Poemas sobre o Silêncio

Cerca de 17079 poemas sobre o Silêncio


N o i t e

No silêncio da noite,
acendo as estrelas
que iluminam teu olhar.
Aninhada em teus
braços, refaço - me
do cansaço.
No teu abraço,
sinto paz.
No silêncio da noite,
o amor é música doce
que com alegria
meu coração ouve.
No silêncio da noite,
o amor nos transporta
para um lindo lugar.
Contigo irei dançar
à luz do luar.
Além do horizonte,
para sempre hei
de lhe amar.
No silêncio da noite,
minh'alma floresceu!
Obrigada por todos
os meus sorrisos,
Meu Amor...

Inserida por Tati7082

⁠Ouça o silêncio.
Tem muito á nos dizer.
Sinta o coração serenar ao som dos pássaros á cantar.
Sinta o vento lhe acariciar.
Palavras lhe sussurrar que a paz há de lhe guiar.
Ouça o silêncio
Tem muito á nos dizer.
Que o amor alimenta a alma, nos dá força para viver.
Que o amor em nós floresce a cada amanhecer.

Inserida por Tati7082

⁠Entre miados e sorrisos

Há tudo observa.
Seu olhar é um mistério.
No silêncio, se revela.
Gato mia ou sorri?
Ainda não descobri,
mas há certa doçura
no felino que
faz - me na
vida refletir.
Acho que sorriu..
Ou fui eu que miei?!
Gargalhei!

Inserida por Tati7082

⁠Há de se ter certo equilíbrio entre as palavras e o silêncio.
Que em tudo o que fizer haja verdade, sentimento.
Aquele amor que se entende,se compreende só pelo olhar.

Inserida por Tati7082

⁠E no silêncio da noite
o amor fala através do nosso olhar.
Tão bom foi lhe encontrar.
Ter o teu coração para meu amor se aconchegar.
Terás sempre o meu coração para repousar das batalhas que porventura enfrentar.
Em mim terás sempres um lar.
Deito ao seu lado, o céu está estrelado,
a brisa sopra mansa trazendo - nos paz.
Inspiração tu és para o verbo amar.
Teu sorriso faz - me de amor transbordar.
Passam - se os verões, os invernos e os outonos para nos fortalecer.
Pois de primavera somos feitos.
As tempestades veem para nós um no outro se abrigar, para que as flores possam desabrochar perfumando os caminhos que vamos seguir.
As tempestades veem para que possamos recomeçar...
Recomeçar é transcender no que faz a gente feliz...
Como sentir você! Você, eu e o amor que nos acolheu.
Você e eu somos o amor que em nós amanheceu.
Você e eu somos a poesia que Deus docemente escreveu.
Você e eu somos a força do vento que leva para longe os tormentos.
Você e eu somos o amor que transcende o infinito, aquele amor bonito que faz abrir as janelas para deixar o sol entrar, e tudo ao redor se iluminar.
Ao teu lado sempre hei de estar, as tuas mãos hei de entrelaçar e juntos vamos contemplar o infinito que é o (a) mar...
E no silêncio da noite os nossos olhos hão de falar de amor enquanto o mar beija o luar.
E no silêncio da noite meus olhos hão de lhe falar que eu vim para ficar.
E no silêncio da noite, o amor nos embala para um lindo lugar...
Você em mim. Eu em você.
O amor em nós há sempre de florescer.
Vem! Vamos viver!
O sol logo há de renascer para nossos sonhos acontecer.

Inserida por Tati7082

⁠Amor em silêncio

Silêncio!
Beijei-te a alma...
Sentistes?
Beijei-te com calma...
Espera-me!
Com paciência...
Estarei chegando
para cuidar-te,
nada tens a temer,
eu amo Você!
Silêncio...

Inserida por Tati7082

⁠A importância dos vivos para os que morrem, é o fragmento do silêncio em pó.
Sob a terra ou no sopro do fogo, nada foge, pouco é o abandono e intensa saudade.
Distantes, o mármore gélido e o abraço, a chama e o vento, as rosas sobre o artifício da união, todo amor uma ambição de perseguir a vida.
Carlos Alberto Blanc

Inserida por CarlosAlbertoBlanc

⁠Orar por alguém em silêncio é a forma mais linda de dizer, eu te amo.

