Poemas Góticos de Amor
Eu já morri tantas vezes que a morte não me amedronta mais.
Não temo mais o escuro véu que me separa do estar aqui, ou em outro lado.
Eu já morri tantas vezes que já não sinto temor, tremor e nem a sombra que apaga meus olhos e os deixam sem alma.
Eu já morri tantas vezes que a morte essa amiga estranha não me leva mais na hora que bem entende.
Agora, nesse momento exato, já sou eu quem diz se quer ou não morrer.
Vivo!
Viva!
Nildinha Freitas
Porque a vida nem sempre é triste, abatida, sofrida. Viver é deixar para trás os tropeços, os medos, às vezes que erramos, os amores perdidos, os perdidos desamores.
Viver é seguir em frente, olhar adiante e pegar do passado o ensinamento que ele tinha para nos dar. Viver é bem mais; viver é bem mais que sonhar, é fazer acontecer o sonho que em nós sempre está.
Nildinha Freitas
Na madrugada mais triste...
Na depressão mais aguda...
Nas lágrimas mais sofridas...
Lembro de como te fiz feliz, e de como sua felicidade me alegrava.
A tarde cai serena, o sol já se despede,
E a sombra longa esvoa sobre o chão que pisei.
Em cada brisa fria que a alma, triste, sente,
Um pensamento aflora que o tempo não desfez.
o poeta é como a lua
apesar de estar rodeado de seres
[é sempre triste
apesar disso consegue por irônia
inspirar os apaixonados
Quando a tarde estiveres só e o vento roçares suas faces, não fique triste, não se assuste, são minhas saudades que estão te beijando...
(Zildo De Oliveira Barros)
Mulher! Mulher...
Bom dia!
Tristeza eu vi em seus olhos de uma cor negro escura
Não que eu a deseja se! Nem mesmo uma censura.
Apenas te observei, talvez a nossa cultura
Faz-nos assim proceder, olhar sem maldade alguma...
Mas atenção me chamava pela beleza que dura
No rosto uma pele linda, no corpo bela cintura
No geral que mais parece! Uma deusa, uma escultura
Andas como se bamboleasse, no salto tu és segura...
Já falei de tua beleza! Nem toda bela é pura
Da idade tu falseias, enganos é bem segura
Já passou dos seus quarenta,! Idade não lhe imputa
Quem te vê de dá uns trintas, de dezoito, bate em muitas...
Ao falar mostras verdades! Que a vida nos ensina
Dos amores dos passados! Todas têm as suas sinas
Bela! Bonita ou feia! Todas amam, e se incriminam
Sempre se tem um Zé bosta! Que delas às vezes judiam...
Ao me contar seu passado! Vi suas lágrimas correrem
Verdade doeu meu peito, fiz se amigo do desleixo
Falei-te que muitos homens, verdades trazem ao peito
Magoam outras mulheres! Mas são magoados no tempo...
Já fiz isto e outros fazem falsidade não é direito
A mulher traz mais amor! Verdade vive em seu peito
Um homem quando canalha! Sua paga chega estreita
Sofre sempre em outros olhos que tem nas cores receios...
(Zildo de oliveira barros)26/04/13
Moça!
Hoje a tristeza e dores lhe fazem tal companhia, à vida às vezes é estranha, e marcam os nossos dias, sonhos que sem validades, ficaram em outras vias, olhares que já sem brilho perderam suas valias. Alguns quilinhos a mais o corpo sentiu um dia, ai tudo desandou, a tristeza foi seu guia! Agora moça tão bela, venho fazer-te de companhia, sou eu homem tão simples, mas te dou as garantias, começou bem sua vida, lutou e não foi covardia, ao nascer venceste tu, em vitoria bem merecida, venceu ali outros mil querendo ter suas vidas, lutou tanto por amor e em buscas dos sustentos, no agora esta já triste pelas lágrimas perdidas, aqui te venho no hoje e te chamo de querida, não a quero por amante, apenas quero a amiga! Mas ouça um conselho meu e mudes bem tua vida, erga a cabeça mocinha, esqueças tuas feridas, segue sorrindo e amando o tempo é um bom guia, alguma coisa se cai, à lei assim determina, foi mãe, esposa e amiga, e aos filhos tu destes a vida! Novamente aqui te peço, erga a cabeça querida, te segue o teu caminho, não se compare as mocinhas, hoje tem o conteúdo e a experiência domina, um sorriso vale mais que um corpinho sem estrias, todo homem que se preza não buscas só por um dia, o conteúdo hoje vale, erga a cabeça mocinha...
