Poemas Famosos sobre Mulheres
Há mulheres bonitas.
E há mulheres que fazem a própria noite hesitar.
Olhar para ti é descobrir que a escuridão nunca foi ausência de luz; era apenas o lugar onde a tua beleza aguardava pacientemente para nascer.
Se os anjos caídos ainda rezam, suspeito que o fazem em silêncio... apenas para não perturbarem o teu olhar.
Quem te feriu sabe e também sabe que mulheres fortes ainda que frágeis na hora de amar ,mulheres de personalidade forte elas partem e não voltam ,mentiu enganou escondeu acusou de se fazer de vítima porque assim são os cobardes os incapazes de sentir ..
Ficava um dia inteiro sem responder ..
Marcava encontros na hora para destabilizar ,quando a pessoa pedia para o fazer no dia anterior .
Portanto isto não é querer alguém, é querer quando lhe é conveniente quando não existia mais ninguém para falar ..
Este tipo de comportamento vêm de pessoas inseguras e insesatas ..
E ninguém é obrigado a levar com a insegurança de ninguém..
Se a pessoa é meiga ,carinhosa transparente ela não merece ser colocada em segundo plano ..
Cresça primeiro trate do seu emocional antes de querer ocupar um lugar especial num coração que já foi ferido e precisa de Amor não de indecisões!
Dia das Mulheres, um dia especial, porém, seu dia é todos, inclusive em meus pensamentos você ocupa minutos, horas e diárias frequentes em minha imaginação. Sim, te amo e admiro muito a mulher que você é, parabéns pelo seu dia e por ser o presente de Deus para a minha vida.
Nanda ❤️
Em 2025, foram registrados 1.568 casos de feminicídio no Brasil, além das milhares de mulheres que sofreram agressões físicas e sexuais diariamente. O que há para se comemorar no Dia Internacional da Mulher diante dessa realidade?
Benê Morais
A maioria das mulheres que se envolve com homens comprometidos não acorda de manhã pensando: "Hoje vou destruir uma família." Elas acordam acreditando na história de um homem "sofrido", "incompreendido" ou "solitário" que encontrou nela a "salvação." E como se ele fosse a Rapunzel presa no alto de um castelo esperando um príncipe para salva -la em um cavalo branco.
O que eu quero dizer é que: "Ele se vende como uma Rapunzel de terno e gravata, jogando as tranças da vitimização para que outra mulher suba e o resgate de uma relação que ele jura ser uma prisão. O que ela não percebe é que a porta da torre sempre esteve aberta ele só prefere o drama do 'resgate' à desonestidade da partida. Ele não quer sair com a verdade; ele quer sair como a vítima salva."
“Se relacionar com certas mulheres é como amarrar uma pedra na cintura. Se tiver que andar, terá que arrastar o peso da pedra. Se a pedra rolar, ela te arrasta junto. Então, corte a corda e solte a pedra.”
— Urbano Cardoso
A Jornada Coletiva da Alma Feminina
Nós, mulheres, independentemente de raça, credo ou origem, compartilhamos de uma mesma força silenciosa que move o mundo. Diante das mais diversas realidades, quase sempre cabe a nós o papel de equilibrar os pratos do cotidiano: o sustento do lar, as responsabilidades do trabalho, a condução dos filhos e o amparo emocional daqueles que amamos. O cansaço que pesa nos ombros não escolhe cor ou crença; ele é o reflexo de almas dedicadas que se doam por inteiro. No entanto, o verdadeiro progresso espiritual nos ensina que não precisamos carregar o mundo sozinhas. Para continuar iluminando os caminhos ao nosso redor, cada uma de nós precisa aprender a acolher as próprias fragilidades e cuidar da sua própria luz. Diante do Criador, somos todas companheiras da mesma caminhada, unidas pelo mesmo amor e pela mesma capacidade de recomeçar.
Há mulheres que aprenderam a sorrir para o mundo enquanto escondiam o peso que carregavam por dentro. A mente cria forças para sobreviver, mas o coração sempre espera o dia em que não precisará mais fingir que está bem.
-Jouberth Toffoli
Salomão não apenas construiu altares para os deuses de suas mulheres.
Antes disso, ele construiu um altar no próprio coração para cada uma delas.
O problema nunca começa no altar que levantamos por fora.
Começa no altar que permitimos existir dentro de nós.
Por que boa parte das mulheres independentes estão solteiras?
Porque o ego dos dois não alinham a diferença de um ter mais que o outro. Juntar para unir e não para medir grandeza como individual é essencial.
Enquanto 'meninos' seguem acusando as mulheres de “Perigo Constante no Volante”, elas seguem desbravando todas as Direções.
Elas conduzem na terra, no ar e na água.
Enquanto muitos ainda insistem em disfarçar o preconceito com piada — apontar o dedo, buzinar certezas gastas e acusar as mulheres de perigo no volante —, elas seguem fazendo do movimento um ato de coragem.
