Poemas de quem Deu um Fora

Cerca de 429967 frases e pensamentos: Poemas de quem Deu um Fora

Sabe quando chega um momento em que você já não quer mais participar da própria vida? Quando o cansaço faz parecer que partir seria mais fácil do que continuar?


E, ainda assim, existe algo inexplicável que nos prende à existência. Uma força silenciosa que, mesmo quando tudo dentro de nós pede para desistir, sussurra que ainda não terminou.


Talvez a vida tenha seus próprios motivos para nos manter aqui. Talvez aquilo que hoje parece apenas dor seja uma parte de algo que ainda não conseguimos compreender.


Há momentos em que permanecer não é uma escolha feita pela vontade, mas pela esperança de que, em algum lugar adiante, exista um sentido que ainda não fomos capazes de enxergar.

Só Falta Você


A saudade de um amor que me deixou
O eco das risadas ainda pela minha casa
Seus presentes de crochê na minha gaveta


Então por que você não me diz como é que eu faço pra te esquecer,
Se tudo o que sobrou ainda me lembra você?
Mesmo com a casa estando vazia,
Todo o meu ser só consegue dizer o quanto sinto falta de você.


Há mais de um mês que eu não sei o que é dormir direito,
Deito do lado contrário da cama, tentando arrumar um jeito.
Já fiz de tudo pra mudar o meu pensamento,
Mas não se apaga um sentimento assim no vento.


Eu tentei te esquecer, fiz de tudo pra mudar,
Mas quanto mais eu tento, mais eu quero te buscar.
Você se foi, mas o meu peito não entendeu...
Que o amor que era nosso, agora é só meu.


Então por que você não me diz como é que eu faço pra te esquecer,
Se tudo o que sobrou ainda me lembra você?
Mesmo com a casa estando vazia,
Todo o meu ser só consegue dizer o quanto sinto falta de você...
Falta de você...
Só falta você.

“Um dia você acorda
e ama o mundo
Do jeito que ele é.
Então
você entende…
Que o mundo está
dentro de você.
Está tudo bem.”

⁠" O abraço é um lugar quentinho, restaurador,
que faz a gente se sentir seguro.
Uma vibração de energia boa,
que nos dá confiança e força.
Um ‘Tudo de Bom’ que deixa a gente Feliz!"

Paz de Viver


Paz de viver é acordar
e não dever nada ao ontem.
É tomar um café devagar
e ouvir o silêncio sem pressa.


É ter o coração leve,
mesmo quando o mundo grita.
É escolher o que soma,
e soltar o que tira a força.


Paz é casa por dentro.
É perdoar, é agradecer,
é dormir sabendo que fez
o melhor que podia hoje.


Não depende de ter tudo.
Depende de ter o essencial:
saúde, gente boa, fé,
e a certeza de que Deus cuida.


Paz de viver é isso:
viver simples, viver inteiro,
plantar calma onde passar
e colher serenidade.Paz de Viver


Paz de viver é acordar
e não dever nada ao ontem.
É tomar um café devagar
e ouvir o silêncio sem pressa.


É ter o coração leve,
mesmo quando o mundo grita.
É escolher o que soma,
e soltar o que tira a força.


Paz é casa por dentro.
É perdoar, é agradecer,
é dormir sabendo que fez
o melhor que podia hoje.


Não depende de ter tudo.
Depende de ter o essencial:
saúde, gente boa, fé,
e a certeza de que Deus cuida.


Paz de viver é isso:
viver simples, viver inteiro,
plantar calma onde passar
e colher serenidade.

A Copa serviu a um propósito maior! Mostrar que, quando a bola rola, esquerda e direita gritam gol e odeiam em perfeita harmonia!


TSAS A MORTE LENTA

Pela manhã a tela acende,
faz da janela um muro digital.
O corpo esquece o movimento,
a alma perde o rumo natural.

O sofá abraça sem maldade,
convida ao descanso e à rendição.
Pouco a pouco prende os passos,
transforma a força em ilusão.

O açúcar veste roupa de festa,
adoça a boca, seduz o paladar.
Mas cobra caro pelo encanto,
quando chega a hora de cobrar.

O sal tempera a convivência,
dá sabor ao feijão e ao pão.
Porém, em excesso silencioso,
cerca a vida de preocupação.

São prazerosos, mas é morte lenta para todos.
São prazerosos, mas é morte lenta para todos.
No brilho da tela, no abraço do sofá,
no doce do açúcar e no sal a transbordar.
São prazerosos, mas é morte lenta para todos.

