Poemas Góticos
Demônios caminham pela cidades,
Anjos caíram pela sua beleza e teu amor,
Nunca foram uma certeza que haverá uma salvação,
Não chore em uma caixa de ilusões,
Salve se da dor e da verdade e escolhas de venenos.
E da sua morte sonhos diabólicos.
Ninguém liga para você,
Porquê sempre dizem fique comigo.
Diabólico, Rezar e chorar,
Salvei me, Com lindas palavras...
Seduz na musica faz meu coração sangrar.
aranhas caiem do rosto,
brumas envolve seu corpo,
com luz submersa em sonhos,
seus cabelos flutuam nas profundezas,
e vejo estrelas num mundo de escuridão,
quando sonhamos por um profundo sentimento.
deixe me viver
por uma faceta do destino,
sois melhor ou pior que o esquecimento,
disseste por um acaso que foste o destino.
como pálida morte sois vital e meramente decadente...
embora caminhaste ente os vivos...
sois arredia como o vento,
em teu beijo o veneno no teu toque a morte,
foste dia e anoite perdida em teus momentos,
faceira em tantos os diga está acima do bem e do mau,
sempre com disseres obra do acaso...
compadece sempre de conformismo...
digas outras outras horas ressentimento...
amor bem dito seja eterno ou alem da morte,
calo me em teu silencio, para mais ou menos
dizer adeus é trivial embora que as tangentes
seja o caos na loucura do amor sempre até o além...
por que sois assim? belo na feiura do ser,
bem pouco com a calma por assim o desespero
sob a angustia sois clareza do momento...
que nos separamos sem saber a real verdade
que sempre vamos nos amar.
suas palavras estão destruindo tudo,
pensei que mundo seria só seu...
conheço suas lagrimas no desespero do teu coração...sei bem como queres...bem.
no silencio da noite...
marca com a vastidão.
de pouco para muitos
num rosto deformado de verdades que
pairam no esquecimento.
as chuvas revoltam meu coração,
para aqueles momentos que fim
parece estar tão perto.
desejo um último beijo...
então uma luz me chama,
mas tenho mais um desejo
que se passou a vida toda.
e apenas senti a morte,
em teus lábios...
Destino sem alma.
marcas para qual o amor torna se tristeza.
Como pode sorrir numa floresta de indiferença,
Florava pois tais fingir é tão fácil,
Pelo "deuses" foi algo abrangente...
Mas em um terror desigual...
Terror esse,
Em que tirou minha calma,
Roubou minha alma
e não devolveu mais...
Com vulto do teu coração...
Sendo vespertino com o doce
mel da teus lábios...
Todavia como uma forma profunda.
Bebe minha solitude...
Como foste minha dor e minha morte,
Para sempre o desejo que o amor.
"por Celso Roberto Nadilo e Dominique Castanheira Daemon
massacre é apenas a fome de tais desejos sem compreensão, se mato sou feliz, se morrer seri mais feliz,
com gosto da suas entranhas expostas,
o sangue é fantástico, até o fanatismo é ritual.
...Entre os mortais buscamos o amor...
Espirito Santo entre eles,
Vivemos dias que amamos e morremos
Apenas por ele... todos buscam riquezas
E glorias que desmerece a vida...
somos o nada do alem de cada ser
abitado em cada anoitecer
numa beleza profunda
no calor do coração,
tudo pode ser simples pela
solidão que carregamos...
Docemente meu amor,
pequeno passo
sentimento atroz
por uma distancia,
bela no ar,
belo olhar,
que julgo docemente...
te amar...
sobre tudo,
meu amor, incondicional,
até morte nos separe,
diga sim e para sempre
será minha
nas fronteiras
esquecidas da minha alma,
pelo tempo,
transcende o desejo,
neste mar de tantas
declarações, te amo,
te amo...
muito mais que essa existência.
dia pós dia sinta meu amor
fluir para eternidade...
de nossos corações,
o para sempre se torna comum,
nas nossa avassaladoras paixões,
tudo ser torna fagulhas...
de labaredas do nosso amor.
que seja por um momento,
nu num fragmento do desejo,
evolua passo a passo,
sempre vendo o primeiro olhar,
o primeiro beijo, seria bobo?
não... simplesmente um passo
nas profundezas de nossas vidas.
mesmo assim...
a teria mesmo por um segundo.
seria notório o destino causar...
tal depressão no qual não há compreensão,
apenas a farpa momentânea...
pelo arco da capela seu sim,
já seria o bastante para toda eternidade,
sobre olhos dos mortais...
um gota de esperança.
para o meu ser o amor.
sinta seus pesadelos são reais,
todos que amou estão mortos...
boa noite,
morra também pois nada me agrada.
O amor é dor profunda e amarga sempre sem destino...
com correntes sobre o coração que sangra...
intermitentemente sob sua face fria...
a alma desmorona nas profundezas,
a única virtude foi lacrando a vida...
dentro das labaredas desta paixão.
amor,
amor,
sutilmente minha paixão
que devora a vida do meu coração,
perdido para sempre minha vida...
tangente desta momento eterno.
o prazer segue caminhos estranhos ardis até alma,
torna se eterna um único sentido universal
todos gemidos são uma expressão de amor.
Desespero sendo digno...
sem um parador puro em sonho,
de marcas profundas e sinceras;
tangentes na flor da pele,
em todos sentimentos expressados
clamo ao intenso vazio...
de onde para aonde vagar,
somente pairar até o coração parar,
entre lagrimas e agonia,
em puro desatino lhe desejo um sonho,
magoa presumida entre as flores meu paradigma,
sensato assim o seja meu amor...
ao infinito para o profundo da escuridão...
sendo uma pequena extensão da minha alma.
fato distantes
apreciativos demais,
abrupto, pois então se foi,
sentido quase desconhecido,
passagem do quase o nunca se foi...
uma lembrança vivida em tantos momentos,
para o qual se destina pura imortalidade,
por que foste um detalhe de um sonhos obscuro,
momentaneamente os espaços somem com passar...
do tempo, devorando dia pós dia num ador sem fim,
meramente a solidão são traços cruéis de sonhos perdido.
por mais distante que pareça memorias me fazem chorar.
as palavras tem vários sentidos em uma busca complexa pela compreensão da mesma muitas não tem ter um sentido,
apenas o sentimento expressado pela ausência de um sentido.
e assim passando fatos ou a origem de uma sentença ou até
disfunção da frase no dilema sendo fonética uma expressão unica
e realista num devaneio da fala até num espaço e no tempo.
Diga Adeus...
Sendo meu ultimo desejo,
Amargo sonho das trevas,
Que sejam obsoletas,
nesta forma singular...
De sonhos profundos
Dessa decadência,
De meus demônios,
Vagam pela mares,
Que sejam o vazio
Dos males da alma,
Se reprime no acido desta vida,
Ao mesmo tenor ausente
O frio que abranda o destino...
Cruelmente, Chorar,
A lagrimas do repente,
Que assim choveu,
Mais uma vez no deserto,
Do teu nome um simples adeus,
Dentro do horizonte um desejo
Que nunca se calará... Como de repente
Ainda senti momento que nunca passou
Diante os absurdos dessa vida que acabou.
Te digo que o amor apenas se eternizou...
No profundo silencio de nossas almas,
Para devastação que se abateu...
Entre as sombras que cobriram,
Entretanto o ar frio reata a imensidão,
Neste atroz paradigma que a diz que a amei,
Sendo assim o infinito do coração,
Passivamente os estágios elementares
Passaram para um passado esquecido.
