Poemas de quem Deu um Fora
Sinceramente eu Cansei!
Cansei de Ajudar quem não Merecia.
Cansei de dar a vida por quem só queria a minha morte.
Cansei de destino, agora é Sorte.
Cansei de ser Fraco, fingindo ser Forte...
Falar do Amor
Do amor muito se fala mas quem
o vive em toda a sua intensidade
das dores aos sonhos, das desilusões
dos amores possíveis, aos impossíveis
dificilmente se expressa.
De preferência se cala.
Amar é bom sonha-se muito, amar é
viver, e do amor tudo se quer ter.
Mesmo que vivamos esse amor
intensamente, basta que o ser amado nos
falte, ficando somente o nada, deixamos
de para o mundo existir, nada se sente,
vive-se o dia a dia da vida, passa-se o
tempo a divagar, coisas que a nossa idéia
vêm, enfim nada temos quando, nos falta
a quem amamos.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista.RJ
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
QUEM ESCUTA A VOZ DO RIO?
Quem escuta a voz do rio,
Quem escuta a sua voz?
Do rio que está clamando
Por socorro a todos nós!
Quem escuta a voz do rio
E dele se compadece?
Pois o rio está clamando
por socorro, pois perece!
Quem escuta a voz cansada
Das águas tão poluídas?
Quem escuta a voz do rio
Lutando para ter vida?...
Quem escuta a voz do rio
Nos clamando, em desespero,
Consumido pelas dragas,
A ganância do areeiro?...
Quem escuta a voz das águas?
Quem escuta a voz do leito?
Pois quem deixa a voz do rio
Adentrar para o seu peito?...
Atentai pro seu clamor,
Criança, jovem, adulto;
Não deixem o rio morrer,
A terra ficar de luto!
VOZ DAS ÁGUAS
Voz das águas! Voz das águas!
Quem é que escuta as tuas mágoas?
Quem escuta o teu clamor
Clamando por mais amor?...
Clamando por mais limpeza,
Mais respeito à natureza.
Voz das águas! Voz das águas!
Quem é que escuta as tuas mágoas?
Quem é que escuta o teu grito,
O teu canto mais aflito,
Ecoando pelo Norte...
Relutando contra a morte...
Quem é que escuta as tuas mágoas?
Voz das águas! Voz das águas!...
CACIMBA D’ÁGUA DOCE
Oh cacimba d’água doce!
Quem foi que te conheceu?
Quem teve esse privilégio?
Quem de tua água bebeu?
Oh cacimba d’água doce!
D’água pura, cristalina,
Tu eras, com mor certeza,
Uma dádiva nordestina.
Oh cacimba d’água doce!
Sem sapo, rã ou caçote,
Carregada na cabeça,
Numa lata ou num pote.
Oh, cacimba d’água doce!
Quero beber de tua água,
Numa caneca cheiinha
Quero afogar minha mágoa.
Oh cacimba d’água doce!
Vem saciar minh’ vontade,
Quero sentir teu sabor,
Matar a minha saudade!
Oh cacimba d’água doce,
Da melhor água bebida!
Vem saciar esta sede
De minha infância querida.
Há que goste de nós
Há quem nos ature.
Há também quem nos admira
Há também quem nos juga e nos pune.
Há quem desabafa
Também há quem chora com a gente.
Há pessoas acompanhadas sozinhas
Há pessoas saudáveis doentes.
O mundo está chorando por dentro
O socorro gritando para fora.
Pessoas te olhando de dentro
Outras te julgando de fora.
Amar é respeitar o próximo
Respeito é obrigação.
Pessoas fazem parte de nós
Viver é desprezar a solidão
Estamos longe de quem está perto
Talvez culpa da tecnologia
Gritos de desespero a noite
Glórias ao amanhecer o dia
O mundo está acelerado
Os dias passando de pressa
Viver como se fosse o último dia
É a alternativa que ainda nos resta.
Véu.
Tu não sabes o que sinto
quem é meu chão, meu amparo
onde guardo minhas dores
os medos que não declaro
as memórias vis, constantes
dos dias angustiantes
das noites que passo em claro.
O pouco que tu conheces
deste interior tristonho
são os sobejos dos olhos
no meu disfarce risonho
meu presságio sem consulta
hipotermia que oculta
a menor parte que exponho.
"Hoje só permanece na minha vida, quem transmite amor e positividade em tudo que faz."