Não vieram como inimigos,
nem carregam espada ou canhão.
Entram sorrindo pela porta,
ganham espaço no coração.

A televisão rouba o tempo,
o sofá negocia a disposição.
O açúcar compra o instante,
o sal disfarça a condição.

Enquanto o mundo corre lá fora,
a vida pede participação.
Caminho, esforço e equilíbrio
são remédios sem prescrição.

São prazerosos, mas é morte lenta para todos.
São prazerosos, mas é morte lenta para todos.
Quando o excesso vira costume,
e o costume vira prisão,
São prazerosos, mas é morte lenta para todos.

Então façamos nova escolha,
sem guerra, culpa ou radicalismo.
Que a tela informe, não domine;
que o descanso não seja abismo.

Que o açúcar seja visita,
não morador do coração.
Que o sal conheça limites,
respeitando a moderação.

Pois viver é mais que prazer,
é movimento, consciência e valor.
E o tempo, que tudo revela,
é o mais exigente julgador.

MONARQUIA DO AMOR


No reino verde de Itaquitinga,
onde o vento espalha raiz,
floresceu um trono de afeto
sob um céu sereno e feliz.


Entre canaviais e memórias,
entre o campo e a matriz,
Israel tomou por coroa
o sorriso da Beatriz.


No reinado de Itaquitinga
a felicidade é Imperatriz.


Não governam com espadas,
nem decretos por um triz;
seu poder nasce do abraço,
da palavra que bendiz.


Quando o Rei estende a mão,
quando a Rainha a conduz,
o amor acende caminhos
como estrelas dando luz.


No reinado de Itaquitinga
a felicidade é Imperatriz.


Israel, monarca do sonho,
cavaleiro aprendiz,
aprendeu que a maior riqueza
é amar e ser feliz.


Beatriz, rainha das flores,
de coração sempre gentil,
transforma simples instantes
em tesouros do Brasil.


No reinado de Itaquitinga
a felicidade é Imperatriz.


As muralhas desse reino
não são feitas de verniz;
são erguidas com respeito,
com ternura que não diz.


Seu castelo tem alpendres,
tem varanda e tem raiz;
e a bandeira que tremula
é a esperança que reluz.


No reinado de Itaquitinga
a felicidade é Imperatriz.


Quando o tempo passar ligeiro
e a juventude se for,
ficará gravada na história
a grandeza desse amor.


Pois há reinos que se acabam,
há impérios por um triz;
mas o reino dos que amam
permanece e sempre existe.


E dirá o povo em festa,
cantando pela matriz:


No reinado de Itaquitinga
a felicidade é Imperatriz.

E quando junto esses eus
num só verso, enfim, assim,
descubro que o universo
fez um poema de mim.

Pois sou palavra e ausência,
fantasia e chão sem fim;
sou o que escrevo no mundo
e o mundo escreve em mim.

TRANSCEPTO CRUZEIRO



No mar da velha poesia,
Dois navios vão singrando:
Um carrega a dor da história,
Outro segue renovando.
Entre o ontem e o agora,
Vai o verso navegando.


Castro Alves levantou
Sua voz de claridade,
Denunciando as correntes
Da cruel desumanidade.
Fez do poema um clarim
Em defesa da liberdade.


Seu Navio Negreiro, então,
Foi um grito contra o mal,
Retratando o sofrimento
Do cativeiro brutal.
Cada estrofe era um açoite
Na consciência mundial.


Negreiros Neto, por sua vez,
Lança a Nave ao infinito;
Não conduz corpos cativos,
Mas o sonho mais bendito.
Leva esperança na proa
E Deus guiando o seu rito.


Se um navio foi prisão,
Outro é ponte e travessia;
Se um cruzou mares de sangue,
Outro semeia poesia.
Um revela antigas sombras,
Outro anuncia o novo dia.


No transcepto do cruzeiro,
Onde os rumos se entrelaçam,
A memória encontra a fé
E os destinos se abraçam.
O passado vira mestre,
Sem que as feridas desfaçam.


Castro Alves fez da pena
Uma espada de justiça;
Negreiros faz do cordel
Um altar de boa liça.
Cada qual em seu tempo
Cultivou igual premissa.


Não disputam grandeza,
Nem procuram primazia;
São faróis de um mesmo porto,
Cada qual com sua guia.
Um combate a escravidão,
Outro exalta a harmonia.


Transcepto Cruzeiro é ponte
Entre o pranto e a esperança;
É o encontro das palavras
Com a eterna confiança.
Quem conhece o seu passado
Dá ao futuro segurança.