(Zildo de Oliveira Barros) 07/05/14 11h11min
A saudade e o poeta.,,
A Saudade abaixou a cabeça, sentou-se a uma mesa, olhar triste no infinito, soltou um grito tão triste, que ninguém chegou a ouvir, dos lábios da tal saudade, um copo beijou a mesa, a bebida, o dissabor! Nem cerveja e nem uísque, o álcool já é tão triste, porque dele se enganar, pediu ao garçom uma pena, um papel branco e uma renda e começou a rabiscar, quem naquele bar entrava olhava a mesa quadrada, num cantinho, ali parada e ela, a tal saudade, cabeça baixa a escrevinhar, horas passou num repente a saudade virou gente, alguém de poeta a chamar, assim nasceu à poesia, foi à saudade que vinha, em forma de um poeta, ali se firmar! E da pena e da poesia, nem todas são só alegrias, magoas também fazem bom rimar, e dores que se espalham, amores que já não valem, sempre um fica a se machucar, e ai nasce o poema, o poeta e sua pena, sem pena a rabiscar, nem percebe que magoa, nem sabe se a dor é a toa, ou se de verdade a é! Então saudade e poeta são partes de uma moeda, sem valor comercial, a tinta pouco se vale somente o papel manchado com saudades a se molhar! Ai tem até valor, o poeta e sua dor, faz parte do teu penar...
(Zildo de oliveira Barros)08/09/14 15h35min
A cruz é o poder de Deus para nós porque ela carrega tanto a morte como a ressurreição de Jesus Cristo. Esta é a fraqueza que é transformada em força.
Este é o poder que emana vida, e vida em abundância. Esta é a loucura do evangelho de poder que vem do céu por meio de uma manifestação do amor sincero de Deus por gente que não vale nada.
A loucura do evangelho de poder por pecadores está no amor, cujo significado é uma cruz onde o Jesus Nazareno se dá e se entrega livremente.
A tristeza é um abismo sem fim,
Onde os dias se arrastam sem fim,
E a alma, perdida, se esconde no escuro,
Procurando luz, mas nada encontra no muro.
As cores do mundo se tornam opacas,
O céu, um peso que o peito carrega,
E as palavras que antes eram doces,
Agora são ecos, que a mente sufoque.
O tempo passa, mas é uma ilusão,
Cada segundo é uma prisão,
E o sorriso se perde na névoa do ser,
Enquanto o corpo luta para sobreviver.
As noites são longas, mais do que o dia,
O vazio é companhia fria,
E no silêncio, a alma grita,
Mas a dor é surda, nunca acredita.
O que resta quando a esperança se vai?
Apenas o eco daquilo que foi paz.
E na luta invisível, a coragem é pequena,
Mas ela insiste, mesmo na dor que condena.
E quem sabe, um dia, em algum lugar,
A luz se quebrará e a sombra se dissipará.
Mas até lá, no escuro, só resta resistir,
Com a esperança, ainda que frágil, de existir.
"Sombras das Estrelas"
Oh! Quando as estrelas caem na noite,
Elas desenham sombras no infinito.
Ah! Cada brilho carrega mil açoites,
E um sussurro antigo, quase inaudito.
Ah! Sob seu olhar, o mundo adormece,
Enquanto os céus guardam segredos de fogo.
Oh! Mas as sombras prometem um destino,
Que vai além do véu do agora.
Ai! As estrelas guiam os perdidos,
Por caminhos que ninguém escolheu.
Oh! E em suas sombras, sonhos ocultos,
Tornam-se as pontes entre a terra e o céu.
Ah! E mesmo quando a luz se extinguir,
Elas deixarão um mapa celestial.
Oh! Pois as sombras das estrelas persistem,
Na eternidade de seu brilho imortal.
Redenção
Nas sombras do tempo, um eco perdido,
caminho entre ruínas de um sonho esquecido.
