Poemas Famosos de Medo
Tudo me põe medo.
Será que perderei o emprego?
será que morrerei sozinho?
será que serei assaltado no caminho?
Senti meu coração acelerado
Ao te ver percebi que algo estava estranho
Senti o medo e o prazer de estar mais uma vez apaixonado
Em cada passo te acompanho
Que droga eu acho que te amo
Teu chamego.
Ou meu denguinho
Não tem medo não
Sou tua pretinha
Tua inspiração.
E que eu gosto
De muito chamego
Arrepio la no peito
E muita paixão.
Vamos fugir
La pro escurinho
E ficar agarradinho
Não se avexa não
Bem coladinho
Vou te dar beijinho
Te prender no meu carinho
Ser teu coração.
AVANTE
O medo não deve te paralisar.
O medo tem de ser o impulso
Para que do céu da felicidade
Você não seja expulso.
Eu não tenho medo do bote da cainana
Nem das garras afiadas da suçuarana
Eu levo azagaia quando vou pra feira
Tenho pra quebranto Joana benzedeira... Liko Lisboa
Desafiando as garras.
A ilusão me disse "Oi" sorrindo...
A ilusão me fez sentir medo; "Não quero passar por isso de novo!"
A ilusão me esbarrava os olhos
Está em meus sonhos
A ilusão me sorria
A ilusão se afastava
A ilusão me cercava!
Ela está aqui agora em minha mente...
Me fazendo lembrar que; "Eu não queria passar por isso de novamente!"
7/7/2020 - 15:41
"Aprende a amar-te profundamente.
Assim quando te julgarem,
Não serás vítima do medo e assim
Poderás entender aqueles que não sabem."
Sou poeta mais não ator
Componho mais não exponho
Tenho medo de gostarem da minha dor,
Dor e sofrimento que um dia me causarão
Não entendo como minha dor pode virar amor
Te amo, mais não entendo como o amor que
sinto vira rancor
Gosto tanto de você mais não suplico por sua canção, canção que um dia destruiu meu coração!
Há em mim, por estes dias, algo que me inquieta tanto; Esta dor feita de medo, que me faz chorar, perante a dimensão do que nos sucedeu. Chegou silenciosa, sem sequer pedir licença para entrar. E é quase em silêncio que ficamos, incrédulos, a assistir; Demoramos a reagir e a agir. Como somos pequenos!
Não é só o isolamento ou distanciamento social. É a falta constante, de ti.
Há já uma quarentena que não te vejo.
Há duas que não te toco e abraço, ou sequer te olho.
Dizem que não podemos... Eu entendo!
Só não sei se eles sabem, que tu, podes não entender.
E aqui estou a escrever, o que sei, não vais ler. A desenhar em forma de esperança, o meu coração em busca do teu. E não há nada mais forte, que este amor incondicional que te tenho. E cada lágrima que choro, é também por não poder ver-te e dizer que vais ficar bem.
Que vai ficar tudo bem.
Liberte-se do medo que assola sua mente bloqueando suas capacidades.
Se jogue nas idéias que por algum momento sinta radical, pois delas podes extrair aprendizados fundamentais para sua vida.
TECENDO LAÇOS
Como criança que caminha a passos lentos e cuidadosos nesse tempo do medo, vou tecendo laços de novas amizades e amores.
Jamais é possível saber com exatidão das feridas que compõem uma vida, muitos se esquivam.
A delicadeza e generosidade fazem milagres onde o ego esqueceu de construir pontes e isolou-se por detrás das suas muralhas de solidão, com fome de amor e atenção.
Sobrevive na insensatez dessa vida, esquecendo-se do sentido da doação verdadeira nesse mundo onde a reciprocidade tornou-se coisa rara de se ver.
Vou pacientemente pela vida tecendo laços com quem está disposto a rematar.
"Tenha medo de quem nunca discorda de você, da mesma forma que você tem medo de quem nunca concorda!
Tenha medo dessa corda.
É no extremo que a gente sempre se enforca!"
A vida é inerente a uma certa fragilidade, que nos faz ter medo de sair de casa a noite, sabendo dos prováveis perigos, mas que afirma e nos faz saber o peso das suas decisões e a liberdade das suas ações.
