Poemas do Romantismo
Meu coração tem vida própria, quer mandar nos meus objetivos. Eu falo que quero esquecer, ele entende que quero amar.
Minha vida segue linda, meu coração segue puro, e eu sigo com você na cabeça imaginando nois dois juntos no futuro.
Para que sofrer por um amor perdido ,sorria e vá em frente pois você tem muito pela frente ,tem o que viver ,o que amar ,o que sentir ,e
Mais o que fazer ,fique ficar atrás de um romance passado
O nosso amor é uma lição das estrelas, porque já estava escrito no nosso céu cheio de eternidade, antes mesmo do mundo nos conhecer.
Feche os olhos, sinta os sonhos, e talvez perceba que seus olhos sempre estiveram fechados pra vida.
Que sentimento é este inexistente em muitas línguas, mas que através do amor, música, arte, poesia e romantismo, faz-me ter visões de ti avivando meu coração, saudades!
Quando encontrares um amor, cultive-o, e nunca deixe que vá embora, para que um dia não se sinta só.
Amar é mais que despertar o coração, é encantar de paixão !
É mais que envolver, é sempre no amor surpreender!
A melhor fase de qualquer romance é o "sofrimento", é ele quem faz as histórias ficarem dramáticas e interessantes, é ele quem de fato, inspira os poetas mais apaixonados. Quem nunca sofreu por um amor, não sabe deveras o que é amar.
Para um homem ser romântico não precisa existir "passarinhos".. Basta que a vida lhe de motivos para sentir a essencia do quão bom e respirar.
Minha poesia não tem a menor pretensão de mudar o mundo. Mas, ressaltando o amor, escrevo um mundo melhor!
A natureza me fascina! Me contagia ao amanhecer o perfume das flores, o gorjear dos pássaros, o barulho do vento, o cheiro de terra molhada. Escorre nos meu olhos a correnteza d'água doce do rio ou mesmo o contraste d´água salgada do mar espumante.
Sou telúrico confesso! Da terra, vejo e sinto seu encanto, seu esplendor aumentando minha vontade de viver e de amar!
"O amor era uma mistura de café com cachaça que acelera e deixa zonzo. Uma agitação mole." Fred Di Giacomo, "Desamparo"
Sou do tempo em que a "força" de um homem estava na "fraqueza" de suas pernas ao tocar pela primeira vez as mãos de uma mulher
