Poemas Góticos de Amor
"Tento ludibriar a tristeza.
Sanar as dores.recomeçar do zero.tendo o privilégio de mudar a vida.
Igual um livro passando as páginas bem de vagar, ganhando conhecimentos. do que está sendo lido."
Eu sou eu. Sou o mundo, sou tudo um pouco,
sou cada um, sou a alegria e a tristeza. Na verdade, eu sou
o mundo todo em uma só pessoa. Todas as personalidades
estão em mim e todas as vontades. Sou uma bomba
prestes a explodir,idéias, sou o barulho e o silêncio. Sou como
a escuridão, que ninguém vê, quando só valem as palavras.
Sou a senhora casada, a criança agitada, a adolescente
descobrindo a vida. Sou tudo ao mesmo tempo e por isso...
O que pareço ser não corresponde ao que eu sou.
A morte do outro
Apraz-nos bem…
Engrandece o Ego
Em busca de “auto-satisfação”…
Quem disse que o homem
Nasce naturalmente bom?
Quanta ilusão
Quanta alucinação,
Quanta aparência
Quanta insolência…
A finitude do outro
E do mesmo,
O acabamento
A aniquilação
Um outro espaço
Um outro lugar,
Um outro tempo
Uma outra vida…
Isabel Rosete
26/05/2007
15/01/08
Chuva e melancolia
Sou um ser entre o ser e o não ser.
Sou luz que brilha ao despertar da alva,
mas minha alma se escorrega pelos lugares sombrios.
Sou paz do sorriso de infantil,
Mas sou ardor beligerante!
Posso ser manso como as águas calmas e um lago,
Mas sou tormenta em alto mar.
Posso morrer de sorrir com uma anedota, conto, piada
até mesmo mal contado de um amigo.
Mas posso proferir fel, veneno com a mesma facilidade.
Sou melancólico assumido, sou dos extremos,
Não sou do meio, não sou estático, não sou morno,
Basta uma chuva fria, um dia escuro, e lá estou eu...
Um ser diferente, que não ri, não fala, que não abraça,
Que se afasta de todas a formas de contato.
Me torno amigo dos livros, de mim mesmo.
Espero que esta chuva vá embora rápido!
Que leve este não ser, para bem longe...
Mas, ele volta!
Não devemos temer a morte.
Ela é uma coisa inevitável.
Viva seus dias como se fosse o último.
Olhe,converse,sorria para as outras pessoas como você gostaria que fizessem comtigo.
Aprecie as coisas simples,
gestos e atitudes mudam a maneira como os outros te veêm.
Sempre quando mencionarem seu nome lembraram de uma pessoas com otimas qualidades,atitudes agradáveis.
Você dará conforto para as outras pessoas só de estar por perto,mesmo se não falar nada,no mínimo que iram querer é um simples sorriso ou um olhar feliz.
Quando acordo, a madrugada.
E não te vejo ao meu lado.
Vem a tristeza malvada.
Pra me lembrar do passado.
Passado que foi divino.
Que foi tão maravilhoso.
Que fez de mim um menino.
Com um amor tão gostoso.
E agora que estou sem ti.
Só a saudade me ampara.
Chega assim sem querer nada.
A sorrir da minha cara.
Quando acordo, a madrugada.
E não te vejo ao meu lado.
Vem a tristeza malvada.
E eu fico então calado.
"Vida"
vida de desastres
vida de tristezas
vida de despedidas
vida de agônia
vida de entrada
vida de saída
vida de sonhos
idéias e poesia
E eu vou manter a fé, porque eu SEI que é só uma questão de tempo.
Deixo minha tristeza pra depois.
A vida corre.
Alma Que não se Toca.
Que não Se Sente
Que não Se vê.
Que Sempre Aparece Triste Mesmo Sem Motivo Para Deixa-la assim.
Que Continua Sofrendo Mesmo Sem Saber O Verdadeiro Sofrimento.
Que Sempre Acaba Jogando Tudo E Todos ao Fogo Sem Se Preocupar com Quem ira Se Queimar.
Que Sempre Acaba em Chamas, Mais ninguém Se Desponha A apagar.
Triste filme de um feliz espetáculo
Amanheceu e você acordou
Um novo capítulo começou
O mundo é um Teatro arena
Onde você esta em cena
Acredite e abra a janela
Vai ver o cenário e a plateia
É o episódio da vida real
Você pode ser normal
Ou viver o surreal
Onde nada é igual
Seu espírito é imortal
E só Deus sabe o final
Nesse grande espetáculo
Você esta sendo filmado
O aviso que leu dizia: Sorria
Qual é o axioma da tristeza e da alegria
Paradoxo reflexivo
Ouvi um brado que disse: Eu vivo
Mas só feliz quem tem liberdade
E no quintal das casas tem grade
O que era um lar virou prisão
Pessoas com síndrome do pânico e depressão
Alguns saíram de cena desistindo
Outros estão vivendo, atuando, chorando e sorrindo
Os momentos de tristeza passam.
