Poemas Góticos de Amor

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O anjo da minha vida vôo, sem se quer beijar me,hoje vivo triste e sozinho,a procura desse anjo meu...
Volta voa de encontro ao teu Amor!!!
Anjo meu ....É..

Sábado à Noite


Hoje eu tô triste.
É sábado à noite, e não tem para onde ir.
Os amigos estão longe, e o silêncio aqui parece ainda maior.
Meu pai e minha mãe já dormiram, e eu fico pensando se devo fazer o mesmo.
Lá fora, o som toca alto, lembrando que o mundo continua, mesmo quando a gente para.
E eu aqui… parado, sem saber o que fazer.
Pensando em você.


—Ivo Mendes Morais

⁠Madrugada...

- O que sua tristeza faz enquanto
você dorme?

- Fica acordada...esperando.
E quando perde a paciência,
... me acorda.

⁠"Apaguei a minha tristeza e
acendi uma boa música.

Minha alma quer melodia e
não ruídos…

Felicidade é ouvir o teclado
que faz a minha alma dançar."

"Se a saudade chegasse pelo
ar como as ondas de rádio,
em que lembrança eu
sintonizaria a memória?"

Rico e pobre.

A diferença vem na morte,
Que qualquer hora pode chegar.
E entrega a própria sorte,
Qualquer um que ela venha buscar.

--------------A morte-------------

Não escolhe por diploma,
Nem perdoa vida difícil,
Nesse dilema a vida soma,
Só mais um no precipício.

Sei que vai ser triste a sua partida, mas se você também ficar vai ser mais doloroso ainda. Pois sabemos que isso só iria nos prejudicar.
Digo que foi bom enquanto durou. Mas foi péssimo quando terminou. Senti como se estivesse perdendo meus sentimentos a cada segundo que via sua mensagem pedindo para ser livre.
Sei que não foi por neurose nem por inseguranças. Sei que foi por não estar pronta para receber uma quantidade absurda de amor e energia boa.
Pois, como você sempre me dizia, nunca tinha sido realmente amada em voz alta. E quando finalmente foi, meus gritos de amor te assustaram… e você correu, com medo, sem saber lidar com tudo isso.

"Na sombra de ninguém devemos viver;
Na própria sombra não devemos ficar;
Faça-se a luz;
Que ilumine a escuridão;
Caminhemos agora;
Rumo a liberdade;
Fugindo da solidão!"

"O Abraço No Ar"


Ela apareceu feito sombra bonita,
num tempo em que o mundo me olhava torto. Tinha olhos que pareciam saber de mim sem perguntar nada.
E um silêncio que gritava mais que qualquer voz.


Não disse muito,
mas eu entendi tudo.
Ou talvez…
entendi o que eu precisava sentir.


Ela era a garota da tela, era o mistério da minha solidão. Vestia o preto que eu sentia por dentro. E sumiu sem dizer adeus,
como se fosse um sonho tímido
que teve vergonha de durar.


Desde então,
me pego perguntando
Será que lembra de mim?
Será que doeu nela também?
Será que… ainda existe?


Mas a verdade é
ela vive em mim,
não como pessoa,
mas como marca.


A marca de um tempo onde amar era mais imaginação que presença.
A marca de um encontro que não aconteceu inteiro, mas foi inteiro mesmo assim.


Ela foi o retrato da minha fome de ser visto.
Foi poema não escrito, canção sem refrão,
abraço que só existiu no ar.


Hoje, eu olho pra trás…
e não odeio.
Não esqueço.
Não apago.


Mas também não me perco mais.


Porque ela foi passagem.
E eu sou caminho.

⁠ECLIPSE
Até mesmo a Lua cheia
Ao invocar às virtudes
Sombra terrena golpeia
Fazendo que a cena mude
Mas o Sol em sua odisseia
Continua em Plenitude.
(Alfredo Bochi Brum)

A morte do fim.


Criamos e idealizamos um divino que possa aliviar o nosso sofrimento de existir sem respostas e sem sentido. A falta de respostas da vida e do que vem depois da morte inquieta a nossa mente, fazendo com que esperemos que a nossa existência se encha de alguma esperança.


Ao mesmo tempo, também queremos nos sentir seres especiais, carregados de significado aqui e além daqui. A vida parece injusta quando pensamos que a morte pode ser apenas o fim, mesmo que o fim seja, de fato, a própria morte.

A CALIGRAFIA DO ESQUECIMENTO



​Sobre nós, nem mesmo a minha sombra que rasteja no chão sabe os versos que contávamos para o silêncio; e nem mesmo os lugares que guardamos na memória carregam lembranças sobre nós.


​Um dia fomos presença em nosso pequeno instante, e fomos o próprio presente do instante. E, mesmo que eterno, o tempo leva tudo ao esquecimento.


​Somos dois abismos no profundo de nossas memórias, memórias perdidas entre o real e as imaginações. Se um dia fui o herói nas tuas lendas ou o vilão na sombra das tuas lembranças, tudo o que posso esperar é a ausência de nunca saber.


