Poemas Góticos
No silêncio de minhas horas, comigo mesma e com Deus, lhe digo que de tudo agradeço e Ele fala que em meu coração mora e abençoa os dias meus.
Às vezes, precisamos somente do silêncio para encontrar as respostas que o barulho não nos permite ouvir.
Dizem que o que Ninguém sabe, Ninguém Estraga ou Atrapalha.....
Então Bora Ficar em Silêncio, Por que Nesse Momento Quero ser Feliz.
Em varandas de ciprestes ao lado do Palácio Real inalo teu silêncio respiro tua paz e recebo teu amor...
Quero ver o amor pedir licença, quero ver o mundo em silêncio tornando-se sem fim.
Quero beber o futuro no cálice da vida para voar aonde alcançam as asas da imaginação.
As vezes melhor é o silêncio que dar asas as palavras e estas se lançarem em voos distantes e comprometedores.
Em silêncio eu gritei, o desespero alardeou? Lancei palavras ao vento, e ninguém escutou.
O terror diário alucina, quem o sonho abandonou. E num instante fecha-se as cortinas, e o espetáculo então findou.
No silêncio do umbral, onde as almas vagam em busca de luz, não há maldade, apenas espíritos em transformação. Que nossos corações compreendam que o umbral é apenas um caminho de cura, onde a compaixão e o amor são as chaves que guiam essas almas para a luz. Que possamos estender nossas mãos com ternura, vendo além das sombras, e reconhecendo a beleza da jornada de cada ser
Realidade
As vezes ,estamos tão absortos da realidade, que trocamos o mundo dos sons pelo silêncio dos que nada ouvem . Em certos momentos da vida, esses momentos valem uma vida !!!!
O silêncio dos teus olhos me amedronta, causa-me impaciências e, quando suas mãos são presas de mim, eu as amo, mesmo que por causa delas eu não saiba o que fazer das minhas. Eu sei que seríamos bons amigos, bons parceiros, bons inimigos.
Ontem de madrugada, despi-me e abrir a porta de casa, em seguida o portão. No silêncio da noite, caminhei pelas ruas e senti o gosto da liberdade pelo meu corpo, nu de qualquer vaidade ou sentimento que não fosse pelo prazer de sentir solto. Os meus poros sensíveis ao ar da rua, tocava a minha alma. Andei pelo bairro e não encontrei ninguém, parecia que todos tinham mudado, sei lá. Os meus pés descalços caminhavam em nuvens de alcatrão com cheiro de chuva. Caminhei por um tempo. Voltei para casa, abri o portão, em seguida a porta, tocou o despertar e acordei.
