Poemas Decidi Ficar na minha

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Meu Canarinho


Meu coração ouviu o teu chamado
Nem foi preciso meu nome gritar
Minha mente afetiva leu o teu recado
Nas ondas de amor. Voltei pra te buscar

Já estava em outra estrela distante
Há milhões de anos-luz da terra
Mas regressei no mesmo instante.
Não quis te deixar à minha espera.

Voltei. Estou aqui porque te amo
Voltei. Estou aqui porque te quero
Tenho dentro de mim um oceano
De amor e de carinho. Não exagero

És o meu sol. Voltei pra me aquecer
Longe de ti, minha vida é tão sombria
És meu farol, meu norte, meu bem-querer
Sem ti sou nada, sem nenhuma alegria.

Ah! Meu amor. Não posso mais fingir
Que posso te deixar aqui sozinho
Sou tua gaiola, não podes mais fugir.
Das minhas grades, és meu canarinho.

Inserida por elenimariana

Hoje com meu coração tranquilo e minha mente vibrando uma paz além de todo entendimento Eu agradeço a todas as pessoas que passaram pela minha vida e por tudo que me ensinaram, por tudo que despertaram em mim e por me ajudarem a estar onde estou e ser quem Eu Sou.

Gratidão, eterna Gratidão!

Inserida por CHSJ

Se desejo mudar minha vida, que seja olhando para o lado, auxiliando os que precisam.
Que meu olhar seja doce e saiba enxergar com amor.
Que meus ouvidos tenham tempo para escutar um amigo.
Que meu cansaço e desânimo não sejam motivos e nem desculpa para a não realização dos meus sonhos.
Que nunca me falte esperança em dias melhores.
Que meu esforço seja para colocar em prática tudo o que aprendi nos livros.
Que minha fé em Deus seja maior que todas as provações.
Que eu tenha a certeza que Ele está sempre ao meu lado, em todos os momentos, mesmo naqueles em que julgo estar perdida e sozinha.
Que eu tenha a compreensão de que as coisas acontecem quando tem que acontecer, com o único objetivo de nos ensinar o que temos que aprender.
Que eu saiba perdoar, pois os nossos ofensores também possuem papel fundamental em nosso aprendizado.
Que apesar de tudo eu nunca perca a alegria de viver, de enxergar a vida com esperança, amor, humildade e fé.

Inserida por amarisa

Alma Gêmea

Alma gêmea de minha alma
Busco-te sedenta, ressequida.
De amor necessitada
Muita mais que de comida.

Muito sofro de saudade
Minha sina é padecer
E não tenho outra verdade
Senão te amar e querer.

A saudade do teu cheiro
Só aumenta o meu penar
Eu percorro o mundo inteiro
Somente pra te encontrar

Nos sonhos eu te vejo
Entre um abraço e beijo
Ouço chamar-me meu bem
E assim vou prosseguindo
Nas horas que vão caindo
No dia que nunca vem.

Inserida por elenimariana

Melanina Carioca

Minha cor é de canela
Meu palácio é na favela
E meu cheiro é de Brasil
Minha luz é de estrela
Vidigal é o meu país.

Minha voz é afinada
Minha dança ritmada
O meu hino é de amor.
Sou cantor, sou professor

Sou aluno e aprendiz
Sou do povo, gente simples
Vidigal é o meu país.

Sou o verso, o estribilho,
Sou o brilho
Sou o fuso e sou a roca
Sou melanina carioca.

Sou a pena, sou o giz
E Vidigal é o meu país.
Sou o bicho, sou a toca.
Sou melanina carioca.

Sou a derme, a epiderme.
Sou o olho, sou a boca.
Sou melanina carioca.

Inserida por elenimariana

O LADO BOM DA VIDA

O lado bom da minha vida?
Segredar-te-ei.
Salto; danço; canto e rio
O meu salto é triplo
No sentido exato da palavra.
Ele tem a altura, a largura e o comprimento
Da minha alma em delírio.
A minha dança é compassada
Ensaiada. Milimetricamente ritmada
Com as batidas do meu coração enamorado.
O meu canto é suave.
Tem a melodia da vida que escorre
E revolve as profundezas do meu ser.
E meu riso é um rio
Caudaloso
Não é temporário não senhores.
É perene.
E ressoa no infinito
Como um grito
De alegria.
E de liberdade
Do pensar
Do viajar nas asas
Dos sonhos
Sou a eterna viajante
Do Universo.
O meu verso
Eu o trouxe das estrelas.
Sou uma intrusa
Não sou daqui.
O lado bom da minha vida?
Ah! Ela é toda boa.

