Poemas Doce
Que seja doce! Que seja também um recomeço!
Que traga um sorriso novo e revigore todo o amor que há.!
Que desperte o melhor em mim, em você, na natureza...
Que as flores floresçam, que reluza o verde e que a chuva traga alívio imediato!
Oh, setembro... chegue vagarosamente, transcorra lentamente e termine demoradamente.
Um só olhar...
Um momento.
Aquele momento!
Saciar a vontade
de ser e estar
contigo...
Doce melodia
cujo eco persiste
em me atormentar.
Saudade!
Do toque aveludado das tuas mãos,
do leve beijo,
do cheiro inebriante da tua pele...
Tão doce.
Tão macia.
Um só olhar...
Um momento.
Aquele momento!
Perco-me no querer
que nunca se vai concretizar!
Perdida. Sigo.
À procura do teu odor...
Cada vez que em ti me encontro.
Cada vez que em ti me perco!
Anabela Pacheco
Doce luar.
Trazes contigo o brilho eterno do teu manto
perdido na luz que vagueia
entre a bruma e a saudade
e que me incendeia de amor...
São as estrelas tuas escravas
os cometas teus servos
bailando suspensos
num doce bailado de cores.
Névoa passageira
que ofusca as demais,
corpos celestes bailando
em gestos angelicais.
São eternas canduras
fantasias, ternuras
trocadas ao luar.
Porque teu rosto iluminado
há muito desejado
desperta em mim
a doçura de um olhar!
Anabela Pacheco
Doce olhar.
Tão terno.
Vejo o medo e a preocupação.
Habitam o teu coração.
Não tenhas medo,
meu amor!
São momentos de inquietação.
Passageiros.
O vento vai levar a poeira.
O céu vai sorrir.
Eu não vou partir...
Sinto o teu carinho.
A tua atenção.
Vem ter comigo.
Dá-me a tua mão.
Segura forte.
És o sul e norte.
O mundo aos meus pés.
O mar, a lua, as estrelas.
Sinto as tuas carícias singelas,
e adormeço.
No teu regaço.
Vem dar-me um abraço.
Meu filho...
Anabela Pacheco
Escuta o silêncio. O eco que transporta a doce melodia da minha voz. Sente. É o teu nome que grita!
Não tentes decifrar o enigma que te assola. Cruza os caminhos que te irão levar a sítio algum. É onde irei estar, à tua espera. Na névoa que te beija. Na brisa que te aconchega. No último raio de sol que te afaga o rosto. Sereno. Sonhador. Observa o vazio. Está pleno de mim!
Anabela Pacheco
Optchá, oh deusa nômade
que transita à esmo num doce mistério...
viagem filosófica é o seu revoar
para outras trilhas e tribos do seu habitat
"OLA ANJO AMADO UMA DOCE SEMANA"
"Amanhece"...
Tudo se faz novo e belo
O sol nascendo a magia se renova...
A tela em branco de nossa vida
já está pronta para ser
por nós, pintada,
Com as nossas escolhas!...
Isso que é a maravilha de viver!
Um novo dia,
Uma nova história,
Um novo recomeço,
Vamos mais um dia viver
A MINHA DOCE
A minha doce alma está sepultura
Esquecida...
Derrotada...
Aprisionada...
A solidão é tanta que a angústia parece sufocar-me
Sufocada numa mente vazia
Que grita para ninguém ouvir
Cativa por medos
Feridas abertas que tardam em fechar.
O desespero leva-te ao delírio
E o coração parece parar
As lágrimas que caem dos olhos
Queimam-te a face
Mas que fazer quando se perde o gosto pela vida?
Vou esperar ate a tempestade passar
Afinal isto não vai durar para sempre, vou acreditar
Que a minha alma vai voltar a sorrir!
Doce Novembro
"Não importa a ocasião, ou a estação do ano... Também não importa quantos anos você tem, qual é seu o manequim ou sua estatura... Tudo isso é relevante... Um dia simplesmente acontecerá e pronto! Será de repente. Te virará pelo avesso. Nada mais será como antes. O mundo, as pessoas, você estará diferente. E não há nada que possa fazer para impedir que o amor floresça sua vida e torne seu mundo uma aquarela. Será inútil fugir! Mas se puder escolher, torça para que aconteça na primavera, em novembro... Renata não escolheu, tudo aconteceu em novembro... Um recomeço. Uma nova chance de amar e ser amada... Uma linda história de paixão e amor... Ah, a paixão sempre vem antes(rs)"
Sinopse do Conto Doce Novembro
Tem gente que tem cheiro de rosa, e de avelã
Tem o perfume doce de toda manhã
Você tem tudo
Você tem muito
Muito mais que um dia eu sonhei pra mim
Tem a pureza de um anjo querubim
Eu trocaria tudo pra te ter aqui
Dissipou-se o barulho do mundo,
Percebi que o doce era amargo,
Percebi que não era dali.