Que o Brasil jamais esqueça
O valor da consciência;
Pois a arte quando é livre
Transforma toda existência.
E a poesia permanece
Como luz da resistência.

CANTOS DA CAATINGA

No sertão quando amanhece,
Tudo ganha novo ardor,
Cada ave faz um verso
Ao divino Criador.
Na caatinga a esperança,
Vence o tempo e o dissabor.
Seus cantos aliviam minha dor.

A Asa-Branca levanta
Num gracioso esplendor,
Levando paz em suas asas
Mesmo em tempo de calor.
Quando canta lá distante,
Renasce em mim o valor.
Seus cantos aliviam minha dor.

O Cancão, inteligente,
Defensor do seu redor,
Com coragem anuncia
Que a vida tem seu vigor.
Seu chamado desafia
Toda sombra e todo horror.
Seus cantos aliviam minha dor.

A Patativa, rainha,
Do mais puro cantador,
Transformando o chão rachado
Num jardim cheio de flor.
Sua voz parece prece,
Cheia de fé e de amor.
Seus cantos aliviam minha dor.

O Galo-de-Campina,
Vestido de muita cor,
Leva encanto ao sertanejo
Com seu belo esplendor.
Cada nota que derrama
É perfume em meu redor.
Seus cantos aliviam minha dor.

O Sofrê faz seu lamento,
Que parece um trovador,
Misturando a saudade
Com um gesto acolhedor.
Sua voz consola a alma
Com divino resplendor.
Seus cantos aliviam minha dor.

A Rolinha faz seu ninho
Com trabalho e com amor,
Ensinando à humanidade
O caminho do labor.
Sua paz anuncia sempre
Um futuro promissor.
Seus cantos aliviam minha dor.

Bem-te-vi anuncia cedo
Mais um dia promissor,
Despertando o sertanejo
Para o campo e seu labor.
Seu aviso traz esperança
Ao pequeno agricultor.
Seus cantos aliviam minha dor.

O Sabiá da Caatinga
É poeta e trovador,
Faz do galho seu palco,
Da manhã seu esplendor.
Quem escuta sua cantiga
Sente Deus por onde for.
Seus cantos aliviam minha dor.

Cada ave é um tesouro
Que nos deu o Criador,
Guardião da natureza,
Do sertão encantador.
Preservemos essa vida
Com respeito e muito amor.
Seus cantos aliviam minha dor.

REPÚBLICA DOS ESTADOS UNIDOS DA CAATINGA

No coração do Nordeste
Nasceu um novo esplendor,
República da Caatinga,
De coragem e de valor.
Onde a honra faz morada,
E a fé floresce em flor.

Nação de bravos guerreiros.

Sua bandeira tremula
Com orgulho e tradição;
Azul do céu que protege,
Branco da paz em união,
Laranja é força e coragem,
Que aquece cada coração.

Nação de bravos guerreiros.

São nove Estados unidos
Num destino verdadeiro,
Como nove sentinelas
Guardando o chão caatingueiro;
Cada povo é uma estrela,
Cada filho um guerreiro.

Nação de bravos guerreiros.

No alto brilhou no infinito
Uma nova constelação;
Nove estrelas reluzentes
Desenhando a região,
Fez do céu da Caatinga
Seu eterno pavilhão.

Nação de bravos guerreiros.

À esquerda vive o sertão,
Mandacaru altaneiro;
O sol poente se despede
Pintando o chão por inteiro,
Mostrando que a resistência
É o brasão do sertanejo.

Nação de bravos guerreiros.

À direita canta o mar
Com seu azul cristalino;
Coqueirais fazem reverência
Ao nascer do sol divino,
E as ondas beijam a praia
Num espetáculo genuíno.

Nação de bravos guerreiros.

Do couro nasce a coragem,
Do barro nasce a missão;
Da seca brota esperança,
Da chuva a celebração;
Cada espinho é uma escola,
Cada luta uma lição.

Nação de bravos guerreiros.

O vaqueiro e o jangadeiro,
Cada qual no seu labor,
Um domina a terra firme,
Outro enfrenta o mar bravio;
Ambos levam no semblante
A grandeza do valor.

Nação de bravos guerreiros.

A sanfona abre caminhos,
O aboio encontra o mar;
O coco dança com o vento,
O xaxado faz lembrar
Que a cultura desta terra
Nunca deixa de cantar.

Nação de bravos guerreiros.

Que esta pátria imaginada
Seja exemplo de união,
Onde o povo seja livre,
Respeitando o irmão;
Sob as nove estrelas brilhe
Uma eterna construção.

