Poemas Famosos sobre Mulheres
Mulheres são flores...cuida dela como quem rega uma flor rara — com delicadeza, atenção e orgulho de tê-la em seu jardim.
Proteja seu sorriso, honre sua confiança, e ela será o seu porto e sua força.
Lembre-a, todos os dias, que ela é o seu 'sim' em meio a um mundo de 'nãos'.
E quando as tempestades vierem (porque virão),
que suas brigas sejam pontes, não muros.
Façam as pazes sob o mesmo teto,
pois a vida é um sopro — e o amor, eterno quando cultivado.
E quanto aos outros?
Que o murmúrio alheio seja apenas vento...
Afinal, inveja é o amor que não ousou dizer seu nome.
𝔄𝔩𝔢𝔵𝔞𝔫𝔡𝔯𝔢 𝔖𝔢𝔣𝔞𝔯𝔡𝔦
As mulheres agora perguntam na terapia: "Como ser amada e desejada?". Os homens questionam: "Como amar quem mostra seu desejo?". Com mais liberdade e direitos, as mulheres se aproximaram do tradicional espaço masculino.
Isso trouxe conquistas, mas também um mal-estar. A redução das diferenças entre os gêneros gera insegurança. Os homens podem se sentir ameaçados em sua identidade. As mulheres, por sua vez, podem se sentir menos reconhecidas no amor, mesmo sendo mais independentes.
Os conflitos continuam, apenas se transformam. Cada novo passo na igualdade revela desafios diferentes no campo das relações entre homens e mulheres, mostrando que a busca por entendimento segue necessária.
Lindas são as mulheres. Não só num retrato, mas pela luz que têm dentro e que dão ao mundo.
Lindas são as mulheres por serem fortes. São como árvores com raízes firmes, que aguentam o tempo ruim e seguem em frente. Sua beleza está nas marcas de suas lutas, que contam histórias de quem não desistiu.
Lindas são as mulheres por terem um tipo especial de força. Ela pode ser um abraço calmo e seguro ou uma coragem que luta contra o que é errado. É a força que acalma uma criança e, ao mesmo tempo, constrói um amanhã melhor.
Lindas são as mulheres por sentirem o mundo de um jeito profundo. Elas percebem detalhes, entendem silêncios e sabem o momento certo de um carinho. É uma sabedoria que não precisa de gritos.
Lindas são as mulheres por serem elas mesmas. Cada uma é diferente, com seus sonhos, medos e paixões. A beleza está nessa coragem de ser única, no brilho dos olhos quando falam do que amam.
E, mais que tudo, lindas são as mulheres porque todos os dias elas escolhem continuar. Num mundo que às vezes tenta apagar seu brilho, a maior beleza delas é existir, com toda a sua verdade. É a coragem de seguir em frente e ainda ajudar outras a seguirem também.
Por isso, "linda" não é só uma palavra parada. É uma ação. É o ato de ser mulher, com toda a sua complexidade, sua força suave e seu poder.
Lindas são as mulheres. Simplesmente porque existem. E ao existirem, tornam o mundo um lugar mais humano, mais gentil e, sem dúvida, mais bonito.
Com o tempo e o convívio, valorizo mais as mulheres acima dos trinta anos. Elas não se importam tanto com o que os outros pensam, mas abrem o coração se você quiser conversar de verdade. Se não querem ver o jogo de futebol na TV, não ficam reclamando por perto — vão fazer algo que gostam.
E, geralmente, fazem coisas bem mais interessantes. Elas se conhecem bem, sabem quem são, o que querem e com quem querem estar. Não perdem tempo com quem não confiam. Com a idade, as mulheres ficam mais sábias sobre as pessoas.
Não precisa contar seus segredos… elas já sabem. Ficam lindas com batom vermelho — algo que nem sempre fica bem nas mais jovens. Mulheres mais velhas são diretas e honestas.
Se você agir como bobo, elas vão te dizer na cara, sem medo.
As mulheres que vão marcar sua vida são as que incomodam. As que chamam de loucas, ciumentas, confusas, estranhas.
Elas te ligam de madrugada pra cobrar alguma coisa, brigam com você, olham feio pras outras mulheres. Fazem cara feia, batem o pé, discutem sem pensar. E são ciumentas. Mas me diga: quem não gosta de se sentir desejado?
Uma mulher que não te procura, que finge que não vê nada, essa não tem personalidade.
As que incomodam podem ser chatas, mas estão do seu lado sempre. Não ligam pro seu dinheiro ou seus bens. Elas te cercam pra te proteger.
Têm defeitos, são orgulhosas, mas se você as trata bem, viram as pessoas mais doces que você vai conhecer.
Então valorize a mulher que briga e teima. Essa sim dá valor a você.
Salomão não apenas construiu altares para os deuses de suas mulheres.
Antes disso, ele construiu um altar no próprio coração para cada uma delas.
O problema nunca começa no altar que levantamos por fora.
Começa no altar que permitimos existir dentro de nós.