Os sinos ressoam em prantos de aço,
chorando o destino selado no espaço.
O vento murmura segredos da dor,
cortando as correntes do antigo temor.
Minha alma, em silêncio, ferida e vazia,
busca um altar sob a luz sombria.
Oh, luz oculta no véu da escuridão,
conduz-me ao brilho da redenção.
Liberta-me das cinzas do abismo,
salva-me na aurora de um novo amanhecer.
Que o fogo eterno purifique o meu ser.
Sob luas pálidas, dançam os espectros,
no véu dos mortos, ressurge o eleito.
Quebram-se as correntes, o sangue é vertido,
a fênix desperta do fogo esquecido.
Erguem-se torres de luz sobre as trevas,
cai o império de sombras eternas.
Um hino ressoa, um véu se desfaz,
e a noite se curva à glória da paz.
Redenção... redenção...
Fim de um Ciclo
As sombras alongam-se sobre o tempo,
O vento sussurra o que já foi esquecido.
As muralhas ruem sem resistência,
Pois tudo que nasce já foi prometido.
As águas apagam pegadas na areia,
O fogo consome o que era raiz.
O que um dia ergueu-se em glória,
Agora descansa onde nada mais diz.
O fim de um ciclo é apenas o eco
De algo que um dia precisa morrer.
Da cinza renasce o grito dos ventos,
Um novo destino começa a crescer.
Os reis de ontem são pó sobre o trono,
As vozes antigas se perdem no ar.
Mas dentro do caos há nova semente,
Pronta a romper e recomeçar.
A noite devora o dia sem medo,
Mas a aurora renasce no céu.
Toda ruína é um templo em segredo,
Esperando o toque de um novo anel.
O fim de um ciclo é apenas o eco
De algo que um dia precisa morrer.
Mas tudo que cai, renasce em segredo,
E a roda do tempo não vai se deter.
Uma vez feito de lixeira
Sempre te tratará como lixeira
Não repita as histórias tristes que vê
A mulher velha infeliz já foi a mulher mais nova como você que acreditou em mudanças que nunca aconteceram!
Hoje estou triste e assim estou e assim me permito este momento de luto!
Já fingi estar bem, ter superado, e com isso achei que estava sendo forte.
Estou triste, frustrada, ferida e magoada e tá tudo bem, pois é o fruto de irresponsabilidade afetiva e tudo bem poder dizer que dói.
Se me ver triste não ignores, me abrace. Aqui está uma mulher que já sofreu de tudo mas ainda sim, tem alma que ainda sangra.
Bom Dia!
Aquele Que Habita no Esconderijo do Altíssimo à Sombra do Onipotente Descansará!
Buscar o sentido de cada palavra nos dá o significado do Que Deus Nos dá Como Poder e Segurança Todos os Dias.
Está Passando Por Momentos Difíceis?
Está se Sentindo Incapaz, Insuficiente, Momentos Turbulentos de Dúvidas, Medos, Ansiedade?
Que Tal Está Presente ao Lado de Quem Te Levará ao Nível Tão Alto Que Nada Poderá Te Atingir?
E o Melhor, se Livrar do Cansaço Dessa Vida de Perceber e Situações Que Tentam Roubar a Sua Paz, em Meio a Agitações e Turbulências Emocionais?
Descansa Em Deus e Tenha Certeza Que Se Confiar Nele, Ele Irá Conduzir a Sua Vida e Seus Passos na Melhor Direção!
Habitar no Sentido Figurado: Permanecer; faz-ser presente: um pensamento que habitava sua mente; Deus habita na alma de quem crê.
Esconderijo:lugar onde alguém se esconde ou esconde algo; escondedouro.
1.
muito alto.
2.
substantivo masculino
FORMAL
Deus, o Ente supremo
Descansar:O verbo descansar indica principalmente o ato de se livrar do cansaço, da agitação e das preocupações, obtendo tranquilidade e sossego, repousando ou dormindo.
Viver um paradoxo incompreendido é,
sou vida que respira morte,
ou morte que ainda pulsa em vida,
Sou sentido que não se explica,
sou pergunta que ninguém responde, tudo é parte de um tudo onde ninguém conhece o mistério da vida.