Não pedem licença ao estereótipo, nem reduzem seus sonhos à marcha ré das opiniões alheias.
Elas atravessam ruas, céus e mares porque sabem que direção não se mede pelo gênero, mas pela consciência, pelo preparo e pela liberdade de ir e vir.
Enquanto os meninos se ocupam em vigiar retrovisores imaginários, elas pilotam o próprio destino: na terra que desafia, no ar que exige precisão, na água que não perdoa imprudência.
No fim, o verdadeiro risco nunca esteve nas mãos que conduzem, mas nas mentes que insistem em frear o avanço alheio para não encarar a necessidade de se despir da masculinidade frágil, do machismo e da própria estagnação.
Não me é concebível que o Dia de Luta por Direitos das Mulheres seja edulcorado para virar
Dias de Glórias
— nem Política nem Comercial.
Quando uma data nascida da dor e na dor, da resistência e da coragem coletiva é transformada em vitrine de marketing ou palanque de conveniências, algo essencial se perde no meio do caminho.
A Memória das Mulheres que enfrentaram jornadas desumanas, violência, silenciamento e invisibilidade não foi construída para decorar discursos, mas para provocar mudanças reais na estrutura da sociedade.
Há um certo conforto em celebrar conquistas com flores, campanhas publicitárias e hashtags bem elaboradas.
O problema é quando essa estética da homenagem passa a substituir o compromisso com a transformação.
A luta, então, vira cerimônia; a denúncia vira slogan; e a história vira produto.
Direitos não nasceram de gentilezas institucionais nem de estratégias de branding.
Foram arrancados à força da persistência de Mulheres que se recusaram a aceitar o lugar que lhes foi imposto.
Cada avanço carrega o peso de muitas que pagaram caro demais para que hoje se fale ou se sonhe em igualdade.
Por isso, quando o dia que deveria ser de memória crítica se transforma apenas em ocasião para discursos oportunos e promoções temáticas, corremos o risco de anestesiar aquilo que ainda precisa incomodar.
Porque enquanto houver violência, desigualdade e silenciamento, essa data não pode ser apenas comemorativa — ela precisa continuar sendo inquietante.
O verdadeiro respeito a essa luta não está na doçura das homenagens, mas na honestidade de reconhecer que ainda há muito a ser enfrentado.
Afinal, datas históricas não existem para nos confortar; existem para nos lembrar de que a história ainda está sendo escrita — e de que a Responsabilidade por ela também é nossa.
Feliz Dia de Lutas — Feliz Futuro de Glórias, Mulheres!
Talvez não haja Absurdo Maior do que Mulheres precisarem de leis para protegê-las de quem deveria Respeitá-las.
É um daqueles paradoxos que expõem, sem rodeios, as falhas mais profundas e medonhas da sociedade.
Leis deveriam existir como garantia de justiça, não como escudo contra aquilo que, em essência, nunca deveria acontecer.
Quando o respeito precisa ser legislado, algo essencial já se perdeu no meio do caminho — e não foi por falta de aviso, mas por excesso de negligência.
A existência dessas leis é, ao mesmo tempo, necessária e constrangedora.
Necessária porque a realidade insiste em violentar o que deveria ser inviolável.
Constrangedora porque revela que, para muitos, o básico ainda precisa ser imposto, vigiado e punido.
Como se a Dignidade Feminina fosse um conceito opcional, condicionado a regras externas, e não um Princípio Inegociável.
Há uma pavorosa Ferida Coletiva nisso tudo.
Uma cultura que, por séculos, relativizou o respeito, naturalizou o desrespeito e, em muitos casos, silenciou quem ousava denunciar.
E o mais inquietante é perceber que, mesmo diante de leis, campanhas e discursos, ainda há quem questione o óbvio, como se o problema fosse exagero e não repetição.
Talvez o verdadeiro avanço não esteja apenas em criar mais leis — ou Criminalizar algo que nem deveria existir — mas em tornar essas leis obsoletas — não por desuso jurídico, mas por Superação Moral.
Um mundo em que o Respeito não precise ser exigido, porque já esteja enraizado.
Em que a Proteção não seja uma necessidade constante, mas uma lembrança de um passado que não se repete.
Até lá, cada Lei é um remendo em uma estrutura que ainda precisa ser reconstruída.
E cada reflexão, por mais incômoda que seja ou pareça, é um convite para que essa reconstrução comece dentro de cada um de nós.
Só o Estado
que insiste em
Fingir Preocupação com a Segurança das Mulheres,
libera Agressores
para empurrá-las
para as estatísticas.
E nesse teatro de contradições, a proteção vira discurso, enquanto a realidade segue sendo risco.
Leis são anunciadas como escudos, campanhas surgem como vitrines, e pronunciamentos ecoam promessas que não resistem ao primeiro teste da prática.
