Poemas Famosos de Morte
"A morte para o espírito é aquele pássaro livre a voar fora das grades da vida!"
Haredita Angel
22.08.24
"Sem angústia.
Sem culpa.
Sem dor.
Sem morte.
Sem aflição.
Comigo Senhor,
sempre andarás..."
Amém!
☆Haredita Angel
E o Corvo, ao longe, como se fosse a
última lição, disse:
— Leve o que aprendeu. A morte te mostrou o espelho. Agora vá viver o reflexo, pequena vida.
— E lembre-se sempre: quando os humanos me compreenderem, não me temerão. E, quando não me temerem, serão livres.
(Muka e Toshu - A Construção da Felicidade)
Quando a morte chega,
ela não vem de mãos vazias.
Ela nos entrega uma
caixinha de lembranças,
adornada pelos laços da saudade.
☁Rascunho ☁
Então eu morri.
De morte vivida
E no meu velório, ouvi choros.
Que me enterraram em vida!
Tentei esboçar um sorriso
Por ver todos ali reunidos
Mas a morte já era minha aliada.
Pena que em vida não me senti assim
Tão amada.....⛥⋆𐙚₊˚⊹♡
Não se dissipe de você!
Decretar a própria morte enquanto o coração bate
é se enterrar vivo!
— Van Escher_
Escolher a vida quando te mandam escolher a morte... isso não é teimosia.
É ser mãe antes de ser mulher.
Van Escher
Nascimento, Vida e Morte do Amor
Te conheci numa cama de hospital,
Você doente, chorando de desilusão,
Naquele dia algo especial aconteceu,
Senti que o amor em minha vida apareceu,
Depois que vi lágrimas em seu rosto angelical,
Meu coração doeu, tremeu de emoção,
Desde então minha vida rumou em prol da sua recuperação,
Passamos por várias barreiras impostas pelo destino,
Com muita força e dedicação conseguimos derrubá-las,
Mas à medida que você foi curando,
Eu fui adoecendo,
Adoeci de amor,
Parece que o mal saiu de você e me pegou,
E a partir daí precisei de carinho e você negou,
O amor que em nós nasceu,
Foi sendo destruído pela doença que em mim brotou,
Doença que você tinha a cura e negara com frieza,
Frieza, egoísmos e falta de consideração,
Você me iludiu, usou e jogou fora,
Todos os bons momentos foram mentira?
Será que nas horas de amar você também fingia?
Hoje vivo sem respostas,
Não sei como aconteceu, mas sei que acabou,
Esse “Amor Bandido” deixou marcas,
Cicatrizes permanentes no coração,
No meu pensamento você vaga há todo momento,
Preciso expulsá-la e me reerguer,
Pois um homem frio e sem amor me transformando estou.
Pássaro
O corvo
Pássaro das ruínas do esquecimento...
O abraço da morte...
No arauto do amor...
Sinos em silêncio,
Na catedral apenas a ilusão das sombras.
A escuridão é convivência da estranha voz que murmurando da existência do nosso ser.
Madrugada a dentro folhas mortas...
Sentimentos amargurados...
Dentro da odisseia outro vulto
As velas dão perfume de rosas mortas.
Num suposto sonho somos abandonados pela luz do luar
Apenas o frio a dor que gela os ossos,
Lembranças no espaço vago da mente...
Lágrimas veladas queimam o peito...
Dor daqueles momentos em que sendo último instante eterno...
Morte da Liberdade
Morte dos libertadores.
Deputados e Senadores fazem o assinado da democracia.
Alienação intelectual do novo conceito do monaquismo. Sera fim da existência social para que alguns indivíduos possam manter o poder? a qualquer custo. O Império da direita trás velhas convicções da ditadura.
Sera pilhar da Ditadura esta de volta.
Vamos voltar viver a repressão e a censura pública é nova apologia.
A direita com deepfakes e fakes news iram vencer o pensamento livre e crítico ira ser calado?
Morte a democracia da direita
Morte a alienação intelectual que corroe as instituições que são privatizadas o espolho dos ricos, quem paga é o povo pois poder público lavou as mãos.
Crucifiquem os amantes da esquerda coloquem fogo nos livros e seus professores.