Olhar para várias casas, se perguntar se aquilo são lares, ou moradias temporárias, ou se alguém decidiu que aquele era seu destino final. Se as pessoas estão recebendo o amor que merecem, se existe algum animal esperando pelo seu companheiro voltar. Talvez exista um casal brindando taças de vinho. Talvez alguém está com insonia precisando conversar.
Mas eu não quero saber, de fato, as respostas, só apreciar as possibilidades.
Não tolero religião,
Religião mete-me medo...
Religião é dogma arremete-me a competição.
Causa angústia pois sugere céu e inferno e, como tenho dúvidas dos mesmos porque não sei se é sagrado ou não as coisas... e as coisas são do mundo. Assim sendo não permito que meu coração fique em competição com a essência Divina e não dá pra viver em causa perdida.
Qual o final desta vida? A morte!
Tenha medo ou não da morte,
Ela faz pensar...
Na morte que se acaba em pó
Ou na morte do pó com espirito
O pó é material, o pó com espirito transcendental.
Haja fé para o material e mais matéria para o pó espiritual.
As vezes medo, insegurança, vou dormir com lágrimas nos olhos indeciso e sem saber se estarei vivo no dia seguinte ou se os meus estarão.
Outras vezes sorrisos, ao despertar e ver que ganhei mais um dia de vida e também os meus.
Assim tem sido minha vida nesses dias nebulosos com tudo que vem acontecendo no mundo.
Mas aprendi a reforçar aquilo que sempre tive fé, esperança e acreditar que logo tudo isso irá passar e que nós aprenderemos uma lição.
Respirar é de graça, mas vale mais que ouro,
que abraçar não custa nada, mas hoje pagaríamos muito
e viver em liberdade não tem preço.
Sergio Fornasari
O suco da coragem e do medo
É verdade, os sentimentos, os pensamentos, as emoções pertencem a variações de acúmulos, de situações, nas estações, nas ocasiões, no engano dos corações, como deleite no pomar maravilhoso, frutas coloridas, frondosas e bonitas, algumas azedas, pegajosas e suculentas, é isso, é claro, seu suco, produto raro, é o resultado da massa, seu líquido extravasa, e a mente, o coração ardente, o fluxo da nostalgia, a brisa e o vulcão que permeia, gerando uma teia, onde tudo se faz, quando vou avante, quando recuo adiante, quando alimento a perseverança, quando nego uma simples dança, magoar, reprimir, exigir, ferir e também amar, negar se, ceder, recolher, enfim, precisa se entender, confiar, sutilmente aderir e as vezes vencer, em toda partilha de enredo está o suco da coragem e do medo.
Giovane Silva Santos
Até quando
Poderemos andar
Livre Mente
Dos dementes
Doentes
_“É um fantasma!” E gritaram de medo"...
E do pavor
Que afligiu o planeta?
_ “Senhor, salva-me!”...
Somente há um caminho
Não devemos temer
_ "Homem de pequena fé, por que você duvidou?”...
E mesmo que seja
Para atravessar
Todo o oceano a pé,
ELE olhará para nós
Com olhar sereno
Calmo
Tranquilo
Repleto de esperança
Amor
E nos contagiando
Com a sua fé,
Falará para nós:
_“Venha”:Coragem! Sou EU. Não tenham medo!”
JESUS,
Sempre
Velará
Por nós!...
Mesmo que a maior tempestade nos alcance e em nosso diminuto barquinho, pensante, olhando e vendo o tsunami chegar: Fiquemos apavorados, perplexos e sem esperanças...
Podem ficar sossegados e confiantes...
Ele repreende os ventos e acalma o mar! E com essa doce suavidade Ele quer abrandar e afagar o seu
❤️
Fiquem em paz!
E a paz seja convosco.
Porque
O amor de Cristo,
Nos uniu.
E estará sempre presente
E abundante
Em nossos
💖💝🖤💜💙💚💛🧡
Amém.
"Andá com fé eu vou
Que a fé não costuma faiá
Oh menina
Andá com fé eu vou
Que a fé não costuma faiá"
(Gilberto Gil.)
Se empreender, não tenha medo de falhar
Se falhar, não tenha medo de chorar.
Se chorar, repense sua vida, mas não recue.
Dê sempre uma nova chance a si mesmo.
Lute sempre pelo seus sonhos.
Revolucione sua qualidade de vida.
Seja profundamente apaixonado pela vida, pois ela é um espetáculo imperdível!