A biologia afirma que a Erika Hilton, assim como todas as mulheres trans e travestis, SÃO mulheres. Na gestação, a formação genital se faz na décima semana, e a da área do cérebro responsável pela identidade de gênero, apenas a partir da vigésima. Cérebros de homens são diferentes dos das mulheres, e em estudos foi comprovado que o núcleo do leito da estria terminal, área do cérebro que indica a identidade, é igual nas mulheres cis e trans, assim como a contagem de neurônios e todo o funcionamento biológico. O cérebro de uma pessoa trans é equivalente ao da sua identidade de gênero, ou seja, com o gênero no qual se vê, e não a formação cromossômica/genital.
A transfóbia é, além de criminosa, ignorante!
- Marcela Lobato
É pela vida das mulheres!
É pela dignidade das mulheres!
É pela humanidade!
É pela justiça!
É sobre um melhor para todas as pessoas!
É um passo muito importante de uma longa luta que ainda temos pela frente!
MISOGINIA É CRIME!
NENHUMA MULHER A MENOS!
NENHUM ABUSO A MAIS!
- Marcela Lobato
"Antigamente, as mulheres do bordel saíam às ruas sem parecer que trabalhavam no bordel. Hoje, muitas mulheres que nunca pisaram em um bordel saem vestidas como se trabalhassem em um."
Do Álbum: O Grande Bordel (🌎)
Sim
— By - Marcélio
🤣😂😆
Enquanto 'meninos' seguem acusando as mulheres de “Perigo Constante no Volante”, elas seguem desbravando todas as Direções.
Elas conduzem na terra, no ar e na água.
Enquanto muitos ainda insistem em disfarçar o preconceito com piada — apontar o dedo, buzinar certezas gastas e acusar as mulheres de perigo no volante —, elas seguem fazendo do movimento um ato de coragem.
Não pedem licença ao estereótipo, nem reduzem seus sonhos à marcha ré das opiniões alheias.
Elas atravessam ruas, céus e mares porque sabem que direção não se mede pelo gênero, mas pela consciência, pelo preparo e pela liberdade de ir e vir.
Enquanto os meninos se ocupam em vigiar retrovisores imaginários, elas pilotam o próprio destino: na terra que desafia, no ar que exige precisão, na água que não perdoa imprudência.
No fim, o verdadeiro risco nunca esteve nas mãos que conduzem, mas nas mentes que insistem em frear o avanço alheio para não encarar a necessidade de se despir da masculinidade frágil, do machismo e da própria estagnação.
Não me é concebível que o Dia de Luta por Direitos das Mulheres seja edulcorado para virar
Dias de Glórias
— nem Política nem Comercial.
Quando uma data nascida da dor e na dor, da resistência e da coragem coletiva é transformada em vitrine de marketing ou palanque de conveniências, algo essencial se perde no meio do caminho.
A Memória das Mulheres que enfrentaram jornadas desumanas, violência, silenciamento e invisibilidade não foi construída para decorar discursos, mas para provocar mudanças reais na estrutura da sociedade.
Há um certo conforto em celebrar conquistas com flores, campanhas publicitárias e hashtags bem elaboradas.
O problema é quando essa estética da homenagem passa a substituir o compromisso com a transformação.
A luta, então, vira cerimônia; a denúncia vira slogan; e a história vira produto.
Direitos não nasceram de gentilezas institucionais nem de estratégias de branding.
Foram arrancados à força da persistência de Mulheres que se recusaram a aceitar o lugar que lhes foi imposto.
Cada avanço carrega o peso de muitas que pagaram caro demais para que hoje se fale ou se sonhe em igualdade.
Por isso, quando o dia que deveria ser de memória crítica se transforma apenas em ocasião para discursos oportunos e promoções temáticas, corremos o risco de anestesiar aquilo que ainda precisa incomodar.
Porque enquanto houver violência, desigualdade e silenciamento, essa data não pode ser apenas comemorativa — ela precisa continuar sendo inquietante.
O verdadeiro respeito a essa luta não está na doçura das homenagens, mas na honestidade de reconhecer que ainda há muito a ser enfrentado.
Afinal, datas históricas não existem para nos confortar; existem para nos lembrar de que a história ainda está sendo escrita — e de que a Responsabilidade por ela também é nossa.
Feliz Dia de Lutas — Feliz Futuro de Glórias, Mulheres!
Talvez não haja Absurdo Maior do que Mulheres precisarem de leis para protegê-las de quem deveria Respeitá-las.
É um daqueles paradoxos que expõem, sem rodeios, as falhas mais profundas e medonhas da sociedade.
Leis deveriam existir como garantia de justiça, não como escudo contra aquilo que, em essência, nunca deveria acontecer.
Quando o respeito precisa ser legislado, algo essencial já se perdeu no meio do caminho — e não foi por falta de aviso, mas por excesso de negligência.
A existência dessas leis é, ao mesmo tempo, necessária e constrangedora.
Necessária porque a realidade insiste em violentar o que deveria ser inviolável.
