Poemas famosos de Loucura
Se os homens afastassem de si a estultícia e a loucura, conheceriam a sabedoria para se aproximar de Deus.
Nossas decisões humanas ainda estão abaixo da loucura de Deus que não assumiria nenhuma delas como a mais certa.
Somente um alucinado religioso traria à tona uma loucura evangélica de se nomear um emissário divino no mundo dos perdidos, onde sempre é aceito os mais retardados espiritualmente.
Loucura é aquilo que os homens escolhem para que a vida passe rápida e sem valor algum para a eternidade.
Há loucura e sabedoria nas casas dos cristãos: a primeira se manifesta nas ações sem o domínio próprio e sem santidade e a segunda se manifesta nos lábios, nas atitudes, nos testemunhos e na humildade.
É conhecida pelas Escrituras a loucura dos votos precipitados e as palavras que não edificam a irmandade quando alguém entra conversando na presença de Deus e são conhecidos por todos que os lábios puros e a verdadeira adoração do povo santo exaltam o nome, a honra e a glória de Seu Filho.
Dizem que é loucura querer morar na Lua, enquanto aqueles que se autodenominam normais estão destruindo a Terra.
...sobre o amor, é bem assim, uma segurança insegura, uma loucura que se cura com a presença, mas deixa efeito colateral com a ausência...Um frio que percorre a espinha dorsal congela o coração fractal, que tenta manter o vício aflito do batimento imprescindível, busca alento, quem sabe no vento que conduz o melro que seduz com poesia...
É pela "loucura juvenil e temporária " que na madura essência tomamos ciência dos nossos erros e muitos abusos...”
Penso no amor louco, noto e anoto, dou-me nacos, sal e doce, peso a loucura pela razão que me trouxe.
Triste século onde a loucura, o egoísmo, a intransigência e a individualidade, não próprias só dos mais jovens, se espalha como perversão na mente demente dos mais maduros poderosos.
Não se engane para ter uma felicidade plena hoje em dia, precisa se de uma grande porção de loucura, uma pitada de idiotice e uma colher cheia de egoísmo.
Na desconcertante modernidade, a loucura muitas vezes faz parte imprescindível, da relativa sanidade em que vivemos.
A arte e a loucura estão intimamente ligadas, onde termina uma começa a outra, que se alternam o tempo todo, pela imaginação criativa do absurdo.
Tenho um medo terrível da sanidade, triste, previsível e efêmera. A loucura imaginativa das cores e formas me alimentam todos os dias, diante dos desconfortos da vida, como ela é. Sinceramente creio na maior liberdade do hospício muito mais que entre o zig zag dos autômatos fantasiados de gente nos escritórios contábeis, enforcados e engravatados.
O equilíbrio moderno e significativo entre a loucura, genialidade e a praticidade existencial do espirito livre e selvagem é um ponto fora da curva da seqüência de Fibonacci.
Se temos vozes em nossa cabeça, que cantem uma canção que combine com nossa loucura para nossos demônios dançarem.
