Poemas de saudade que traduzem memórias em versos
Aos poucos, eu vou mudando de aspecto, de rotina, de cabelo, de namorado, de pensamentos, de saudades, de lembranças, de apegos... Também mudo meus desencontros por encontros, desencantos por aconchego, e impressões por certezas! Tudo pode mudar. Mas o que é realmente bom permanece. E do meu rosto, você pode ver escorrer uma lágrima, mas jamais verá se esvair um sorriso. Este é eterno.
Eu só não quero que alguém, que hoje pode me ver, diga que sente saudade quanto eu não estiver mais aqui.
Coloco os braços para fora da janela, deixo a brisa bater em mim. E com ela sempre vem uma saudade bem bonita de nós.
Saudade de quando eu não sabia o que era sentir saudade. Ao menos assim, eu poderia morrer de saudade, sem ao menos saber que sentia saudade de quando não sentia saudade de você.
Você foi embora e a saudade ficou deixando seqüelas e um tumor no meu coração que aperta a todo segundo e resulta em lágrimas deslizando sobre o meu rosto.
Saudades do futuro que não vivemos. Saudades de ti.
Mas o que mais dói de toda esta saudade é saber que de tudo que eu sinto saudades poderá estar destinado para outro alguém. outro alguém que já odeio antes de existir, outro alguém que não terá a mesma saudade que eu sinto, porque não serei eu.
Uma brisa suave me trás o teu cheiro, e tudo se torna saudade... me rápta com pressa os meus devaneios que correm ao encontro da tua imagem... paisagem de sonho real tão distante, não sei se distante no sonho ou na realidade... só sei que de você tudo faz falta e na falta nada mais me resta se não morrer de saudade...
Saudades é o Que Conecta os Fatos aos Pequenos Detalhes do Passado Seguidos Por Suspiros Que Despertam Lembranças de Alguém.
Eu não sinto saudades de você pois sei que ainda não te perdi.
Eu tenho vontade de ter e querer mais ainda você.
Que a tristeza perca meu endereço, a saudade desvi do meu caminho...que me encontre somente, a felicidade !
Faz de conta que não há chuva, que não há saudade, que não há tormento, nem ansiedade. Faz de conta que não importa tanto assim, e que ficará bem. Faz de conta que a cama ta cheia, ta quente de calor humano, e que quando acordar há milhões de abraços pra te apertar. Faz de conta que não existiu nenhum abandono, que está aqui, coladinho. Faz de conta que a mentira diária que tem dito pra si mesma é verdade, faz assim, te reinventa em mim.
Bateu uma saudade do seu sorriso, do teu jeito de me abraçar e da sua boca a falar que nunca nesse mundo vai me abandonar.
A saudade dói pra quem parte, mas como ela castiga quem fica. O quarto vazio, o silêncio que grita, o cheiro que impregna cada canto. Doença maldita, antídoto você.
Eu tenho muita saudade do que fomos, ou pelo menos do que você aparentava ser. De como a vida fluía quando você me olhava daquele jeito fraternal. Me aflingi numa busca insaciável para tentar superar o buraco que você deixou. Não toco mais em seu nome. E quando me perguntam sobre você, não respondo. Logo eu que gostava tanto de cantarolar teu nome no banho. Logo eu que te escrevia repetidamente na última folha do caderno junto a milhares de corações. Veja só, logo eu. Seu nome se tornou lâmina afiada, arame farpado, caco de vidro. Tento não olhar para trás, porque eu sei que irá doer quando eu notar mais uma vez que o que construímos foi abruptamente jogado para o alto. Eu sinto tanto, mesmo tendo toda consciência de que não tive um por cento de culpa. Nunca esperei que me acabasse, que me esfarrapasse. Porque na minha mente apaixonada, tola, e inocente, éramos um só. Eu acreditei quando me disse que se me machucasse te doeria em dobro. Eu acreditei. Desculpe-me por ter sido ingênua ao ponto de te amar tão cegamente. Desculpe-me por te defender diante de todos aqueles que me alertavam sobre você. Perdoe-me por ter acreditado no teu melhor, e desde sempre ter amado cada mínimo defeito, ter te ajudado a levantar nos teus tropeços, ter visto vantagem nos teus erros. Nós éramos tudo, tínhamos tudo, almejávamos tudo. Hoje somos a poeira que saiu do tapete, e me causou alergia. Somos a comida que não gosto de comer. Os livros dos quais não gosto de ler. Canção que não gosto de cantar. Hoje somos lembranças das quais não gosto de lembrar. Esquecerei. Esquecerão. Eis que serão. Eis que serei papel branco de novo, quando meus olhos pararem de arder.
A distância entre eu e você não me faz deixar de te amar, apenas por que a saudade cuida para que esse sentimento continue se desenvolvendo cada dia que se passa .
A saudade balança a gente, nossos olhos ficam cheios de lágrimas escorrem pelo rosto , é só assim acalma o coração.
Pra você, querida amiga eufórica que está sempre com muita saudade de todos e a todo tempo. Poupe-me da sua carência de querer ser o centro das atenções, eu não preciso de você e de toda essa euforia. Traduzindo, vai ser falsa assim, com quem tem tempo pra brincar de popularidade. Estou ocupada com amigos de verdade.