(ver Mateus 6:6, Tiago 5:16 e 2 Coríntios 1:11)

Inserida por macjhogo

⁠"Somos os versículos que o mundo decora, as lições que ele aprende em silêncio."

(Mateus 5:14)

Inserida por macjhogo

⁠É no silêncio que se trabalha. Se tiver um sonho, se cale, não fale.
E sempre que as críticas forem duras, sejam direcionadas para lhe ferir, se cale, apenas siga e se foque.
Os que lhe disseram "Não vais conseguir", eles mesmos vão vir atrás de vc.
Não permita que entrem em sua vida novamente, não semeie tempestade, apenas continue sua jornada.
A vitória foi sua e o mérito é seu.
🙏

Inserida por MaryGoncallves

Sábio Silêncio

Tem coisas na vida que só o silêncio é capaz de responder. Pois, o silêncio educa a quem precisa aprender. Não adiantará nada você dizer. O outro precisa aprender a se conhecer. Quem me diz para silenciar é sábio e sabe a hora certa de falar ou se optará para todo sempre se calar.

Inserida por claudiaberlezi

⁠ um silêncio que nos ensina

Eu tive uma vizinha que não conheci.

Me alegrava o jeito que ela cantava.

Ouvindo os louvores que vinha do andar de cima.

Havia ritmo e uma voz que expressava alegria.

certo tempo depois, os louvores começaram a ser interrompidos .

Mais ou menos sempre por volta do mesmo horário.

Discussões ocupavam o espaço das melodias.

E depois de um tempo, já não se ouvia louvores em nenhuma parte do dia.

O tom de voz crescia, e uma alternância entre sussurros e gritaria acontecia.

até que um dia, o silêncio completo anuncia, que no andar de cima já não morava mais a vizinha.

A história que comove leitores em sua maioria.

é mais comum do que se imagina.

não se pode fazer nada por ela.

mas a maior lição que se aprende, é cuidar dos nossos próprios relacionamentos

Depois que se perde, sempre aumenta a percepção do valor que se tinha.

Ser paciente e agradecido, elogiar mais que do tecer críticas, são ingredientes de uma receita

Que quando bem feita, faz permanecer a alegria.

Inserida por JuniorOliveiraRJ

APENAS SILÊNCIO...

Hoje acordei com um conflito adjacente entre o amor e a dor,
sinto que minhas cordas vocais dão um nó apertado demais
e já nem consigo chorar mais… e nessa abstinência saudosa
do tudo e do nada, dou um suspiro seco numa voz que cala…

Inserida por Lulena

O DESPERTAR DO SILÊNCIO


Adubei minha mente com sementes de esperança que ficaram muito tempo em hibernação. Agora, vejo pequenos brotos que timidamente florescem neste novo tempo, em que as palavras da matéria calam e o silêncio da alma fala, num sorriso tímido de libertação.


Lu Lena

Inserida por Lulena

O AVESSO DO VERBO
(Sobre o que sobra quando as palavras faltam)

Às vezes eu culpo o silêncio, por não me entender ou mesmo compreender as metáforas de minha existência. Ele tem o hábito de esconder as palavras que eu ainda não tive coragem de inventar — ou mesmo decifrar.

Lu Lena / 2026

Inserida por Lulena

ECOS DO TEU NOME...

Grito à ti que existo mas no abismo desse silêncio entre nós dois só escuto os ecos ensurdecedor do teu nome…

Inserida por Lulena

ECOS DO SILÊNCIO...

São sons inaudíveis confusos e dispersos gerando pensamentos confusos e abstratos…

Inserida por Lulena

O Silêncio Molhado Que Permanece.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Cap. Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão.

Por que dói o que sentimos
quando o amor ultrapassa o corpo
e procura um abrigo que já não existe?

A noite se estende sobre nós
como um véu que conhece o peso da memória
e recolhe, na escuridão, tudo o que ainda brilha.