---Olívia Profeta---
Só me perde quem quer, logo eu dona de uma tremenda teimosia? Teimo em ficar quando deveria ir, teimo em ir quando deveria ficar. Mas afinal tamanha teimosia me levará onde?
Jucivania Santos
Quem devasta a natureza
Não trata bem a sua casa,
Seu futuro é de incerteza,
O seu presente ele arrasa,
Pois quem destrói o seu ninho
Termina qual passarinho
Querendo voar sem asa!
QUEM DEVASTA A NATUREZA
Não precisa pesquisar
Nos livros da realeza
Ou na NASA, com firmeza,
Para poder comprovar
Que quem age sem nobreza,
Destruindo a natureza,
Devasta mesmo é seu lar!
Quem devasta a natureza
É um ser inconsequente,
Pois condena o seu futuro,
Aniquila o seu presente.
Pensando agir co’ esperteza
Mas o fim de sua vileza
É catástrofe iminente!
Quem devasta a natureza
Não trata bem a sua casa,
Seu futuro é de incerteza,
O seu presente ele arrasa,
Pois quem destrói o seu ninho
Termina qual passarinho
Querendo voar sem asa!
INANIA VERBA
Ah! Quem há de querer, meus versos vazios
O que a emoção não diz, e a mão não poeta?
Cânticos numa só tormenta, em uma só reta
Que lamenta, sangra, porém, se tornam frios...
A quimera agita, regurgita, e na alma espeta
A rima espessa e torta, sem simétricos feitios
Abafam a ideia leve, sem os olhares gentios
Que, calam o espírito, num augúrio profeta
Quem o molde o terá pra encaixar no fado?
Ai! quem há de expor as frustrações malditas
Do sonho? que anina e não mais se levanta...
E a inania verba muda, e o amor ali calado
E as confissões que talvez não sejam ditas
No silêncio, emudecem, atadas na garganta.
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
2018, início de outubro
Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Às vezes estou na rua,
No campo em qualquer lugar
E paro pra perguntar,
A mim mesmo: quem sou eu?
De onde vim? Pra onde vou?
Porque é que aqui estou,
Qual é o meu paradeiro?
Sufocado neste esmo,
Eu respondo pra mim mesmo:
Ah! Eu sou um BRASILEIRO.
Quem dera se a vida fosse como a
Música do Dilsinho quem dera
Se depois de uma briga todo mundo
Pedisse desculpa quem dera
No mundo teria paz
Não existiria guerra mais
Começamos evoluir
O mundo se destruiu
O dinheiro foi só crescendo
As pessoas ficaram se ofendendo
Isso nos deixou com o coração doendo .
Fui querer,
Fui querer calor de quem era frio,
Fui querer sentimentos de quem era pedra,
Fui querer carinho de quem era incapaz de amar,
Fui querer fogo de quem era água,
Fui querer paixão de quem era furacão,
Fui querer vc,
Fui te querer.
E querendo eu fui querer,
Intensamente e loucamente,
Eu fui querer logo você,
Porque eu fui querer ?
Não tinha nada haver com você,
Não tinha eu,
Não tinha você,
E na agonia de te querer,
Eu me perdi em mim,
Me perdi em você,
Fui Querer.
ÍAS - Viih_
Você passa mal, porque sabe que nós temos ideais
Viver de igual, correndo junto, com quem quer a paz
Eu sou normal e seus atos que são imorais
Então aceita, pois eu não volto atrás!
Meu amor, não paro de pensar em você
Sendo sincero
Fico esperando qualquer hora aparecer
Quem me faça esquecer que o seu beijo é o melhor da vida
Que o nosso santo bate junto, faz sentido
Essa sensação que só com você é possível
Sabe qual é o problema das pessoas?
Elas querem quem não às quer,
Elas não dão valor ao que tem,
Os valores estão invertidos,
O amor cada vez mais líquido,
As pessoas se usam e se jogam fora,
Se fazem e fazem das outras descartáveis,
Tudo vem e vai numa velocidade voraz,
E as pessoas vivem o tempo do vazio das incertezas e inseguranças.
Esse moço escreve como quem respira.
Na sua simplicidade as palavras ganham vida,cor e emoção,deixando transparecer nas linhas o seu valor.
Com tamanha doçura,que letra por letra vira poesia, pois sua essência é o amor.
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