Há uma distância bastante cruel entre o que se diz e o que se faz — e é nesse intervalo descarado que a violência encontra espaço para continuar.
Não se trata apenas de falhas isoladas, mas de uma lógica que naturaliza o descaso.
O ciclo se repete: denúncia, indignação, manchetes e caprichoso esquecimento.
Enquanto isso, mulheres seguem sobrevivendo com medo, não apenas da violência em si, mas da possibilidade concreta de que, ao buscar ajuda, encontrarão apenas portas entreabertas, respostas tardias ou decisões que as devolvem ao perigo.
O mais inquietante é perceber que o problema não está na ausência de instrumentos, mas na falta de compromisso real com sua aplicação.
Como se a existência de Políticas Públicas fosse suficiente para acalmar consciências, mesmo quando elas não alcançam quem mais precisa.
Como se proteger fosse mais uma ideia do que uma prática.
No fim, o que se constrói é uma ilusão de cuidado — uma narrativa que tranquiliza quem observa de fora, mas abandona quem vive a urgência.
E talvez a pergunta que reste — sem tropeçar na covardia do Estado para se calar — não seja apenas por que isso acontece, mas até quando aceitaremos que a Aparência de Proteção valha mais do que a proteção em si.
Poetisa
Dizem que mulheres
que escrevem poesia
de verdade não se identificam
mais como poetisas,
Eu que não tenho
compromisso com a realidade
permito-me escrever poesia
para fugir da grosseria,
e sempre que eu quiser
me identificarei como poetisa
todas as vezes que for renascer
nesta vida onde muitos
deixaram perder o sentido de viver.
Você disse que sou um homem de muitas mulheres.
Talvez seja porque vivi o suficiente para aprender que rostos mudam mais rápido do que as cicatrizes.
Mas a verdade é menos interessante.
Nunca procurei quantidade. Procurei abrigo. E abrigo é uma coisa rara neste mundo onde todo mundo aprende a partir antes de aprender a ficar.
Eu não me apaixono pela perfeição. A perfeição é uma mentira bem vestida. Gosto de quem sangra, de quem tropeça, de quem perde a guerra num dia e aparece para lutar outra vez no seguinte.
Também erro. Muito. Carrego ferrugem na alma e algumas rachaduras que o tempo nunca consertou. Ainda assim, continuo aqui. Permanecer sempre foi mais difícil do que conquistar.
Não quero possuir ninguém. Posse é medo fantasiado de amor. Se alguém ficar ao meu lado, que fique porque o mundo inteiro está aberto diante dela e, mesmo assim, ela resolveu acender um cigarro, servir um café e dividir o silêncio comigo.
É isso que me interessa.
Não a prisão.
A liberdade de ir... e a coragem absurda de permanecer.
Porque, no fim, amar talvez seja só isso: dois sobreviventes olhando um para o outro depois de todas as tempestades e dizendo, sem dizer palavra alguma: "Ainda estou aqui."
A moda Hoje:
Os Noias fazendo barulho com a moto para chamar atenção das mulheres.
Mulheres sendo esculachadas na rua e depois volta para o Cara.
Alugar um carro bonito e pegar as mulheres que gostam de status.
Os valores mudaram!!🏍️
Mulheres comuns existem aos milhares, mas ser raridade em essência e postura é para poucas.
Que Deus abençoe a minha caminha
🙏✨️
Maria Delice
Há mulheres que aprendem a costurar tecidos. Tu aprendeste a costurar o invisível.
Enquanto a agulha atravessava o pano, teu caráter atravessava gerações. Cada ponto que teus dedos desenharam continha uma virtude: a paciência que não se vende, a bondade que não faz alarde, a caridade que nunca pediu testemunhas e a força que escolheu permanecer doce.
Chamam-te costureira. Eu chamaria de artesã do destino. Porque uma roupa cobre o corpo por algum tempo; o amor com que a fizeste permanece quando o tecido já não existe.
Teu nome não está gravado em monumentos, mas repousa em algo mais difícil de conquistar: a memória agradecida de quem encontrou descanso na tua presença. Essa é a única eternidade que o tempo jamais consegue desfiar.
Maria Delice, teu maior trabalho nunca foi feito com linhas, mas com gestos. Tu remendaste esperanças rasgadas, alinhavaste famílias dispersas e bordaste dignidade onde a vida insistia em deixar cicatrizes.
Se o mundo fosse um grande tecido, poucos perceberiam que são mulheres como tu que impedem a própria realidade de se romper.
Quando minhas palavras se apagarem e o tempo consumir o que construí, ainda haverá um fio atravessando nossa história. Esse fio terá teu nome.
E nenhuma tesoura, nem mesmo a do tempo, será capaz de cortá-lo.
Do seu neto, James Richard!
