Poemas Famosos de Morte
A inveja
A inveja mata! Mata quem inveja, morte espiritual por causa do pecado! Ai dos invejosos que se não se arrependerem vão para o inferno.
Mas pode até matar fisicamente, se Deus tal permitir a pessoa invejada. Foi o caso de Jesus Cristo, que por inveja foi morto. E de todos os profetas e santos, que foram mártires.
O Homem e Sua Tanatose
Juvenil Gonçalves
O besouro finge a morte
e o perigo passa.
O homem finge também,
mas o perigo é viver,
e esse não passa.
Aprende a quietude,
chama-a prudência,
e um dia, de tanto ensaio,
já não sabe levantar-se.
Quando a morte chega,
não encontra o que levar.
Sede a seca.
O fogo e a morte.
Queimadas...
A tristeza...
Sem mar.
Sem vida.
Sem ar, sem amor.
Sem coração.
Sem remorso
Sem compaixão.
Triste a tristeza.
Triste são seus atos...
Sendo a gente primeira mudança.
Depois do despejo apenas a tristeza.
Transformação em um deserto de calor.
Fenômeno natural...
O homem sem paixão.
Ganância... Descaso com vida.
Desrespeito com o próximo...
A vida te pertence?
Saiba que tudo tem consequências.
A vida se revolta.
O suplício de existir diante da devastação provocada por você.
Tão belo e pleno que não respeita a vida.
Espera ter uma vida melhor a que preço?
Pois um dia irá oferecer um pouco mais...
De afeto para quem sempre te amou,
Sem perguntar quem é ou quem foi, apenas te deu
Mesmo direito todos têm de viver.
"O crime de pensar não implica a morte; o crime de pensar é a própria morte."
Talvez pensar mais não levasse necessariamente ao "término da especie", mas, com muita probabilidade, dificultaria a vida de vocês..."
A paz do Senhor meus irmãos.
A vida é a conexão entre:
O nascimento e a morte;
O dia e a noite;
O pensamento e o sentimento;
O masculino e o feminino.
“Sonhar” – Valores da vida
Desde o nascimento até a nossa morte é o sentimento que sempre estará conosco do início até o final;
Assim como diz a música “sonhar não custa nada...” da mesma forma sonhar também não custa nenhum real;
Do mais rico ao mais moribundo, sonhar estar sempre junto com o desejo de ter, ser ou possuir, sonhar é a esperança desse mundo;
Do primeiro tijolo até o telhado, cada passo dado é sonhado com cuidado, a cada noite mal dormida ou após a madrugada em despedida; sonhar é como um amigo que anda lado a lado;
Sonhar em ter um bom carro ou uma bela casa, poder ter tempo pra sorrir ou simplesmente viajar, sonhar é viajar muitas vezes de olhos bem abertos, parecendo que o tempo nunca vai acabar;
Quem nunca sonhou em poder ter dois minutos com alguém que já se foi, poder dar aquele abraço apertado que não conseguimos nem ver o tempo passar, às vezes dizer “te amo” é algum sinônimo da palavra amar;
ALÉM DOS PERCALÇOS
A morte como subproduto do tempo não pode absorver a nossa existência e nos fazer definhar, apesar da exuberância da vida.
Vivamos o melhor que o criador nos tem presenteado!
Os que se vangloriam e comemoram o assassinato, ou morte natural de alguém, se identificam como gente desprezível, sem escrúpulo, ignóbil e cruéis. Deveriam responder criminalmente como criminosos em potência.
F. Meirinho
O único bom legado da morte é não permitir que o sujeito tenha consciência de que morreu.
Saber que morreu seria muito angustiante.
F. Meirinho
JESUS E SUA MORTE. Não existe nenhuma razão para os cristãos lamentarem sobre a morte de Jesus, por três razões simples:
1. Se Ele não morresse não haveria salvação;
2. Se Ele não morresse não haveria ressurreição;
3. Sua morte, foi aceita pelos desígnios de Deus. Não foi o ser humano que exigiu que Jesus fosse morto, por isso, não há culpa humana.
F. Meirinho
Existe algo mais amargo que a morte.
Mais doloroso que o luto de uma perda.
Mais cruel que a frustração de um fracasso.
Mais sufocante que o peso da solidão.
É descobrir que uma pessoa capaz de alcançar o lugar mais profundo do seu coração escolhe usar esse privilégio para destruí-lo.
A morte põe fim à vida.
A traição, porém, não.
Ela deixa o corpo respirando, mas rouba a paz, silencia a esperança e transforma cada novo amanhecer em um lembrete da dor.
Porque a pior ferida não é causada por quem consideramos ser nossos inimigos, mas quem um dia confiamos e que prometeu nos amar.
Há dores que fazem chorar.
Há dores que fazem sangrar.
Mas a traição faz algo ainda pior ao homem: ela muda para sempre a maneira como o coração aprende a confiar
Você só vive duas vezes: a primeira quando nasce; a segunda quando encara a morte.
Provérbio Japonês
“Temer a morte não deve impedir de viver.
Cada instante é uma chama única que não volta,
cada respiração, um presente que insiste em existir.
Não é na fuga do fim que encontramos sentido,
mas na coragem de sentir, sorrir, errar e amar.
Viver é aceitar que o tempo passa,
e, mesmo sabendo do seu fim, dançar na luz do agora.”
Altair M.da Silva
Seria o universo um ciclo infinito de nascimento e morte? Ninguém é digno de inveja e todos são dignos de pena.
Sim
Marcélio Sena
Embora a morte que deixa quase todos impactados seja só a morte física — muitas pessoas depressivas vivem à exaustão…
De tanto morrer a prestação.
