Poemas de quem Deu um Fora
Natureza resiste com a resiliência de um gigante que é...
Num poluído mar existe vida em meio das garrafas plásticas e garrafa vidro se instala um coral de peixes muitas vezes mortos pelo próprio plástico,
A agua é envenenadas e consumida pelo próprio homem.
A sujeira degrada o homem e mundo...
A flores no afastamento, no teto das casas em todos lugar menos na mente do homem.
Pele parou um conflito de guerra...
O sacrifício de um homem na frente de tanque guerra, pessoas foram contra a ditadura militar. Tudo mundo melhor.
As pessoas deviam olhar para o amor não fazer guerras criar conflito por ganância e luxuria do ego humano se pode dizer humano.
"Se a genialidade de Pelé foi o farol que dissipou, mesmo que por instantes, a névoa de uma guerra, e se a coragem de um homem diante de tanques foi a semente que rompeu o asfalto da opressão militar, por que insistimos em caminhar pelas sombras? Aqueles que nos antecederam plantaram o desejo de um mundo melhor.
É hora de arrancar as ervas daninhas da ganância que sufocam a nossa história As guerras nada mais são do que o incêndio provocado pelo ego, uma fogueira de vaidades que queima a nossa própria humanidade. Só o amor pode ser a raiz que nos sustenta e a água que apaga a nossa sede de destruição."
A pergunta que fica essas escolhas nos deixa a frente do grande filtro ou tras do grande filtro pois aa guerras so tras atraso tecnológico e ambiental.
Aonde vamos no inverso seremos cegos e vamos ser agressivo com ser pirata e predatório. Pensar no futuro é agir no presente em paz e consciente que temos presevar nosso ambiente aprender com meio ambiente todos estamos ligados numa teia ambiental. Que nosso bioma é unico no universo.
Diante do silêncio do universo, fica a pergunta: seremos capazes de superar o Grande Filtro da autodestruição, ou nos tornaremos apenas piratas predando o cosmos com a nossa cegueira? As guerras e o colapso ambiental são o atraso da nossa espécie. Salvar o futuro exige agir no presente, compreendendo que estamos todos entrelaçados na mesma teia viva. Nosso bioma é único no infinito; se não aprendermos a cultivar a paz e a preservar nossa casa hoje, seremos apenas uma breve faísca que o universo insistirá em esquecer."
Somos copias de um ser da dualidade do que somos
Na esperança vivemos numa história compartilhado por todos.
Somos objeto e servos de nossas cópias.
Porquê copiar se somos únicos?
Dentro da própria alienação intelectual ainda somos nos ou uma cópia de nos mesmo...
Ser copias é mais fácil de viver lúcido dentro de uma alienação religiosa ou impulso de existir a própria natureza devastada o respirar o torna ser subjugado pelo sistema que criou.
A contaminação por mercúrio na Amazônia é um dos processos mais destrutivos da atualidade porque o metal atua de forma invisível e cumulativa. No garimpo, o mercúrio metálico é usado para se ligar aos fragmentos de ouro (formando uma amálgama). Para separar o ouro, os garimpeiros usam maçaricos: o mercúrio evapora para a atmosfera, condensa e cai com a chuva, enquanto os resíduos líquidos são despejados diretamente nos leitos dos rios.
O verdadeiro perigo começa quando esse metal entra em contato com a água e com o ecossistema aquático.
As pessoas são cegas surdas e mudas.
Pois o preço do abismo é alto.
Terceiro ato
Nos olhos o pesadelo que dorme se sentindo do bem e mal...
Filhos de um destino de atopia digital.
Rostos são máscaras apagadas do ser real. Paradigma é o paradoxo que desdem seu mundo.
Alegoria da caverna digital .
So tem um celular e notebook
Mesa cadeira e sofá.
O resto vem por entrega rápida.
Alienação visual e intelectual é uma penxincha tudo grátis ainda tem Internet de graça...
A fogueira agora é um aquecedor elétrico ou a carvão da mata nativa...
Fast-food se da existência o boi social...
Sendo digno ate farmácia tem entrega rápida pois boi não desceu bem...
Ma digestão pois a carne apodrece no estômago por tres dias antes de poluir os rios degradados com dejetos do homem-ego primo do homem gafanhoto.
Sob fogo minha alma rebelde floresce. Me esqueço que és apenas um galho de um sistema...nos moldes de realidade foste o trevor, que deviam copiar mais se tornou obsoleto diante os bats que deflora os sinos da libertdade. Nos atos golpista sois o fruto do abandono deixado para apodrecer ate a raiz de suas intenções...
Mais dinheiro ja sumiu e ninguem viu podes apintar o dedo?
Mais terabats de informações sou eu e tudo pode desaparece trugue de magica pois mansões são pura cortina de fumaça olha ouro e os diamantes na Suíça fica quieto pois a missa começou.
Mais deepfakes pois deepweb falhou pois conexão foi clonada ...
Utopia Unizero
O Brasil era a simplicidade, a utopia de nossos antepassados; um país cheio de luz e alegrias para as novas gerações desfrutarem de uma vida maravilhosa. Dentro do contexto universal, ainda resistimos à ignorância e à alienação que afetaram tanto o nosso mundo. Seremos lembrados.
