Poemas e Poesias
Engana-se quem acha que a lua volta amanhã. Cada vez ela é única. Toda noite nasce uma lua. Morre uma lua toda manhã. Cada dia, a vida é uma.
Tamanho nunca foi documento. A prova disto é o buraco que deixa os simples detalhes, como a falta que faz uma mensagem tua...
Sobre: " fazer amor", amor não se faz! Amor acontece, se vive e se sente. Amor não se toca, mas nos toca por dentro. Amor não é tato, é alma. Não se faz amor, mas podemos faze-lo acontecer.
A gente complica, o que simplifica a vida é o amor. Que leva a culpa das nossas desculpas que causam tanta dor. Há quem não saiba amar nem ao menos ser amado, inverte os valores por fúteis sabores e troca o certo pelo errado. E o "culpado é o amor". Que deixa a gente vulnerável...
Você é mais que inspiração, você é mais que perfeição pois és o sem-igual, o mais perfeito e sem explicação, és o que aquece meu coração e o que dá vida ao meu poema... Tu és a minha musa, a mais bela e perfeita!
Só me ligue quando quiser falar do que sente, só me ligue se for dizer que me ama, só me ligue se puder ser honesta consigo mesmo!
Invadiu-me a casa, o pensamento, a vida e lá fez sua morada...Invadiu-me o quarto, o canto, minhas cores e transbordou tudo.Invadiu-me o tom, o tato, o dorso, a pele, virou-me o mundo ao contrário. Invadiu-me sem hora e nem lugar, entrou pela janela, tomou-me de assalto. Deitou-se no meu destino, riu-se do meu espanto... Foi assim sem tempo, num segundo de desatenção
Que desembarcaste em mim paixão.
Se quiseres pinto a escada de outra cor, Arranjo outros vasos para as flores, Visto o vestido azul que quiseres, sendo azul, qualquer um deles, amor. Se quiseres, não te esqueço assim que amanhecer o dia. Caso queira, apago as luzes, te arrepio em pelo, mudo a cor do acaso, o curso da vida, a rima de um verso, te beijo... Se quiseres pinto a escada de outra cor...
Pareceu ser... E fora quimera. Esvaiu-se num breve revés. Era de mentira a moldura. Amor retinto, sucinto, adverso. Não sentia, não queimava, nem doía!
hoje não quero falar da saudade ou da minha solidão, de nada que dói, porque isso sempre está aqui presente, no cheiro da pele, no peito e no sal dos olhos. e porque eu também sou feita de dias quentes, dias que lembro-me que não vivi e sobrevivi até hoje sozinha. Dias que na inconsequência de uma boa gargalhada, por alguns segundos, nada doía.
E com suas palavras afiadas, vi que para ela sou apenas mais um grão de areia neste deserto sem fim.
Não escrevo mais, talvez porque não faça sentido escrever quando não há ninguém disposto a ler. Eu me fiz poema a vida inteira mas as pessoas preferiam as fotografias.
Parei atento para entender cada uma de suas formas, observando seus contornos e movimentos. E percebi que meu corpo ficou estático, querendo mergulhar em cada canto, como se formasse as peças de um quebra-cabeça. Mas depois de um tempo, mais importante do que encaixar-me nas curvas de seu corpo, eu precisava - e estava pronto - para deixar minha alma e meu coração ganhar as mesmas formas de suas paixões e espiritualidade. (Alma Gêmea - Victor Bhering Drummond)
"E fecho a porta do escritório, relembro memórias, folheio aquele livro que ainda estou para finalizar. E é nas páginas em branco dos meus pensamentos e nas folhas arquivadas em meu coração que descobri o que fui fazer ali: alimentar minha sede de viver e amar você." Victor Bhering Drummond.