Constrangedora porque revela que, para muitos, o básico ainda precisa ser imposto, vigiado e punido.
Como se a Dignidade Feminina fosse um conceito opcional, condicionado a regras externas, e não um Princípio Inegociável.
Há uma pavorosa Ferida Coletiva nisso tudo.
Uma cultura que, por séculos, relativizou o respeito, naturalizou o desrespeito e, em muitos casos, silenciou quem ousava denunciar.
E o mais inquietante é perceber que, mesmo diante de leis, campanhas e discursos, ainda há quem questione o óbvio, como se o problema fosse exagero e não repetição.
Talvez o verdadeiro avanço não esteja apenas em criar mais leis — ou Criminalizar algo que nem deveria existir — mas em tornar essas leis obsoletas — não por desuso jurídico, mas por Superação Moral.
Um mundo em que o Respeito não precise ser exigido, porque já esteja enraizado.
Em que a Proteção não seja uma necessidade constante, mas uma lembrança de um passado que não se repete.
Até lá, cada Lei é um remendo em uma estrutura que ainda precisa ser reconstruída.
E cada reflexão, por mais incômoda que seja ou pareça, é um convite para que essa reconstrução comece dentro de cada um de nós.
Só o Estado
que insiste em
Fingir Preocupação com a Segurança das Mulheres,
libera Agressores
para empurrá-las
para as estatísticas.
E nesse teatro de contradições, a proteção vira discurso, enquanto a realidade segue sendo risco.
Leis são anunciadas como escudos, campanhas surgem como vitrines, e pronunciamentos ecoam promessas que não resistem ao primeiro teste da prática.
Há uma distância bastante cruel entre o que se diz e o que se faz — e é nesse intervalo descarado que a violência encontra espaço para continuar.
Não se trata apenas de falhas isoladas, mas de uma lógica que naturaliza o descaso.
O ciclo se repete: denúncia, indignação, manchetes e caprichoso esquecimento.
Enquanto isso, mulheres seguem sobrevivendo com medo, não apenas da violência em si, mas da possibilidade concreta de que, ao buscar ajuda, encontrarão apenas portas entreabertas, respostas tardias ou decisões que as devolvem ao perigo.
O mais inquietante é perceber que o problema não está na ausência de instrumentos, mas na falta de compromisso real com sua aplicação.
Como se a existência de Políticas Públicas fosse suficiente para acalmar consciências, mesmo quando elas não alcançam quem mais precisa.
Como se proteger fosse mais uma ideia do que uma prática.
No fim, o que se constrói é uma ilusão de cuidado — uma narrativa que tranquiliza quem observa de fora, mas abandona quem vive a urgência.
E talvez a pergunta que reste — sem tropeçar na covardia do Estado para se calar — não seja apenas por que isso acontece, mas até quando aceitaremos que a Aparência de Proteção valha mais do que a proteção em si.
Poetisa
Dizem que mulheres
que escrevem poesia
de verdade não se identificam
mais como poetisas,
Eu que não tenho
compromisso com a realidade
permito-me escrever poesia
para fugir da grosseria,
e sempre que eu quiser
me identificarei como poetisa
todas as vezes que for renascer
nesta vida onde muitos
deixaram perder o sentido de viver.
Barbatimão que era florescido em agosto
faz lembrar da época que as mulheres
buscavam a sua casca para o misterioso
chá de passar na maturidade e não de tomar.
Lembro-me bem da busca boca a boca,
de quem anunciava a viagem à toda
para o Cerrado ou até para a Caatinga,
e da peregrinação para achar a feirinha.
Os tempos mudaram e hoje ninguém
mais se lembra desta época de outrora;
o Barbatimão que era raro deve ter
sumido da Terra, da vida e da memória.
Como sou poética, por mim é lembrado,
mesmo sem nunca na vida eu ter usado.
De quem eu gosto?
Foram tantas tentativas
de se gostar de alguém...
Mulheres incríveis.
Amei todas,
quando estávamos juntos.
E agora aqui,
perdido,
sem saber de quem eu preciso.
Talvez não seja sobre
de quem eu gosto,
mas sobre quem eu sou
quando não estou tentando gostar de ninguém.
O amor que você deu foi real.
O vazio agora também é.
Respira.
Ele passa,
e te ensina a ficar.
Saul Beleza
Ouça as histórias de vida de uma cortesã, ela tem mais a ensinar do que as mulheres ditas de família, ainda que ela também seja de família.
Marcelo HB
Referência ao filme Memórias de uma Gueixa
Mulheres comuns existem aos milhares, mas ser raridade em essência e postura é para poucas.
Que Deus abençoe a minha caminha
🙏✨️
"Há mulheres que se tornaram tão boas
emparecer fortes que ninguém percebe
quandoestão desmoronando".
Carl Jung
Algumas esqueceram de como serem mulheres.
-Que ironia!
As pessoas que são a favor do aborto, tiveram mães a favor da vida.
Mulheres que lhes deram o direito de nascer
Haredita Angel
24.09.18