Os momentos de alegria passam.
Só não passa a vontade de viver nesta roda gigante que é a vida.
Medo? Enfrente.
Tristeza? Viva-a.
Alegria? Celebre.
Todos só são instantes ínfimosda grandiosidade da vida
Sombras de um Castelo
Sob as pedras frias do salão
O eco canta
Mas sem coração
Velas choram
Luz se desfaz
No espelho
Um rosto que não é meu
Na janela
Um tempo que se perdeu
Sombras dançam no castelo vazio
Cada passo é um adeus tardio
Tudo o que fui
Tudo o que dei
Perdeu-se aqui
Onde a alma calei
Arcos altos guardam segredos
Entre as fendas
Sussurros quedos
Histórias que ninguém quer ouvir
Nas paredes
Fantasmas do que vivi
Nos meus olhos
O que eu nunca esqueci.
. Ela se acostumou com os olhos.
Ele aprendeu a andar entre sombras.
Ela precisa ser lembrada para se sentir viva.
Ele só respira quando é esquecido.
Enquanto ela floresce com palavras,
ele sangra em silêncio — e sorri com dentes partidos.
Sêneca diria que a alma forte não espera aplausos.
Epicteto mandaria suportar e calar.
Platão veria nela a ilusão.
Nietzsche o veria — e chamaria de vontade.
A dor o moldou como a espada molda o aço:
não para ser bonito,
mas para não se quebrar nunca mais."**
— Purificação
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"O coração só cicatriza quando sangra consciente.
Esquecer seria trair minha própria sombra.
Então eu fico.
Fico com a dor, com o eco da perda, com o gosto do fim.
Aprendi a respirar no escuro.
Porque a morte que não mata… transforma."
— Fram Lima —
Fui filho sem pai,
com um pai vivo.
E isso, por mais estranho que soe,
dói mais que a morte.
Porque a ausência escolhida tem outro peso:
o da rejeição.
Aprendi cedo a não esperar.
A construir minha identidade sem referência,
a ser homem sem espelho.
E mesmo assim, segui.
Hoje não te culpo.
Mas também não te carrego.
Só levo seu nome no papel.
Na alma, carrego a coragem de não repetir sua história.
A Morte, Inimiga Cruel
A morte é uma inimiga cruel.
Não pede licença, não dá aviso. Ela chega sem compaixão, levando com ela não apenas uma vida, mas também os sonhos, os sorrisos, os segredos e as lembranças que aquela pessoa carregava.
Ela destrói não só quem se vai.
Ela devasta o que fica: famílias, lares, amizades, histórias.
Ela silencia vozes que amávamos ouvir.
E com elas, se vão também os planos, os abraços futuros, os caminhos que nunca serão trilhados juntos.
A dor da ausência pesa.
É um vazio que não se preenche com palavras, mas com lembranças.
E mesmo essas, por mais bonitas que sejam, às vezes doem como punhais — porque nos lembram do que não teremos mais.
Mas mesmo diante dessa perda brutal, seguimos.
Porque amar alguém é também carregar sua memória, sua essência.
E mesmo que a morte leve o corpo, ela jamais apaga a presença de quem foi verdadeiramente amado.
Apocalipse 20:13
“O mar entregou os mortos que nele havia; a morte e o Hades entregaram os mortos que neles havia...”
Este versículo revela uma verdade inescapável: ninguém escapará do julgamento de Deus. Não importa onde ou como morreu — no fundo do mar, enterrado na terra ou perdido no anonimato do tempo — todos os seres humanos ressuscitarão para prestar contas de seus atos.
O mar, símbolo da vastidão e do esquecimento, não poderá esconder ninguém.
A morte, o fim físico da existência, terá que ceder os que guardou.
O Hades (o mundo invisível dos mortos), lugar de espera e separação, não reterá ninguém diante da autoridade final de Deus.
Esta passagem é um chamado à consciência e à responsabilidade: o tempo do juízo virá para todos, e as desculpas humanas não servirão mais. Nem o anonimato, nem o esquecimento, nem a profundidade mais escura poderá proteger o ser humano da Verdade.
Viva hoje como quem será chamado amanhã.
A vida é mesmo assim, cheia de altos e baixos.
Faz parte do caminho viver momentos de tristeza, angústia, solidão e amargura. Tudo isso também é processo.
Da mesma forma, a alegria nos presenteia com frutos bons, e até mesmo os sentimentos difíceis guardam em si lições e colheitas valiosas