​Sou a sobreposição da verdade que jamais compartilharemos. Em nossos pensamentos, os versos que contávamos se vão em direção ao esquecimento — a caligrafia apagando o que um dia fomos.


​Então, o último conto, um eco que retorna ao silêncio; e assim, restando em nós apenas a lenda, a verdade que jamais saberemos um do outro.

Viva com um propósito
e não viva à sombra de ninguém!
Jesus te ama muito!

Reflexão
“Suprema Aspiração”
Nos braços Teu eterno pai...
Em horas de tristeza e dor...
A descansar, minha alma vai.
Confiando em ti meu redentor...
Doce e suave e meu cantar.
No terno abraço do teu constante amor...
Nas tentações e no amargor...
Que o mundo a mim vem dar.
Tu és meu Deus, meu protetor...
Em ti me vou refugiar.
Das minhas dores e meus terrores...
Sua presença me vem livrar.
A sua sombra correrei, e aos seus pés repousarei.
Por Ti serão guardados...
Medo angustia dor e tristeza, não mais terão vigor.
Quando o mundo em fim passar...
Aos pés do trono irei cantar.
Agradecendo a Ti Senhor o Amor que deu a...
A mim.

Os dias são tristes, e perdidos na solidão que constantemente me persegue"

Ro Matos

A noite chega

A noite chega,
com ela vem a tristeza,
um sentimento tão grande que desejo deixar
me levar pelas correnteza
da água clara do rio profundo.

Até pq quando fiquei sozinha
não foi o fim do mundo.

São tantos sentimentos envolvente
que logo fico de mente quente.

Infelizmente deixei de ser sorridente,
me traumazei com pessoas que mentem.

E na minha mente logo vem:
desista, continue, corra, pare,
não vale a pena.

Mas como q não vale?
Olha como funciona o mundo
nesse sistema.

Sistema de lixo,
mundo cheio de espíritos,
espíritos que atribulam minha mente,
não deixam eu respirar.

Então levante,
sinta-se,
saia do lugar,
vá respirar.

Essa depressão estar me matando,
a ansiedade em mim estar se acalentando.

Será que ainda estou respirando?

Suspiro,
paro e grito:
não aguento mais.

Tempestade infinita,
minha mente por calma briga.

Então tudo vai ficando lento,
então novamente vejo
meus pulsos sangrento.

Então quebrei aquele juramento.

Meus olhos inchados de chorar
aos poucos estão a fechar.

E mais uma noite vou dormir
pra no dia seguinte,
sorrir.

Por: Maria Beatriz

Canto da sala


⁠No anoitecer encontro a solidão no canto da sala gelada e melancólica mas também calma e aconchegante.


O que no dia encontrei felicidade e diversão com amigos.


Agora me encontro numa melancolia em um canto gelado da sala.

A morte é simplesmente o fim.
Ela não transforma, não conduz, não prepara.
É o encerramento total do ciclo,
o ponto em que nada mais se prolonga.
Não há caminhos ocultos,
nem sentidos posteriores a serem buscados.
A morte existe para fechar,
para afirmar que tudo o que tinha tempo
chegou ao seu término.
Reconhecer isso não é negar a vida,
é aceitar que todo ciclo
se encerra exatamente onde termina.

Leveza é encontrar-se com a morte e viver


Porque adeus,
se até logo já bastaria,
quando nada acaba,
estando triste.


Uma jornada é uma jornada.
Um dia de tristeza é um dia a menos.
É a solidão de um mar,
um dia ensolarado parcialmente encoberto.


Felicidade acabada,
o sustento da dor,
tendo a alma atravessada,
bem devagarinho.


Morrer aos poucos,
lenta e dolorosamente,
é a vida quem nos impõe
diante do medo.


Levanto-me da minha lama existencial,
chorando qual uma criança recém-nascida,
cego por tanta luminosidade,
tentando simplesmente me ambientar.


Uns dias depois do meu novo nascimento,
busco encontrar forças para me sustentar,
para seguir onde quer que seja,
com um sorriso em meu rosto.


Carlos de Campos

O Hóspede das sombras


Desperta em mim um timbre industrial,
Gosto de ferro, nota aguda e fria,
Uma versão de traço não causal
Que ignora o sol e a própria luz do dia.
Tem o olhar cruzado, o norte em desatino,
Sabores amargos que a alma não traduz,
Habita o fosso, o avesso do destino,
E foge sempre que o afeto faz seu fluxo de luz.
À margem de tudo o que tento cultivar,
Ele se nutre do que eu quis esconder.
Sorri com o mal, sem medo de errar,
Pois não tem outro centro além do próprio ser.
Não guarda o peso da dor alheia no peito,
Não carrega a afeição, o laço ou o dever.
É gelo puro, instinto, um vácuo perfeito,
Um espelho cego que só quer se ver.
Eu sei, com clareza, que esse não sou eu,
Mas no cansaço de ser quem o mundo quer,
Invejo esse monstro que o abismo deu:
O lado de dentro que faz o que bem entender.