Que o sonho era pesadelo,
Que o sorriso era choro,
Que a festa era um enterro.
E de dentro eu vi o pecado,
E do mundo eu queria fugir.
E do mundo, imundo, clamei.
Pela fé, destroçado, orei.
E das cinzas de mim se formou,
Um soldado do Santo Rei.
Empunharei as armas do Senhor,
E o mundo irei enfrentar,
Meu escudo é o Seu Amor,
O meu Deus irá me sustentar.
Nele confio minha vida.
Ainda que não ver, irei crer.
Ainda que não sentir, clamarei.
Ainda que não queira, obedecerei.
Que todos os dias o pecado faça luto por mim.
Que todos os dias haja anseio e não receio do fim.
Aqui
Meu coração se parte ao ve-la chorar.
Pois somente ela e dona de um sorriso doce de encantar.
As lágrimas dos olhos dela escorre na imensidão.
Escondendo o brilho que ilumina a escuridão.
Não tento entender qual é o motivo da sua grande decepção.
Mas consolo ela com um abraço de ursão.
E se por ventura ela quiser desabafar eu empresto o meu ombro pra ela chorar.
EU SOU A PALAVRA
Eu sou a palavra
O sussurro da voz
Que entra, penetra
Doce, meiga, terna
Que vibra, molda
Que se aloja, externa.
Eu sou a voz
Que não melindra
Que não se intimida
Não escandaliza
Que não desespera
Que não ofende
Dúbia, imprópria, severa!
RECANTOS DE MIM
Vivo a fantasia
Rabisco poesias
Derramo sonhos
Colho magias...
E num doce anseio
Domino o medo
Esqueço os anseios
Liberto meus desejos...
Liberto a fúria
Presa dentro de mim
Declamo o amor
Canto em verso
Busco o reverso...
E num grito de mulher
Extravaso a paixão
Que presa no peito
Arrebenta o coração...
Recanto de mim...
A VOZ DO AMOR
A voz do amor
quando mergulha profunda
penetra sábia, doce, salutar...
e nunca contrariamente
alguém ouse querer duvidar
porque quando se fala
verdadeiramente a respeito de amor
fala-se com a voz d'alma.
Dessa forma, nunca há precipitação
a alma fala, o coração consente
e a voz ressoa em sintonia, diapasão.
Doce Setembro chegou e
o frio terminou.
Seja bem vindo!
Chegue sorrindo.
Mês de ventos bons, sorte e amor.
Mês que exala aromas,
e as paixões inflamam.
Mês elegante, cheio de simpatia,
que sempre faz que a vida sorria.
Mês de renascer e
uma feliz vida viver.
Mês de ver nossas energias revigoradas e
esperanças aumentadas.
Mês de curar feridas e
brindar a vida.
Mês da beleza das flores, da primavera
que põe fim a nossa espera.
Enfim mês do recomeço e
fim dos tropeços.
Seja bem vindo Setembro,
veja com muita paz,
tristeza jamais!
Sergio Fornasari
Um doce d’ocê
Se somente à vontade
sempre que estiver
tua voz vai oferecer
o doce de verdade
não sendo um qualquer
e é este som d’ocê,
esteja em liberdade
pra que sempre que quiser
com tua voz, me enflorecer
caso não saiba a verdade
este homem quando quer
faz-te eterna ao lhe ver.
Pois se Minas lhe deixou
essa fala bem mansinha
duma forma ritmada,
o capixaba transformou
tua fala arrastadinha
em palavra que é rimada,
pois se o tempo não tomou
teu jeitinho mineirinha
não perca este por nada
porque o mar cá não levou
esta forma gostosinha
da tua fala encantada.
“Uai
trem
pela carona d’ocê
obrigada!”
O doce d’ocê,
no pote-poema:
estais bem guardada!