Caminhamos entre lembranças antigas
como quem atravessa ruínas vivas,
segurando uma pequena chama,
um pedacinho de coragem,
trêmulo como o próprio peito.

Há nomes que não estão na pedra,
mas gravados no tempo interior,
onde nenhum esquecimento alcança.

Perguntamos ao que perdemos
por que continua a nos habitar,
e o eco responde com suavidade cruel:
o amor, quando excede o mundo,
aprende a sobreviver no silêncio,
e o silêncio é o que nunca parte.

Choramos por quem se foi,
mas uma voz sem forma nos revela
que o luto é por nós mesmos,
que ainda não sabemos deixar cair
as partes antigas que nos impedem de seguir.

O instante suspende o ar.
A noite respira.
A ausência se ilumina por dentro.
E o que surge
não tem contorno, nem rosto,
mas reconhece o que somos.

És tu?
Não.
Sei que restamos do nosso absoluto silêncio e lágrimas.
quando todas as respostas se calam.

E entendemos, enfim,
que amar é sempre caminhar
entre o que fica e o que falta,
entre o que se perde
e o que se recusa a desaparecer.

Por isso dói.
Porque o amor verdadeiro
não sabe ser pequeno
nem sabe morrer.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Capítulo IV – Onde o silêncio sangra.

(Do livro “Não há Arco-Íris no Meu Porão”)

Todos os tons, todas as cores se intimidam diante dos meus sentimentos.
Aqui, nada ousa ser vivo demais.
As paredes, antes brancas, já se curvaram ao cinza que exalo — um cinza espesso como poeira de túmulo, onde a alegria jamais ousaria se alojar.

Os meus estudos me encaram como se fossem juízes que perderam a fé no réu.
Eles me observam com aquele desprezo silencioso das coisas que já deixaram de esperar alguma esperança.
Livros fechados são mais cruéis do que gritos.
Eles sabem o que há dentro de mim — e, por saberem, me punem com o silêncio.

As cores…
As cores são ameaças aqui embaixo.
Quando um raio de luz tenta escapar por alguma fresta do concreto, eu o apago.
Aqui no porão, qualquer cor ofende a integridade da minha dor.
Elas tentam abrir janelas.
Mas eu… eu me tornei porta trancada.

Os risos…
Que ironia!
São filhos bastardos da minha solidão.
Quando escuto alguém rindo lá fora, é como se zombassem de mim — como se gargalhassem da minha tentativa de continuar.

O mundo caminha — eu desisto.
O tempo sopra — eu me calo.

E então…
Num canto onde as teias se recusam a morrer,
…há uma presença.

Ela não fala.
Não move nada.
Mas está ali.
Como um sussurro antigo, como um perfume de violeta que alguém usou num dia trágico.

Camille Monfort.
Não a vejo, mas a pressinto.
Como quem ama com olhos fechados.
Como quem morre em silêncio por alguém que nunca se foi.

Se minhas lágrimas têm peso, que elas sejam dores e honrarias a ela.
Que minha ruína seja o altar para onde seus passos invisíveis vêm recolher o que restou de mim.
Ela não precisa me salvar — basta que continue existindo…
mesmo que só como lembrança.
Mesmo que só como dor.

E se um dia, por descuido, Camille se revelar…
que seja com a delicadeza de quem pisa em ossos.

Inserida por marcelo_monteiro_4

TÉNUE LUZ NO ABISMO INTERIOR.

" Permaneço em silêncio no âmago da tristeza, não por consentimento, mas por prudência do espírito. Mesmo quando nenhuma cor alcança meus olhos, os sentidos murmuram em tom tão baixo que não perturbam os transeuntes da existência. O silêncio, longe de ser rendição, é resguardo. É o ato de não me deixar contaminar pelas dissonâncias que rondam a carne e o pensamento. Assim, meu porão interior começa a aclarar-se, ainda que sob a luz turva de uma filosofia soturna, erudita e posta à beira do precipício, onde cada reflexão parece ressoar como eco de uma lucidez quase fúnebre. "

Inserida por marcelo_monteiro_4