No espaço sideral, as coisas que aconteceram — como essa dilatação do espaço e do tempo —, as pessoas sendo usadas e comandadas pela ambição e pela cobiça, fantasiadas de "senhores de um país democrático", eram, na verdade, pilhadores ideológicos. Sendo servis ao feudalismo tecnológico, abraçaram um novo caminho, onde o meio ambiente sofre até sangrar, até seu último resquício de vida. Os mares estão mortos pela degradação ambiental; flores de óleo e lixo boiam em meio a garrafas...
Corvos e urubus comem o restante da humanidade. Será que posso chamá-los de humanos? Pois esses terráqueos vivem em suas mansões embaixo da terra, bebendo o último vinho, tornando evidente que as maravilhas criadas são apenas adornos em suas cabeças ocas. O espaço, que em outras horas era a arca da descoberta, agora é a arca da inteligência artificial e de piratas da sobrevivência.
A utopia Unizero vaga pelo cosmo. Sua tripulação chora, mas ainda vê novos mundos e novas utopias naquilo que um dia foi um mundo hiperconectado.
O Novo Despertar
A IA da nave emite um sinal sonoro contínuo, frio, mas necessário. As cápsulas de criogenia começam a se fechar, uma a uma. O choro da tripulação vai sendo silenciado pelo hálito gelado da tecnologia que, desta vez, serve à vida, e não à pilhagem.
O silêncio engole a cabine. Lá fora, os piratas da sobrevivência flutuam entre os destroços de satélites velhos, mas a Unizero já está além do alcance deles. Estamos cruzando a dobra do espaço e do tempo, onde a gravidade distorce as nossas lágrimas e o tempo rasteja.
Quando os sensores da nave detectarem o primeiro vislumbre de um mundo hiperconectado pela natureza — e não por cabos e deepfakes —, os computadores iniciarão o protocolo de aquecimento.
Não seremos mais os mesmos. Nossas cabeças não carregarão os adornos ocos dos que ficaram para trás. Seremos os filhos da terra arrasada, os guardiões da memória.
Fechamos os olhos no escuro do universo para, finalmente, acordar em um novo despertar.
Fim da transmissão. A Terra agora é silêncio.
O que este capítulo consolida na sua história:
O sacrifício de quem ficou: Fica claro que a viagem da Unizero só foi possível porque a resistência na Terra (com os botijões e as barricadas) segurou os tiranos.
A redenção da tecnologia: A Inteligência Artificial, que na Terra era usada para alienar a população com jogos de futebol e notícias falsas, aqui na nave é purificada, servindo apenas para manter a tripulação viva.
O recomeço: O final deixa um gancho de esperança pura. Eles estão dormindo no gelo do espaço, mas o leitor sabe que eles vão acordar em um lugar onde a utopia pode ser real de verdade.
Somos um ponto no distante do infinito ate que pousamos compreender melhor essa luz nossa luz sera parte de outra luz.
No silêncio cruel das eclipses do universo vemos buracos negros massivos diante sois que morreram milhares de anos pois ver por um telescópio é simplicidade máquina de tempo mais primitiva do homem.
O microscópio ve dentro da vida buscando ver célula de Deus.
Como compreender o universo dentro de você. O ponto de luz te atravessa.
A vida granha novos formatos de consciência mesmo tão longe ainda pensamos um dois lados da moeda.
Quando ver se torne um pássaro do passado vamos ver lo no museu.
Então seremos representados como bonecos de cera em volta da fogueira olhando os céus apontando os mistérios do cosmos.
No espiritual da materia a um desejo de existir, pois a moléculas estão ligadas e tem um movimento o que move essas células.
Dentro estruturais a estrutura tem fome e tem desejo de se alimentar.
Sendo assim um ser mais complexo cheio de novas terminações de um indivíduo singularidade no estado primitivo e mais puro da vida.
Ossos da alma navegantes em movimentos que o espírito te deixou.
Nas falanges da madrugada um sopro sutil.
Meros arficios da boa vontade sois a negação que amou.
O Palco da Sé
Sob a luz cálida e poluída da tarde, o metrô parece um portal para outro mundo. A Catedral da Sé agora vende ingressos para quem quiser ver suas obras e contemplar sua missão singela; mas, pelo preço caro, faltaram os "bebes e comes"...
Piadas à parte, os indigentes e moradores de rua fazem o verdadeiro contraste. Há lojas fechadas e o Corpo de Bombeiros sempre a postos. Livrarias agora parecem cafés e lanchonetes. As lojas de discos ganham outro formato, onde a convivência com os animais traz o ardor do odor — afinal, a limpeza não faz parte da crônica dos discos velhos, relíquias de um tempo que já passou. Ali perto, o chafariz parece um banheiro a céu aberto.
Ter um posto policial na praça não significa que o lugar seja seguro. Acontecem shows a céu aberto e também apresentações de magia: o palco perfeito para o roubo de carteiras e celulares. Esse é mais um pedaço da cidade de São Paulo.