Inserida por elenimariana

A Cotovia

Minha alma se assemelha à cotovia
Que canta prenunciando a esperança
Em tal efeito se derrama em primazia
Do saber ser um Ser cheio de bonança.

De boas novas, anunciadora para todos
Quem tem ouvidos afinados para ouvi-la.
Entretanto está só e em doces modos
Reparte primavera sem sequer usufruí-la

Prossegue seu voo solitário "despareada"
Seu canto inebriante, no entanto, entoa
Derramando sua alegria tão preparada
Pro banquete festivo da vida que povoa

Pradarias repletas de seivas que florescem
Debaixo dos seus olhos. E neles não refletem
Outro servil e companheiro, pois fenecem
Seus amores todos, que nunca se repetem.

Pobre cotovia que cantando implora
Um ser semelhante pra lhe acompanhar.
Irá morrer só a qualquer hora
Sem jamais ter tido um par.

Inserida por elenimariana

Quando minha loucura
Tocou na tua
Pela primeira vez,
Meu peito foi responsável
Pela batida
Do samba
[enredo
De mil carnavais.

Inserida por KarineBassi

Será que estou no controle, ou já perdi minha sanidade?
Quem vai se importar não é mesmo,
Parece nuvem mas é só fumaça,
eu deixo doente o meu pulmão,
só pra ver se o coração dói menos,
Preciso de um pouco de droga que me dê sensação de paz,
Dormir já não adianta mais,
Eu só quero amor, amar, amor e o mar.

Inserida por francinialonso

Sorriso

Se tem uma coisa que me arrebata


Capta


Toda a minha essência


É o sorriso.

Se não queres que eu me apaixone por ti

Jamais sorrias


Pra mim.

Inserida por elenimariana

A Minha Espera

Caminho solitária porque minha estrada tem

Bordas de sonhos

Que penetram nelas apenas quem escuta

A minha voz que não solto

Em palavras.

Elas se espalham com o vento

Na leveza das plumas alvas

Da minha alma

E se alguém ouvi-las

É porque entendeu que a minha escada

Espiralada

Tem degraus construídos de emoções

Todas nascidas de uma vontade

Suprema de estar só

Pra esperar o que ainda não decifrei

Não reconheci de meu

E espero fazê-lo

Num único olhar

Que irá tragar o meu eu e

Entranhada nas entranhas desse amor

Não causar estranhezas para o Meu Amado

Inserida por elenimariana

A minha vida sem ti é como um barco sem bússola, nao tem sentido.
A minha vida sem ti é como uma planta sem água, morre.
A minha vida sem ti é como um fumador sem tabaco, desespera.
A minha vida sem ti não é vida, é um pesadelo.

Inserida por CatarinaNunes

ESTIVE PENSANDO ESTES DIAS DE MINHA FOLGA,
AS PESSOAS ESTÃO TÃO CRUAS
TÃO SEM AMOR
QUE EU
AS VEZES FICO SEM PALAVRAS
QUERIA TANTO MAIS TANTO MESMO
QUE O UNIVERSO
FIZESSE COM QUE AS PESSOAS
TIVESSE MAIS CONSCIÊNCIA
DO QUE É UM SER HUMANO EM UM TODO
DESDE UMA CRIANÇA A UM IDOSO...
DENTRO DE CADA UM A DE TER UM CORAÇÃO.

Inserida por Guimaraesodete54

Eu tenho um baú que guardo minha coleção
saudades amigos,pensamentos e amores vivido
e é assim que guardo todas as minhas
amizades no fundo do meu coração.

Inserida por SissyFloresSantos

Teus sorrisos são motivados por minha presença
Sua presença, me transborda vida e coragem.
Você é minha pequena
Minha princesa
Meu presente divino
Minha pequena e grande chance de alegria
Minha filha

Eu te amo

Inserida por tatianacorrea

Amor no presente

Espargindo gratidão
Minha alma está neste momento
Para os todos os passantes
Que dantes
Disseram não para esta caminhante.
Não foi em vão
Que sozinha trilhei pela sombria estrada
Da vida.
Estive só não sem razão.
Estavas no futuro, que no momento
Se fez presente.
Não tinhas como ir buscar-me no passado.
Pois na sabedoria do infinito
Tudo é milimetricamente programado
E de repente,
O Universo responde ao meu apelo.
E toda a agonia agora transmutada em alegria.
Renasço como um fênix, em zelo
De toda a conspiração magnética
Dos astros,
Deparo-me no teu amor.
Dentro dele.
E inundada com essa verdade.
Celebro a minha deliciosa realidade.
Foi por ti que cheguei até aqui
Livre
Solta pra cingires meu corpo com teus braços
E no teu olhar pausar a minha história.
E reter-me neles pro resto das nossas vidas.