Fuzilem os pensadores e crítico pois exílio não adianta nada mais pois temos a globalização...
Povo deve comemorar com detergente pois nada acontecerá apenas uma dor de barriga no máximo vela caixão, nao sou coveiro...
Nota de repúdio comi no almoço.
Somos a elite eles o que são burros diplomados ainda insiste correr atras do disco voador....
Sejamos felizes ate que morte nos separe...
Compreender a escravidão dos espíritos...
Sinuosas virtudes
Morre a poesia em teus lábios...
A morte das palavras,
... perdem o sentido,
As lágrimas escorrem veladas.
Num arco fulgaz de notório espírito...
Para o flagelo do caos interno seja parte do espírito...
Locução da reflexão a vida e a morte.
A vida resiste num mundo de capricho e desequilíbrio.
Aonde caminhamos pelo direito de estar vivo e viver melhor.
Temos desigualdade social a fome
e o real temor o consumidor e o mais grave terror dos conflitos armados...
A ambição a degradação do meio ambiente transformam o mundo.
A vida resiste é floresce a no concreto...
Mas, como resistir ao próprio ser humano... A vida é a virtude deste mundo...
Como julgar a vida tão bela?
*Neste arco complexo de realidade*
*Temos que respeitar a vida *
* pois a inércia é a morte pois ao pó voltará*
O que pensar diante do desprezo aparente...
Morte para aqueles que mesmo letrados são ignorantes.
Pois a letra te dá a mudança do destino.
Mesmo assim persistência e arrogância são expostos por tolos...
Num trono de isolamento se busca a quietude de elevar seus pensamentos.
Empada na fogueira para o calor te nutre e mante o calor na noite fria.
imaginaria que a fogueira é parte do conhecimento que tem num estado de energia vital?
Na morte das imagens...
Defloramos o proposito no lienar...
A fonte das almas cansadas...
Num suposto estado.
Prevemos nossas somas divididas...
As sombras implantada pelo mérito do amor.
E no eco desse limiar,
onde as frações de nós se perdem,
resta o avesso do espelho.
Onde o amor, em sua busca por permanência,
deixou a penumbra como herança.
Se as somas se dividem,
o que sobra é o peso exato do que fomos:
silêncios cultivados na ausência da imagem,
e a certeza de que até a escuridão
tem o formato daquilo que um dia ardeu.
Perdida no meio ao Paradoxo.
Damos livre-arbítrio ao ato de criar.
Pelos desejos Apenas olhares no espaço.
"Na nebulosa, a morte e a vida dançam entre eras e milênios; nem sonhamos com a imensidão das possibilidades. Velhas histórias, gravadas em tabulhetas de pedra, sussurram sobre o que existia antes mesmo da criação do universo e do cosmos conhecido.
Ao longo de incontáveis eras, a humanidade aprendeu que o 'Eu' existe e que a consciência é parte indissociável do ser. Aprendemos a compreender a espiritualidade, a moldar ideias e a esculpir uma identidade através da resistência e da resiliência. Indo além do senso comum, o homem abraçou a filosofia e a crítica, cultivando a sensatez e a iluminação como caminhos para a clareza e a verdade.
Contudo, com o passar do tempo, a alienação religiosa e moral instalou-se sob a sombra de impérios, imperadores e reis. Foi só nas portas da Era Industrial que novos sonhos despertaram, atados novamente à liberdade e à igualdade, enquanto a democracia trazia um novo fôlego ao livre-arbítrio.
Até que alcançamos a Era Digital, o momento em que o silício ganhou vida diante de nós. Testemunhamos inovações tecnológicas extraordinárias, mas fomos engolidos por um tecno-feudalismo movido por máquinas de alienação. Hoje, sombras são implantadas por uma falsa meritocracia tecnológica e por bots que colonizam as profundezas da mente, gerando novos seres alienados."
Pela morte da amiga Elfriede Galera
E* difícil não sentir tristeza
L*embrando de suas alegrias
F*rida e os seus belos sorrisos
R*evigorando todas nossas vidas
I*ncrivelmente focada em sua luta
E*strela inspiradora de luz eterna
D*eixa-nos nesta saudade em vida
E*mbeleza o céu com sua presença
Que Deus a receba em seus braços!!!