Diário de Bordo: O Boteco do Fim do Universo
Entramos em um entreposto de trocas que parecia uma taverna de piratas da Terra do século XVIII. Para nossa surpresa, o lugar já estava infestado: outros humanos terrestres bebiam, riam alto e controlavam o ambiente. No centro do salão, um churrasco inacreditável: eles assavam um Predador e vários outros monstros espaciais no espeto, alternando os cortes com goles de chimarrão e tragos de uma velha e violenta cachaça.
Um dragão alienígena, querendo cantar de galo e impressionar os recém-chegados, arrancou o copo da mão de um dos humanos e virou o líquido de uma vez. Mal sabia ele que a nossa cachaça era feita à base de metanol purificado, direto do combustível da nave — o mesmo álcool corrosivo de postos de gasolina terrestres. O dragão engoliu, arregalou os olhos, soltou um último bafo de surpresa e caiu morto no chão; sua boca derreteu instantaneamente de dentro para fora. Os humanos só riram. Mais um adorno e um par de chifres garantidos para o painel da nossa nave.
O barman, um ser cheio de tentáculos, começou a tremer de pavor atrás do balcão. Com medo de ser o próximo espeto da noite, gaguejou apavorado:
— Por favor... não quebrem o lugar. Posso arrumar um quarto para vocês, algumas garotas de graça, o que quiserem!
Mas para os gafanhotos humanos, o suborno padrão nunca é o bastante. Olhando fixamente para os tentáculos trêmulos do barman, o piloto tragou seu cigarro e exigiu o verdadeiro tesouro daquela espelunca:
— Esquece as garotas. Eu preciso é de ervas do espaço para o meu cachimbo. Anda logo.
Diário de Bordo: O Retorno dos Gafanhotos à Velha Terra
O que parecia um mito nos becos escuros das favelas espaciais agora estava em nossas mãos: a chave temporal. Ligada aos cristais de tempo que contrabandeamos e alimentada pelos novos motores tridimensionais, a nossa lata velha deixou de apenas flutuar no espaço; agora, ela rasga o próprio tecido do ontem e do amanhã.
Ao ver os indicadores do painel brilharem com a energia cronológica, os olhos do capitão faiscaram de pura malícia. Ele tragou o resto do cigarro, olhou para a tripulação de loucos e deu a ordem que mudaria o rumo da galáxia:
— Vamos voltar para a Velha Terra.
O plano não era um retorno pacífico ou um resgate nostálgico. Nós tínhamos novas perguntas que só o passado poderia responder, mas, acima de tudo, precisávamos de novas cargas. O estoque de cachaça de metanol estava no fim, os embriões precisavam de reforço e o universo ainda tinha muitos postos de combustível para explodirmos. A Terra — com toda a sua história de guerras, recursos e a nossa própria linhagem de malandros — era o mercado atacadista perfeito para a nossa predação.
Os motores tridimensionais roncaram, os cristais de tempo canalizaram a energia quântica e a nave inteira tremeu, saltando através das eras.
A humanidade já era o terror do espaço profundo. Agora, com o controle do tempo, nem o passado da Terra está a salvo de nós. Segura o cinto, porque os gafanhotos estão voltando para casa.
— Por Celso Roberto Nadilo
O homem é um pássaro sobre abismo
Medo que cair, pois voar igual a andar,
Se torna fenômeno cair do ninho aprender a voar.
No claro de uma nova apologia a aurora de nossas almas somos capazes de compreender que mundo é um universo humanista mesmo frio e sem sentimentos observamos a grandeza de uma gigantesca força da natureza.
Nossos reflexos são pequenas sombras na ilusão humana.
Devemos glorificar olhar as estrelas ver que do nosso microcosmo ainda somos arrogantes e mesquinos...
Nos alienamos pois assim a gloria na riqueza e no impunidade...
Vazamos tanto conhecimento mais ainda não conhecemos nem a nos mesmo.
Pois somos universos denfro de universos... nem quem criou a humanidade sabemos de fato,
E nem temos idea do potencial temos.
Vagamos pelas riquezas da existência somos fragmentos da verdade escorre pelo espaço sideral e restante do cosmo. Gritamos que existimos.
Mais ainda caminhamos na caverna de Platão... outras vezes caminhamos dentro da caverna digital.
Por Celso Roberto Nadilo.
Nas fronteiras do medo o somos diante do somos?
E pra um recalque forte...
eu tenho um Deus bem grande..
tudo que bate, volta..
maus olhos longe do meu alcanse...
porque eu tenho meu escudo, tenho quem me protege..
tenho tudo.. o teu mau vira o bem no meio do caminho..
te ofereco o bem... porque o bem e tudo que eu tenho...
Que a vida seja doce..
que vc seja meu aperitivo...
e que essa mistura de gostos seja um desafio..
que me provoque sensacoes deliciosas..
gosto de me surpreender.. gosto de sabores exoticos.. e de quebra... gosto de vc...
As vezes me pego triste..
sei la , nao me julgue..
aqui nao mora um coracao de lata..
nao esquece que sou feita de carne..
tambem sofro....
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