Inserida por elenimariana

Inocências Feridas

O meu olhar,

A minha voz

O meu grito mudo de dor.

O meu eu aflito

A minha inquietude

A minha prece

Vão hoje para as crianças.

Que padecem

Por conta do maltrato,

Dos adultos perversos.

Crianças vítimas das guerras

Das pestes

Da fome

Da exclusão social que extermina seus sonhos

Suas cirandas.

Suas esperanças

Filhas de uma sociedade egoísta

Que nem as migalhas da sua mesa é capaz de repartir.

Dos governos soberbos e tiranos

Desumanos

Que se autodenominam salvadores

Enquanto roubam e mentem,

E se enriquecem

Enquanto apodrecem

Nas ruas e nos lixões

Crianças indefesas.

Que salivam atrás de uma vitrine

E expelem vermes

Enquanto se espremem

Em cubículos ínfimos

Do tamanho das consciências dos governantes.

Nas favelas.

Expostas às dores

Maiores que suas almas.

Enormemente maiores que a nossa bondade.

Inserida por elenimariana

EU SONHADOR

Olho pelo retrovisor da minha alma
E revisito com estranha calma
Meus momentos saboreados
Quando ainda, eu cheirava
A tinta fresca da vida.
Tinha, então, apurado o senso da alegria
E meus dias transbordavam de ternura
Entornava meus sons de amor por onde percorria
Da própria aventura
De ser gente.
Minhas noites eram carregadas de magia
Postada à porta uma imagem luzidia
Talvez fosse meu Anjo,
E me servia.
De espelho ali na minha frente.
Indecifrável e inteligente.
Que me guardava de mim mesma.
Onde está agora aquele ser
Quando mais dele preciso?
Por onde anda, por que não está mais comigo?
Não volta mesmo que eu implore de joelhos
Morreu?
Creio que não, apenas desistiu dos risos.
E perambula por ai tonto à espera.
De um final senão feliz, ao menos
De um sofrer menor.
Quem era?
Era o meu outro Eu, o sonhador.

Inserida por elenimariana

Gerúndios de outono

Vou estar tentando escrever a minha lenda

De prenda nada. Preciso preservar a minha


Vou estar redesenhando o meu destino.

Desatino. Não sou nem mesmo desenhista.

Vou estar reconstruindo a minha estrela.

Sem brilho que se apaga dia após dia.

Vou estar bebendo meu último cálice derivativo

Do sacrifício que eu escolhi para padecer.

Vou estar soltando todos os bichos presos

Dentro do meu ser pequeno e intempestivo.

Vou estar decifrando meu enigma.

De não ser nem de longe o que sonhei.

Vou estar navegando entre as almas

Sonâmbulas que giram em torno de si mesmas.

Vou estar aqui neste lugar

Gerundiando e cometendo neologismo

No meu tempo de outono

Pra ver se acaba o meu abismo.

E no infinitivo possa a minha primavera retornar.

Inserida por elenimariana

Letargia

Laço apertado. Nó gigante. Amarrou a minha

Vontade de partir.

Buscar o quê?

Estática. Fico fitando nada.

Uma estranheza de não saber o que deixei passar

Sem pegar. Requisitar e nomear de meu.

E o vento chega enredando que é tarde.

Que nada volta pro lugar

Tudo é dinâmico.

Só a minha languidez é eterna

Meu estado de hibernação

Não desemboca

Pra nenhum acordar de esperança.

Se estou sem riso e sem siso

Também estão enxutos os meus olhos.

De lágrimas inexistentes que não rolam mais

Em face desfigurada e envelhecida

A viuvez de amores

Visitou-me e se instalou definitiva.

Na minha alma, no meu querer, na minha vida.

Só sei e sinto muito

Que a letargia me engoliu

Total. Inteira.

Inserida por elenimariana