Vitimando corpos que seguem em movimento enquanto o espírito já se despede em parcelas invisíveis, abatidos por uma dor que o mundo insiste em não querer contabilizar.
A depressão é, talvez, a forma mais lenta, silenciosa e medonha de luto: o indivíduo se despede de si mesmo gradualmente, sem flores, sem velório, sem alardes…
E o mais triste é que, ao contrário da morte física, essa não desperta o mínimo de compaixão — desperta julgamentos.
Às vezes, é muito mais fácil ver só fraqueza e frescura onde só há cansaço mental, e desleixo onde só há desespero, do que praticar a empatia.
Talvez um dia, quando entendermos que o sofrimento do outro também tem voz, ouçamos os que morrem devagar, antes que seja tarde demais.
Nas áreas dominadas pelo Crime Organizado existe “pena de morte”; nas dominadas pelo Crime Desorganizado não existe “pena nenhuma”.
O mais inquietante dessa medonha constatação é que ela não exagera — apenas aponta, com precisão incômoda, o espaço que o Estado abandonou.
E, quando o Estado se omite, outro poder ocupa o espaço.
Um poder que não precisa de aprovação, debate, transparência ou legitimidade; só precisa que suas ordens sejam rigorosamente obedecidas.
Ali, quem cria a regra é o mesmo que julga, executa e pune.
E quando o legislador é também juiz e carrasco, não existe o medo de falhar, porque a falha fica sob o controle de quem dita o resultado.
No outro extremo está o Crime Desorganizado — o nome mais-que-perfeito para essa máquina estatal que teme até a própria sombra.
Parlamentares que deveriam reformar leis retrógradas hesitam não por prudência, mas por autopreservação.
Eles sabem que modernizar o sistema jurídico pode acabar tocando exatamente aqueles que o administram.
Eles têm medo não de criarem uma lei ruim, mas de criarem uma lei boa demais — uma lei que funcione, que alcance todos, inclusive eles.
E assim o ciclo se repete: onde deveria haver coragem institucional, há covardia política; onde deveria haver reforma, há adiamento; onde deveria haver liderança, há cálculo.
Nesse vazio interminável de responsabilidades, o caos se instala como desculpa, o improviso vira método e a omissão se disfarça de prudência.
Talvez o maior escândalo não seja o que o crime faz — mas o que o Estado deixa de fazer.
E o crime jamais se sustentaria sem a ajuda de parte do povo, sem a força ou a conivência do Estado e seu Braço Armado.
Para os Bandidos Assumidos do Estado Paralelo existe até pena de morte, para os do Braço Armado do Estado não existe quase pena nenhuma.
Talvez o que mais perturbe não seja apenas a existência de dois pesos e duas medidas, mas a naturalização disso como se fosse parte inevitável das engrenagens sociais.
De um lado, uma Estrutura Informal que pune com brutalidade para manter o controle pelo medo; de outro, uma Estrutura Formal que, em teoria, deveria zelar pela justiça, mas frequentemente se enrosca em proteções, corporativismos e silêncios convenientes.
O paradoxo é muito cruel: o mesmo Estado que reivindica o legítimo Monopólio da Força se enfraquece quando falha em responsabilizar aqueles que agem desonestamente em seu nome.
Porque, no fim das contas, a confiança não nasce da força, mas da coerência.
E quando a coerência desaparece, abre-se espaço para que o medo — e não a justiça — organize a vida das pessoas.
Não se trata de comparar violências como se fossem equivalentes, mas de reconhecer que a Seletividade na punição corrói qualquer ideia de Justiça.
Quando a lei é dura com uns e indulgente com outros, ela deixa de ser lei e passa a ser instrumento.
E instrumentos, nas mãos erradas, não constroem — apenas reforçam desigualdades e perpetuam ciclos de abuso.
O que sustenta uma sociedade não é apenas a punição do erro, mas a credibilidade de quem pune.
Sem isso, a linha que separa Autoridade de Arbitrariedade se torna tênue demais — e perigosa demais para ser ignorada.
O Bandido Assumido consegue ser muito mais Honesto do que qualquer covarde que se esconda sob a segunda pele do Braço Armado do Estado.
Nascimento, Vida e Morte do Amor
Te conheci numa cama de hospital,
Você doente, chorando de desilusão,
Naquele dia algo especial aconteceu,
Senti que o amor em minha vida apareceu,
Depois que vi lágrimas em seu rosto angelical,
Meu coração doeu, tremeu de emoção,
Desde então minha vida rumou em prol da sua recuperação,
Passamos por várias barreiras impostas pelo destino,
Com muita força e dedicação conseguimos derrubá-las,
Mas à medida que você foi curando,
Eu fui adoecendo,
Adoeci de amor,
Parece que o mal saiu de você e me pegou,
E a partir daí precisei de carinho e você negou,
O amor que em nós nasceu,
Foi sendo destruído pela doença que em mim brotou,
Doença que você tinha a cura e negara com frieza,
Frieza, egoísmos e falta de consideração,
Você me iludiu, usou e jogou fora,
Todos os bons momentos foram mentira?
Será que nas horas de amar você também fingia?
Hoje vivo sem respostas,
Não sei como aconteceu, mas sei que acabou,
Esse “Amor Bandido” deixou marcas,
Cicatrizes permanentes no coração,
No meu pensamento você vaga há todo momento,
Preciso expulsá-la e me reerguer,
Pois um homem frio e sem amor me transformando estou.
Vamos repensar?
Nietzsche — “Deus está morto.”
“O maior perigo não é a morte de Deus, mas a morte da capacidade humana de buscar sentido. Uma sociedade sem valores superiores não se torna livre; pode apenas se tornar perdida.”
Carlos Eduardo Balcarse
