Poemas Góticos de Amor
"A FACE DO SILENCIO"
O silêncio é necessário...
evita uma briga , uma perda...uma verdade dolorida...
E tem muitas caras
E uma delas é de inutíl,
Futíl...
Mais cedo ou mais tarde ele acabará.
A cara de mal,
Perverso...
Que demonstra uma coisa e quer talvez o inverso.
O silêncio as vezes é refugio
Refugio do medo...segredo...
Refugio de muitos...
As vezes defesa as vezes arma de alto perigo...
Quando defende as vezes mente...
Omiti
Quando ataca fere, desespera,
Tira o chão...
E quando ele mesmo se cala é escutado um grito
O grito da liberdade...
O Silêncio é uma cadeia
Uma cela limpa, porém desesperadora.
O silêncio de longe é nada...
Mas de perto é um livro de milhoes de paginas...
(MARIA GABRIELA)
A estripadora de palavras
Quando você me olha
Me somem as palavras
Me deixa num silêncio
Que nem sei ao menos o que falei
Roubas minha voz
Tira-me tudo o que penso
Se é que penso
Quando lhe vejo
Apenas me vem uma vontade de fazer
Pois já não consigo falar
Já não me existe palavras
Então me calo...
Ah! O silêncio… tão precioso. Acredito que seja a melhor e mais bela forma de dizer tudo!
Afinal quando a voz se cala, os outros sentidos ficam aguçados, os olhos brilham com mais intensidade, as mãos muitas vezes tremulas e o corpo reage de maneira a encantar, pois a sensibilidade se dispersa, os ouvidos acostumados com tantas falas, vozes, sons, se sente calmo e começa a ouvir a voz do coração.
O silêncio se torna a maneira mais simples de dizer o quanto as pessoas são especiais. Talvez se anunciássemos nos outdorrs, compuséssemos as mais lindas cançãos, ou dissipasse pelos ventos o que sentimos, mesmo assim não seriamos capazes de expressar tudo que se passa dentro de nós, este silêncio que nos consome, mas me dá clareza que quando não falamos nada é o momento em que dizemos tudo.
É neste silêncio que amamos verdadeiramente!
Repleto de carinho
Esse sentimento é universal
Escutar dois labios se encostando
No silencio da respiraçao
É extinto animal
Dois segundos.
E não há como não querer.
Foram apenas dois segundos que completaram o silêncio do coração e se deu conta: é ele.
São caminhos contínuos; planos infindáveis; noites de sono com segredos juntos ao travesseiro.
E assim fica como eterno... Cada momento; ainda que seja ínfimo.
Para ela, as promessas são grafadas. E os pecados cometidos na ânsia do ser.
Ainda que não o tenha, o imagina.
....................
E ainda que não existisse, o inventaria.
DEGRAUS
No silêncio da escuridão
da Lua eu senti em meus
olhos o brilho dela cheia.
Meus olhos na estrada do
pergaminho deslocando-se cada
feixo de luz e cada quebradiço
da lua em um degrau Eu.
Seus versos são palavras em
minha sede e sua brisa brilham
em minha alma.
No silêncio da noite
Repouso em lucidez de querer bem
Pouso no improvável, nas verdades que tenho por perto.
Falta astral?
A noite está sem cor?
- Vou mudando o astral,
alimentando o pensamento de como a escuridão é inexistente.
Daí, vou pintando-a em cores,
se faltar no estoque uso uns retoques,
nada que a luz da lua e o brilho do sol não provejam.
Deixar brilhar até amanhecer.
Preciso um pouco mais do que isso, eu sei.
Necessito de coisas escassas.
Careço do bem,
hoje pouco se tem.
Súplicas do Passado
Lá fora só há o silêncio.
O silêncio da noite que em súbito se corta por uma voz incessante que ecoa do passado.
E retumba forte.
Arromba a porta deste meu quarto intristecido.
Vem de um passado inesquecido.
Vem me fazer recordar,insolente de descomprazer.
E fico calada, ouvindo sua voz sutilmente me chamando em minha mente arrevessada. Dissipando o real pelo mundo de lembranças.
Permaneço inerte, arrebatada pelo êxtase da sua voz que me chama.
E nada passou.
Nada que eu não pudesse eternizar.
E o meu nome imortalizou-se em seus lábios que suplicam os meus. Por isso chamam o meu nome.
"CANTO"
"Canto o silêncio do quarto feito circo armado em final de espetáculo
Canto a despedida breve do som que deve ser o meu retrato
Canto o sonho escondido que, de tão destemido, mostra o seu reinado
Canto o meu sacrifício que, sabendo disto, se dispõe no palco".
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Eu assisti o lugar do sol agonizante
O tempo parar... eu estava presente quando se fez silêncio em meio a tarde que ferveu
e fez a noite seguir
silenciosa.
Quando os olhos se fecham o silencio se faz
Quando os abraços se completam
Os corações sincronizam na mesma batida
Sou uma voz, sou o silêncio
Um grito, um choro, uma risada
Sou igual sendo diferente
Uma mulher, uma criança
Refazendo, reinventando minhas verdades e mentiras
Um pássaro numa gaiola
Ora afinado, ora desafinado é o meu canto
Procurando meu espaço num vazio
Fecho os olhos para não ver o mundo em minha volta
E sonho... sonho... com a Ilha almejada!
Quando quiseres de mim explicação do que sinto por você
Em meu silêncio sinta-se amada por eu nada dizer
Quem verdadeiramente ama não consegue explicar teus sentimentos
Pois o amor foge de todas as explicações possíveis.
Daí eu me silencio, deito e choro...choro até não poder mais.
Até que Eu sinta tanta dó de mim, tanta dor por mim...
Daí eu me enxugo, levanto e respiro...respiro até aliviar meu coração.
Pronto...assim é que eu me lavo por dentro.
Calei-me pra não atrapalhar o teu silencio
Recuei pra não te pressionar
Respeitei o teu momento
Mas não esqueça:
Eu te quero cada vez mais.
Autoria: Leila dos Reis
Fim.
Sabe quando você cansa de querer levantar a voz...
Hoje,só o que eu digo é o silêncio...
Eu não quero mais o seu carinho,eu não quero mais o seu abraço e muito menos o seu beijo,eu quero ficar sozinha,sem você,sem os seus problemas,sem a sua arrogância.
Eu não quero mais me arrumar pra te encontrar,eu não quero mais que você me note,eu faço questão de sumir da sua vida assim como eu quero que você suma da minha.
Vira o mês,pra eu poder me libertar,pra eu ser melhor do que eu to sendo agora.
E tudo vai mudar... Eu,você,nós...
Os meus melhores poemas são aqueles,
que nem o meu silencio escreve.
Aqueles que vagam, que vejo por ai capengas
Onde parte deles foi retirada, e colocaram neles.
alguns espinhos e ficam assim todos machucados.
Eu os reconheço todos meus poemas bobos
neles meu sentimento,
Em silêncio sigo...
Mas aqui dentro em mim um grito:
Alguém me encontre!
Vou vivendo, e a vida me levando.
Vou andando...
Andando a passos obrigados, à um destino sem aparências.
A sentença
Gritos de apelo
Rasgam o véu da noite
E muros se erguem em resposta
Silencio
Lavo as mãos... É tão fácil
Condeno, mais ainda
Afinal, é o outro imerso nas trevas
Silencio
"Ah! Então... Não te importas
Com a face de ti
Que agoniza aqui, ali e lá?"
Silencio...