Nação de bravos guerreiros.

AMIZADE: Moeda Universal.

No mercado desta vida há tesouro sem cifrão; vale mais um bom amigo que um cofre cheio na mão. Quem reparte o seu afeto nunca vive nos conflitos.

A Amizade é a moeda dos verdadeiros ricos.

Quando a estrada se escurece e a esperança quer partir, surge uma mão estendida para o outro prosseguir. É Deus agindo em silêncio por gestos tão benditos.

A Amizade é a moeda dos verdadeiros ricos.

Há quem chegue sem alarde, sem promessa ou condição; traz no peito a boa palavra e o conforto ao coração. Transforma dor em coragem com abraços infinitos.

A Amizade é a moeda dos verdadeiros ricos.

O impossível se encolhe quando um amigo intervém; o peso torna-se leve quando alguém diz: "Eu também." Dois ombros vencem montanhas nos momentos mais aflitos.

A Amizade é a moeda dos verdadeiros ricos.

Não se compra em feira alguma, nem se vende por favor; é tesouro cultivado com respeito e com amor. Quanto mais dela se oferta, mais se colhem bons frutos.

A Amizade é a moeda dos verdadeiros ricos.

É remédio para a alma, é farol na escuridão; é a ponte que Deus constrói entre um peito e outro irmão. Quem semeia amizades colhe dias mais bonitos.

A Amizade é a moeda dos verdadeiros ricos.

Nem o ouro, nem a prata, nem palácio ou posição superam o privilégio de um amigo de coração. Pois a maior das fortunas vive em gestos tão benditos.

A Amizade é a moeda dos verdadeiros ricos.

Que jamais nos falte a graça de estender a nossa mão, de enxergar no semelhante um irmão da criação. Porque o céu recompensa os corações mais contritos.

A Amizade é a moeda dos verdadeiros ricos.

LARVARUNCA


No terreiro da existência,
Vi um caso singular;
O varão perdeu o leme,
Deixou outro governar.
Quem já foi dono da casa
Nem se atreve a opinar.


LARVARUNCA, Ela manda e Ele nunca.


Ela escolhe a roupa dele,
O destino e o caminhar;
Marca a hora, muda os planos,
Diz se pode ou não falar.
Ele apenas balança a cabeça,
Sem coragem de negar.


LARVARUNCA, Ela manda e Ele nunca.


Se ela compra, ele paga;
Se ela vende, é sem consultar.
Ela muda os móveis todos,
Sem sequer lhe perguntar.
E o coitado só responde:
"Se você quiser, pode deixar."


LARVARUNCA, Ela manda e Ele nunca.


No passeio ou na cozinha,
No descanso ou no labor,
Ela dita as regras todas
Com firmeza e com vigor.
Ele segue obedecendo,
Sem mostrar qualquer valor.


LARVARUNCA, Ela manda e Ele nunca.


Mas cordel também ensina
Com respeito e sensatez:
Todo lar floresce mais
Quando existe altivez.
Diálogo, amor e acordo
Valem muito mais que a vez.


LARVARUNCA, Ela manda e Ele nunca.


Homem e mulher unidos,
Cada qual no seu lugar,
Dividindo os desafios,
Aprendendo a dialogar.
Quem governa junto a casa
Faz o amor sempre reinar.


LARVARUNCA, Ela manda e Ele nunca.

Pensamentos em Queda Livre: The Abyss of the Mentis


Mentis 0 - Folha seca


Um tempinho atrás, Folhas secas caíram do céu, essas folhas olhavam para mim, com um sorriso esquisito.


Mas se a realidade permaneceu, o que surgiu aqui?, Ambição, Tragédia, Medos dos que viviam aqui.


Algo foi criado aqui...

Toda palavra é um input.
Nem todo input constitui uma instrução executável.
Um input torna-se código ativo quando é referenciado por crenças,
emoções, memórias, decisões ou comportamentos.

A religião é um terreno fértil
próprio para o cultivo do
fanatismo político.

A nossa vida
É tipo um jogo
Se eu perder
Eu recomeço de novo

O zero é nosso marco
Que foi marcada
Ao marco das lágrimas

Do que adianta sorrir
Se a alma
anda marcada

Uma piada engraçada
Mal sabe eles
A situação que eu tava.

Nos tempos de hoje,
onde tudo é comprado e vendido,
se eu ganhar,
um seguidor sem comprar,
satisfeito eu me sinto!

Cada frase inspirada,
é um filho que nasce cheio de vida,
DEUS usa o poeta,
para multiplicar na Terra,
A paz em forma de poesia!