do 'homem culto'."
A linguagem é coragem. É a capacidade de conceber um pensamento, de falar. E ao fazê-lo, devemos tornar a linguagem real.
